• Tal pai, tal filho

    Nascida na Europa, a tendência de comercializar roupas idênticas para pais e filhos, já desembarcou por aqui desde 2010. A tendência é tão forte que grandes grifes para adultos já estão com linhas para o segmento infantil. Normalmente os modelos de vestuários seguem a moda adulta, com a reprodução da mesma para as kids. Tal mercado já possui até uma nomenclatura: moda igual ou coordenada. Os estilistas afirmam que, apesar da coordenação embasada no modelo adulto, a ideia não é deixar a criança com “roupa de adulto”, mas sim, compor harmonicamente o vestuário para que se adeque bem às características de ambos.

    Imagem: Eduardo Svezia / Veja SP, edição 2224

    Imagem: Eduardo Svezia / Veja SP, edição 2224

    Fonte:
    Veja São Paulo
    Programa Claquete

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  • Máquinas de POS viram ferramenta para promoções instantâneas

    Tecnologia desenvolvida por empresa brasileira já conquistou grandes marcas, como Mastercard e Pirelli.

    Passar o cartão de débito ou crédito e saber na hora se ganhou um prêmio. A mais nova tecnologia promocional que já está sendo usada nos pontos de venda foi criada pela brasileira Bamberg Comunicação, especializada em marketing promocional, para beneficiar marcas por meio de terminais eletrônicos de cartões, chamado de POS (Point Of Sale).

    No momento da compra, já é possível que as empresas viabilizem a promoção de produtos e serviços por meio, por exemplo, de premiações instantâneas, de forma simples, segura, objetiva e a um custo mais baixo do convencional. “As ações promocionais precisam evoluir. O consumidor já está cansado de ser arrastado para filas, urnas, hotsites ou mesmo guardar embalagens com códigos promocionais por séculos até o dia em que seguramente não saberá se foi contemplado. Temos que trazer as marcas à vida, fazer com que elas se relacionem com o seu público da forma mais natural e prazerosa possível.”, afirma o sócio-diretor da agência, Gui Bamberg.

    Com o uso da nova tecnologia, é possível até mesmo estender a experiência aos próprios estabelecimentos, com prêmios para os colaboradores que incentivarem o uso das máquinas POS, como ocorreu em recente ação conjunta da Ourocard e Cielo, coordenada pela agência, em que cada venda gerou um número da sorte para o sorteio de prêmios de até R$ 100 mil para os lojistas. “A estratégia da ação foi pensada especialmente para gerar volume e crescimento do ticket médio, além de incentivar o lojista à preferência pelo POS da Cielo.”, revela Bamberg.

    Com a proposta de criar ou transformar tecnologias existentes em soluções promocionais, a Bamberg já realizou grandes projetos para marcas importantes, como Ourocard, Brasilcap, Pirelli, LG, Claro, Castrol, Peugeot, GM, Visa, Mastecard, Diners e Cielo. E compõe as estatísticas de ampliação do marketing promocional nos últimos anos. O setor cresce no Brasil a taxas mais altas que a própria economia, com movimentação que, segundo dados projetados pela AMPRO – Associação de Marketing Promocional, deve chegar aos R$ 38 bilhões para o fechamento de 2011.

    Diferenciais da nova tecnologia aplicada em promoções:

    • Redução drástica de custos operacionais, registrando com eficiência o sell-out e medindo o retorno efetivo da ação, do investimento da marca.
    • Maior controle de vendas. É possível identificar onde está o pessoal de vendas e quanto tempo ele levou em cada local.
    • Agilidade no plano operacional, gestão, operação, emissão de relatórios e o fechamento da campanha.
    • Tecnologia aplicada ao marketing. Criação de plataforma que conversa com mobile, com meios de pagamento e outros. No ponto de vista promocional, a utilização é inédita no Brasil.
    • Tecnologia variável, vai desde o uso de RFID a mobile, que são mais simples, a tecnologias de meio de pagamento. É muito versátil, com o propósito de entender a necessidade e objetivos das empresas.
    • É segura, confiável e com baixo custo para as marcas. E reduz o nível de perda de controle de self a zero.
    • Sustentabilidade:  muitos balcões, urnas, ficam anos armazenados ou são descartados. A tecnologia de premiação instantânea usa um sistema que já existe (por exemplo, o POS), que já está consumindo energia; raramente usa papel.
    • Maior integração entre a marca e o consumidor, valorizando o comportamento natural no momento da compra.

    Informações / Release: cbscom

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  • Como crianças reagem a um prato vazio e um prato cheio

    Com a proposta de mostrar que, se quisermos, todos juntos podemos combater a fome no mundo, o vídeo da ‘Ação contra a fome’ da ACF International mostra pares de crianças recebendo um prato cada, sendo um cheio e um vazio. A reação expontânea das kids é o ponto alto para a propagação da forte mensagem.

    Interessante como as crianças percebem rapidamente a necessidade do outro e tentam, a sua maneira, resolver a situação da maneira mais rápida possível de modo a satisfazer ambas. O que acontece, de fato, é em função da lógica infantil, ou seja, até certa idade as crianças fazem o que acham certo sem as convenções sociais ou influências diversas. “Como as tarefas de compreender e comunicar-se são essencialmente as mesmas para o adulto e para a criança, esta desenvolve equivalentes funcionais de conceitos numa idade extremamente precoce, mas as formas de pensamento que ela utiliza ao lidar com essas tarefas diferem profundamente das do adulto, em sua composição, estrutura e modo de operação”. (Vygostky, 1989, p. 48). Para Piaget, o comportamento é fruto do juízo moral da criança dividido em três etapas: anomia, heteronomia e autonomia – somado ao atributo da generosidade.

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  • Desconectar para conectar


    Uma das características que norteiam o ser humano atual é a alta conectividade com gadgets e tecnologias de informação e comunicação que, paradoxalmente, ao mesmo instante que proporcionam a aproximação entre indivíduos distantes fisicamente, podem distanciar os que estão mais próximos devido a imersão em tarefas antes inexistentes.

    “a informática está mudando radicalmente nosso modo de viver e, talvez, de pensar” (CHESNEAUX, 1995, p.109).

    Interessante observar como as redes sociais convergentes através dos recursos de tecnologia com o propósito de agregar e intensificar relacionamentos justamente conduzem comportamentos individualizados onde cada ser humano fica imerso em seu próprio hardware/gadget, sem perceber o mundo real ao ser redor. Há um risco associado a esse comportamento através da criação de multidões egocêntricas. Tal comportamento pode estar relacionado ao TER, ato de possuir e apropriar-se dos objetos como fonte de reforço da personalidade, como se fosse o único recurso norteador da vida e símbolo de poder, acima do desenvolvimento intelectual e moral. Vejamos o comportamento dos consumidores em relação ao produtos Apple. A medida que os produtos e tecnologia estabelecem novas formas de escrita e oralidade (um exemplo é a internet e a sucessão de novas abreviaturas e gírias – internetês) está instalado o princípio de um novo mecanismo de condicionamento dominante. Embalados pelos recursos e experiências de uso, os consumidores são conduzidos a um comportamento de exagero, a ponto de causar situações dignas de fanatismo exacerbado, por conta de produtos que, em teoria, são passageiros conforme entendimento derivado do “Ciclo de Vida de Produto” (Kotler, 1995).

    “Toda tecnologia jamais é apenas um instrumento de uso, mas, também e principalmente, um instrumento que usa e condiciona os seus usuários” (BELLEI, 2002, p. 14).

    Em alguns momentos, faz-se necessário uma reflexão e aprofundamento filosófico sobre o eu e nossa relação como mundo. “Vamos desconectar do mundo e nos conectar com o próximo”.

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  • Um olhar sobre o comportamento do Reveillon

    Reveillon na praia de Copacabana, Rio de Janeiro

    Um dos comportamentos mais repetidos por multidões em todo o mundo ocidental é a comemoração do ano novo. A festa de “Reveillon” é prática antiga e remonta a Roma no ano de 46 a.C quando o então imperador Júlio César decretou o dia 1º de janeiro (a palavra Janeiro e o respetivo mês são uma homenagem a Jano – Deus dos Portões – conforme a crença politeísta dos romanos) como o primeiro dia do calendário anual.   Já a palavra “Reveillon” possui como origem a palavra francesa ‘Réveiller’, que significa despertar, ou ainda,  jantar bem tarde.

    À tradicional festa, hoje entendida amplamente como uma passagem, soma-se uma série de outros comportamentos que perpetuam como hábito e tradição em nossa cultura, tais como: reunir familiares e amigos; comemorar a chegada do novo ano com ceia; estourar champagne; usar roupas brancas e de outras cores com significados específicos; desejar saúde e paz; queima de fogos; trocar lembrancinhas; desfazer-se de coisas velhas; viajar; realizar simpatias e superstições; fazer orações e etc.

    Além disso, no nosso país o dia 1º de janeiro é uma data oficial, decretada como feriado nacional (Confraternização Universal – Lei nº 662 de 06/04/1949) e é o dia destinado a celebração da fraternidade universal e ato de congraçamento entre os cidadãos.

    Todo acontecimento que passa a fazer parte de um hábito, torna-se tradição, repetida a partir da imitação do comportamento do outro como parte do comportamento das pessoas em sociedade. A crença, na maioria das vezes, está amparada na necessidade que os indivíduos possuem de um apoio externo que os auxiliem ou justifiquem as próprias aspirações relacionadas com a vida, como a busca da felicidade. O “no que acreditamos” é a base – na maioria das vezes irracional – que sustenta os hábitos do comportamento direcionados ao ano novo. Alguns autores acreditam que as crenças tem origem na fragilidade do homem diante da natureza e da própria vida (desconhecido), por isso que as religiões também exercem influência sobre as festividades do Reveillon.

    Referências: Guia dos Curiosos /  Wikipédia

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