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UnHate – Você tem ódio do quê?
Todos devem ter visto a recente campanha (UnHate) da marca Benetton que explora a cultura da paz contra o ódio entre os seres humanos, principalmente a partir das diferenças diversas ( culturais, religiosas, orientação sexual e etc). Marcada pelas comunicações polêmicas e por grandes repercussões, a Benetton dividiu opiniões nas décadas de 80 e 90 com propagandas repletas de questões sociais e tabus como sexo, aids, política, guerra, morte, religião e igualdade. As criações, á época, vingaram pelas mãos talentosas do fotógrafo italiano Oliviero Toscani – autor da célebre frase “A publicidade é um cadáver que nos sorri” e que virou título de livro. Toscani e a própria empresa acreditavam que a publicidade e propaganda deveriam ser utilizadas para propagar algo a mais do que simplesmente o resultado do capital e, claro, tudo com muito impacto. Pena que a sociedade não enxerga em si mesmo a realidade. Na maioria das vezes, o que as pessoas querem ver é o sonho, e não o real. Assim é o mundo da publicidade, dos filmes, das novelas e etc.
Mas, a propósito, você tem ódio do quê?
UnHate Film, bem ao estilo publicitário da Benetton. “The film UNHATE by French director Laurent Chanez, tells of the precarious balance and complex interweaving between the drive to hate and the reasons to love”.
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FIFA lança logo da Copa das Confederações
1 de fevereiro de 2012 | Por avemarketing em Animação e Design, comunicaçãoA FIFA lançou o logo oficial da Copa das Confederações que acontecerá no Brasil em 2013. Anunciado hoje, o logo apresenta as cores verde e amarelo como predominantes e a figura de um pássaro em movimento que sugere liberdade. Apesar da obviedade das linhas criativas, o logo possui aspecto simpático e sintonia com a imagem da seleção canarinho e o país do futebol. Gostei!
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Um post que todos vão ler, menos a Luíza que está no Canadá
31 de janeiro de 2012 | Por avemarketing em comportamento, comunicaçãoCom certa frequência somos “bombardeados” por frases / bordões que muito rapidamente viram uma mania passando a ser repetidos exaustivamente por muitas pessoas ao mesmo tempo. Essa curiosa repetição é conhecida na comunicação através da nomenclatura “MEME”. Um ‘meme’ pode ser constituído de conteúdo verbal, gestual, visual (imagem) ou associaçao de vários componentes que, devido a determinados contextos, são transmitidos rapidamente entre os indivíduos através da comunicação boca-a-boca (buzz) ou propagado por meios de comunicação ou ainda até mesmo intermediado por algum veículo midiático. Também se atribui o mesmo significado para coisas que conquistam sucesso de acesso na internet (meme de internet), como os virais, hiperlinks, vídeos, imagens, por exemplo.
“Um ‘meme de ideia’ pode ser definido como uma entidade capaz de ser transmitida de um cérebro para outro. O meme da teoria de Darwin, portanto, é o fundamento essencial da ideia de que é compartilhado por todos os cérebros que a compreendem” (Dawkins, 2001 apud Recuero, 2009).
Os “memes” podem ter origens diversas. Muitos tem origem nos meios de comunicação de massa através de bordões ditos por personagens de novelas, filmes, seriados e programas de humor. Outros surgem na mídia internet e se propagam pela rede através de sites de relacionamentos como o twitter, famoso por propagar memes em forma de hashtags (toda sextas-feiras existem os #FF, hashtag abreviada de Follow Friday, ou seja, recomendações de perfis amigos para serem seguidos). Há os que possuem núcleo no cotidiano popular, no “conhecimento do povo” e são transmitidos através das gerações ou pelo fator cultural.
Há ainda, os que possuem princípio em campanhas publicitárias e vice-versa, ou seja, fatos que se concretizam como memes e posteriormente são utilizados em publicidades, como o exemplo recente “Mude!” propagado para marca Itau e produzido a partir de vídeo famoso na internet. Além disso, o singelo vídeo em questão virulizou outra polêmica: o fato da suposta imagem da folha de cannabis aparecer no vídeo original e que passou desapercebida, indo “ao ar” em rede nacional.
O vídeo original – um meme de internet, que foi usado na campanha publicitária:
Um aspecto muito interessante de um MEME é que o mesmo pode ter variações e modificações, ou seja, durante a disseminação do conteúdo, cada pessoa pode dar seu “toque pessoal”, alterando a configuração e contexto do elemento, porém sem eliminar o conceito principal. Alguns conquistam fama tão rápida como um rastro de pólvora e em muitos casos com poucas explicações plausíveis para tal sucesso. Recentemente o bordão “… menos a Luíza que está no Canadá” virou uma mania na internet brasileira. A frase, parte do texto da campanha publicitária de empresa imobiliária, passou a ser repetida com frequência nas redes sociais, atribuindo um sentido irônico e proposital para uma frase qualquer, do tipo: Todos viram a oferta do colchão inflamável, menos a Luíza que está no Canadá.
:: Da internet, para a TV!
Depois do sucesso na internet, o “meme da Luíza” ganhou a mídia televisiva e foi incorporado em pautas jornalísticas e de programas de humor. Tal fato até foi questionado pelo apresentador do SBT, Carlos Nascimento, criando algo como uma “pauta dentro da pauta”. A chamada feita também criou motivos para debate, devido a conclusão do apresentador sobre a inteligência do povo, ou da própria mídia. Veja:
:: Outros memes de internet
Chuck Norris Fact
Keyboard Cat
Tirinhas -
Propagandas que marcaram época #6 – Cremogema
29 de janeiro de 2012 | Por avemarketing em comunicaçãoExcelente comercial que consagrou o slogan “Cremo, Cremo, Cremogema. É a coisa mais gostosa desse mundo” a partir do jingle de fácil fixação mental. O produto – um pó para preparo de mingau, da Unilever – foi muito utilizado na alimentação infantil nas décadas de 70 e 80. Repare que o filme é finalizado com a dupla de arquétipos “família feliz” e “figura da vovó” que transmite segurança e cuidados (amor).
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Colchão “inflamável” multiuso
23 de janeiro de 2012 | Por avemarketing em Humor, comunicaçãoInfelizmente, os equívocos ortográficos e gramaticais em placas, posters, cartazes e outros materiais publicitários persistem e fazem com que as marcas tenham uma análise vexatória. Não canso de reiterar que é importante que haja revisão e que seja tomado o máximo de cuidado para que não aconteça situações como essa, da oferta extraordinária abaixo.
Veja mais exemplos aqui e aqui.


















