• Novas Arenas e Estádios impulsionam comercialização de maquetes

    Os investimentos nos Estádios de futebol de clubes tradicionais e a construção de novas ‘Arenas’ fomenta outros mercados que se aproveitam do embalo acima para gerar novos produtos e serviços. Um bom exemplo diz respeito ao desenvolvimento de produtos como MAQUETES que podem ser comercializados para público infantil, adolescentes e para adultos, como itens de coleção ou de adorno de residências. Os primeiros a licenciarem suas marcas para tais produtos foram os grandes clubes paulistas: Corínthians, Santos, São Paulo e Palmeiras.

    As maquetes em 3D estão a venda nas lojas da Livraria Cultura.

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  • Decreto regulamenta regras para o e-commerce no Brasil

    Desde o dia 14 de maio está em vigor o decreto 7.962 que regulamenta as atividades de e-commerce no país, inclusive as atividades concernentes à compras coletivas. Com isso, a atividade ganha parâmetros específicos para consolidação dos direitos e deveres dos envolvidos, tornando as relações mais claras, pelo menos sob a ótica legal. Evidente que, não basta apenas legislar, mas também há a necessidade de fiscalização e da participação da sociedade na construção de relações comerciais éticas, mediadas pelas tecnologias da informação.

    O que a lei impõe!

    Imagem / Fonte: http://www.diarioweb.com.br/

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  • Higiene e Cosméticos: a beleza em ascensão no mercado brasileiro

    Das 130 categorias de produtos, agrupadas em cinco cestas, o setor de Higiene e Beleza é a primeira em crescimento das vendas em volume em todos os formatos de loja que a Nielsen audita. Aliás, desde 1994, a cesta de Higiene e Beleza representa o segundo melhor desempenho. Mas, em 2012, a categoria superou todas as demais.

    Sendo assim, o diretor de atendimento ao varejo da Nielsen Brasil, Olegário Araújo, faz um balanço do setor. E aproveita ainda para apontar caminhos e tendências que podem guiar os empreendedores de farmácia a aumentem a rentabilidade.

    "O canal Farma está alinhado com dois importantes direcionadores do comportamento de compra dos consumidores: praticidade e sofisticação". Olegário Araújo

    Quais produtos de higiene e beleza obtiveram melhor desempenho em 2012?

    Levando em conta todos os formatos de varejo, as categorias com maior crescimento em vendas foram aparelho de barbear, fralda para incontinência, desodorante, protetor solar, lenço umedecido, shampoo, creme dental, desodorante, antisséptico bucal e absorvente íntimo.

    Como o canal Farma pode se diferenciar dos demais canais?

    O canal Farma está alinhado com dois importantes direcionadores do comportamento de compra dos consumidores: praticidade e sofisticação. Por isso, devem seguir três atributos fundamentais que cercam as pessoas:

    – Vida: a expectativa de vida dos brasileiros aumentou nos últimos anos. Em 1960, a expectativa de vida era em média de 48 anos. Em 2012 avançou para 73. Já temos no país pessoas que vivem mais de 100 anos.

    – Bem-estar: com maior expectativa de vida, viver com dignidade, de forma saudável, é essencial.

    – Autoestima: num passado recente, a maior parcela da população não tinha como se cuidar da devida forma. As condições financeiras atuais permitiram mudanças nesse cenário.

    Esse três pontos são essenciais para as farmácias levarem em consideração suas estratégias de crescimento. Ao juntar esses três pontos, com os dois direcionadores do consumo, que são praticidade e sofisticação, as farmácias manterão o seu diferencial competitivo.

    Como tem sido o comportamento dos consumidores de HPC (Higiene Pessoal e Cosmético) e como fidelizá-los?

    Hoje, o consumidor é mais informado e mais exigente, com mais opções de produtos e lojas. Retê-lo exige compreender sua missão de compra, oferecer soluções e estar presente em diferentes momentos de sua vida.

    O que se pode esperar do mercado de HPC em 2013?

    A cesta deve continuar a crescer. O desafio será atrair, reter e aumentar o tíquete médio desse consumidor cada vez mais exigente. As vendas podem crescer, mas o objetivo será manter os consumidores comprando no canal e manter a consistência na execução das estratégias.   Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • Classe D e E são alavancas do crescimento no nordeste

    Enquanto a classe média segue como ponteiro da economia e de muitas empresas pelo Brasil, por representar 43% do consumo, no Nordeste a bússola aponta para outra direção. Diferente do cenário nacional, nesta região as classes D e E são as alavancas do crescimento, representando 64% do consumo; e a classe C soma apenas 27%.

    Os dados acima fazem parte de uma análise especial apresentada no 3°Evento a Clientes Nielsen Nordeste 2012. O estudo observou também que o desenvolvimento está desviando a rota das metrópoles, que crescem 4%, e trafegando pelas pequenas cidades, que atingem 10%.

    Outro fator essencial a ressaltar é que os ganchos desse crescimento foram as categorias de acesso (categorias novas e em desenvolvimento, com baixa distribuição no varejo e penetração em domicílios; como barra de cereal, bombom, vinho), de acordo com o diretor comercial da Nielsen, Mário Ruggiero,

    “As vendas dessa categoria são mais numerosas na região quando comparada às categorias maduras (mais desenvolvidas e disseminadas entre os consumidores, como a margarina, o sabão em pó, papel higiênico). Entretanto, para as duas situações as classes D e E também exercem papel de destaque. Prova disso, é que 73% das categorias de acesso e 66% das categorias maduras são consumidas pelo nível socioeconômico baixo”.

    Ruggiero pontua ainda que esse crescimento no Nordeste pode continuar de forma lenta, mas que já é destaque se comparado ao restante do país. “Isso tudo ocorre de forma moderada, mas em ritmo superior se comparado às demais regiões e o nível socioeconômico baixo exerce papel chave neste cenário”.

    Para os que vão se guiar em direção desse desenvolvimento econômico regional, há pontos que ainda podem ser explorados. “O crescimento da região depende da criação de valor por inovações e da busca de um posicionamento de preço adequado”, finaliza o diretor.
    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • A importância dos produtos: exemplo do absorvente feminino

    Não há como negar que o desenvolvimento industrial e tecnológico concede ao ser humano um número ímpar de vantagens e melhorias na vida cotidiana. Os produtos possuem, além de conhecida importância econômica na distribuição das riquezas e no crescimento dos países, o objetivo de proporcionar conforto, higiene, melhorias na expectativa de vida e na saúde, facilitar a comunicação, locomoção e muitos outros para os quais os produtos são criados.

    As invenções, por sua vez, para terem sucessos, “atacam” diretamente problemas, ou seja, os produtos concebidos tem como elemento fundamental a “função de uso”, ou seja, trocando em miúdos, é o “para que serve o produto”, que, necessariamente, está relacionado a um problema conhecido ou desejo específico.

    Um bom exemplo é o absorvente feminino descartável. “Em 1894 na Alemanha, surge o primeiro absorvente descartável, o Hartmann’s, uma bandagem vendida em caixa com seis unidades. Anos depois, o produto chega à Inglaterra e aos Estados Unidos” (Fonte: Mundo Estranho). O Modess, desenvolvido entre as décadas de 20 e 30 nos EUA e lançado no Brasil no ano de 1934 pela Johnson & Johnson, substituiu as terríveis toalhinhas (faixas de tecido poroso dobradas em três partes) que eram utilizadas e lavadas posteriormente, para novo uso. Além de não-higiênicas, eram volumosas e desconfortáveis pois com as sucessivas lavagens o tecido ficava áspero, e também causavam o risco de desenvolvimento de fungos e bactérias. Ainda na década de 30 foram desenvolvidos os primeiros absorventes internos, e no Brasil, o primeiro do gêner a ser produzido e comercializado foi o O.B, na década de 70. Por sinal, o nome O.B. “vem de ohne binde, expressão alemã que significa algo como “sem toalha””. (Mundo Estranho).

    E a Johnson & Johnson estava mesmo na vanguardam, já naquela época. Motivado pelo pouco uso dos absorventes, até a década de 50 – provavelmente causada pela resistência das mulheres brasileiras em aderir as inovações – a empresa criou uma consultora e “conselheira feminina”: Anita Galvão. A “personagem” tirava dúvidas das mulheres sobre o uso do produto através de interação por correspondência, também participava de eventos e campanhas publicitárias da marca e proferia palestras sobre os assuntos relacionados a menstruação e uso do Modess e distribuia cartilhas/livretos sobre o tema. Moderno né? Enquanto muitas empresas atuais não conseguem utilizar recursos das redes sociais, a J&J criou um belo relacionamento entre marca e usuárias, que permaneceu durante uma década.

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