• Mestrado profissional é boa alternativa para alavancar carreira

    Cada vez mais o mercado de trabalho exige aperfeiçoamento constante dos profissionais. Além dos cursos de curta duração, que colaboram para as aptidões e habilidades operacionais, os cursos de pós-graduação são boas opções para melhoria do nível de conhecimento para a tomada de decisões e, de fato, para a melhoria da faixa salarial.

    Escolher um curso de qualidade em instituição de ensino conceituada é fator determinante para o sucesso profissional e, atualmente, há boas opções nos chamados Mestrados Profissionais. “Mestrado Profissional” é a designação do Mestrado que enfatiza estudos e técnicas diretamente voltadas ao desempenho de um alto nível de qualificação profissional.

    Se você quer realmente aprimorar-se, o Insper Instituto de Ensino e Pesquisa possui uma uma opção na área de administração aplicada que é o Mestrado em Administração.

    O curso forma profissionais com alta capacidade analítica para atuarem como principais agentes de mudança nas organizações. Para isso conta com um corpo docente altamente qualificado formado por 59% de professores com Ph.D. e 41% com doutorado; pragmatismo, rigor acadêmico e grade de disciplinas sempre atualizada. É um desafio intelectual!

    Prazo para captar candidatos: 18/06 . Início das aulas: 30/07 – Terças e Quintas das 19h30 às 22h30, havendo sextas e sábados para reposições e oficinas. Mais Informações: http://www.insper.edu.br/pos-graduacao/mestrado/administracao/

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  • O que podemos aprender com a seleção feminina de voley do Brasil

    Imagem: IVAN ALVARADO/REUTERS. Fonte: www.estadão.com.br

    Era final do primeiro set – 25 a 11 para os Estados Unidos -, e provavelmente boa parte dos brasileiros imaginavam que a seleção feminina de voley sucumbiria diante do atual predomínio da seleção americana nos campeonatos disputados nos últimos dois anos e da derrota no set inicial. A incrível diferença imposta no placar – fato muito difícil na modalidade – era de deixar em estado catatônico até mesmo os profissionais mais experientes, devido a ineficácia da defesa e ataques da seleção brasileira e visível superioridade do adversário.  Entretanto, o que assistimos daí em diante foi uma aula, fruto de uma virada histórica e arrasadora protagonizada pelas comandadas do técnico José Roberto Guimarães. Os sets seguintes compuseram um enredo de “massacre” muito parecido com o primeiro, porém com resultado favorável ao selecionado verde e amarelo.

    A reviravolta da equipe brasileira, que quase ficou de fora das fases finais devido a uma campanha muito irregular na primeira etapa da competição, teve como destaque a união do grupo e a superação para correção dos erros de percurso. Vários elementos podem ter sido desencadeadores da motivação para a arrancada espetacular: as duras e as vezes injustas críticas de parcela da população e de parte da imprensa;  o desejo de superar seus próprios limites; o sonho do bicampeonato olímpico; dentre outros. Todavia, qualquer tipo de análise pode ser mera conjectura devido ao fator circunstacialidade, característica comum nos esportes.

    Mas, será que é possível fazer uma analogia do desempenho de ouro da seleção feminina de voley do Brasil, com o mundo dos negócios? A resposta é positiva. As empresas, marcas e produtos também possuem trajetórias que são marcadas por reviravoltas e histórias de derrotas e vitórias. Exemplos não faltam, afinal, empresas como Coca-Cola, Apple, IBM, Havaianas, entre outras, já foram marcadas por situações de fracassos e posterior volta por cima e, assim como a campanha de ouro olímpica, nos ensinam que:

    • Ter e manter um foco. O objetivo nos negócios é elemento primordial e que deve ser compartilhado entre todos os membros da equipe. Todos devem privilegiar os objetivos coletivos em detrimento de coletivos individuais, ou seja, é necessária uma união verdadeira e dedicada em torno do que deve ser alcançado. O objetivo é um norte que direciona as ações empresariais;
    • Posicionamento. As empresas devem utilizar estratégias de tal modo que o mercado perceba o diferencial da mesma como um posicionamento único. A Coca-Cola assim o fez quando o famoso xarope foi gaseificado e se tornou um refresco, posicionada como  uma bebida agradável para consumo corriqueiro;
    • Opções para a mudança. Assim como em uma equipe esportiva coletiva, as empresas devem ter opções para alterações e mudanças estratégicas. Se alguma coisa não vai bem, deve-se ter consciência e humildade para assumir erros;
    • Comando e visão. Sem um líder que saiba enxergar “fora da caixa” fica difícil solucionar os erros. A maior parte das informações cruciais vem de fora da empresa e há que se ter visão coerente dos pontos fracos e fortes da sua empresa.
    • Vontade de vencer. Determinação e atitude empreendedora são potencialidades para a vitória. Steve Jobs sempre foi um visionário com uma atitude empreendedora muito disciplinada e austera, somadas a uma grande vontade de vencer.

    Elcio Fernando Del Prete Miquelino. Bacharel em Comunicação Social, Publicitário (MTB 04773), Especialista em Marketing e MBA em Marketing. Consultor em Marketing, docente da Unilins – Centro Universitário de Lins, Sócio-Proprietário do Itam – Instituto de Treinamento e Assessoria em Marketing Ltda e autor do blog avemarketing (www.avemarketing.com.br)

     

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  • O investidor brasileiro

    Por @nielsenbr. “Conservadores e desconfiados”. Essas são as palavras que definem o perfil do investidor brasileiro, segundo um estudo global da Nielsen chamado “Atitudes de Investimento”. Um dos dados que comprova esse comportamento é o fato de apenas 16% da população do país confiar em informações concedidas por conselheiros financeiros.

    Globalmente, a confiança em especialistas financeiros é de 20%. Ela é vencida pela autoconfiança, que ao redor do mundo é de 49%. Depois disso, há a confiança em amigos e familiares e, nesse aspecto, a América Latina (com um índice de 21%) é a região que mais confia em pessoas próximas para saber o que fazer com o dinheiro.

    De toda a América Latina, o Brasil é o país que mais investe. No total, 13% dos latino-americanos afirmam investir, já no Brasil esse número sobe para 16%. “O país está à frente da região em virtude dos bons resultados econômicos atingidos nos últimos cinco anos”, justifica Claudio Czarnobai, analista de mercado da Nielsen Brasil.

    Porém, o investimento do brasileiro ainda fica muito concentrado na cartilha do banco, sem grande diversificação. De toda a população nacional, 42% respondem que guardam o dinheiro em fundos de investimento e 27% investem em ações.

    O cenário apresenta uma oportunidade para a atividade econômica ser repensada. Com base, especialmente, nos baixos índices de confiança em conselheiros financeiros e na falta de hábito em investir em outros meios, além dos mais tradicionais (como moeda estrangeira, por exemplo), o setor deve batalhar para conquistar a confiança do consumidor.

    De acordo com Czarnobai, a abordagem dos conselheiros não deve ser invasiva, pois pode deixar o assessorado desconfortável. “Ou ainda, o cliente pode pensar que o conselheiro financeiro vai indicar para ele não o melhor investimento, mas aquele que lhe dará o maior bônus”, completa. Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • O que é o fluxo de caixa?

    Administrar corretamente o fluxo de caixa é uma das rotinas administrativas mais importantes no dia a dia de uma empresa. Uma boa gestão financeira só é eficaz se o empresário ou empreendedor utilizar corretamente as ferramentas apropriadas e de maneira acertada. Uma destas ferramentas é o Fluxo de Caixa.  O fluxo de caixa é um controle que auxilia e organiza a movimentação financeira de modo a prever as entradas e saídas (pagamentos) de dinheiro,  para um melhor planejamento das sobras ou faltas de caixa.  Em resumo, o fluxo de caixa é um relatório que indica as entradas e saídas de dinheiro da empresa. Para melhor executá-lo, utilize uma planilha (pode ser informatizada – ou seja, dentro do sistema da empresa – ou criada em editores de planilhas) e atualize-e diariamente, extraindo da mesma informações para as tomadas de decisões futuras, tais com a capacidade para constrair dívidas a partir da projeção de pagamentos e recebimentos.

    No link abaixo, segue uma planilha feita no programa Excel, para que você exercite e administre seu fluxo de caixa.
    fluxo_caixa_modelo_branco

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  • 10 erros comuns no varejo brasileiro

    O varejo – a palavra varejo deriva da palavra francesa retailler que significa cortar um pedaço em pequenas quantidades – é um segmento econômico relacionado aos serviços e possui importância fundamental e com participação crescente no PIB brasileiro. Só como efeito de comparação “o comércio varejista da região metropolitana de São Paulo teve faturamento nominal de R$ 11,9 bilhões em fevereiro, segundo pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)” Fonte: G1. Ainda, toda a atividade do comércio varejista no país cresceu 7,6% no primeiro semestre, número bem superior a taxa de crescimento do PIB no período.

    Apesar dos números positivos e largo potencial para crescimento, o varejo brasileiro tem como característica uma grande quantidade de pequenos negócios e, em muitos casos, geridos por famílias (empresas familiares) e com objetivo único de sobrevivência. Esses gestores apresentam uma carência de conhecimentos específicos em técnicas de gestão e administração que, se bem aplicados, poderiam aumentar o tempo de vida e evitar a morte prematura de inúmeros negócios.

    O profissionalismo e a busca pela excelência devem ser alvo constante do varejo brasileiro, afinal os serviços se caracterizam pela proximidade nas relações cliente/consumidor-empresa e na avaliação imediata da satisfação. Conhecer os pontos fracos e estabelecer técnicas para minimizá-las é uma das formas para que o varejo aperfeiçoe seus processos diários, de forma a aumentar os ganhos de médio e longo prazo, aproveitando o potencial de crescimento do setor.

    Muitos dos pontos fracos repetem-se em boa parte das empresas varejistas em geral, os quais listo abaixo (10 erros comuns no varejo brasileiro).

    1. Não elaborar um Plano de Negócios;
    Item obrigatório antes de iniciar qualquer negócio, o Plano de Negócios é o estudo prévio do potencial de mercado e descritivo de todos os recursos necessários e influenciativos na abertura da empresa. Nele devem ser traçadas as estratégias, custos e as previsões de retorno do investimento.

    2. Deixar de estabelecer diferencial ou posicionamento exclusivo;
    Eu sempre digo que muitos dos negócios brasileiros são “mais do mesmo”, ou seja, não possuem um diferencial ou posicionamento único que o diferencie dos concorrentes. As empresas varejistas repetem táticas e se limitam a copiar o que os outros fazem e, assim, deixam de ter uma fonte de referencial estratégico para fidelização da marca.

     3. Não treinar o staff de atendimento;
    Cada empresa tem seu DNA, seu ‘modo operandis‘ e, a forma pela qual ela deve relacionar-se com os clientes. Infelizmente a maioria das pequenas empresas não se preocupa em treinar os novos funcionários, deixando a relação estratégica cliente/consumidor – empresa a mercê do empirismo dos funcionários que, apesar de muitos possuírem boas  intenções, desconhecem técnicas de atendimento e os diferenciais do próprio negócio que estão a trabalhar.

    4. Desconhecer o perfil exato do seu consumidor ou segmento de mercado;
    Pode parecer estranho, mas infelizmente muitos empresários desconhecem e não monitoram informações sobre seus clientes. Os bancos de dados, quando existente, servem apenas para cumprir funções operacionais, como emissão de NF, e não geram decisões inteligentes relacionadas a produtos, serviços e demais oportunidades de marketing.

    5. Não estabelecer estratégias de relacionamento e fidelização de clientes;
    Impulsionado pelos erros anteriores, a falta de estratégias de relacionamento e fidelização de clientes torna-se situação perene. O varejo permanece de foma passiva, a espera dos clientes/consumidores adentrarem em seus estabelecimentos.

    6. Não possuir uma correta administração financeira;
    Fluxo de caixa, organização de contas a pagar e a receber, minimizar riscos de inadimplência, negociar taxas de juros, calcular retornos sobre o investimento ou payback, entre outros, são itens fundamentais na gestão financeira de um negócio. Muitos empresários desconhecem como executar as técnicas de administração financeira e orçamentária em um negócio e muitas vezes “sangram” a empresa, por inexperiência própria.

    7. Deixar de expor produtos nas gôndolas conforme a árvore de decisão;
    Expor produtos em gôndolas exige técnicas apropriadas. Uma delas é o conhecimento da árvore de decisão, ou seja, como o cliente/consumidor faz a escolha/decisão do produto, em cada categoria.  Exemplo: chocolates são escolhidos pela ordem formato ->marca ->sabor ->preço.

    8. Não possuir plano para minimizar as rupturas;
    A falta de produtos nas prateleiras (ruptura) acarretam perdas no faturamento e lucratividade da empresa. Descuido comum em supermercados, dados médios afirmam que 8% do faturamento é perdido nos espaços vazios das gôndolas.

    9. Negligenciar práticas de marketing corretas;
    Imprenscindível em qualquer tipo de organização, o conhecimento das técnicas de marketing possibilita decisões assertivas para melhorias dos resultados. Infelizmente a maioria dos empresários ainda tem a errônea ideia de que marketing é amesma coisa que propaganda.

    10. Não gerir o estoque a partir da curva ABC;
    A curva ABC é um método matemático para gerenciamento de informações sobre produtos com mais ou menos giro no estoque. Com ele é possível determinar valores para estoque mínimo, máximo, de segurança e de ciclo, dentre outras decisões gerenciais.

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