• Brand Equity e o Modelo CBBE de cálculo do valor de marca: comparação entre as cinco marcas mais valiosas do Brasil e Estados Unidos

    Fonte: Interbrands

    Brand Equity é um dos estudos da Gestão de Marcas, que por sua vez faz parte de uma das áreas do Marketing, dedicada à compreensão dos componentes que compõem uma marca, bem como suas estratégias (Branding). Segundo Aaker (1992) “Brand Equity é o conjunto de ativos e passivos ligados a uma marca que agrega (ou subtrai) o valor fornecido por um produto ou serviço a uma empresa e seus clientes”.

    Assim, brand equity é o valor (intangível e tangível) que uma marca adiciona aos produtos e serviços de uma empresa. Para o cálculo deste valor, ou seja, sua quantificação, existem vários modelos disponíveis. Um dos modelos de cálculo do valor de marca é o “Modelo CBBE” (Kevin, 2006). Neste modelo, são apurados quatro grupos de componentes: proeminência, performance, julgamentos/sentimentos e ressonância da marca.


    Na Figura acima  (comparativo do ranking do valor das marcas, entre as 5 marcas mais valiosas nos EUA e no Brasil. Fonte: Interbrands 2018) podemos perceber duas características bem determinantes. Uma delas é predominância de marcas de serviços relacionados a processos de inovação entre as mais valiosas, nos EUA, diferentemente do que acontece no Brasil, que predomina instituições financeiras e de bens de consumo não duráveis (cerveja). No caso, a força das instituições financeiras pode ser explicada devido às altas taxas de juros praticadas em nosso país, o que torna a operação deste mercado um tanto lucrativa, teoricamente.

    A outra característica a ser observada é justamente o item que está na base do modelo CBBE: a “Proeminência”. Este item está relacionado com a capacidade da marca em alcançar uma maior quantidade de público-alvo, ou seja, quanto maior a penetração da marca, mais valiosa ela é.


    Referências Bibliográficas

    Aaker, David. A. (1992) “The Value of Brand Equity”, Journal of Business Strategy, Vol. 13 Issue: 4, pp.27-32.
    Aaker, David. A. Marcas – Brand Equity. Gerenciamento o valor da marca. São Paulo: Editora Negócios. 1998.
    ROBERTS, Kevin. Lovemarks – O futuro além das marcas. São Paulo: M.Books, 2006 .
    Ranking Interbrands 2018. Disponível em https://www.interbrand.com/best-brands/best-global-brands/2018/ranking/




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  • Marcas, um mundo em movimento

    “As marcas são construções culturais extremamente dinâmicas” e assumem cada vez mais um papel decisivo no posicionamento competitivo, pois são as responsáveis direta pela associação positiva (ou negativa) dos indivíduos com as empresas e seus produtos. Além disso, as marcas se tornam elementos de personalização e assumem função arquetípica, a partir da projeção do inconsciente coletivo (Teoria de Jung). Elcio Fernando.

    A partir da criação do diretor da empresa, Levi Carneiro, que é também associado ao Grupo Troiano de Branding, foi feito o vídeo ‘Marcas, um mundo em movimento’  que aborda a evolução das marcas, seus movimentos no tempo e no espaço, o branding na era digital: entre a busca de sentido e a necessidade de conexão, e as marcas como construção cultural para criação e geração de valor. Uma visão dinâmica e abrangente.


    Ficha Técnica 
    Criação: Levi Carneiro
    Design: Anna Paola
    Realização: Ideia Comunicação
    Produção: Tutano

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  • Ranking das marcas mais valiosas analisa alcance nas redes sociais

    Foi publicado no Radar Tecnológico (Estadão), o ranking das marcas desenvolvido pela empresa de pesquisa General Sentiments. Aparentemente o estudo leva em consideração o envolvimento das empresas e suas marcas nas redes sociais e nas interações que as mesmas proporcionam às pessoas. Apesar de não ter em mãos a metodologia completa para o levantamento dos valores indicados (ver tabela abaixo), há uma certo viés na primeira colocação do Facebook, afinal notadamente a empresa é uma própria rede social e a com mais penetração mundial.

    Estudo sobre valor das marcas. Fonte: General Sentiments / Radar Tecnológico

    Alguns pontos a considerar sobre o estudo, empiricamente, são que inicialmente os dados não podem ser verificados sem a correlata metodologia. Da mesma forma, podemos supor que há um interesse bem grande do Facebook na divulgação de dados positivos sobre si mesmo, afinal a empresa enfrenta uma acentuada queda nos valores ofertados de suas ações.  Ainda, aparentemente, a tabela cita apenas em específico os valores de marca alcançados pelas menções positivas no Microblog Twitter, que dá margem para outros questionamentos, acerca da positivação de valores detalhadas em outros meios de social media (blogs por exemplo). Vale também ressaltar os parâmetros de fronteiras pesquisadas, mesmo sendo valores correspondendo a penetração social na internet, há variações de países para países, principalmente entre as marcas posicionadas a partir do 10º lugar.

    E você, qual sua visão sobre os dados acima?

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  • Grafiteiros propagam marcas nas ruas

    Aproveitando a data de ontem, comemorada como o “dia do sexo“, segue uma veiculação publicitária que une grafite e intervenção urbana. A ideia de unir grafite e marcas já é realidade na em algumas regiões dos EUA e Europa e começa a surgir por aqui também.

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  • O poder das marcas próprias

    Marcas próprias no Supermercado GBarbosa. Imagem: http://www.f5news.com.br

    Por @nielsenbr. Consumidor, em quais situações você prefere comprar um produto fabricado pelo próprio supermercado que frequenta? Surgem cada vez mais mercadorias com essa característica nas prateleiras dos comércios. Para os varejistas dispostos a investir, os números são favoráveis: cerca de 80% dos consumidores brasileiros optam por produtos desse tipo (marca própria) quando a embalagem é reciclável. Além disso, essa categoria proporciona racionalização de gastos por recair ao preço médio em setores mais básicos.

    Apesar desses fatores de escolha, estar entre tantas outras marcas líderes no mercado torna a concorrência desleal. Para conquistar o público, o varejista que investe em marcas próprias deve ter seu posicionamento de mercado bem definido. Escolher o público-alvo, comunicar a existência da marca e gerar experimentação são os três passos iniciais para o bom desempenho desse nicho de produtos. “Feito isto, o produto precisa estar fixo na mente do consumidor, de modo que ele seja uma alternativa de compra para determinada necessidade”, indica Fabio da Silva Gomes, gerente de atendimento ao varejo da Nielsen Brasil.

    Um dos fatores citados anteriormente, a experimentação, é o momento-chave para o sucesso. É o que vai determinar se o produto fixará na mente do consumidor como uma alternativa válida em sua lista de compras. Pensando assim, o produto precisa estar disponível na prateleira na hora certa.

    O varejo deve levar em conta que na mente do consumidor a avaliação da marca pode ser influenciada não só pelo produto em si, mas também pela experiência e percepção que ele tem do produto ou da organização responsável por ele. “A elaboração de uma boa pesquisa é uma medida necessária para se entender cada situação”, finaliza.

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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