O conceito do marketing compreende o estudo aprofundado sobre as trocas decorrentes das necessidades e desejos humanos. As necessidades correspondem ao estado em que se percebe alguma privação e os desejos são as necessidades influenciadas por cultura e características individuais (Kotler; Armstrong). Quando se analisa o mercado e as várias características que permeiam os grupos sociais, destaca-se o comportamento do consumidor. Para este post separei a teoria do comportamento condicionado, na linhas do behaviorismo (Skinner. 1904 – 1990). O behaviorismo define o comportamento (behavior) como um conjunto de reações dos indivíduos aos estímulos externos até que o indivíduo associe a resposta ao estímulo (Pavlov). Desta forma, o behaviorismo se baseia na previsão das reações aos estímulos (Revista Escola, julho de 2008).
Entendeu? Assista a ação “Whopper Face” do Burger King e repare nas respostas condicionadas aos estímulos imediatos e também na repetição de comportamentos associado com as necessidades humanas de conformismo e aprovação social.
De acordo com Besora (1998), todo produto possui a função estética. Esta função está relacionada com a necessidade de beleza – desejo ao que é belo – que os seres humanos possuem. Tenho percebido esta função cada vez mais presente nos produtos em geral e até mesmo em produtos que não possuem uma relação de contato visual durante sua utilização. Observe o exemplo abaixo em dois modelos de placa de vídeo da marca GeForce, um mais antigo (lançado em 2003) e o outro lançado recentemente.
Observou a função estética presente na evolução do produto?
Com quatro anos de “vida” completados hoje, o Twitter possui mais de 65 milhões de usuários cadastrados (mas nem todos ativos) e concentra a troca de informações rápidas em um único canal, gerenciado por temas, de acordo com o perfil de cada indivíduo.
Poste o texto acima no twitter(140 caracteres): Com 4 anos d vida hj, o Twitter tem + d 65 milhões d cadastrados e concentra troca d inform.rápidas em 1 único canal, gerenciado por temas.
Você gosta de trabalhar? Seja sincero! Durante nosso período de contribuição para a força produtiva do país dedicamos pelo menos um terço das 24 horas de um dia para a atividade laboral. Interessante que, enquanto algumas pessoas gostam de trabalhar, outras simplesmente abominam o trabalho e vêem neste como uma obrigação ingrata. De acordo com a teoria da motivação de McGregor, os seres humanos possuem duas naturezas distintas em relação ao trabalho e assim são vistos por chefes, gerentes e patrões. Essas naturezas constituem em uma visão negativa e uma positiva e são chamadas de “Teoria X” e “Teoria Y”, respectivamente. Desta forma, alguns trabalhadores são vistos como “Teoria X” por demonstrarem o desprazer em trabalhar, chegando até o ponto de evitar o trabalho – fazer corpo mole, “matar” o trabalho, exceder nas faltas e atestados – e a tendência é o aumento de mecanismos de controle e uso do poder como pressão sobre a equipe de trabalho vista sob essa ótica. Já os membros dos grupos caracterizados como “Teoria Y” conseguem enxergar prazer e compreender os objetivos do trabalho e, por este motivo, tendem a buscar a responsabilidade e controlar de seus impulsos e necessidades. E aí, em qual destas duas abordagens sua equipe de trabalho está? E você?
O dia 15 de março (neste dia e mês, no ano de 1962, o então presidente americano John Kennedy pronunciou um discurso onde defendeu os Direitos dos Consumidores) é reservado mundialmente para a lembrança das conquistas dos direitos dos consumidores, através das relações comerciais ocasionadas de trocas financeiras por produtos e/ou serviços que satisfaçam necessidades das pessoas. Em nosso país “a defesa do consumidor” está assegurada no inciso XXXII, art. 5º, da Constituição Federal de 1988.
Cabe a todos, na luta por uma sociedade justa, cobrar e reinvidicar seus direitos assegurados. Também é importante que todos os profissionais e empresários envolvidos na relação com o consumo conheçam e apliquem os detalhamentos contidos no Código de Proteção e Defesa do Consumidor, editado no Brasil em 1990 – Lei nrº 8.078, de 11 de setembro de 1990. Clique no link a seguir e conheça o Código na íntegra:
Importante ressaltar que várias entidades atuam na Defesa dos Direitos dos Consumidores no Estado de São Paulo, dentre elas: Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor – PROCON; Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – IDEC; Associação Brasileira da Defesa da Ecologia, da Cidadania e do Consumidor – ABRADEC; Associação de Defesa dos Interesses e Direitos do Consumidor e do Cidadão – ADIC e Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor – BRASILCON.
A base da formação do conceito do marketing está no estudo sistemático de grupos de pessoas com poder de compra – mercado – e dispostas a efetuarem as trocas que satisfaçam suas necessidades e desejos, alcançando objetivos empresariais e visando o bem estar da sociedade. Com base neste entendimento, caracteriza-se as necessidades coletivas e individuais como itens fundamentais para que as estratégias de marketing tenham sinergia com o dia a dia do ser humano e eficácia em termos competitivos. São várias as necessidades individuais que direcionam os desejos influenciados por fatores subjetivos. Este conjunto, segundo Keynes (1936), afeta a demanda e por consequência os fatores de produção. Dentre as necessidades humanas estudadas pelo marketing, algumas configuram-se como mais frequentes, tais como: aprovação social, atração, amor a família, ambição, economia, saúde, cultura, curiosidade, impulso de afirmação, conforto e etc.
Abaixo segue um vídeo que retrata uma destas necessidades, mas, qual delas? Está valendo o desafio, poste sua opinião em comentários.
Você lembra do A-HA? A-HA é uma banda pop que fez bastante sucesso com hits como “Blue Sky”, “Take on Me”, “Crying In The Rain”, “Hunting High And Low” dentre outros, na década de 80 e início da década de 90. Mas, o que isso tem a ver? Bem, ontem durante minha aula de Marketing de Serviços, um dos alunos fez esta pergunta para uma colega de classe. Acontece que duas gerações já se passaram (meus alunos de graduação nasceram em 1987, 88, 89, 90, 91, 92) e poucos tiveram contato com fatos ocorridos nestes períodos, evidentemente. Desta forma, não presenciaram Ayrton Senna nas pistas, o tetra em 94 e não passaram tardes jogando River Raid no Atari, etc e etc. Mas, o que quero ressaltar é justamente a velocidade das mudanças que nos assolam atualmente. É fantástico como a vida se renova a cada geração e como aprendemos com os mais jovens. Assim como acontece conosco, também acontece com as empresas, ou seja, elas devem reinventar-se frequentemente, aprender com os mais novos e compreender as novas gerações e quais comportamentos são habituais da nova geração. Devemos ter boas lembranças de coisas que gostávamos, mas definitivamente, o mundo caminha para frente, e cada vez em maior velocidade. Taí uma dica para os profissionais de marketing, cuja perspicácia exige conhecimento sobre macro e micro ambientes. Pense nisso!
Até que ponto você realmente controla as decisões em sua vida? Será que você está no comando ou o sistema o governa? Sempre pergunto aos meus alunos quem escolhe as roupas que eles estão vestindo e o debate fica quente quando percebem que a escolha das vestimentas segue o padrão estabelecido pela sociedade, pelo menos para a maioria das pessoas. Interessante como podemos fazer o que quisermos, desde que sigamos as regras que, são importantes para o ajustamento do comportamento do ser humano pois o mesmo possui dificuldades em lidar com a permissividade. George Orwell, em sua fictícia obra “1984″, relata o controle e vigilância do sistema no cotidiano do personagem Winston. “O Big Brother (grande irmão) está te vigiando. Mas fique tranqüilo, é para o seu próprio bem”. E todos nós, como cidadãos, formamos o sistema. Então, qual é e de quem é a culpa?
Abaixo segue vídeo postado no youtube e indicado pelo meu aluno Víctor. Assista e deixe um comentário sobre este assunto.
Não dá para negar que os produtos e as marcas exercem influência constante em nossas vidas. Impossível conceber um dia a dia sem os diversos produtos destinados a saciar as várias necessidades e desejos. Existem exageros, evidente, mas não se pode generalizar e recair em um fundamentalismo anti-produtos, ou seja, é necessário separar o desperdício e consumismo do consumo cotidiano sustentado pelo desejo humano. De acordo com Giglio (1995) “O modelo de influência social coloca que as pessoas seguem regras, incluindo sobre o que o consumir, para fazer parte de um grupo”. Para alguns autores, como Baudrillard (1995), Fromm (1997) e Canclini (1995), o consumismo é a posse de produtos e serviços que representam identidade e posição social. Em resumo, o consumismo excede o bom senso no uso de recursos financeiros, causando acúmulo desnecessário de produtos e prejuízos ambientais, porém devemos considerar o consumismo no processo do comportamento social e o consumo como elemento essencial ao desenvolvimento econômico e comportamental.
Em outro post, comentei sobre a possibilidade de projeção 3D em edifícios como técnica para a propagação de ideias ou publicidade de produtos e serviços. Além das projeções, também cresce a aplicação de touch. É, ainda estamos do lado de fora das tendências. A vanguarda ainda não está conosco.
Pois bem, estas técnicas estão se popularizando bem rápido na Europa e EUA. Veja vídeo abaixo com apresentação do portifólio da empresa Obscura Digital.
Este blog tem objetivo de propagar informações corretas sobre a área do conhecimento marketing e também difundir boas práticas de gestão empresarial e de comunicação com uma linguagem atual e pragmática, a partir da visão do autor.
Opiniões e exemplificações estratégicas também circulam por aqui.
O nome
A expressão "Ave" é uma saudação e significa "salve!". Representa o desejo de vida longa a alguém ou perpetuação de alguma coisa. Um salve e vida longa ao marketing. Ave! Marketing.