• 5 lições sobre liderança que podemos absorver com Fábio Carille, técnico do Corínthians

    5 lições sobre liderança que podemos absorver com Fábio Carille, técnico do Corínthians.

    O clube de Itaquera acabou de consagrar-se heptacampeão brasileiro. Tão expressivo quanto o tamanho e importância do clube e a ótima campanha realiza, está o desempenho do seu treinador, Fábio Carille. No cargo desde 22 de dezembro de 2016, o “professor” exibe um retrospecto de dar inveja a qualquer veterano, apesar de sua jovialidade. De lá para cá, o time possui um aproveitamento de 54% de vitórias, nos 72 jogos totais. Se somarmos os empates são praticamente 85% dos jogos sem derrotas. Impressionante! Mas, que lições podemos tirar do líder Carille?

    1. Humildade.
    Bons líderes não precisam de falatório, ou seja, se concentram no trabalho e resultado, reconhecem seus erros e labuta para corrigí-los com discrição.

    2. Confiança na equipe.
    Líderes depositam confiança na equipe e motivam seus colaboradores.

    3. Persistência.
    Os líderes nunca desistem e se mantém ativos em seus propósitos e virtudes.

    4. Conhecimento.
    Os vencedores possuem conhecimento sobre as capacidades e deficiências de sua equipe, bem como da atividade a ser realizada. Caso o conhecimento seja ameaçado, estuda e se aperfeiçoa.

    5. Tem visão de longo prazo.
    E, por fim, os líderes de sucesso tem capacidade de enxergar a longo prazo.

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  • 7 aplicativos que todo profissional de mídias sociais devem usar

    A Consultoria O Melhor do Marketing compilou em um infográfico 7 aplicativos (apps) que são úteis para os profissionais de mídias sociais. As dicas são muito boas. Confira abaixo:

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  • Instituto Lula publica imagens em desacordo com sua missão

    O assunto em questão que envolve uma instituição(ong) sem fins lucrativos e de cunho social, tem a ver com os princípios da comunicação social e de gestão, sujeito aos aspectos que levarei em consideração na abordagem abaixo.

    Fruto da história do brasileiro Luis Inácio da Silva, de suas conquistas e relacionamentos, o Instituto Lula é uma organização não governamental que tem como base contar a história do Brasil a partir dos movimentos sociais, cuidar do “acervo histórico e do intercâmbio internacional das experiências políticas do ex-presidente“.  Conforme descrito na própria página do instituto, em sua missão, “O Instituto Lula é suprapartidário (grifo meu), não tem fins lucrativos e é independente de estados, partidos políticos ou organizações religiosas. A manutenção de seus trabalhos é garantida por meio de doações de empresas e pessoas que se identificam com os objetivos da entidade.”

    Missão do Instituto Lula. Imagem: Reprodução / http://www.institutolula.org

    Fica evidente que o órgão, conforme orientado por sua missão, sobrevive de doações empresariais e pessoais, e que, ainda, o Instituto possui um caráter suprapartidário – definição de suprapartidário: que está acima dos partidos (ou dos seus interesses). Entretanto, ao observar a subpágina “fotos“, fico perplexo com a quantidade de fotografias do ex-presidente em encontros políticos, comícios e eventos deliberadamente de cunho político e partidário, em total desrespeito e oposto ao apregoado na missão pública do Instituto.

    Imagem: Reprodução / http://www.institutolula.org/galerias/

    Ao que parece, o projeto está sendo usado para fins políticos, acima do estabelecido pelas bases de sua existência. A utilização dos espaços, dentro do próprio site do projeto, para finalidades que acenam para uma  comunicação política partidária, transmite uma mácula na imagem que o Instituto quer possuir dentro da sociedade e do próprio idealismo democrático do ex-presidente, que, ao que espero, não tenha consciência do tamanho do desatino propagado na página que leva seu nome.

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  • O que podemos aprender com a seleção feminina de voley do Brasil

    Imagem: IVAN ALVARADO/REUTERS. Fonte: www.estadão.com.br

    Era final do primeiro set – 25 a 11 para os Estados Unidos -, e provavelmente boa parte dos brasileiros imaginavam que a seleção feminina de voley sucumbiria diante do atual predomínio da seleção americana nos campeonatos disputados nos últimos dois anos e da derrota no set inicial. A incrível diferença imposta no placar – fato muito difícil na modalidade – era de deixar em estado catatônico até mesmo os profissionais mais experientes, devido a ineficácia da defesa e ataques da seleção brasileira e visível superioridade do adversário.  Entretanto, o que assistimos daí em diante foi uma aula, fruto de uma virada histórica e arrasadora protagonizada pelas comandadas do técnico José Roberto Guimarães. Os sets seguintes compuseram um enredo de “massacre” muito parecido com o primeiro, porém com resultado favorável ao selecionado verde e amarelo.

    A reviravolta da equipe brasileira, que quase ficou de fora das fases finais devido a uma campanha muito irregular na primeira etapa da competição, teve como destaque a união do grupo e a superação para correção dos erros de percurso. Vários elementos podem ter sido desencadeadores da motivação para a arrancada espetacular: as duras e as vezes injustas críticas de parcela da população e de parte da imprensa;  o desejo de superar seus próprios limites; o sonho do bicampeonato olímpico; dentre outros. Todavia, qualquer tipo de análise pode ser mera conjectura devido ao fator circunstacialidade, característica comum nos esportes.

    Mas, será que é possível fazer uma analogia do desempenho de ouro da seleção feminina de voley do Brasil, com o mundo dos negócios? A resposta é positiva. As empresas, marcas e produtos também possuem trajetórias que são marcadas por reviravoltas e histórias de derrotas e vitórias. Exemplos não faltam, afinal, empresas como Coca-Cola, Apple, IBM, Havaianas, entre outras, já foram marcadas por situações de fracassos e posterior volta por cima e, assim como a campanha de ouro olímpica, nos ensinam que:

    • Ter e manter um foco. O objetivo nos negócios é elemento primordial e que deve ser compartilhado entre todos os membros da equipe. Todos devem privilegiar os objetivos coletivos em detrimento de coletivos individuais, ou seja, é necessária uma união verdadeira e dedicada em torno do que deve ser alcançado. O objetivo é um norte que direciona as ações empresariais;
    • Posicionamento. As empresas devem utilizar estratégias de tal modo que o mercado perceba o diferencial da mesma como um posicionamento único. A Coca-Cola assim o fez quando o famoso xarope foi gaseificado e se tornou um refresco, posicionada como  uma bebida agradável para consumo corriqueiro;
    • Opções para a mudança. Assim como em uma equipe esportiva coletiva, as empresas devem ter opções para alterações e mudanças estratégicas. Se alguma coisa não vai bem, deve-se ter consciência e humildade para assumir erros;
    • Comando e visão. Sem um líder que saiba enxergar “fora da caixa” fica difícil solucionar os erros. A maior parte das informações cruciais vem de fora da empresa e há que se ter visão coerente dos pontos fracos e fortes da sua empresa.
    • Vontade de vencer. Determinação e atitude empreendedora são potencialidades para a vitória. Steve Jobs sempre foi um visionário com uma atitude empreendedora muito disciplinada e austera, somadas a uma grande vontade de vencer.

    Elcio Fernando Del Prete Miquelino. Bacharel em Comunicação Social, Publicitário (MTB 04773), Especialista em Marketing e MBA em Marketing. Consultor em Marketing, docente da Unilins – Centro Universitário de Lins, Sócio-Proprietário do Itam – Instituto de Treinamento e Assessoria em Marketing Ltda e autor do blog avemarketing (www.avemarketing.com.br)

     

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  • O investidor brasileiro

    Por @nielsenbr. “Conservadores e desconfiados”. Essas são as palavras que definem o perfil do investidor brasileiro, segundo um estudo global da Nielsen chamado “Atitudes de Investimento”. Um dos dados que comprova esse comportamento é o fato de apenas 16% da população do país confiar em informações concedidas por conselheiros financeiros.

    Globalmente, a confiança em especialistas financeiros é de 20%. Ela é vencida pela autoconfiança, que ao redor do mundo é de 49%. Depois disso, há a confiança em amigos e familiares e, nesse aspecto, a América Latina (com um índice de 21%) é a região que mais confia em pessoas próximas para saber o que fazer com o dinheiro.

    De toda a América Latina, o Brasil é o país que mais investe. No total, 13% dos latino-americanos afirmam investir, já no Brasil esse número sobe para 16%. “O país está à frente da região em virtude dos bons resultados econômicos atingidos nos últimos cinco anos”, justifica Claudio Czarnobai, analista de mercado da Nielsen Brasil.

    Porém, o investimento do brasileiro ainda fica muito concentrado na cartilha do banco, sem grande diversificação. De toda a população nacional, 42% respondem que guardam o dinheiro em fundos de investimento e 27% investem em ações.

    O cenário apresenta uma oportunidade para a atividade econômica ser repensada. Com base, especialmente, nos baixos índices de confiança em conselheiros financeiros e na falta de hábito em investir em outros meios, além dos mais tradicionais (como moeda estrangeira, por exemplo), o setor deve batalhar para conquistar a confiança do consumidor.

    De acordo com Czarnobai, a abordagem dos conselheiros não deve ser invasiva, pois pode deixar o assessorado desconfortável. “Ou ainda, o cliente pode pensar que o conselheiro financeiro vai indicar para ele não o melhor investimento, mas aquele que lhe dará o maior bônus”, completa. Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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