Você lembra do A-HA? A-HA é uma banda pop que fez bastante sucesso com hits como “Blue Sky”, “Take on Me”, “Crying In The Rain”, “Hunting High And Low” dentre outros, na década de 80 e início da década de 90. Mas, o que isso tem a ver? Bem, ontem durante minha aula de Marketing de Serviços, um dos alunos fez esta pergunta para uma colega de classe. Acontece que duas gerações já se passaram (meus alunos de graduação nasceram em 1987, 88, 89, 90, 91, 92) e poucos tiveram contato com fatos ocorridos nestes períodos, evidentemente. Desta forma, não presenciaram Ayrton Senna nas pistas, o tetra em 94 e não passaram tardes jogando River Raid no Atari, etc. Mas, o que quero ressaltar é justamente a velocidade das mudanças que nos assolam atualmente. É fantástico como a vida se renova a cada geração e como aprendemos com os mais jovens. Assim como acontece conosco, também acontece com as empresas, ou seja, elas devem reinventar-se frequentemente, aprender com os mais novos e compreender as novas gerações e quais comportamentos são habituais da nova geração. Devemos ter boas lembranças de coisas que gostávamos, mas definitivamente, o mundo caminha para frente, e cada vez em maior velocidade. Taí uma dica para os profissionais de marketing, cuja perspicácia exige conhecimento sobre macro e micro ambientes. Pense nisso!
Ontem, durante a transmissão do Oscar, foi veiculado o primeiro comercial do iPad (Apple) na televisão, também disponível no site da empresa. O vídeo, com caráter informativo, mostra no espaço de 30 segundos os principais atributos do produto e o dia do lançamento da novidade da Apple, previsto para 03 de abril.
O Avesso, parceiro do blog avemarketing, realizou a cobertura dos bastidores da festa no camarote “Devassa Bem Loura” da cerveja Devassa com a presença da socialite e garota propaganda Paris Hilton. Excelente trabalho da equipe do AvessoTV, valeu galera!
Tudo bem que o licenciamento de marcas infantis é uma ação que cria associação positiva em um produto, porém não entendi o que se espera com a associação da marca Bob Esponja em um termômetro retal ou vice-versa. Só sei que o dito cujo merece a indicação para “produto bizarro”. Ah, além de tudo, o termômetro possui musiquinha (pense na cena).
Inserida no contexto estratégico do marketing, a publicidade é uma das possibilidades de comunicação externa mercadológica, ou seja, a comunicação midiática tem como objetivo aumentar o valor atribuído ao produto ou serviço comunicado. Uma das estratégias de comunicação publicitária é a adoção de ação comparativa, que consiste no desenvolvimento textual ou figurativo de um paralelo entre seu produto/serviço/marca com outros. Em nosso país há uma certa precaução na utilização desta estratégia que, se incorretamente utilizada, pode gerar ações de contra-ataque da concorrência, repulsa pelo público, ser submetido para análise pelo Conar e até mesmo ação jurídica. Em outros países, como EUA, este tipo de estratégia de comunicação é bem mais utilizada. Recentemente vi o anúncio impresso abaixo, um claro exemplo de ação comparativa.
Não posso deixar de mencionar o excelente post publicado pelo também excelente blog Coma com os Olhos sobre o produto Alpino Fast, produzido pela Nestlè. Neste caso, típico de extensão de marca, há uma infelicidade na comunicação desta bebida láctea. Segundo site do produto, “Alpino Fast - é o sabor inconfundível de alpino para beber em qualquer lugar”. Entretanto, ao adquirir o produto, nota-se na embalagem a frase “este produto não contém chocolate alpino” que soa incoerente com a proposta da extensão de marca e com a comunicação contida no site, citada acima.
A comunicação dentro do ponto de venda (utilização de mídia indoor) tem importância fundamental para orientação e chamariz para determinado produto ou informação de atributo/benefício. Trata-se de uma ação tática, de forma a alcançar resultados no curto prazo, ainda mais quando consideramos os altos índices de “decisão de compra” que acontecem no próprio pdv. Porém, alguns empresário cometem equívocos ao não desenvolver boa gestão da comunicação e pensar que deve comunicar tudo e em todo espaço disponível. Desta forma, o excesso de comunicação cria ruídos desnecessários e provoca justamente o efeito contrário, pois causa fadiga visual e não cria a atenção seletiva.
Não há dúvidas que o mercado de trabalho recebe influências múltiplas da economia, tecnologia, política, sociologia, e de diversas necessidades e ciências. Estas e outras áreas formam as bases para as tendências no cotidiano das sociedades e das organizações. Atualmente, a influência proporcionada pela internet em nossos relacionamentos já impacta nas empresas mais atentas e delibera novos rumos no mercado de trabalho. A atuação em redes sociais e consequente utilização das ferramentas disponíveis nas mídias sociais exigem profissionais com conhecimento em comportamento humano e de recursos midiáticos.
Fonte: Você S/A. Clique na imagem para melhor visualização.
Atualmente há grande facilidade na troca de informações entre os seres humanos devido ao aprimoramento de recursos tecnológicos. O bom uso das ferramentas de comunicação constitui-se em uma das premissas para a saudabilidade do relacionamento interpessoal. Toda relação entre as pessoas compreende um processo chamado de “processo da comunicação”(modelo de Shannon). O processo da comunicação se dá quando o emissor envia a mensagem ao receptor, através de um canal ou meio de comunicação. Ainda, segundo Davenport (2001) o conhecimento é fruto da informação criteriosa, estabelecida após reflexão, síntese e contexto. Soma-se a isso a adequação da linguagem ao meio utilizado e de acordo com o perfil do receptor, de modo a evitar entendimentos errôneos. Qualquer cidadão, ao comunicar-se, deve prever e estabelecer processos comunicativos respeitando estes conceitos e soma-se ainda desejo de maior responsabilidade e cuidado quando o emissor constitui-se de pessoa conhecida/pública, que forma opinião alheia ou representante de algo. Entretanto, muitos deslizes são cometidos na utilização da linguagem ou por falta de adequação às novas mídias (em particular as chamadas mídias sociais). As imagens abaixo demonstram alguns disparates proferidos através do veículo Twitter.
Só para relembrar, o conhecimento é fruto da informação criteriosa, estabelecida após reflexão, síntese e contexto. Davenport (2001).
Dentro do contexto mercadológico é importante ter foco. O foco é a canalização da competência central ou know-how em uma atividade que a empresa seja realmente excelente e associar diretamente sua marca à esta atividade. Claro que, devido ao crescimento, uma empresa pode adotar o foco em um segmento inteiro (alimentos ou cosméticos, por exemplo) e desenvolver a adoção de multimarcas sob cada categoria de produtos. Outras preferem utilizar a força de uma marca única e utilizar a estratégia de marca mãe. Independente da estratégia de branding a ser escolhida, o foco deve ser a premissa principal nas discussões empresariais afim de que se possa manter a consistência do composto de produto da mesma. O foco posiciona a marca da empresa na mente do cliente e vincula a lembrança automática por parte dos clientes/consumidores. Abaixo confira comunicação que denota a falta de foco e também ausência de elemento semiótico de marca.
Este blog tem objetivo de propagar informações corretas sobre a área do conhecimento marketing e também difundir boas práticas de gestão empresarial e de comunicação com uma linguagem atual e pragmática, a partir da visão do autor.
Opiniões e exemplificações estratégicas também circulam por aqui.
O nome
A expressão "Ave" é uma saudação e significa "salve!". Representa o desejo de vida longa a alguém ou perpetuação de alguma coisa. Um salve e vida longa ao marketing. Ave! Marketing.