• Tabela de preços de serviços de Trade marketing

    Idealizada pela Popai Brasil, a tabela de preços de serviços e valores de referência para hora/homem pode ser um balizamento para o setor de trade marketing, pelo menos nos grandes centros. A tabela ainda apresenta valores para criação e arte final de material promocional, em um total de 51 itens. O guia se completa com os custos para criação, desenho técnico e finalização de displays e expositores (15 itens); para a criação e finalização/programação de peças para internet (12 itens); e para manuais de merchandising e outros serviços. (Informações: Meio&Mensagem e Popai Brasil).

    Fonte: Popai Brasil / Imagem: Meio&Mensagem

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  • Ação de guerrilha da TNT bomba na internet

    Imagem: www.galoclandestino.com.br


    Realizado em uma pequena cidade da Bélgica, a ação (assinada pelo canal de tv TNT) transformada em vídeo publicitário teve como tema central um princípio de mini-teaser provocado pela presença de um botão vermelho no meio da rua e uma placa indicativa pedindo para apertá-lo e “adicionar um pouco de drama” ao cotidiano, por suposto.
    O vídeo já foi visto mais de 24 milhões de vezes, no Youtube, e é o segundo mais compartilhado da história do site.

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  • A polêmica sobre as sacolinhas de supermercado e o exemplo da sacola que dissolve na água

    A discussão sobre o uso e descarte de sacolas plásticas continua acirrada no Estado de São Paulo. Apesar do TAC – Termo de Ajustamento de Conduta entre supermercadistas (organizado pela APAS) e o Ministério Público para o fim da distribuição (gratuíta) de sacolas plásticas nos estabelecimentos supermercadistas, com o objetivo de de colaborar com os prejuízos ambientais para a natureza, algumas cidades adotaram Leis Municipais que obrigam os varejistas a fornecerem a embalagem – é o caso de Marília, Franca e São José do Rio Preto.

    O acirramento da discussão se dá em vários aspectos e argumentos, tais como: uma TAC não é uma Lei e, portanto, não deve ter obrigatoriedade tal qual uma; ainda não está totalmente mensurado o ganho ambiental com a medida; necessidade de conscientizar a população quanto ao descarte correto de outros materiais não degradáveis; processos de produção mais “limpos”, em um âmbito maior; diminuição de riscos de saúde pública com a reutilização da sacola plástico para embalar lixo doméstico; dentre outros.

    É importante que toda a sociedade envolvida cobre medidas eficazes no sentido de minimizar a agressão ambiental, sob vários aspectos, sem, decerto, transferir prejuízos para um ou outro somente (no caso, o “peso” da melhoria ambiental recai sobre uma mudança no hábito do consumidor, que terá seu custo aumentado com a aquisição de sacolas ecológicas. O correto é o setor supermercadista repassar e informar os decréscimos nos preço devido a extinção do custo da sacola). Também há que se ressaltar as boas alternativas, como a adoção das sacolas plásticas biodegradáveis e com a sacola ecologicamente correta da Puma. Fabricada em amido de milho, a Clever Little Shopper se desfaz em água após um período de três meses. Problema resolvido!

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  • Branding para B2B, além do produto

    Caros Novos Amigos,

    Gostaria de realizar esta minha estreia no avemarketing agradecendo pela oportunidade de fazer parte deste time de colaboradores que se envolvem apaixonadamente com o tema marketing e tudo que estiver relacionado a comunicação. Minha contribuição será na parte de Branding, mas não abordarei tanto o aspecto do design, mas sim a parte estratégica da construção de marcas fortes. Neste primeiro artigo, abordaremos um tema que é pode gerar questionamentos: a construção de marcas para o mercado B2B.

    Enquanto no mercado Business-to-Consumer (B2C) a gestão de marcas encontra-se bem desenvolvida, onde os profissionais elaboram estratégias cada vez mais sofisticadas e ousadas para divulgar com valores tangíveis e intangíveis da marca, o mesmo não podemos dizer do mercado B2B, onde esta filosofia ainda encontra barreiras para sua aceitação.

    Algumas vezes estas empresas agem realizando atividades opostas ao branding, não entendendo as reais demandas de seus clientes e sim focando em produtos, jargões técnicos ou, muitas vezes, no custo interno para se tornar “competitiva”.

    Outro ponto negativo destas empresas é dar pouco valor à sua comunicação, tanto on-line quanto off-line. É muito comum observarmos catálogos de empresas B2B com excesso de informação, que poderiam ser melhor aproveitada se houvesse uma análise aprofundada de cada perfil de profissional que a empresa queira impactar em seus clientes, mas parece que querem atingir a todos com a ilusão de ter a mesma eficácia.

    Dentro de cada cliente existem influenciadores e tomadores de decisões internos, com perfis e formações bem distintos. Entender a participação de cada um deles na contratação de seus produtos ou serviços é importante para fortalecer a marca junto a esta empresa. Tanto os materiais on-lines (newsletters, hotsites, websites) quanto off-lines (catálogos, brindes, mala diretas) podem estar alinhados para que seu prospect tenha segurança em contratar seus serviços ou seu cliente renove seu contrato, evitando o assédio da concorrência.

    Para darmos os primeiros passos no processo de gestão de marcas para B2B, devemos:

    1 – Reconheça a importância de seu cliente, pois este é constantemente assediado pelos seus concorrentes;

    2 – Entender o cliente, seus processos e pessoas envolvidas antes de apresentar soluções. Escute antes de agir;

    3 – Reforce a sua reputação através de sua história e de seus clientes atendidos, e não somente através de seus produtos ou serviços;

    4- Seja presença constante no dia-a-dia de seu cliente, através ações de comunicação de diversos portes, desde um telefonema para ver se estão satisfeitos com a qualidade, brindes de acordo com o perfil do profissional até mesmo eventos e publicidade. Quem é visto é sempre lembrado;

    5- Vença por suas atitudes. Seja sempre prestativo e dinâmico. Venha com soluções e não com enrolações;

    Obviamente, existem outros pontos que podem ser observados, pois se trata de um projeto de longo prazo. Mas, para começar e dar o primeiro passo, estes cinco que apontei são essenciais. Mãos à obra!

    Luiz Henrique Gagliardi, formado em publicidade e propaganda pela FAAP com MBA em Marketing pela Fundace/USP. Atua como sócio da AmittiBrasil| Gestão de Marcas, uma agência de branding (www.amittibrasil.com.br)

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  • Cachaça, um produto genuinamente brasileiro

    Imagem: http://epocanegocios.globo.com

    Em reunião com a presidente Dilma, Barack Obama afirmou que reconhecerá oficialmente a cachaça como produto genuinamente brasileiro. A medida  facilitará a  exportação do produto para o território americano e terá denominação de origem (certificação fiscal como produto exclusivo do Brasil) durante a venda nos pontos de vendas dos EUA. Entretanto, a gentileza é na verdade uma troca, afinal o Governo Brasileiro fará o mesmo com os uísques Bourbon e Tennesse.A medida facilita a emissão do mesmo referendo junto a Organização Mundial de Comércio – OMC e não deixa de ser uma grande articulação mercadológica executada pelo Governo, ao viabilizar mercados exclusivos para os produtores nacionais além do posicionamento do nome cachaça como tipicamente brasileiro.

    “Segundo o Ministério do Desenvolvimento, além de garantir que a cachaça se trata de uma bebida típica e exclusiva do Brasil, o reconhecimento vai permitir às empresas brasileiras venderem o destilado nos Estados Unidos apenas com o nome de cachaça”. Fonte: http://g1.globo.com

    O Brasil produz 1,5 bilhão de litros de cachaça  e as exportações somam US$ 17,2 milhões durante o ano passado. De janeiro a março deste ano, foram exportados US$ 3,2 milhões da bebida.

    Confira no vídeo abaixo como é a produção do destilado:

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