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	<title>avemarketing - Um blog de marketing, gestão e comunicação. &#187; Marketing</title>
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		<title>O futuro, na década de 50</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 12:01:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avemarketing</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Ví esse vídeo atribuído á GE no Blogs Pop Tech e é realmente impressionante. Observe como a maioria dos produtos do nosso cotidiano já tinham sido previstos em meados da década de 50. O conceito embutido é do produto potencial, ou seja, da análise de tendência para o desenvolvimento de novos produtos do &#8220;amanhã&#8221;. Gostou? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Ví esse vídeo atribuído á GE no<a href="http://blogs.pop.com.br/tecnologia" target="_self"> Blogs Pop Tech</a> e é realmente impressionante. Observe como a maioria dos produtos do nosso cotidiano já tinham sido previstos em meados da década de 50. O conceito embutido é do produto potencial, ou seja, da análise de tendência para o desenvolvimento de novos produtos do &#8220;amanhã&#8221;. </p>
<p><iframe width="620" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/KF2VSB71sZU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Gostou? Legal né? Aproveite e confira os carros idealizados na década de 50, também para o futuro. <a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/2012/01/os-carros-do-futuro/"><strong>Clique aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Fala-se o que quer, escuta-se o que quer!</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 05:22:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[
A partir de agora contribuirei com textos para o site avemarketing.  É um privilégio.  Vou escrever sempre sobre comunicação, imagem, responsabilidade social corporativa e outros temas, sempre ligados a &#8220;como gostaríamos de sermos vistos&#8221; (admirados!) e &#8220;como somos efetivamente vistos&#8221; (criticados!).  Vou começar com o texto abaixo, cujo assunto foi muito bem explorado pelo jornalista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #888888;">A partir de agora contribuirei com textos para o site avemarketing.  É um  privilégio.  Vou escrever sempre sobre comunicação, imagem, responsabilidade  social corporativa e outros temas, sempre ligados a &#8220;como gostaríamos de sermos  vistos&#8221; (admirados!) e &#8220;como somos efetivamente vistos&#8221; (criticados!).  Vou  começar com o texto abaixo, cujo assunto foi muito bem explorado pelo jornalista  Marcelo Zorzanelli: &#8220;humor e compaixão&#8221;.  Meu texto fala sobre ética.  Os  próximos posts serão mais voltados ao marketing.  E você, leitor, divirta-se,  compartilhe, divida, multiplique, critique, abuse, pense, mas especialmente,  colabore.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/rolo_compressor.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10542" title="rolo_compressor" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/rolo_compressor.jpg" alt="" width="279" height="223" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando passar o trator é mais simples do que pensar antes de falar&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A gente perde o amigo, mas não perde a piada&#8230;  Até quando essa máxima terá sentido? Até quando vamos dizer o que queremos, sem nos importarmos com o conteúdo do que falamos ou, ainda pior, sobre quem falamos?</p>
<p style="text-align: justify;">Li o artigo &#8220;Os jovens humoristas e a falta de compaixão&#8221; do jornalista Marcelo Zorzanelli, (<a href="http://revistaalfa.abril.com.br/entretenimento/humor/os-jovens-humoristas-e-a-falta-de-compaixao" target="_blank">clique aqui</a> para ler, vale muito a pena), que fala da relação entre o pseudoengraçadinho e a condolência. Belíssima explanação, trata-se do melhor texto que já vi sobre essa nova onda de achar que humor é ligar o rolo compressor e deixá-lo ladeira abaixo, passando por cima de quem quer que seja.</p>
<p style="text-align: justify;">Há mais de 20 anos convivo com humoristas e fui privilegiado por ter sido educado por pessoas que respeitam&#8230;, adivinhem&#8230;: pessoas!  Entendi que fazer graça não é falar tudo que vem à cabeça, especialmente quando isso atinge&#8230;, adivinhem&#8230;: pessoas!  Não deveria ser por e para pessoas que vivemos?</p>
<p style="text-align: justify;">Até quando vamos travestir de liberdade de expressão atitudes rasas de gente (?) que, com o discurso frágil de não se curvarem à censura, falam o que querem, dizem o que lhes vêm à cabeça, quaisquer que sejam as consequências?  Gente que se indigna e não aceita nenhuma reação às suas sandices.</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos são os mais distintos possíveis.  É o dublê de humorista que fala o que quer no horário nobre da TV; é o &#8220;burguesinho&#8221; que veste Levi´s, mas arrota Trotsky e escreve as maiores asneiras nas mídias sociais; é o jovenzinho que divulga fotos e vídeos que constrangem pessoas, mas acha que foi só &#8220;brincadeira&#8221;&#8230;  Tô com uma gastura dessa gente&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Não se trata de censura menos ainda volta à ditadura, trata-se de respeito, &#8220;compaixão&#8221;, como bem lembrou Zorzanelli.  Trata-se de educação.  Trata-se de entender que devemos ser minimamente responsáveis pelo que falamos e por como agimos.  São beócios aqueles que falam e agem como querem, mas biltres são os que falam, agem E NÃO SE RETRATAM.  Vestem-se de arrogância, típica dos grosseirões, para manter suas palavras e atitudes, fingindo transformá-las em arte, liberdade de expressão ou, pior ainda, humor.  Humor faz bem e todo mundo pode rir dele.  Quem é objeto de piada de mau gosto, não pode rir mesmo.  E isso não é humor.  Humor – no mínimo – alegra a todos, se humilha, pode ser tudo, MENOS humor.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo humorista, aliás todo mundo, pode dar uma mancada, falar demais e ser autor de grosserias, gafes e infelicidades, e se retratar é a forma exclusiva de minimizar o efeito dos excessos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro dia foi o &#8220;humorista&#8221; bem educado que abriu a boca pra falar de mãe e filho, este ainda nem nascido; ou então a aluna de direito que para defender seu candidato à presidência sugeriu afogar nordestinos ou ainda o morador das áreas chiques do Rio de Janeiro que sugere explodir parte do país porque dá dor de cabeça ao país falar de Belo Monte.  Mas tudo é brincadeira.  Tudo é humor.  Tudo é liberdade de expressão.  E assim acabam ateando fogo no índio Galdino; espancando a empregada doméstica Sirlei, confundida com prostituta; matando o sujeito gay em meio à praça paulista; xingando de bicha o atleta de vôley ou de macaco o jogador de futebol.  Afinal, tudo pode.  Tudo é brincadeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Devemos combater esse rolo compressor tanto quanto devemos combater o politicamente correto.  Deixar de chamar de brincadeira o que é de mau gosto, o que é inconsequência, o que é ato lesivo.  Os americanos sacaram muito bem os mimadinhos, que não conheceram a palavra &#8220;não&#8221; e seu sentido de limite, e os chamam de &#8220;estragados&#8221; (spoiled). São, de fato, estragados da sociedade.  Pior, como fruta podre, contaminam as saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns que defendem essa verborragia usam como exemplo Mussum e Didi, que também em horário nobre xingavam um ao outro de &#8220;crioulo&#8221;, &#8220;cearense&#8221; e por aí vai, ladeira abaixo.  A despeito de isso não ser motivo de orgulho para ninguém (afinal, qual a vantagem de ser &#8220;negro&#8221; ou &#8220;branco&#8221;, &#8220;carioca&#8221; ou &#8220;cearense&#8221;???  Tudo termina em gente, mesmo!), o que Didi e Mussum faziam era muito mais privado do que público.  Havia ali um pacto entre 2 pessoas.  Um aceitava a provocação do outro, um incitava o outro com a alcunha que melhor &#8220;ofendesse&#8221; seu interlocutor.  E entre 2 agentes que celebram essas intimidades, vale tudo dentro do limite de seus contratos.  O que não vale, é achar que pode entrar minha casa e dizer besteiras sobre mãe e filho e falar que isso é humor ou escrever o que quer nas mídias sociais e dizer que foi só uma brincadeirinha.  Aí ultrapassou os limites do contrato entre 2 atores e me incluiu na brincadeira&#8230;, de mau gosto.<span id="more-10541"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Estamos cansados de assistir ao ator que imita o gay afetado, à atriz que faz a mãe judia; mas respeitosamente contextualizadas, essas bobajadas não passam, no mínimo, de humor barato.  Afinal, existem os gays histéricos, há mães que empanturram seus filhos.  Mas humor barato é opção de quem consome: quanto mais educada for a sociedade, menor espaço para esse humor obtuso.  Por outro lado, uma coisa é o humor bronco, outra, o humor que agride o próximo só para fingir que faz graça.  Infelizmente, tão abjeto quanto o agressor é quem ri da desgraça do outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Desaprendemos a conjugar o verbo &#8220;brincar&#8221;, agora é eu brinco, tu aceitas, ele ri, nós nos divertimos, vós ignorais e eles se melindram.</p>
<p style="text-align: justify;">Discutir, brigar, defender pontos de vista, estimular as sinapses, tudo isso só enriquece o diálogo, vale a pena e deve ser defendido com unhas e dentes.  Mas falar o que quer, escrever o que quer, somente porque se acha o supersincero ou aquele brincalhão, precisa ser combatido com a mesma intensidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Falar o que quer, escrever o que quer, não é questão de censura, é questão de educação.  Essa ética utilitarista, defendida por aqueles que querem chegar ao fim sem se importar com o meio, não é a mesma ética que calça o desenvolvimento sadio.</p>
<p style="text-align: justify;">E o Brasil que eu sonho para os nossos filhos e netos é um país com educação, cultura, respeito e muito humor.  Um país que respeita seus diferentes.  Um país que estimula a discussão saudável.  Um país que administra sua diversidade e se beneficia disso.  Um país que rejeita o falso humorista que atira para os 360º.  Queremos rir de bons humoristas.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você concorda com isso, apague da sua rede social o engraçadinho que escreve o que quer.  Desligue o canal de TV cujos programas galgam audiência através da exposição alheia.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja consciente.  Seja inteligente: sua risada custa muito caro para você dar para qualquer um.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">UP: Infelizmente, em 17/01/2012 o réu Rafael Bastos foi condenado a pagar APENAS 10  salários mínimos para cada um dos 3 afetados da família da cantora Wanessa  Camargo, perfazendo um total de pouco menos de 20 mil reais (30 salários  mínimos), em senteça proferida por Luiz Beethoven Giffoni Ferreira, juiz da 18ª  Vara Cível de São Paulo, segundo reportagem de O Globo.  Lamentável a parcimônia  da Justiça Brasileira.  Como essa quantia o réu aufere fazendo um comercialzinho  na TV, não vai ser suficientemente dolorida no seu bolso a penalidade a que  respondia. Talvez  se o juiz tivesse se colocado no lugar dos pais da criança &#8211; sequer   nascida à época do proferimento da asneira do réu, cujo arrependimento  jamais  demonstrou privada ou publicamente &#8211; ou se o juiz, mais ainda,  tivesse  pesquisado o rol de abusos cometidos pelo réu, teria o  condenado a REALMENTE  pagar pela humilhação DESENECESSÁRIA a que  submeteu os autores.  É, quando a  Justiça é cega é cega mesmo.</span></div>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"> </span></div>
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		<title>UnHate &#8211; Você tem ódio do quê?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 15:47:25 +0000</pubDate>
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Todos devem ter visto a recente campanha (UnHate) da marca Benetton que explora a cultura da paz contra o ódio entre os seres humanos, principalmente a partir das diferenças diversas ( culturais, religiosas, orientação sexual e etc). Marcada pelas comunicações polêmicas e por grandes repercussões, a Benetton dividiu opiniões nas décadas de 80 e 90 [...]]]></description>
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<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Todos devem ter visto a recente campanha (<a href="http://unhate.benetton.com/" target="_self">UnHate</a>) da marca <a href="http://www.benetton.com/" target="_self">Benetton</a> que explora a cultura da paz contra o ódio entre os seres humanos, principalmente a partir das diferenças diversas ( culturais, religiosas, orientação sexual e etc). Marcada pelas comunicações polêmicas e por grandes repercussões, a Benetton dividiu opiniões nas décadas de 80 e 90 com propagandas repletas de questões sociais e tabus como sexo, aids, política, guerra, morte, religião e igualdade. As criações, á época, vingaram pelas mãos talentosas do fotógrafo italiano Oliviero Toscani &#8211; autor da célebre frase &#8220;A publicidade é um cadáver que nos sorri&#8221; e que virou título de livro. Toscani e a própria empresa acreditavam que a publicidade e propaganda deveriam ser utilizadas para propagar algo a mais do que simplesmente o resultado do capital e, claro, tudo com muito impacto. Pena que a sociedade não enxerga em si mesmo a realidade. Na maioria das vezes, o que as pessoas querem ver é o sonho, e não o real. Assim é o mundo da publicidade, dos filmes, das novelas e etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, a propósito, você tem ódio do quê?</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/China_USA-940x664.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10501" title="China_USA-940x664" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/China_USA-940x664.jpg" alt="" width="620" height="438" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Germany_France-940x664.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10502" title="Germany_France-940x664" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Germany_France-940x664.jpg" alt="" width="619" height="437" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/NorthKorea_SouthKorea-940x664.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10503" title="NorthKorea_SouthKorea-940x664" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/NorthKorea_SouthKorea-940x664.jpg" alt="" width="620" height="437" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Palestine_Israel-940x664.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10504" title="Palestine_Israel-940x664" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Palestine_Israel-940x664.jpg" alt="" width="620" height="438" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/USA_Venezuela-940x664.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10505" title="USA_Venezuela-940x664" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/USA_Venezuela-940x664.jpg" alt="" width="619" height="437" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/unhate-religiao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10506" title="unhate religiao" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/unhate-religiao.jpg" alt="" width="620" height="656" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_10507" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Unhatefoundation_Action_Milan_Duomo_images_05-940x626.jpg"><img class="size-full wp-image-10507" title="Unhatefoundation_Action_Milan_Duomo_images_05-940x626" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Unhatefoundation_Action_Milan_Duomo_images_05-940x626.jpg" alt="" width="620" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Banner defronte a Catedral de Milão, IT.</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p>UnHate Film, bem ao estilo publicitário da Benetton. &#8220;The film UNHATE by French director Laurent Chanez, tells of the precarious balance and complex interweaving between the drive to hate and the reasons to love&#8221;.</p>
<p><iframe width="620" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/qImJFg5dgTE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>As marcas mais valiosas em 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 10:44:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avemarketing</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[10 marcas mais valiosas]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
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Publicado pela consultoria Interbrand, o relatório &#8220;Best Global Brands (Melhores Marcas Globais)&#8221; indica ranking com o valor de marca (branding) das empresas globais. Note que as 10 primeiras marcas rankeadas pela Interbrand são originárias dos EUA e nenhuma marca brasileira aparece entre as 100 mais. Outra curiosidade é com a marca Burguer King figurou entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: justify;">Publicado pela consultoria <a href="http://www.interbrand.com" target="_blank">Interbrand</a>, o relatório &#8220;Best Global Brands (Melhores Marcas Globais)&#8221; indica ranking com o valor de marca (branding) das empresas globais. Note que as 10 primeiras marcas rankeadas pela Interbrand são originárias dos EUA e nenhuma marca brasileira aparece entre as 100 mais. Outra curiosidade é com a marca Burguer King figurou entre as 100 mais em 2008  e, após ser adquirida por fundo de investimentos com capital brasileiro, desapareceu do ranking.</p>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>Despencaram</strong>: Kodak, Nokia, Toyota.</li>
<li><strong>Subiram</strong>: Prada, Zara, Apple, Google.</li>
<li><strong>Misteriosamente sumiu do ranking</strong>: Marlboro.</li>
</ul>
</blockquote>
<p>Confira listagem com as 100 mais valiosas <a href="http://www.interbrand.com/en/best-global-brands/best-global-brands-2008/best-global-brands-2011.aspx" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra empresa que realiza cálculo do valor de marca é a consultoria <a href="http://www.millwardbrown.com/">Millward Brown</a>. Veja o <a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/2011/05/as-10-marcas-mais-valiosas-do-mundo/" target="_self">ranking da MB</a> e compare os valores.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_10301" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/marcas.jpeg"><img class="size-full wp-image-10301" title="marcas" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/marcas.jpeg" alt="" width="600" height="519" /></a><p class="wp-caption-text">Informações: Interbrand. Arte: Diogo Shiraiwa/Editoria de Arte/Folhapress. Publicado em www.folha.com.br/mercado em 18/01/2011</p></div>
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		<title>“Não sejamos rasos“ &#8211; Um convite à mudança</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 12:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Martha Terenzzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[profissional de marketing]]></category>
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Inicio o post dessa quinzena, fazendo uma provocação. Tema que já discuto há muito tempo e que já virou artigo. Não parece que tudo está mais raso? Mais superficial? A desvalorização do profissional de marketing ano-a-ano vem aumentando e minha previsão é que tende a piorar. Acredito que são muitos os fatos que contribuem para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: justify;"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/marketing.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10275" title="marketing" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/marketing.jpg" alt="" width="620" height="343" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Inicio o post dessa quinzena, fazendo uma provocação. Tema que já discuto há muito tempo e que já virou artigo. Não parece que tudo está mais raso? Mais superficial? A desvalorização do profissional de marketing ano-a-ano vem aumentando e minha previsão é que tende a piorar.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que são muitos os fatos que contribuem para que isso ocorra, mas um deles é a pouca profundidade sobre os conhecimentos adquiridos e consequentemente uma medianidade de planos, ações, produtos e serviços ofertados ao mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">O conhecimento raso é o que denominamos de saberes de pouca profundidade. Um constante crescimento e acesso de informações gerando certa “comoditização” de disciplinas e temas. No entorno desse cenário, verifico um incomodo sentimento de insatisfação com os profissionais da área, e trago à tona que o papel do profissional de Marketing é obter o maior conhecimento possível para que se exerça uma responsabilidade social com os produtos e serviços sob sua atuação.</p>
<p style="text-align: justify;">Qual é a contribuição que o profissional de marketing pode dar? Primeiro, o profissional de Marketing tem responsabilidade perante a sociedade. Ele não pode usar as ferramentas, recursos que aprendeu para promover marcas, produtos e serviços de empresas que agem imoralmente, para os fins ou para os meios. E em segundo lugar, o profissional de Marketing deve ter consciência que sua atividade impacta na sua própria vida, na sua comunidade, família, país e planeta. Ele não pode mais ser endérmico, deve sim, combater a vulgarização do conceito da atuação mercadológica e aprofundar sua contribuição para a cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;">É necessário trabalho, coragem e ética da convicção para obter mais saberes. É preciso deixar de ser raso e mergulhar em águas profundas para obter conhecimento. Ao apenas arranhar um determinado tipo de conhecimento, não há sustentação para a permanência e sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Mário Cortella, em seu livro “Qual é a tua Obra? Inquietações propositivas sobre Gestão” convida-nos a uma auto reflexão e questionamento sobre o papel de cada um nas empresas e seus impactos para o mercado.  Questionamentos como esse, ajudam a transformar o mundo para melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">O sucesso do profissional de marketing não pode ser obtido a qualquer preço, portanto mãos a obra, e aprofundemos nossos saberes atuando com responsabilidade e ética. Vamos?</p>
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		<title>A Pepsi e o calor do momento</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 16:24:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avemarketing</dc:creator>
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Por Eugênio Bispo* Depois de Roberto Carlos, Biafra, Marcelo Adnet, Falcão, Beto Barbosa, agora checou a vez de Joel Santana. É impressionante a maneira como as empresas tem dinheiro para gastar sem se preocupar com os resultados negativos que esse tipo de propaganda pode causar em suas respectivas marcas. O calor do momento parece mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: justify;"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/pepsipodetobe.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10241" title="pepsipodetobe" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/pepsipodetobe.jpg" alt="" width="620" height="466" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Por Eugênio Bispo*</span></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de Roberto Carlos, Biafra, Marcelo Adnet, Falcão, Beto Barbosa, agora checou a vez de Joel Santana. É impressionante a maneira como as empresas tem dinheiro para gastar sem se preocupar com os resultados negativos que esse tipo de propaganda pode causar em suas respectivas marcas. O calor do momento parece mesmo ter tomado conta do empresário brasileiro. Isso ocorreu nos Estados Unidos, alguns anos atrás e agora chegou à vez do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">A Pepsi parece que não aprendeu a lição, mas como tem dinheiro para gastar, pouco importa, afinal estamos no Brasil. Do ponto de vista do marketing e branding essa propaganda é inteiramente inútil, não tenho nada contra, agora não posso ver esse tipo de coisa e ficar indiferente. Com tanta empresa jovem precisando de uma força, incluindo a minha, a Pepsi resolve gastar com o inglês de Joel Santana? É inacreditável como as empresas reagem ao calor do momento. Não procuram uma empresa especializada, não fazem do marketing uma ferramenta estratégica, não dão oportunidade a novos talentos e ainda acham que são expert em marketing. É brincadeira!  Ao que parece o mundo virou mesmo uma torre de babel. E muitos serão crucificados face ao amadorismo empresarial. Isso É Brasil!</p>
<p><span style="color: #888888;">*Eugênio Bispo é diretor da Global Consultoria, empresa especializada em marketing e em planejamento e desenvolvimento de marcas. Contato: globalconsultoria10@yahoo.com.br</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><iframe width="620" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/7xl3cEcgdXk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Janeiro, o mês das liquidações</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 14:39:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avemarketing</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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O mês de janeiro é caracterizado, para o varejo, como o mês das grandes promoções baseadas em preços (liquidações). Inicialmente concebidas para queima de estoque de produtos não vendidos durante o período do Natal, as ações promocionais ganharam intensidade e hoje fazem parte do calendário estratégico do varejo tornando-se até mesmo um evento tradicional para [...]]]></description>
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<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_10220" class="wp-caption aligncenter" style="width: 628px"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/foto1.jpg"><img class="size-full wp-image-10220" title="foto1" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/foto1.jpg" alt="" width="618" height="429" /></a><p class="wp-caption-text">Consumidores na fila, a espera da abertura do varejo. Foto: Rafael Custo</p></div>
<p style="text-align: justify;">O mês de janeiro é caracterizado, para o varejo, como o mês das grandes promoções baseadas em preços (liquidações). Inicialmente concebidas para queima de estoque de produtos não vendidos durante o período do Natal, as ações promocionais ganharam intensidade e hoje fazem parte do calendário estratégico do varejo tornando-se até mesmo um evento tradicional para algumas empresas varejistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Também já virou costume as megaliquidações realizadas por lojas de rede em todas as suas filiais ao mesmo tempo, em um único dia. Tal ação é uma atração em todos os municípios e movimenta os consumidores que formam filas quilométricas nas portas das lojas aguardando a abertura das portas. A quantidade de pessoas a espera é tão grande que as filas iniciam 3 ou 4 dias antes do dia marcado para a promoção e os clientes se aglomeram dentro da área de vendas disputando produtos &#8220;na unha&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns termos utilizados pelo varejo, como sinônimos de liquidação:</p>
<ul>
<li>Bota-fora</li>
<li>Off</li>
<li>Descontos</li>
<li>Queima</li>
<li>Galinha morta</li>
<li>Liquidatudo</li>
<li>Saldão</li>
<li>Loucura total</li>
<li>Preço baixo</li>
<li>Ofertaço, oferta</li>
<li>Abriu a mão</li>
<li>Liquidação de alto a baixo</li>
<li>Pechincha</li>
<li>Terca-feira gorda</li>
<li>Segunda-feira maluca</li>
<li>Retalhos</li>
<li>Ponta de estoque</li>
</ul>
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		<title>Bastidores da campanha da Nova Schin repleta de celebridades</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 18:07:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avemarketing</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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Praia, sol, galera animada e um time de celebridades, esse é o cenário da campanha de verão da Nova Schin. Para acompanhar os bastidores das gravações, o Avesso foi até a Praia de Boa Viagem em Recife e mostra de perto tudo que rolou nas areias da “Estação Cervejão”. Para a campanha de Nova Schin [...]]]></description>
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<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: justify;"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/mkof_schin_verao04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10207" title="mkof_schin_verao04" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/mkof_schin_verao04.jpg" alt="" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Praia,  sol, galera animada e um time de celebridades, esse é o cenário da campanha de  verão da Nova Schin. Para acompanhar os bastidores das gravações, o Avesso foi  até a Praia de Boa Viagem em Recife e mostra de perto tudo que rolou nas areias  da “Estação Cervejão”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para  a campanha de Nova Schin foi montado um grande set de filmagens a beira mar, as  gravações tiveram a participação de uma equipe que envolveu cerca de 500  profissionais. Luciano Sadi, Gerente de Produto da Nova Schin contou ao Avesso o  foco dos filmes publicitários da marca, “Tentamos fazer uma link com a marca  Nova Schin, rebatizando o verão de ‘Estação CervejÃO’”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para  mostrar o clima descontraído na praia pernambucana foi escalado um time de  celebridades: a apresentadora Adriane Galisteu, os atores Malvino Salvador, Dani  Bananinha, Márcio Garcia, Ricardo Tozzi e o surfista profissional e apresentador  Everaldo “Pato”.  A trilha sonora ficou por conta da banda Blitz do ator e  cantor Evandro Mesquita que deu às gravações um clima de vídeo  clipe.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ficar  nesse areião com muita gente, essa quantidade de câmeras, fios e parafernálias  que tem em uma gravação não é fácil, mas é bom demais, o astral está maravilhoso  e tenho certeza que o resultado vai ficar melhor ainda”, contou ao Avesso a  apresentadora Adriane Galisteu.</p>
<p style="text-align: justify;">O  filme da campanha será feito de esquetes como explica o Diretor de Cena da  Delicatessen Filmes, Gustavo Leme, “Estamos filmando vários esquetes, dentro  delas entram as celebridades”.</p>
<p style="text-align: justify;">Luis  Fernando Amaro, Diretor de Atendimento da Leo Burnett Tailor Made, agência que  assina a campanha de Nova Schin contou ao Avesso qual o intuito da nova  campanha, “Tentamos trazer um pouco do universo do verão, da praia, dessa  estação que é a mais esperada do ano”. O  ator Malvino Salvador, também exaltou a campanha da cerveja, “As imagens vão  ficar lindas, tudo a ver com uma campanha de verão”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para  Dimas Pessetti, Diretor de Conteúdo do Programa, é muito gratificante mostrar  para o público do Avesso uma campanha de verão como a de Nova Schin,  principalmente por se tratar de uma produção que traz tantas celebridades e que  conta  com uma infraestrutura de produção grandiosa.</p>
<p><iframe width="620" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/qMom4sptRqM" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o Programa Avesso<br />
</strong><br />
O Avesso é um  canal de TV 2.0, responsável pelo desenvolvimento do conceito do Brand Backstage  no Brasil, mostrando os bastidores da indústria da comunicação por meio de um  programa de entretenimento com três minutos de duração. O programa se destaca,  por sua ampla interação entre os meios, com uma linguagem moderna e dinâmica.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.avessotv.com.br/" target="_self">http://www.avessotv.com.br/</a></p>
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		<title>A importância do serviço na economia global</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 19:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avemarketing</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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Por Eugênio Bispo* O serviço é a nova força da economia global, no Brasil representa mais de 60% da economia. Não é de hoje que o serviço movimenta a economia no mundo, mas é necessário profissionalizar o serviço. No Brasil o serviço ainda é muito rudimentar, a falta de mão de obra qualificada representa uma [...]]]></description>
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<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><span style="color: #888888;">Por Eugênio Bispo*</span></p>
<p style="text-align: justify;">O serviço é a nova força da economia global, no Brasil representa mais de 60% da economia. Não é de hoje que o serviço movimenta a economia no mundo, mas é necessário profissionalizar o serviço. No Brasil o serviço ainda é muito rudimentar, a falta de mão de obra qualificada representa uma queda significativa no atendimento ao cliente. O serviço está presente em qualquer segmento de mercado. Saúde, transporte, educação, segurança, comunicação, turismo, indústria, comércio etc. A ausência de tangibilidade e a presença do elemento humano caracteriza o serviço em qualquer setor da economia.</p>
<p style="text-align: justify;">O serviço necessita de dois fatores extremamente importantes. Imagem e credibilidade. Por não haver transferência de propriedade a imagem é o único elemento essencialmente tangível para o cliente. A credibilidade no serviço é outro fator imprescindível. O serviço pode ser reconhecido, através do espaço disponível, decoração, tecnologia, equipamento, uniforme, segurança etc. A formatação é essencial. Tudo isso caracteriza o ambiente de serviço. Na ausência do serviço o cliente irá procurar por elementos tangíveis que caracterizem ou passam caracterizar a qualidade do serviço. O conhecimento absoluto sobre serviço e acima de tudo qualificação profissional é fundamental para que a empresa seja reconhecida pela qualidade do produto. Todo cliente quer manifestar a sua satisfação com o serviço, nesse caso o feedback é essencial. Se o feedback for positivo o cliente pode representar um grande indicador de valor futuro e um meio de comunicação insubstituível. Nesse sentido, o cliente passa a ser uma ferramenta da qualidade e referência do serviço. Se negativo o cliente pode representar uma ameaça constante em qualquer operação de serviço realizada pela empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">A marca pode caracterizar também um indicador de qualidade, mas o cliente é parte do processo de planejamento e desenvolvimento do serviço. A simples presença do cliente nesse processo pode comprometer a imagem da empresa. Em qualquer operação de serviço o cliente é parte essencial. Não é possível fazer um test drive no serviço, ou seja, testar a qualidade do serviço para só então consumir. A impossibilidade de fazer um teste no serviço é condição suprema da qualidade no atendimento. A empresa está vendendo além do serviço, uma imagem, um imaginário, uma expectativa. Nesse processo transformar o elemento humano em capital humano é crucial para qualquer empresa. Por fim, o conceito central de serviço é servir, nesse sentido, o próprio Jesus Cristo foi um exemplo de serviço. Veio ao mundo servir ao próximo. E assim como Cristo o nosso objetivo é também servir ao próximo como a nós mesmos. Esse é o verdadeiro sentido da palavra serviço. E isso não é humilhação pelo contrário é um exemplo de humanidade. Esse deve ser o objetivo de qualquer empresa. Servir ao próximo.</p>
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<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">*Eugênio Bispo é diretor da Global Consultoria, empresa especializada em marketing e em planejamento e desenvolvimento de marcas. Contato: globalconsultoria10@yahoo.com.br</span></p>
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		<title>Eu vejo eles dançando, em cima do muro&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 13:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enrico Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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&#8230;no meio do mundo. No meio do mundo dividido. Capital Inicial. Uma das coisas que eu achei fantástico após ler a biografia de Steve Jobs foi descobrir a maneira com que ele concebia os produtos. Primeiro o design, depois a engenharia. A engenharia precisava se adequar ao design, à concepção do produto e à ideia [...]]]></description>
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<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: right;"><span style="color: #888888;">&#8230;no meio do mundo. No meio do mundo dividido. Capital Inicial.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/4133234ton32rkt.jpg"><img class="size-full wp-image-10109 alignright" title="4133234ton32rkt" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/4133234ton32rkt.jpg" alt="" width="247" height="371" /></a>Uma das coisas que eu achei fantástico após ler a biografia de Steve Jobs foi descobrir a maneira com que ele concebia os produtos. Primeiro o design, depois a engenharia. A engenharia precisava se adequar ao design, à concepção do produto e à ideia que ele queria passar. E não o contrário.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, Jobs podia exercitar aquilo que em minha opinião mais o ajudava no trabalho da inovação de produtos: a imaginação. E eu não sei se esse assunto, a imaginação já foi tema de algum livro de negócios, marketing, inovação ou empreendedorismo. Mas, sei que é justamente ela, a imaginação o ingrediente essencial para criar a personalidade de uma marca.</p>
<p style="text-align: justify;">E nesse primeiro artigo pro <a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/" target="_self">avemarketing</a> de 2012 eu quero fazer uma pequena reflexão sobre imaginação, marketing, inovação e empreendedorismo. Os livros podem ensinar como programar uma campanha de marketing que arrebenta. Ensinam como despertar o comportamento empreendedor, como estruturar e planejar um plano de marketing e toda a estratégia de marketing.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, eles não conseguem ainda ensinar, passo-a-passo sobre como transformar a personalidade de uma empresa, de como imaginar empresas, produtos e tecnologias que vão romper com tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, se você acha que a sua empresa não tem personalidade, na verdade ela já possui uma personalidade errada. Da mesma maneira, se na cabeça dos líderes falta imaginação, as coisas tendem a caminhar pro buraco. A imaginação talvez seja o mais salvador e aniquilador nisso tudo. A falta dela, assim como o excesso, leva qualquer empresa, qualquer produto, qualquer estratégia, para o buraco. Portanto, equilibrar imaginação com pé no chão é o desafio maior disso tudo. Mas, os livros vivem incentivando o pé no chão, porque a cabeça nas nuvens faz mal. O problema é que, a cabeça nas nuvens pode fazer mal, mas a cabeça fora dela é desastroso. Talvez por isso, por esse grande incentivo que temos de manter o pé no chão, é que ultimamente somos bombardeados com tantos produtos e empresas sem graça nenhuma, sem nenhuma pitada de imaginação.</p>
<p style="text-align: justify;">A dose certa de imaginação rompe barreiras. Para alcançar o estado da arte, para chegar à perfeição é preciso imaginar e conceber o que é perfeito. A atitude de Steve Jobs de conceber primeiro o design de seus produtos mostra o quanto isso é importante. Steve fazia primeiro o desenho do produto. Fazia primeiro aquilo com que o consumidor vai ter contato. O consumidor não tem contato com a engenharia do produto, com aquilo que o faz funcionar. Dificilmente alguém quer um iPod, iPad ou iPhone porque ele tem uma engenharia sensacional. As pessoas querem porque o design é legal, é bonito, cool.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Esse será um bom começo. Ao levar a sério a cultura da imaginação, você estará implementando a cultura da inovação.</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-10100"></span>Eu não defendo 100% de imaginação. Assim como, em uma alimentação o sal faz mal em excesso, a falta dele tira o gosto dos alimentos. O mesmo acontece com a imaginação. 100% de imaginação aniquila com qualquer empresa, com qualquer produto e qualquer ideia. Mas nada de imaginação causa o mesmo mal, faz a coisa ficar sem sal, esquisita, sem graça. A receita certa da imaginação? Saiba que você precisa imaginar, precisa se diferenciar, precisa ser atraente e, ao mesmo tempo precisa pagar as contas, precisa produzir, precisa sair do zero e, precisa respeitar os prazos.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas precisam de liberdade para imaginar. Para imaginar um produto, para imaginar uma campanha, para imaginar novas maneiras de fazer aquilo que todo mundo já sabe. A imaginação é o ingrediente. Não a engenharia.</p>
<p style="text-align: justify;">O último livro que li em 2011 foi “A Imaginação” de Jean-Paul Sartre. Esse é, na verdade um dos primeiros estudos de Sartre que, quando escreveu “A Imaginação” ainda era um garoto de vinte e poucos anos que ousava imaginar as coisas. Logo na introdução do livro, Sartre disserta sobre o poder da folha em branco e nos da a profundidade do poder da imaginação. Ele diz que, pra aquela pessoa que imagina, uma folha em branco nunca será uma folha em branco. Porque a imaginação já está projetando nessa folha, aquilo que o seu escritor já está pensando e imaginando escrever. Por isso, mesmo sendo uma folha em branco, na mente do escritor, ela já está preenchida, está pintada pela tinta da caneta.<br />
Por outro lado, pra quem não imagina, uma folha em branco não deixa de ser um imenso vazio. Um vazio de ideias, de palavras e de imaginação.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que esse exemplo valha para tudo. E, no caso de Jobs, ele parecia saber disso. Parecia saber que, um novo produto nunca era uma folha em branco. Ela sempre estava sendo preenchida de alguma maneira em sua imaginação. E, durante esse processo, da folha branca se transformar a folha preenchida da imaginação ele não hesitava em apagar a folha e escrever novamente. Olha nós aqui. Fazem três meses que Jobs morreu e ainda estamos falando dele, de seus métodos, de sua maneira de pensar. E teremos assuntos, histórias e ensinamentos pra discutir por ainda muitos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O design na frente. A imaginação na frente. Ouse imaginar. Não há receita sobre como imaginar. Mas, há a receita de que imaginar da certo. Os engravatados engomadinhos estão aí, debruçando-se sobre o mundo querendo sugar alguma imaginação que possa dar certo.</p>
<p style="text-align: justify;">O que acontece no empreendedorismo, na inovação, no lançamento de produtos, no marketing, nas vendas e em todos os lugares é que as pessoas ficam em cima do muro, esperando alguém que tem imaginação e petulância o suficiente pra mudar as coisas, redefinir os mercados e produtos pra poder pegar carona.</p>
<p style="text-align: justify;">E é assim, desde que o mundo é mundo. Você pode ficar esperando, espreitando no muro, algum grande imaginador fazer o seu trabalho e pegar carona. Ou, você pode usar seu tempo pra imaginar como você quer ver as coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">Já Einstein, há algumas dezenas de anos disse que “a imaginação é mais importante do que o conhecimento”. Isso se deve porque imaginar a essência não é fácil, mas depois que a ideia tá pronta, que já foi pensado, que já foi imaginado, que já foi concebido, existe conhecimento de sobra pra colocar em uma caixa e produzir. A imaginação comanda. E não ao contrário.</p>
<p style="text-align: justify;">Não deixe as barreiras impedirem sua imaginação. Não deixe que a falta de conhecimento ou tecnologia impeçam sua imaginação. Se a imaginação estiver à frente do tempo, espere que exista tecnologia para ela. E quando tiver, faça com que a tecnologia se adapte a ela, e não o contrário.</p>
<p style="text-align: justify;">Faça de 2012 o ano da imaginação. Leve a imaginação pra dentro das empresas, pra dentro das casas e pra cultura das pessoas. Ouse imaginar, ouse dar liberdade para os outros imaginarem e, as coisas fora da caixa começaram a aparecer. Produtos, pessoas, inovação, marketing, etc. Tudo com imaginação fica mais rico. E, riqueza com imaginação tem muito mais graça.</p>
<p style="text-align: justify;">Imaginação simplesmente rulez! Não se esqueça.</p>
<p style="text-align: justify;">Acorda!! Tá na hora de mudar os rumos do marketing.</p>
<p style="text-align: justify;">Enrico Cardoso<br />
<a href="http://twitter.com/thinkoutsidebr" target="_blank">http://twitter.com/thinkoutsidebr</a></p>
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