• Bixo evolução

    As “novas mídias digitais” devem ser utilizadas de forma a criar atratividade e envolvimento ao processo de ensino-aprendizado, desta forma, concretizamos a “…aprendizagem mediada pela tecnologia” (Chaves, 1999). Ao público jovem, muito acostumado em sua rotina diária com softwares e hardwares, a utilização de games como facilitador do entendimento teórico e prático torna-se ferramenta construtivista para mais absorção de conteúdos didádicos.

    Um belo exemplo é o game Bixo Evolução – Curso preparatório para o Enem 2010 , desenvolvido pelo Grupo Abril que instiga o usuário a aprender conforme avança as fases do jogo.

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    No game, você é um ser vivo – uma forma de vida primária que chegou à Terra em um meteoro. Sua espécie, bixus evolutus, é de uma galáxia distante e tem como missão explorar e conhecer a vida terrestre. Para poder sobreviver e evoluir, você vai ter que aprender muito absorvendo a cultura e a sabedoria dos habitantes do planeta. Tente se adaptar ao novo ambiente, enfrente seus inimigos e responda aos desafios para ganhar pontos de evolução.

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    Vi no Não Salvo.

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  • Jogos sociais

    Uma das necessidades humanas é a aceitação social! Este conceito embasa o crescimento exponencial das mídias e redes sociais. Um grupo considerável de pessoas, principalmente jovens,  objetivam algo mais do que navegar na internet como mero expectadores passivos, mas sim, possuem uma demanda latente em participar  e interagir de alguma forma, além de serem vistas e usufruirem de certo grau de popularidade na rede.

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    Esse argumento é facilmente evidenciado no crescimento exponencial dos chamados “jogos sociais”, ou seja, jogos interativos em redes, tais como, os RPG, games on line e mais recentemente, os games incluídos em redes sociais como facebook e orkut, por exemplo. Aproveite e assista excelente reportagem do programa Olhar Digital, abaixo.

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  • 3 preconceitos que você tem que tirar da cabeça

    O amigo José Jayme*, Engenheiro Civil pela Univerdade Federal de Pernambuco, enviou o texto abaixo para colaboração com o conteúdo do blog avemarketing.

    “Infelizmente ainda tem muita gente que cultiva certos pensamentos sobre mercado de trabalho que acabam por limitar suas chances de ingressar, ou mesmo, prosperar. Aqui vão 3 preconceitos bastante fortes que já ouvi muitos falarem e que, extirpados, serão de grande valia para o sucesso profissional:

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    1. Só entra no mercado quem tem Q.I. – O famoso “Quem Indica” é mais comum do que se imagina e tem um nome mais politicamente correto: Networking. Porém essa prática não deve ser associada ao apadrinhamento e sim, a sociabilizarão de informações mercadológicas, seja para novas oportunidades de emprego ou não, de pessoas que tem afinidades ideológicas em suas áreas. Complicado? Pois bem, pense naquela “secretária do lar” que você contratou. Você pediu uma indicação de alguém que já conhecia seu trabalho, ou fez um processo seletivo amplo?;

    2. As empresas não dão oportunidades para quem está começando – De uma certa forma sim, mas por um bom motivo: as empresas não contratam para resolver os problemas das pessoas, as pessoas são contratadas para resolver os problemas da empresa. Logo ver as empresas como uma entidade filantrópica é não encarar a realidade. Empresas visam lucro e você tem que mostrar que fará ela lucrar mais (ou desperdiçar menos) ao contratar você;

    3. Para que estudar se muita gente não estuda e se dá bem? – O mundo não é bem assim. As vezes nos baseamos nas exceções para justificar que nossos pontos de vista são regras e as estatísticas acabam por provar o contrário. Se no Brasil existir apenas uma pessoa desempregada, ela ainda sim vai achar que as estatísticas estão equivocadas”.

    *José Jayme dos Santos, Engenheiro Civil pela Universidade Federal de Pernambuco, PrEng, Field Engineer at Vão Livre Estruturas Metálicas; writer at Blog Minha Carreira Anterior; Project Coordinator at Bimetal Industria Metalúrgica LTDA; Field Inspector at Nokia Siemens Networks; Project Manager at Priori Construction Systems.

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  • A importância de saber delegar

    Uma das áreas do comportamento organizacional com grande relevância para o bom andamento das empresas é a relação entre as chefias e subordinados. Várias habilidades são requisitos importantes para as pessoas que ocupam funções gerenciais ou de coordenação de equipes. Uma destas habilidades é o ato de delegar. Delegar é atribuir responsabilidade e/ou confiança no outro para a realização de um trabalho ou tarefa. Um aspecto importante na delegação é a disponibilização da instrução para o trabalho e o feedback constante durante a execução. Infelizmente muitos líderes confundem a ação de delegar como repassar o trabalho e se isentar da responsabilidade sobre o mesmo. É fundamental que o líder, quando delegar, permaneça como o ícone de referência e auxílio, se necessário. Desta forma, cabe ao bom profissional de um cargo de comandchefeavemkto conhecer as aptidões de cada membro de sua equipe, monitorar o desenvolvimento e desempenho ocupacional dos envolvidos e conscientizar todos das responsabilidades coletivas e individuais do grupo, para atingir objetivos pré-determinados.

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  • Publicidade machista é retirada do ar – Toyota Clean Getaway

    Pouca gente sabe, mas a quantidade de peças publicitárias produzidas com conotação machista (leia arquétipo do machismo dominante aceito pela sociedade) é em número alto. Recentemente, no final de novembro, a agência Saatchi & Saatchi produziu um vídeo para lançamento do Yaris, da Toyota. Esta peça publicitária foi veiculada  para target jovem apenas em mídias sociais – internet – na Austrália e gerou muitos protestos. O envolvimento da campanha baseia-se em um diálogo entre o trio clichê “casal de namorados e pai da garota”. Porém, este dialógo possui pelo menos três situações de referências sexuais machistas entre pai da garota e o namorado. Estas conversas insinuam a desvirginação da garota e no final, encerra-se com um ”I’m ready to blow”. Evidentemente, como disse anteriormente, muitos protestos foram gerados e em dezembro o vídeo foi retirado do ar. A Toyota pediu desculpas públicas pelo comercial.

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