• Turistas brasileiros são a bola da vez

    Podem apostar, daqui p/ frente, países como Espanha, Portugal, EUA e outros, outrora mais conservadores em relação à entrada de turistas brasileiros, abrirão suas portas ávidos para receber viajantes brazucas em busca de diversão e lazer. O motivo disso? Dinheiro, óbvio. Nunca antes na história do mundo os brasileiros gastaram tanto em viagens para o exterior – somente neste mês de outubro os brasileiros gastaram US$ 2,08 bilhões em outros países, dados do Banco Central. Aos países que enfrentam uma séria crise econômica, o dinheiro dos brasileiros são muito bem vindos para incentivo do turismo e aquecimento de outras economias puxadas por essa atividade, tais como o comércio e prestação de serviço em geral.

    A Espanha, por exemplo, com uma economia dilacerada, frágil e com atuais 25% da população economicamente ativa desempregada e sem perspectivas no curto prazo, têm na entrada de dólares de nosotros como um paliativo que supera qualquer autoego Real, por assim dizer, ou seja, agora passamos a ser personas bem vindas no país europeu.

    O momento realmente é propício, afinal, vivemos internamente uma economia relativamente estável e com moeda forte, fomentados pelas reservas econômicas do país. O crescimento da renda das classes C e B também fomentam o novo perfil de turistas, que passaram a viajar para fora do país pela primeira vez. Bem, pelo menos em relação a disponibilidade de dinheiro, no momento, somos os “bacanas” da vez.

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  • A relação entre consumidor e preço

    Larissa Salomão – consultora analítica da Nielsen. Você conhece o consumidor brasileiro? Sabe por quais caminhos atravessa seu comportamento na hora de comprar? Por mais que não imaginamos, hábitos que parecem ter ficado lá trás ainda prevalecem e são determinantes na relação compra e venda.

    Levantamentos da Nielsen apontam que, ainda hoje, 49% da população declara levar uma lista de compras para o supermercado. O que deixa claro que os consumidores são planejados, sendo que esse grau de planejamento sugere uma diminuição das compras por impulso.

    Além disso, o consumidor brasileiro é muito sensível a mudanças de preço. Essa elasticidade de preço demonstra que, em média, um aumento de preço gera uma redução significa do volume de vendas.

    E o que deveria ser considerado pelos fabricantes para determinar os preços?

    Um ponto importante é a sensibilidade de preço de cada produto, isso está relacionado ao quanto um aumento de preço interfere nas vendas. E diversos são os fatores que influenciam essa sensibilidade. Um deles é a alta frequência de compra. Ao comprar o mesmo produto em todas as viagens de compra, o consumidor tende a conhecer o preço deste produto e mudanças de centavos já podem ser percebidas, dependendo da essencialidade da categoria.

    Outro fator é a possibilidade de troca fácil por parte do consumidor, ou seja, se um produto tem muitos substitutos ou produtos concorrentes isso significa mais opções para o consumidor mudar sua escolha em função de uma alteração no preço.

    Brasil X América Latina

    É sabido que o brasileiro é o mais preocupado com o planejamento de compra, estando acima da média da América Latina, preocupação esta que se reflete diretamente na decisão do consumidor quanto ao fator preço.

    Isso porque o Brasil tem a maior elasticidade de preços em diversas categorias, como a de alimentos, por exemplo, o que gera grande impacto tanto para quem vende quanto para quem compra. Desta forma, essas são características importantes a serem consideradas por um fabricante para desenvolver boas estratégias aqui no Brasil.

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • Brasileiro gosta mesmo é do sabor da vitória

    O que faz o brasileiro adorar determinado esporte e consequentemente um atleta? É óbvio dizer que são as vitórias, os ídolos, os títulos e os troféus. Mas, para o diretor da Nielsen Sports, Rafael Plastina, há detalhes que fazem as pessoas no Brasil declararem paixão por certos esportes.

    O pesquisador acompanha o mercado esportivo há mais de uma década. Do Panamericano de 2007, a edição do Rio de Janeiro, até os Jogos Olímpicos deste ano, em Londres, Plastina fez levantamentos regulares sobre a preferência do brasileiro.

    Dessa pesquisa, foi apontado que o futebol continua em primeiro lugar, distante dos demais, e o vôlei está em segundo. Artes marciais, corrida de rua, ciclismo, futsal e caminhada aparecem como os preferidos para assistir e praticar. Ainda assim, Plastina revela que o que realmente ganha os brasileiros é a vitória.

    “Posso afirmar com tranquilidade que, efetivamente, o brasileiro é focado em resultado. O brasileiro é um adorador de medalhas. Sem dúvida, ele tende a lembrar mais das modalidades que trazem os melhores resultados”, afirma Plastina.

    No estudo, realizado no Rio de Janeiro e em São Paulo, os esportes que mais apresentam crescimento foram artes marciais, corrida de rua, ciclismo, futsal e caminhada. Também é interessante perceber que a prática de atividade física cresceu 13% em média, e hoje 45% da população das duas cidades praticam alguma atividade física.

    Patrocínio

    Em relação ao marketing, foi possível detectar na pesquisa que o que mais tem chamado atenção é que existe um movimento do consumidor para um entendimento do que é o patrocínio. E, de acordo com Plastina, se o número de marcas aumenta, há sinal verde e todos são beneficiados.

    “Os patrocinadores precisam se esforçar cada vez mais para que suas ações e atividades sejam bem sucedidas. Isso é bom, porque vemos que o consumidor consegue reter a marca, os patrocinadores, mas às vezes ele também retém coisas incorretas, como um patrocinador que não patrocina uma modalidade. Essa é uma questão chave para o crescimento”, finaliza.

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • Os olhos do marketing sobre fatores que influenciam os consumidores

    A Nielsen divulgou há poucas semanas o estudo “Fatores que influenciam a decisão de compra”, na qual revela o comportamento dos consumidores em relação a preço, qualidade, saúde/bem-estar, entre outros pontos que são decisivos na hora de comprar.

    Sendo assim, sublinhamos esses fatores que mais norteiam as pessoas ao adquirir um produto e conversamos com a gerente de atendimento ao varejo da Nielsen Brasil, Lenita Mattar. Na entrevista, estratégias e soluções foram direcionadas para que, tanto o varejo quanto a indústria, conheça o comportamento do consumidor e saiba tirar bom proveito disso tudo.

    Como a preocupação com o preço é o fato mais impactante, como é possível as empresas manterem a qualidade dos produtos e ainda um preço que seja aceito pelos consumidores?

    A tecnologia e melhores mecanismos produtivos minimizam as barreiras de entrada e permitem que os fornecedores possuam equilíbrio de qualidade entre os produtos oferecidos no mercado. O maior número de players atuando em um mercado, no entanto, torna a competitividade de preços mais acirrada. Fornecedores ganhadores serão aqueles que compreenderem a necessidade de seus consumidores, promoverem inovações que respondam aos seus anseios e necessidades e uma comunicação clara com seus públicos-alvo.

    Na América Latina, questões de saúde e bem-estar são também algumas das principais exigências dos consumidores. De que forma a indústria e o varejo podem aproveitar essa oportunidade?

    Há muita oportunidade de inovação nesse sentido e é importante ter em conta que é preciso comunicar os benefícios dos produtos para o consumidor, ensiná-lo sobre as novas funcionalidades que são propostas. Por exemplo, quando houve o lançamento do iogurte funcional, o consumidor ainda não estava familiarizado com essa propriedade na categoria e foi necessário estabelecer campanhas publicitárias explicando o benefício, o que fez com que surgisse um novo segmento promissor em Iogurtes. Essa função está muito mais nas mãos da indústria.

    O varejo, por sua vez, deve acompanhar as tendências e os produtos de sucesso, planejando o desenvolvimento das categorias de produtos e garantindo a disponibilidade dos produtos de sucesso em suas lojas.

    Com a ascensão da classe média, mais pessoas estão podendo consumir mais tipos de produtos. E o fator disponibilidade influencia e muito na decisão de compra. O que o varejista deve fazer para evitar frustrações da parte do consumidor? Qual é a melhor forma de evitar a falta de produtos na gôndola ou no estoque?

    Para isso é necessário um acompanhamento contínuo do mercado e um planejamento do desenvolvimento do seu sortimento sob essa ótica. Processos de otimização e acompanhamento do abastecimento em uma perspectiva preventiva em relação à ruptura, fazem a diferença para minimizar perdas para todos – para o varejo, para a indústria e, sobretudo, para a satisfação do consumidor.

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • We love you

    Muito legal o movimento social na internet criado pelo israelense Ronny Edry (41), em relação a situação política-militar entre Israel e Irã. A ideia foi lançar materiais na internet dizendo ao povo iraniano que ele, e muitos outros cidadãos israelenses amam o povo iraniano (Israel loves Iran) e não desejam a guerra entres os dois países. O objetivo é angariar fundos para que a mensagem seja propagada em mídias de maior impacto.

    Taí uma forma engajada para pedir paz entre os povos, eu curti!

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