Provavelmente você está acompanhando o “recall” dos veículos Corolla, Camry, Matrix, Avalon, Tundra, Sequoia, Venza, Prius, Lexus, Tacoma, e Highlander da marca Toyota. “Recall” é uma chamada/convocação para que proprietários de produtos retornem os mesmos até postos autorizados para averiguação ou troca de componente em falha detectada pelo fabricante em grande quantidade de lotes. No caso específico da Toyota, a falha detectada está no pedal do acelerador que, por motivos ainda desconhecidos — de acordo com a Toyota — afetam o tempo de retorno do acelerador à posição zero. Além do recall, a companhia japonesa está com produção e venda suspensa (ainda, conforme a empresa, atualmente 2,3 milhões de automóveis podem ser acometidos pelo problema, mas o número total pode chegar a 8 milhões (Fonte: egmCarTech e Veja — obs.: as unidades produzidas no Brasil estão livres desta falha). Confira aqui os modelos convocados para recall.
Bem, mas não é este fato em específico que vou abordar. Quero comentar sobre a técnica da estratégia ofensiva, que se resume em descobrir uma fraqueza na força do concorrente. Entendeu? Determine as maiores forças de seu principal concorrente e descubra fraquezas determinantes nesta(s) forças. Repare que isso requer desenvolver a inteligência de marketing. A partir do momento que você determinou essa fraqueza em uma das forças do líder ou concorrente, ataque! Mas, como atacar? Aqui está mais um detalhe importante desta técnica, ou seja, sua empresa, produto ou marca deve desenvolver uma força concreta que acentue a fraqueza do concorrente e utilizar promoção de vendas e comunicação com mensagem (argumento lógico) que remeta uma força à você, conforme a fraqueza do outro. Compreendeu?
Mas porque citei o ocorrido com a Toyota? Acontece que a falha e demora em solucionar o problema técnico abriu uma grande fraqueza na maior força que o produto possui: durabilidade(confiança) e quebra da ideia mercadológica de valor por conta do preço baixo de venda(nos Estados Unidos um Corolla zero km com vários acessórios é vendo por USD 18.000, por exemplo).
Desta forma, algumas montadoras concorrentes estão utilizando a estratégica ofensiva, oferecendo condições especiais para troca do Toyota por suas marcas. A Hyundai, Chrysler, Ford e GM estão promovendo incentivos de USD 1.000 (Um mil dólares) para troca.
Notas de rodapé: *Os clientes qualificados que estão financiando a compra de veículo podem receber financiamento de 0 por cento para até 60 meses. *Os compradores receberão 1.000 dólares.
Não dá para negar que os produtos e as marcas exercem influência constante em nossas vidas. Impossível conceber um dia a dia sem os diversos produtos destinados a saciar as várias necessidades e desejos. Existem exageros, evidente, mas não se pode generalizar e recair em um fundamentalismo anti-produtos, ou seja, é necessário separar o desperdício e consumismo do consumo cotidiano sustentado pelo desejo humano. De acordo com Giglio (1995) “O modelo de influência social coloca que as pessoas seguem regras, incluindo sobre o que o consumir, para fazer parte de um grupo”. Para alguns autores, como Baudrillard (1995), Fromm (1997) e Canclini (1995), o consumismo é a posse de produtos e serviços que representam identidade e posição social. Em resumo, o consumismo excede o bom senso no uso de recursos financeiros, causando acúmulo desnecessário de produtos e prejuízos ambientais, porém devemos considerar o consumismo no processo do comportamento social e o consumo como elemento essencial ao desenvolvimento econômico e comportamental.
A marca da maçã lançou seu tablet neste dia 27 de janeiro. OiPad é um mix de laptop com iPhone + iPod. Esperado por muita gente, com certeza o produto levará muitos compradores ao delírio nestas próximas semanas. O brinquedinho no mercado americano tem preço de 499 dólares na versão de 16 GB, 599 dólares o de 32 GB e 699 dólares a versão mais “parruda”, de 64 GB. Na minha opinião o produto é um iPhone + iPod em versão laptop ultra slim com touch. Eu particularmente não gostei da nomenclatura de marca — iPad — e sugeriria iTable. Mas, como não trabalho na Apple, os profissionais de lá definiram a marca iPad mesmo, rsrs.
Veja mais detalhamentos da configuração aqui e aqui.
Já está disponível para venda o excelente livro “Atitude Profissional — dicas para quem está começando”, terceira publicação de Lígia Fascioni e lançado pela Editora Ciência Moderna. Recebi meu exemplar no final de dezembro, enviado pela própria autora e com dedicatória. Lígia é formada em Engenharia Elétrica, tem Especialização em Comunicação e Marketing, Mestrado em Engenharia Elétrica e é Doutora em Engenharia de Produção na área de design.
O livro apresenta leitura muito agradável e de fácil entendimento. Indicado para jovens universitários e para quem acabou de sair da faculdade.
Alguns trechos do livro:
“Quem ganha dinheiro não é a profissão, é o profissional.”;
“As pessoas tem que se conscientizar que a coisa mais importante que se aprende na escola é aprender! E quem sabe aprender, faz qualquer coisa.”;
“E o melhor de tudo, invente profissões… ….muitas das profissões que mais remunerarão e gratificarão nos próximos 10 anos ainda não foram inventadas…”. ;
“Dos cursos que eu fiz e nas escolas onde estudei, há várias pessoas que eu adorava, com as quais me dava muito bem, mas tecnicamente achava -as, o medíocres. Faziam apenas o básico, o que era pedido. Não acrescentavam nada ao que estávamos aprendendo. Não se empenhavam em aprender mais, em fazer a diferença. Enfim, indicaria essas pessoas, sem pestanejar, para qualquer festa ou evento, jamais para um emprego.”
Atitude Profissional - dicas para quem está começando.
Segundo a embalagem do produto, o mesmo é de uso exclusivo para meninas. Convenhamos que o brinquedo é simpático e pode até ser divertido além de colaborar para uma boa educação sobre respeito e importância das profissões. Entretanto, algo me diz que há um viés de machismo e novamente aplica-se o reforço do arquétipo “mulher dona de casa”.
Um dos P’s do marketing é o Ponto de Distribuição ou Praça. O ponto de distribuição é a localização do serviço e/ou como o produto será distribuído(canais de marketing). Envolve a cadeia de distribuição, logística externa, canais de vendas e arrumação do pdv, e deve ser estudado pelo profissional de marketing para elaboração de estratégia correta do ponto que permita alcançar objetivos empresariais de forma ética. Muito interessante a proposta da Muvbox. Trata-se um tipo de conteiner totalmente adaptado para um restaurante, lanchonete ou bar e, o melhor, é móvel. É um ponto de venda ágil para acompanhar feiras e exposições, shows ou ainda permanecer em local fixo. Além disso, de acordo com o projeto, conta com baterias com recarga solar (não depende de energia elétrica), sistema de iluminação externa, sistema de alarme, bandejas/guardanapos/caixas produzidas com papel reciclado e plástico biodegradável. O fabricante ainda garante o tempo de abertura e fechamento em 10 minutos cada.
Em outro post, comentei sobre a possibilidade de projeção 3D em edifícios como técnica para a propagação de ideias ou publicidade de produtos e serviços. Além das projeções, também cresce a aplicação de touch. É, ainda estamos do lado de fora das tendências. A vanguarda ainda não está conosco.
Pois bem, estas técnicas estão se popularizando bem rápido na Europa e EUA. Veja vídeo abaixo com apresentação do portifólio da empresa Obscura Digital.
As redes sociais (sua rede de relacionamento na internet) e as mídias sociais (mídias onde o conteúdo é construído pelo internauta) formam a base para a chamada web 2.0. Este princípio construtivista tem revolucionado a comunicação entre os indivíduos através da rede mundial de computadores e ganhou maior relevância a partir de 2008.
Abaixo segue excelente documentário sobre as redes sociais.
Muito se discute sobre a discrepância salarial que acomete o Brasil atualmente. Segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD, a República Federativa do Brasil ocupa a oitava colocação entre os países com maior desigualdade social (PNUD, 2003). Esse índice de desigualdade social exorbitante está vinculado à distribuição e/ou concentração da renda da força produtiva. Entende-se por força produtiva a parcela da população em idade economicamente ativa, ou seja, que produz algo para o país, intelectualmente ou através do emprego da força física. E, é justamente esta característica diferenciadora das duas condições de mão de obra que determinam grandes diferenças nas recompensas natural do trabalho, ou seja, o salário, conforme Smith (1776). O trabalho é condição do ser humano para a obtenção de produtos e serviços que satisfaçam suas necessidades de sobrevivência e crescimento. É com o trabalho que o ser humano e os Estados Federativos acumulam capital para usufruto de um maior poder de barganha. Todas as relações comerciais são desenvolvidas a partir do poder de compra, ou, acúmulo de capital (riqueza ou dinheiro). Aos cidadãos imersos no regime capitalista, o poder de compra é representado pelo rendimento/recebimento e/ou salário obtido e o mesmo precisa sobreviver de seu salário. A natureza humana é dotada de princípios competitivos - de sobrevivência e perpetuação da espécie e outros, como fatores subjetivos, já citados por J.M. Keynes(1936) - e a sobrevivência competitiva também colaboram para a desigualdade entre os homens. Mas, como determinar a variação de salários mediante a divisão de tarefas? Para Smith (1776) “… os salários do trabalho variam segundo a facilidade ou dureza, o grau de limpeza ou sujeira, o prestígio ou desprestígio da profissão”. Ainda, conforme Smith (1776), “… os salários do trabalho variam de acordo com o grau de confiança”. Além do exposto, a qualificação e capacidade de retorno do capital investido também são fatores decisivos na definição de valor da recompensa pelo trabalho. Importante considerar a ideia de eficiência (produtividade) e eficácia (resolver problemas) conforme Maximiano (2000), como elementos que sugerem maior ou menor remuneração de um indivíduo. Ainda, como objetos influenciadores de valores nominais existem os pisos salariais estabelecidos por legislação correlata e a capacidade financeira de uma organização.
Ao trabalhador, como artifício para crescimento salarial, e seguindo o raciocínio exposto no parágrafo anterior, tem-se na quantidade de anos de estudo (qualificação) uma maior possibilidade de aumento de salário, conforme demonstram os dados do CPS/FGV(2007) - Quadro 1, abaixo.
Deste modo, contextualiza-se o salário como um conjunto de habilidades e situações que fornecem maior ou menor recompensa pelo mesmo, com verídico crescimento a partir do tempo de aprimoramento de um indivíduo, e da exclusividade, ou seja, quantidade de indivíduos que desenvolvem desempenho eficaz em atividades laborais com importância intelectual e produtiva. Assim sendo, somente um respaldo estrutural básico e educacional/técnico de qualidade a médio e longo prazo, além de crescimento econômico para garantir a diminuição da desigualdade social.
O blog avemarketingconversou com Luli Radfaher que, gentilmente nos concedeu entrevista. Luli é Ph.D. em Comunicação Digital pela ECA-USP , onde também é docente. Trabalha com internet desde 1994, quando fundou a Hipermídia, uma das primeiras agências de comunicação digital do país, hoje parte do grupo Ogilvy. Saiu em 96 para fundar seu estúdio, onde atendeu AlmapBBDO, MTV, FIAT, Leo Burnett, VISA, Volkswagen e Camargo Corrêa. Em 99 foi para a StarMedia de Nova York assumir a Vice-Presidência de Conteúdo. De volta, criou a dpz.com, divisão digital da agência de propaganda DPZ. Em 2002 trabalhou em Londres, com projetos de TV Interativa e comunicação wireless. Voltou como consultor, tendo como clientes a AOL Brasil (redesenho e reestruturação do conteúdo) e o McDonald’s (projeto de conteúdo para o McInternet). Colunista da revista Webdesign, é autor dos livros “Design/web/design” e “Design/web/design:2″, considerados referência para a área, e “A Arte da Guerra Para Quem Mexeu No Queijo Do Pai Rico”, uma análise crítica e bem-humorada do ambiente corporativo.
Com uma articulação impecável, Luli esbanja conhecimento. Confira a entrevista imperdível!
avemarketing: Uma tradicional conceituação de informação afirma que “é tudo aquilo que destrói uma incerteza”. A internet é uma revolução comunicacional e de proliferação de informações. Hoje uma criança de 7 anos está mais exposta e possui uma quantidade de informações maior do que nós recebemos em 20 anos de vida. Luli, para onde isso tudo vai nos levar?
Acredito que não “leve” para lugar nenhum. Na verdade, a própria idéia de destruição de incertezas é um pouco equivocada. À medida que a informação se acumula, as incertezas tendem a aumentar. Certeza é, cada vez mais, efeito de ambiente restrito, como certas comunidades ideológicas ou regimes autoritários. Voltando ao ponto da pergunta, acredito que o resultado dessa sobrecarga de informação seja mais decepcionante do que parece. Como provam a vida besta dos milionários e a epidemia de obesidade nos Estados Unidos, o aumento de recursos não costuma resultar em uma melhoria da produção. Hoje que praticamente qualquer instituição ou pessoa pode manifestar suas opiniões e contribuir com conteúdo para a rede, o que se vê não é um aumento da inteligência das pessoas, mas a enorme popularização das bobagens do YouTube, como o vídeo do menino grogue ao sair do dentista, mais vistas do que qualquer palestra do TED.
Louis Armstrong cantava, em “What a wonderful world”, que as crianças aprenderiam mais do que ele jamais saberia. Em termos técnicos, ele estava correto. Os indivíduos hoje são melhor adaptados aos tamagotchis eletrônicos que nos cercam. Mas isso não significa que sejam mais sábio, muito pelo contrário. Acredito que o mundo daqui a 20 anos será bastante complexo em termos de interfaces, mais evoluído em um ou outro valor (sustentabilidade, alimentação, fumo) mas as pessoas continuarão a desperdiçar petabytes em pornografia, celebridades, fofocas e outras trivialidades. Não é necessariamente ruim, mas está longe de ser o paraíso que alguns imaginam.
avemarketing: De acordo com a pesquisa ConecteMídia, realizada pelo Ibope, “53% dos entrevistados se sentem pressionados com a quantidade de informações atuais”. Evidentemente há muito lixo na internet, como reprodução dos comportamentos da sociedade. Como gerenciar o trash, na internet?
Ansiedade de informação (e seu desdobramento, ansiedade de inovação) são típicas de uma época em que o conhecimento era mensurável, quantificável. Livros e jornais, por exemplo, dão a impressão que é possível saber “tudo” a respeito de determinado assunto - e que certos assuntos desagradáveis podem ser simplesmente evitados. Mas na verdade esses meios de comunicação são próteses, e todos sabemos que no contato com pessoas, nunca se saberá absolutamente “tudo” que o outro sabe - a idéia, aliás, não faz o menor sentido. Também aprendemos, em diálogos, a filtrar de uma conversa o que realmente queremos saber e o que vale a pena evidenciar. Os profissionais que todos têm como referência se atualizam, e sempre que se busca um novo esclarecimento o conhecimento é atualizado.
A melhor forma de lidar com o excesso de informação e o lixo da Internet não está em tentar melhorá-la, mas em desenvolver, em si, uma espécie de filtro para saber o que perguntar, quando a pergunta é relevante e quando já é o bastante. Acima de tudo, é fundamental verificar quem emite a resposta. A Internet é só uma grande compilação de informação produzida por humanos, e portanto sujeita a todos os seus desvios.
avemarketing: Como você vê a criatividade digital no Brasil, atualmente?
Cada vez melhor. Há muitos novos empreendedores e criativos pensando em uma forma mais abrangente, sistêmica. Até há pouco tempo atrás, a piada, o verso musical (ou a “sacadinha” publicitária) eram um fim em si mesmo. Hoje eles têm se transformado, a cada dia mais, em produtos, com mercados e oportunidades. Isso gera, naturalmente, uma criatividade mais madura e melhor pensada, o que é uma ótima notícia. Isso não significa que deixamos de ser gozadores ou irônicos, mas o compromisso - que até personas do Twitter e posts em blogs reforçam - com uma constância na produção de idéias constantes e coerentes gera um ambiente muito mais criativo. Isso é verdade para o mundo inteiro e o Brasil, mesmo atrasado em algumas tecnologias, sem o hábito de ler e com uma enorme diferença social, pode se beneficiar por ter um espírito naturalmente social, comunitário e anárquico.
avemarketing: A convergência midiática é uma tendência, certo? Quais outras tendências você pode citar?
Na verdade são quatro tendências, pois depende de onde você quer a convergência. As TVs nunca foram tão grandes e com sistemas de som tão envolvente. A sala de home theater é uma caverna digital que, em cada casa, promove a convergência. Os celulares, na rua, fazem o mesmo. Os dois são convergentes, cada um de um jeito. Outras duas convergências são o computador, sem dúvida o melhor lugar para se trabalhar (ninguém pensa em escrever longos textos no celular ou no sofá da sala) e os aparelhos dedicados de trabalho móvel, como medidores de códigos de barras, boletos de garçons e GPSs em carros, ainda mais rápidos e eficientes que qualquer celular. Nessa categoria ainda cabem as câmaras semi-profissionais e profissionais.
Outras tendências são o tracking e os alerts, com o tempo real a substituir boa parte das buscas; o crescente autismo coletivo; o desprendimento dos ambientes físicos de trabalho - o que inclui mesmo cidades ou países; a integração de diversos produtos e serviços em dashboards; Metaversos e realidade aumentada; jogos de todos os tipos - brandeados, imersivos ou comunitários, como os do Facebook (e o Project Natal, que talvez um dia saia da prateleira); a pirataria e o fim dos conceitos antigos de propriedade intelectual; novos tipos de fetiche, de Otaku à culinária, visível em Julie & Julia; um progressivo achatamento cultural, que leva a uma vida mais amigável e menos interessante; crescimento de colaboração e filantropia; acessibilidade e culto à diferença; novos tipos de hardware desenvolvidos pelo usuário (tendência que se popularizou com kits abertos como o Arduino; dinheiro virtual; aumento do storytelling transmídia; maior importância das interfaces gráficas para transmitir grandes volumes de informação; propaganda orientada a valor… são tantas as tendências que em breve alguem deverá promover um mega saldão delas.
avemarketing: O que uma marca ou pessoa deve fazer para conseguir destaque na internet, de maneira saudável?
Só existe uma regra que sempre dá certo: observar. Tentar compreender o ambiente em que se está e o que se tem a oferecer antes de tomar qualquer atitude. Todo o resto é bobagem, já que estamos tratando de relações que, como as humanas, variam caso a caso e não pode haver regras absolutas.
avemarketing: Para finalizar, fale sobre seus projetos futuros e deixe algumas dicas aos nossos leitores.
Vou pular esta. Meu blog e twitter são minhas interfaces, os comentários deles são meu melhor feedback.
*Luli ainda nos brindou com um vídeo com uma de suas palestras, disponibilizado abaixo. Também imperdível!
Este blog tem objetivo de propagar informações corretas sobre a área do conhecimento marketing e também difundir boas práticas de gestão empresarial e de comunicação com uma linguagem atual e pragmática, a partir da visão do autor.
Opiniões e exemplificações estratégicas também circulam por aqui.
O nome
A expressão "Ave" é uma saudação e significa "salve!". Representa o desejo de vida longa a alguém ou perpetuação de alguma coisa. Um salve e vida longa ao marketing. Ave! Marketing.