• Redes sociais mais utilizadas nos Estados Unidos em novembro de 2017

    O Facebook foi disparado a rede social mais utilizada nos Estados Unidos, em recente levantamento realizado durante o mês de novembro.

    Até ai, nenhuma novidade não é mesmo? Mas o que estes dados podem mostrar para nós?

    Primeiro, que a publicidade digital ainda deve estar concentrada nas gigantes Facebook e Google. Segundo, o Pinterest possui uma ótima representatividade de quantidade de visitantes únicos e, convenhamos, é uma rede social bem atrativa visualmente.

    Terceiro, aparecem na lista redes que ainda não são usadas por aqui, tais como LINE e Kik, que são alternativas em relação aos whatsapp.

    Gostou? E quais outras análises você acrescentaria?

    #redessociais #mídiasocial #mkt #marketingdigital

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  • Saiba como utilizar as hashtags para aumentar sua influência e conversão

    Pra quem não sabe, o uso da hashtag possibilita o aumento do alcance das buscas nos algoritmos das redes sociais. Desta forma, seja você o gestor de mídia social de uma (ou várias) marca (s) ou simplesmente se deseja aumentar a força de suas publicações, uma dica é utilizar hashtags com palavras-chave e de acordo com o conteúdo de sua postagens .

    Preferencialmente, existem algumas hashtags tradicionais e listadas abaixo que possuem um alto índice de uso e busca, proporcionando um aumento de visualizações em curto espaço de tempo.

    #follow
    #like
    #hashtag
    #like4like
    #me
    #instagrammers
    #instafollow
    Etc.

    Entretanto, é preciso considerar que as hashtags citadas acima tem a desvantagem de não proporcionar a conquista de público segmentado.

    🔥 Ah, lembre-se sempre de que as palavras-chave usadas devem ser precedidas do símbolo # do lado esquerdo e de preferência palavras curtas🔥.

    Ainda, você sabia que é possível seguir pessoas a partir das hashtags, no @instagram? Sim, é perfeitamente possível. Quem quiser aprender como fazer, deixe um comentário abaixo 😊.

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  • 10 profissões promissoras para 2018

    Novamente um ciclo anual está chegando ao fim e, com ele, renascem esperanças de um novo ciclo mais positivo para nosso país. Dentre as várias previsões e apostas que tenho visto publicadas em diversas mídias por estes dias, me chamou a atenção uma matéria veiculada no portal de Economia/Uol, sobre as profissões que deverão estar em alta no ano de 2018. Acerca das indicações na reportagem, cabe salientar o fato interessante de que, das profissões citadas, a maioria diz respeito e envolve competências relacionadas com tecnologia, negócios e marketing.

    Bem, vamos à lista:

    1. Desenvolvedor de jogos eletrônicos;
    2. Desenvolvedor web;
    3. Especialista em marketing digital;
    4. Infografista;
    5. Controller;
    6. Diretor comercial;
    7. Gestor de supply chain;
    8. Analista de dados;
    9. Especialista em e-commerce;
    10. Gerontólogo.

    Segue o link da matéria para mais informações.

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  • Papai Noel e o Marketing

    Entre um ano e outro, vários acontecimentos formam a nossa existência. O ser humano, carente de novos heróis, necessita de apoios externos que justifiquem suas escolhas. Todo ser humano é provido de uma enorme base de necessidades individuais e coletivas, que se transformam em alicerce para a construção das relações interpessoais e intrapessoal. Quando não temos, queremos. O “ter” entremeia as percepções humanas sobre o mundo em que vive e o cerca.

    Inimaginável conceber a vida atual sem a existência da relação do ser humano com o consumo. O consumo move a economia mundial e sustenta as bases sociais para o crescimento conjunto. O ser humano tem uma relação muito direta com a experiência consumista, sem o caráter pejorativo que ora a palavra carrega.

    Os indivíduos possuem comportamentos distintos, mas têm, na relação da necessidade de consumo, semelhanças importantes. O ato do consumo é justificado pelos significados que damos aos produtos em nossas vidas. Sentimos desejos e manifestamo-os nas emoções, nos gestos e nas coisas que nos cercam. De acordo com Gade (1998), o ser humano tem necessidade de se manifestar aos pares, mediante a posse de produtos.

    Somos frutos de nossas escolhas e do que consumimos, influenciados pela sociedade e pelos estímulos externos e internos, além de interesses econômicos coletivos e individuais.

    Reforça esse entendimento o raciocínio de Slater (2002), no qual “a cultura do consumo é um meio privilegiado para negociar a identidade e o status numa sociedade pós-tradicional”. Em outras palavras, o consumo produz identidade, sentido e sociabilidade, paralelamente à satisfação das necessidades (Warnier, 2003).

    Entre tantos representantes da relação humana com o consumo, destacamos, em todo final de ano, a figura do “bom velhinho”, que reforça modelos inconscientes de relações que necessitam do consumo. Simbologia paterna, carismática, bondosa por natureza e que não mede esforço para presentear o familiar querido, o amigo distante e a criança praticante dos preceitos do bem. Segundo Miranda (2007), Papai Noel tem berço na Turquia, em 280 a.C, inspirada em um Bispo católico chamado São Nicolau. A indumentária na cor vermelha e branca surgiu em uma campanha publicitária, realizada por uma companhia americana (EUA) de refrigerantes (leia-se Coca-Cola). Hoje, esta significante “entidade” inspira multidões. O “ter” é anualmente evocado e reforça-se no ritmo econômico que embalam os períodos natalinos. O homem fica submetido a suas necessidades e a aspiração pelo consumo rege os grupos sociais primários, no tocante às trocas, entre esforços, produtos ou serviços.

    O Marketing, enquanto Ciência Social Aplicada, estuda o homem e seu comportamento na sociedade em que vive e suas relações de troca. Esta análise, se realizada de forma consistente e responsável, permite ao próprio homem desenvolver uma sociedade mais justa e vantajosa, baseada no consumo sustentável e coerente.

    A dinâmica capitalista define-se através do poder de compra. Este transforma-se em bens de consumo que, por sua vez, novamente gera o trabalho. Como afirma MARX ( 1996, p. 169 ), “O valor de uma mercadoria está para o valor de cada uma das outras mercadorias assim como o tempo de trabalho necessário para a produção de uma está para o tempo de trabalho necessário para a produção de outra”, e o possuidor do dinheiro torna-se, eminentemente, capitalista. De pouco vale o poder de compra acumulado (a poupança), como bem o ensinou Keynes, se não investido diretamente ou capitalizado para a geração de riqueza. Assim, o comércio estimula o consumo, criando, significando e ressignificando, retroagindo no ser humano como elemento semiótico, travestido de objetos, produtos, formas, desejos e até mesmo Papai Noel que, no período em voga, alimenta metaforicamente o sonho (in)consciente do consumo, estudado pelo marketing, dentro das relações de troca, como elemento comportamental e econômico de toda a sociedade.

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  • Interpretação de texto nos dias atuais

    Uma das premissas da boa comunicação é a adequação da linguagem e mídia conforme o entendimento do receptor. O modelo comunicativo de Lasswell (1902–1978) está justamente amparado pelas respostas às questões: “quem”, “diz o que”, “através de que canal”, “com que efeito?”.

    Entretanto, por se tratar de elemento vivo do contexto do comportamento humano, por vezes acontecem ruídos no entendimento da mensagem e, por sua vez, falhas de comunicação.

    Muito discutido atualmente, principalmente acerca do comportamento imediatista e pragmático da geração millennials, observa-se em alguns casos uma dificuldade de interpretação de texto e compreensão de conteúdo.

    E aí, qual sua opinião sobre isso?

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