• Papai Noel e o Marketing

    Entre um ano e outro, vários acontecimentos formam a nossa existência. O ser humano, carente de novos heróis, necessita de apoios externos que justifiquem suas escolhas. Todo ser humano é provido de uma enorme base de necessidades individuais e coletivas, que se transformam em alicerce para a construção das relações interpessoais e intrapessoal. Quando não temos, queremos. O “ter” entremeia as percepções humanas sobre o mundo em que vive e o cerca.

    Inimaginável conceber a vida atual sem a existência da relação do ser humano com o consumo. O consumo move a economia mundial e sustenta as bases sociais para o crescimento conjunto. O ser humano tem uma relação muito direta com a experiência consumista, sem o caráter pejorativo que ora a palavra carrega.

    Os indivíduos possuem comportamentos distintos, mas têm, na relação da necessidade de consumo, semelhanças importantes. O ato do consumo é justificado pelos significados que damos aos produtos em nossas vidas. Sentimos desejos e manifestamo-os nas emoções, nos gestos e nas coisas que nos cercam. De acordo com Gade (1998), o ser humano tem necessidade de se manifestar aos pares, mediante a posse de produtos.

    Somos frutos de nossas escolhas e do que consumimos, influenciados pela sociedade e pelos estímulos externos e internos, além de interesses econômicos coletivos e individuais.

    Reforça esse entendimento o raciocínio de Slater (2002), no qual “a cultura do consumo é um meio privilegiado para negociar a identidade e o status numa sociedade pós-tradicional”. Em outras palavras, o consumo produz identidade, sentido e sociabilidade, paralelamente à satisfação das necessidades (Warnier, 2003).

    Entre tantos representantes da relação humana com o consumo, destacamos, em todo final de ano, a figura do “bom velhinho”, que reforça modelos inconscientes de relações que necessitam do consumo. Simbologia paterna, carismática, bondosa por natureza e que não mede esforço para presentear o familiar querido, o amigo distante e a criança praticante dos preceitos do bem. Segundo Miranda (2007), Papai Noel tem berço na Turquia, em 280 a.C, inspirada em um Bispo católico chamado São Nicolau. A indumentária na cor vermelha e branca surgiu em uma campanha publicitária, realizada por uma companhia americana (EUA) de refrigerantes (leia-se Coca-Cola). Hoje, esta significante “entidade” inspira multidões. O “ter” é anualmente evocado e reforça-se no ritmo econômico que embalam os períodos natalinos. O homem fica submetido a suas necessidades e a aspiração pelo consumo rege os grupos sociais primários, no tocante às trocas, entre esforços, produtos ou serviços.

    O Marketing, enquanto Ciência Social Aplicada, estuda o homem e seu comportamento na sociedade em que vive e suas relações de troca. Esta análise, se realizada de forma consistente e responsável, permite ao próprio homem desenvolver uma sociedade mais justa e vantajosa, baseada no consumo sustentável e coerente.

    A dinâmica capitalista define-se através do poder de compra. Este transforma-se em bens de consumo que, por sua vez, novamente gera o trabalho. Como afirma MARX ( 1996, p. 169 ), “O valor de uma mercadoria está para o valor de cada uma das outras mercadorias assim como o tempo de trabalho necessário para a produção de uma está para o tempo de trabalho necessário para a produção de outra”, e o possuidor do dinheiro torna-se, eminentemente, capitalista. De pouco vale o poder de compra acumulado (a poupança), como bem o ensinou Keynes, se não investido diretamente ou capitalizado para a geração de riqueza. Assim, o comércio estimula o consumo, criando, significando e ressignificando, retroagindo no ser humano como elemento semiótico, travestido de objetos, produtos, formas, desejos e até mesmo Papai Noel que, no período em voga, alimenta metaforicamente o sonho (in)consciente do consumo, estudado pelo marketing, dentro das relações de troca, como elemento comportamental e econômico de toda a sociedade.

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  • Interpretação de texto nos dias atuais

    Uma das premissas da boa comunicação é a adequação da linguagem e mídia conforme o entendimento do receptor. O modelo comunicativo de Lasswell (1902–1978) está justamente amparado pelas respostas às questões: “quem”, “diz o que”, “através de que canal”, “com que efeito?”.

    Entretanto, por se tratar de elemento vivo do contexto do comportamento humano, por vezes acontecem ruídos no entendimento da mensagem e, por sua vez, falhas de comunicação.

    Muito discutido atualmente, principalmente acerca do comportamento imediatista e pragmático da geração millennials, observa-se em alguns casos uma dificuldade de interpretação de texto e compreensão de conteúdo.

    E aí, qual sua opinião sobre isso?

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  • 10 atitudes extraordinárias para 2018

    2018 está quase chegando e você já parou para pensar em como pode se tornar um profissional ainda melhor? Independente da sua capacidade técnica ou intelectual, que também pode ser aprimorada, listei 10 atitudes que farão de você um profissional ainda mais bem visto pelo mercado de trabalho. Vamos lá?!

    1. Assuma responsabilidades: quem não assume responsabilidades não é lembrado e nunca será visto como alguém confiável. Por isso, assuma responsabilidades, e as cumpra, claro!
    2. Seja esforçado: sabe aquela pessoa preguiçosa e relaxada? Não seja uma delas. O esforço é um dos pressupostos para as conquistas.
    3. Pontualidade: infelizmente em nosso país muitas pessoas tem o péssimo hábito da falta de pontualidade e essa atitude negativa é mal vista em vários países como um péssimo comportamento do brasileiro. Você não vai querer ser lembrado por um comportamento inadequado, não é mesmo? Seja pontual, e quando não for possível, avise com certa antecedência.
    4. Ética: a ética é assunto importante dentro de nossas vidas. Está relacionado com os valores morais e legais, ou seja, em fazer as coisas que sejam certas baseadas em um rol de crenças e também de acordo com a legislação. Procure sempre manter-se dentro da lei, até mesmo nos pequenos detalhes do dia a dia, evitando atos que caracterizam as pequenas corrupções diárias. Seja íntegro e ético 100%.
    5. Busque aprendizado: impossível ser o “sabichão” em tudo. Aprender também pode ser um exercício diário e prazeroso, e até existem pessoas que tem seus objetivos de vida baseados: aprender. Digo que o aprendizado mantém o cérebro ativo e a alma jovem.
    6. Fazer além do solicitado: entregar o “algo a mais” pode ser o diferencial que falta para você se tornar um profissional mais reconhecido. Surpreenda positivamente as pessoas!
    7. Ame: conforme o filósofo Platão, amor (Eros) é o desejo por aquilo que ainda não temos, ou seja, para Platão, o amor é a renovação do desejo, da falta de algo. No mundo corporativo seria a meta nova, os novos objetivos, etc.
    8. Seja proativo: a proatividade é a capacidade que temos de resolver problemas ou conflitos, antecipando a solução.
    9. Entusiasmo: qual o seu nível de entusiasmo com seus projeto hoje? Pense verdadeiramente e seja honesto sobre o quão entusiasmado está. A palavra, de origem grega (enthousiasmos), significa ter uma inspiração ou um “Deus dentro de si” que impulsiona suas ações.
    10. E por fim, aceite crítica e feedback: esta atitude está relacionada com a humildade e capacidade de ouvir e reconhecer os erros. Aceitar que temos limitações e que as críticas são formas de melhoria contínua é um exercício de humildade diário. Líderes servidores dão feedback e aceitam feedback. Pense nisso!

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  • Efetividade do Marketing de Conteúdo

    E aí, sua empresa já começou a desenvolver estratégias baseadas no marketing de conteúdo? Ainda não? Pois saiba que, de acordo com publicação do contentmart.com, o Marketing de Conteúdo apresenta uma efetividade 3 vezes maior na geração de leads comparado ao marketing e publicidade tradicional (outbound). Ainda, aumenta em média 70% os relacionamentos duradouros entre marcas e pessoas.

    O fato é que o Marketing de Conteúdo ger maior permanência do consumidor nas suas redes, pois a partir da definição correta das personas, é possível entregar conteúdo adequado e útil ao seu público, sem ficar a todo instante realizando mensagens publicitárias.

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  • O que fazer em 2018?

    O ano de 2017 está chegando ao fim e, com ele, muitos planos e ações que tinham sido planejados em 2016. Já parou para refletir como foi os seus 365 dias ou boa parte deles? E sobre seus objetivos, qual porcentagem do mesmo foi alcançado ou alterado ao longo do caminho?

    Bem, mais importante que as estatísticas em si e, ainda que que tenhamos nos esquecido de refletir acerca dos planos que fizemos e do índice de realização (bem formal isso né?! rsrs), sempre temos tempo para implementar mudanças e alcançar novos objetivos de vida, afinal, a vida não é algo estática! Aprofundando o raciocínio, penso que a vida seja justamente isso, buscar realizarmos o que queremos, transformar ou, como menciona o dicionário: “propriedade que caracteriza os organismos cuja existência evolui do nascimento até a morte”.

    Vamos fazer o seguinte então: escolha pelo menos um dos itens indicados na imagem abaixo e aplique-o em 2018. Combinado?!

    “Desafie-se um pouco mais a cada dia. O nome disso é SUPERAÇÃO!!

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