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Bastidores da campanha da Nova Schin repleta de celebridades
12 de janeiro de 2012 | Por avemarketing em Marketing, comunicaçãoPraia, sol, galera animada e um time de celebridades, esse é o cenário da campanha de verão da Nova Schin. Para acompanhar os bastidores das gravações, o Avesso foi até a Praia de Boa Viagem em Recife e mostra de perto tudo que rolou nas areias da “Estação Cervejão”.
Para a campanha de Nova Schin foi montado um grande set de filmagens a beira mar, as gravações tiveram a participação de uma equipe que envolveu cerca de 500 profissionais. Luciano Sadi, Gerente de Produto da Nova Schin contou ao Avesso o foco dos filmes publicitários da marca, “Tentamos fazer uma link com a marca Nova Schin, rebatizando o verão de ‘Estação CervejÃO’”.
Para mostrar o clima descontraído na praia pernambucana foi escalado um time de celebridades: a apresentadora Adriane Galisteu, os atores Malvino Salvador, Dani Bananinha, Márcio Garcia, Ricardo Tozzi e o surfista profissional e apresentador Everaldo “Pato”. A trilha sonora ficou por conta da banda Blitz do ator e cantor Evandro Mesquita que deu às gravações um clima de vídeo clipe.
“Ficar nesse areião com muita gente, essa quantidade de câmeras, fios e parafernálias que tem em uma gravação não é fácil, mas é bom demais, o astral está maravilhoso e tenho certeza que o resultado vai ficar melhor ainda”, contou ao Avesso a apresentadora Adriane Galisteu.
O filme da campanha será feito de esquetes como explica o Diretor de Cena da Delicatessen Filmes, Gustavo Leme, “Estamos filmando vários esquetes, dentro delas entram as celebridades”.
Luis Fernando Amaro, Diretor de Atendimento da Leo Burnett Tailor Made, agência que assina a campanha de Nova Schin contou ao Avesso qual o intuito da nova campanha, “Tentamos trazer um pouco do universo do verão, da praia, dessa estação que é a mais esperada do ano”. O ator Malvino Salvador, também exaltou a campanha da cerveja, “As imagens vão ficar lindas, tudo a ver com uma campanha de verão”.
Para Dimas Pessetti, Diretor de Conteúdo do Programa, é muito gratificante mostrar para o público do Avesso uma campanha de verão como a de Nova Schin, principalmente por se tratar de uma produção que traz tantas celebridades e que conta com uma infraestrutura de produção grandiosa.
Sobre o Programa Avesso
O Avesso é um canal de TV 2.0, responsável pelo desenvolvimento do conceito do Brand Backstage no Brasil, mostrando os bastidores da indústria da comunicação por meio de um programa de entretenimento com três minutos de duração. O programa se destaca, por sua ampla interação entre os meios, com uma linguagem moderna e dinâmica. -
A importância do serviço na economia global
9 de janeiro de 2012 | Por avemarketing em MarketingPor Eugênio Bispo*
O serviço é a nova força da economia global, no Brasil representa mais de 60% da economia. Não é de hoje que o serviço movimenta a economia no mundo, mas é necessário profissionalizar o serviço. No Brasil o serviço ainda é muito rudimentar, a falta de mão de obra qualificada representa uma queda significativa no atendimento ao cliente. O serviço está presente em qualquer segmento de mercado. Saúde, transporte, educação, segurança, comunicação, turismo, indústria, comércio etc. A ausência de tangibilidade e a presença do elemento humano caracteriza o serviço em qualquer setor da economia.
O serviço necessita de dois fatores extremamente importantes. Imagem e credibilidade. Por não haver transferência de propriedade a imagem é o único elemento essencialmente tangível para o cliente. A credibilidade no serviço é outro fator imprescindível. O serviço pode ser reconhecido, através do espaço disponível, decoração, tecnologia, equipamento, uniforme, segurança etc. A formatação é essencial. Tudo isso caracteriza o ambiente de serviço. Na ausência do serviço o cliente irá procurar por elementos tangíveis que caracterizem ou passam caracterizar a qualidade do serviço. O conhecimento absoluto sobre serviço e acima de tudo qualificação profissional é fundamental para que a empresa seja reconhecida pela qualidade do produto. Todo cliente quer manifestar a sua satisfação com o serviço, nesse caso o feedback é essencial. Se o feedback for positivo o cliente pode representar um grande indicador de valor futuro e um meio de comunicação insubstituível. Nesse sentido, o cliente passa a ser uma ferramenta da qualidade e referência do serviço. Se negativo o cliente pode representar uma ameaça constante em qualquer operação de serviço realizada pela empresa.
A marca pode caracterizar também um indicador de qualidade, mas o cliente é parte do processo de planejamento e desenvolvimento do serviço. A simples presença do cliente nesse processo pode comprometer a imagem da empresa. Em qualquer operação de serviço o cliente é parte essencial. Não é possível fazer um test drive no serviço, ou seja, testar a qualidade do serviço para só então consumir. A impossibilidade de fazer um teste no serviço é condição suprema da qualidade no atendimento. A empresa está vendendo além do serviço, uma imagem, um imaginário, uma expectativa. Nesse processo transformar o elemento humano em capital humano é crucial para qualquer empresa. Por fim, o conceito central de serviço é servir, nesse sentido, o próprio Jesus Cristo foi um exemplo de serviço. Veio ao mundo servir ao próximo. E assim como Cristo o nosso objetivo é também servir ao próximo como a nós mesmos. Esse é o verdadeiro sentido da palavra serviço. E isso não é humilhação pelo contrário é um exemplo de humanidade. Esse deve ser o objetivo de qualquer empresa. Servir ao próximo.
*Eugênio Bispo é diretor da Global Consultoria, empresa especializada em marketing e em planejamento e desenvolvimento de marcas. Contato: globalconsultoria10@yahoo.com.br
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Eu vejo eles dançando, em cima do muro…
6 de janeiro de 2012 | Por Enrico Cardoso em Marketing…no meio do mundo. No meio do mundo dividido. Capital Inicial.
Uma das coisas que eu achei fantástico após ler a biografia de Steve Jobs foi descobrir a maneira com que ele concebia os produtos. Primeiro o design, depois a engenharia. A engenharia precisava se adequar ao design, à concepção do produto e à ideia que ele queria passar. E não o contrário.Assim, Jobs podia exercitar aquilo que em minha opinião mais o ajudava no trabalho da inovação de produtos: a imaginação. E eu não sei se esse assunto, a imaginação já foi tema de algum livro de negócios, marketing, inovação ou empreendedorismo. Mas, sei que é justamente ela, a imaginação o ingrediente essencial para criar a personalidade de uma marca.
E nesse primeiro artigo pro avemarketing de 2012 eu quero fazer uma pequena reflexão sobre imaginação, marketing, inovação e empreendedorismo. Os livros podem ensinar como programar uma campanha de marketing que arrebenta. Ensinam como despertar o comportamento empreendedor, como estruturar e planejar um plano de marketing e toda a estratégia de marketing.
Mas, eles não conseguem ainda ensinar, passo-a-passo sobre como transformar a personalidade de uma empresa, de como imaginar empresas, produtos e tecnologias que vão romper com tudo.
Na verdade, se você acha que a sua empresa não tem personalidade, na verdade ela já possui uma personalidade errada. Da mesma maneira, se na cabeça dos líderes falta imaginação, as coisas tendem a caminhar pro buraco. A imaginação talvez seja o mais salvador e aniquilador nisso tudo. A falta dela, assim como o excesso, leva qualquer empresa, qualquer produto, qualquer estratégia, para o buraco. Portanto, equilibrar imaginação com pé no chão é o desafio maior disso tudo. Mas, os livros vivem incentivando o pé no chão, porque a cabeça nas nuvens faz mal. O problema é que, a cabeça nas nuvens pode fazer mal, mas a cabeça fora dela é desastroso. Talvez por isso, por esse grande incentivo que temos de manter o pé no chão, é que ultimamente somos bombardeados com tantos produtos e empresas sem graça nenhuma, sem nenhuma pitada de imaginação.
A dose certa de imaginação rompe barreiras. Para alcançar o estado da arte, para chegar à perfeição é preciso imaginar e conceber o que é perfeito. A atitude de Steve Jobs de conceber primeiro o design de seus produtos mostra o quanto isso é importante. Steve fazia primeiro o desenho do produto. Fazia primeiro aquilo com que o consumidor vai ter contato. O consumidor não tem contato com a engenharia do produto, com aquilo que o faz funcionar. Dificilmente alguém quer um iPod, iPad ou iPhone porque ele tem uma engenharia sensacional. As pessoas querem porque o design é legal, é bonito, cool.
Esse será um bom começo. Ao levar a sério a cultura da imaginação, você estará implementando a cultura da inovação.
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Vendedor de chá
5 de janeiro de 2012 | Por avemarketing em Marketing, curiosidadesFrequentemente somos surpreendidos pela forma como alguns serviços são prestados. Alguns, possuem peculiaridades tão pitorescas que acabam virando cultura de uma região ou país (reveja o sorveteiro turco). O fato é que a qualidade dos serviços é determinada pelos procedimentos durante a realização do mesmo e da percepção durante e após o encerramento deste, pelo cliente/consumidor.
O vendedor de chá tailandês consegue, na execução do serviço, agregar valor devido ao modo e habilidade pessoal com que emprega seus serviços. O produto em si, torna-se pequeno diante do conjunto todo da prestação do serviço. Show!
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Os carros do futuro
É quase unânime nossa curiosidade em saber como será o futuro, principalmente sobre os produtos que serão inventados e disponibilizados para uso. A indústria automobilística, por exemplo, está cada vez mais alicerçada na construção do produto do futuro, hoje. Esse conceito, conhecido dentro do marketing como “produto potencial” (Kotler, 1995) é colocado em prática através do desenvolvimento de projetos/protótipos a partir da inteligência competitiva das empresas e apresentados como conceitos nos Salões de Automóveis.
Mas, e no passado? Como será que eram as idealizações de produtos do futuro para quem estava na década de 50? Sem o auxílio de computadores e alta tecnologia a tarefa dos projetistas automotivos era muito mais difícil. O vídeo abaixo mostra justamente os “automóveis do futuro” para os habitantes da metade do século XX. Será que algum projeto virou realidade? Confira!











