• Quem ainda duvida do poder da internet?

    Quem ainda duvida do poder da internet?

    Conhecido por realizar vídeos publicitários (?) improvisados e recheados de bom humor, o empresário Thiago França, o Careca, tem popularizado sua marca e franquia de lanchonete por toda a internet.

    A marca ‘Sanduba do Careca’ tem crescido por seus vários atributos e claro, impulsionado pela vitalização dos vídeos que popularizam o awareness da marca.

    Sonho de 8 entre 10 pessoas que navegam atualmente na internet, viralizar alguma postagem é um do pontos alto de uma campanha. Recentemente, o Careca “atacou” novamente com uma paródia do funk “Que tiro foi esse”.

    Tem dúvida da força de um viral? Dá uma conferida nos trends do Sanduba do Careca aqui: https://goo.gl/xyhMSq

    Por Elcio Fernando Del Prete

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  • Como obter maior alcance do target utilizando o Facebook

    Recentemente o Facebook modificou mais uma vez seu algoritmo de alcance orgânico. A partir de agora, as postagens vão privilegiar a relevância no sentido do relacionamento entre amigos, parentes e pessoas próximas.

    Desta feita, as postagens de Páginas (perfis de empresas) terão audiência ainda mais reduzida. Para quem é social media isso pode ser um desastre, mas, até que faz sentido, vejamos. O que Mark Zuckerberg pretende é o seguinte: para as empresas o #Facebook deve ser visto como uma mídia (veículo) e, como tal, para veicular conteúdo publicitário, deve ser pago.

    Assim, o algoritmo da rede social está mais aprimorado para detectar postagem com objetivo publicitário e diminuir o seu alcance, a não ser que seja impulsionado.

    Então, o que fazer?

    1. Marketing de Conteúdo.
    Privilegie relacionamento entregando conteúdo de relevância de acordo com as personas do seu cliente.

    2. Impulsione.
    Planeje junto a seus clientes, uma verba para impulsionamentos.

    3. Faça promoções de vendas.
    Use ferramentas autorizadas pelo Facebook, tais como sorteie-me, para executar promoções criativas e relevantes ao público do seu cliente.

    Por Elcio Fernando Del Prete

    Nenhum texto alternativo automático disponível.

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  • Redes sociais mais utilizadas nos Estados Unidos em novembro de 2017

    O Facebook foi disparado a rede social mais utilizada nos Estados Unidos, em recente levantamento realizado durante o mês de novembro.

    Até ai, nenhuma novidade não é mesmo? Mas o que estes dados podem mostrar para nós?

    Primeiro, que a publicidade digital ainda deve estar concentrada nas gigantes Facebook e Google. Segundo, o Pinterest possui uma ótima representatividade de quantidade de visitantes únicos e, convenhamos, é uma rede social bem atrativa visualmente.

    Terceiro, aparecem na lista redes que ainda não são usadas por aqui, tais como LINE e Kik, que são alternativas em relação aos whatsapp.

    Gostou? E quais outras análises você acrescentaria?

    #redessociais #mídiasocial #mkt #marketingdigital

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  • Saiba como utilizar as hashtags para aumentar sua influência e conversão

    Pra quem não sabe, o uso da hashtag possibilita o aumento do alcance das buscas nos algoritmos das redes sociais. Desta forma, seja você o gestor de mídia social de uma (ou várias) marca (s) ou simplesmente se deseja aumentar a força de suas publicações, uma dica é utilizar hashtags com palavras-chave e de acordo com o conteúdo de sua postagens .

    Preferencialmente, existem algumas hashtags tradicionais e listadas abaixo que possuem um alto índice de uso e busca, proporcionando um aumento de visualizações em curto espaço de tempo.

    #follow
    #like
    #hashtag
    #like4like
    #me
    #instagrammers
    #instafollow
    Etc.

    Entretanto, é preciso considerar que as hashtags citadas acima tem a desvantagem de não proporcionar a conquista de público segmentado.

    🔥 Ah, lembre-se sempre de que as palavras-chave usadas devem ser precedidas do símbolo # do lado esquerdo e de preferência palavras curtas🔥.

    Ainda, você sabia que é possível seguir pessoas a partir das hashtags, no @instagram? Sim, é perfeitamente possível. Quem quiser aprender como fazer, deixe um comentário abaixo 😊.

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  • Papai Noel e o Marketing

    Entre um ano e outro, vários acontecimentos formam a nossa existência. O ser humano, carente de novos heróis, necessita de apoios externos que justifiquem suas escolhas. Todo ser humano é provido de uma enorme base de necessidades individuais e coletivas, que se transformam em alicerce para a construção das relações interpessoais e intrapessoal. Quando não temos, queremos. O “ter” entremeia as percepções humanas sobre o mundo em que vive e o cerca.

    Inimaginável conceber a vida atual sem a existência da relação do ser humano com o consumo. O consumo move a economia mundial e sustenta as bases sociais para o crescimento conjunto. O ser humano tem uma relação muito direta com a experiência consumista, sem o caráter pejorativo que ora a palavra carrega.

    Os indivíduos possuem comportamentos distintos, mas têm, na relação da necessidade de consumo, semelhanças importantes. O ato do consumo é justificado pelos significados que damos aos produtos em nossas vidas. Sentimos desejos e manifestamo-os nas emoções, nos gestos e nas coisas que nos cercam. De acordo com Gade (1998), o ser humano tem necessidade de se manifestar aos pares, mediante a posse de produtos.

    Somos frutos de nossas escolhas e do que consumimos, influenciados pela sociedade e pelos estímulos externos e internos, além de interesses econômicos coletivos e individuais.

    Reforça esse entendimento o raciocínio de Slater (2002), no qual “a cultura do consumo é um meio privilegiado para negociar a identidade e o status numa sociedade pós-tradicional”. Em outras palavras, o consumo produz identidade, sentido e sociabilidade, paralelamente à satisfação das necessidades (Warnier, 2003).

    Entre tantos representantes da relação humana com o consumo, destacamos, em todo final de ano, a figura do “bom velhinho”, que reforça modelos inconscientes de relações que necessitam do consumo. Simbologia paterna, carismática, bondosa por natureza e que não mede esforço para presentear o familiar querido, o amigo distante e a criança praticante dos preceitos do bem. Segundo Miranda (2007), Papai Noel tem berço na Turquia, em 280 a.C, inspirada em um Bispo católico chamado São Nicolau. A indumentária na cor vermelha e branca surgiu em uma campanha publicitária, realizada por uma companhia americana (EUA) de refrigerantes (leia-se Coca-Cola). Hoje, esta significante “entidade” inspira multidões. O “ter” é anualmente evocado e reforça-se no ritmo econômico que embalam os períodos natalinos. O homem fica submetido a suas necessidades e a aspiração pelo consumo rege os grupos sociais primários, no tocante às trocas, entre esforços, produtos ou serviços.

    O Marketing, enquanto Ciência Social Aplicada, estuda o homem e seu comportamento na sociedade em que vive e suas relações de troca. Esta análise, se realizada de forma consistente e responsável, permite ao próprio homem desenvolver uma sociedade mais justa e vantajosa, baseada no consumo sustentável e coerente.

    A dinâmica capitalista define-se através do poder de compra. Este transforma-se em bens de consumo que, por sua vez, novamente gera o trabalho. Como afirma MARX ( 1996, p. 169 ), “O valor de uma mercadoria está para o valor de cada uma das outras mercadorias assim como o tempo de trabalho necessário para a produção de uma está para o tempo de trabalho necessário para a produção de outra”, e o possuidor do dinheiro torna-se, eminentemente, capitalista. De pouco vale o poder de compra acumulado (a poupança), como bem o ensinou Keynes, se não investido diretamente ou capitalizado para a geração de riqueza. Assim, o comércio estimula o consumo, criando, significando e ressignificando, retroagindo no ser humano como elemento semiótico, travestido de objetos, produtos, formas, desejos e até mesmo Papai Noel que, no período em voga, alimenta metaforicamente o sonho (in)consciente do consumo, estudado pelo marketing, dentro das relações de troca, como elemento comportamental e econômico de toda a sociedade.

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