• O ato de encontrar oportunidades deve ser contínuo

    Uma das premissas dos conceitos do Marketing está no ato de encontrar oportunidades lícitas para negócios. Tal atitude deve ser um dos principais objetivos empresariais.

    O olhar crítico e criativo de determinada situação, auxilia na realização de ações que aumentam os ganhos para as empresas.

    Esse é o real sentido do “pensar fora da caixa”.

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  • Mídia indoor

    A veiculação de conteúdos publicitários dentro de estabelecimentos, prédios e veículos é conhecida como ação de mídia indoor.

    Ainda não muito explorada em algumas regiões, a prática tem como vantagem alcance de público qualificado (e segmentado) e captação de recursos por parte dos donos dos “espaços de mídia”.

    Na imagem vemos um exemplo de ação em ônibus, promovido pela marca Dona Clara.

    E aí, o que achou desta ação?

    #mkt #estratégia

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  • Obsolescência programada x Inovação

    Hoje falarei sobre um assunto que nem sempre as pessoas tem consciência:

    Obsolescência programada x Inovação.

    Nos últimos dias a Apple informou que lançará seu IPhone 11 bem como os novos SO. Pois bem, o novo software não mais será aplicado em alguns aparelhos. Essa prática, até comum neste mercado, acentua a obsolescência destes aparelhos e, os sucessivos lançamentos (anuais) de novos produtos também provocam uma corrida para o consumo. Em termos de estratégia de marketing, é uníssono a importância do lançamento de produtos que atuam no desejo de compra, além da entrega de novos benefícios. Entretanto, pensando do ponto de vista ambiental e da necessidade real, será que de fato precisamos de celulares novos(sem um conjunto racional de inovação) todo ano?

    Pois bem, a obsolescência programada (ou planejada) é justamente o fato de, ao lançar um #produto, o fabricante já planejar a sua substituição ou morte, conforme o CVP.

    Penso que, aos fabricantes, deveria existir medidas para a reciclagem ou #logística reversa sobre os produtos obsoletos, afinal, foram eles que colocaram no mercado e demandando recursos do meio ambiente.

    Não quero negar a importância dos produtos e evolução dos mesmos em nosso dia a dia, longe disso. Mas uma discussão mais assertiva e consciente sobre o que de fato é inovação (produtos novos para o mundo e/ou melhoria de projetos existentes) com o que simplesmente parte de uma corrida desenfreada pelo mercado.

    E você, o que pensa a respeito?

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  • Marketing de Lugar

    Iniciado na década de 80, o entendimento e uso dos conceitos do Marketing aplicado às cidades e lugares ganhou notoriedade com publicação realizada por Kotler, Haider e Rain (1993). Também designado como Marketing Geográfico, Marketing Urbano ou Marketing de Localidade, o conceito estabelecido está no desenvolvimento estratégico (usando do composto de MKT: análise das variáveis, pesquisa, infraestrutura, diferenciais, promoção, preço, identidade visual, etc) de um lugar com o objetivo de atrair valor ($) sobre o ambiente e seu entorno.

    A grosso modo, MARKETING DE LUGAR quer dizer o planejamento e execução gerencial de ações afim de desenvolver um lugar, com forte parceria com atividade turística-econômica.

    Pois bem, assim sendo, o Brasil deve ser gerido como um LUGAR com forte atrativo turístico e, tal atividade é gerenciada pelo Ministério do Turismo / Embratur. Assim também ocorre nas cidades, através das Secretarias de Turismo, e nas empresas, através do Departamento de Marketing.

    Dentre as várias ferramentas para desenvolvimento do potencial de um LUGAR, estão o posicionamento e identidade visual. Assim, o Governo Federal alterou o logotipo (imagens 1 e 2) em conjunto com slogan que será utilizado no desenvolvimento da marca BRASIL (place branding). Para alguns autores, o LUGAR só é passível de BRANDING caso tenha características diferenciadoras de outros LUGARES e, evidentemente que nosso país reúne essas características.

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    Qual sua opinião sobre o novo logo criado para atrair o turismo no Brasil?

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    Na minha opinião, saímos de uma marca vazia para uma esteticamente confusa.

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  • Linguagem informal estreita relacionamento entre empresas e consumidores


    Em tempos de maior proximidade com o consumidor e facilitado pelos vários meios de comunicação (e tecnologia da informação), muitas empresas tem adotado um diálogo mais coloquial em seu dia a dia, no relacionamento com o cliente, afinal, sob a ótica do cliente “o prazer provém de poder falar na primeira pessoa, de dizer” eu” e de ser ouvido” (Chanlat e Bédard, 1992, p. 144).

    São várias as organizações que ganham notoriedade a partir desta comunicação empresarial mais jovial e em tom de amizade, tais como Nubank, Waze , Cemitério Jardim da Ressurreição (Cemi), Prefeitura de Curitiba, Netflix Brasil , dentre outras.

    Esse modelo de formato da linguagem (dentro dos canais formais), além de divertida, provoca simpatia e demonstra uma afinidade da marca com características particulares de algumas mídias sociais e, obviamente, estar afinado com o meio no qual você interage, acaba gerando credibilidade.

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