• Menos de 20% da população poupa alguma coisa

    Desde muito cedo sempre tive o hábito de poupar, incentivado pelo meu pai. Esse comportamento me ajudou a financiar minha faculdade durante um período e até mesmo a trazer uma certa tranquilidade caso fosse demitido, não me tornando escravo do emprego.

    Eu sei que não é fácil, mas, mesmo ao receber um salário não tão alto, tente guardar e aplicar pelo menos 10% do valor mensalmente, apesar que o ideal seria 30%. .

    Infelizmente em torno de 80% dos brasileiros gastam tudo que ganham e ainda acumulam dívidas futuras ou pagam juros exorbitantes. Se você está dentro destes 80%, mude, mas mude já!

    Reorganize sua vida financeira de modo a não gastar mais do que ganha e com objetivo de poupar uma parte do salário.

    Se você não pode aumentar as receitas, corte os gastos!

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  • Papai Noel e o Marketing

    Entre um ano e outro, vários acontecimentos formam a nossa existência. O ser humano, carente de novos heróis, necessita de apoios externos que justifiquem suas escolhas. Todo ser humano é provido de uma enorme base de necessidades individuais e coletivas, que se transformam em alicerce para a construção das relações interpessoais e intrapessoal. Quando não temos, queremos. O “ter” entremeia as percepções humanas sobre o mundo em que vive e o cerca.

    Inimaginável conceber a vida atual sem a existência da relação do ser humano com o consumo. O consumo move a economia mundial e sustenta as bases sociais para o crescimento conjunto. O ser humano tem uma relação muito direta com a experiência consumista, sem o caráter pejorativo que ora a palavra carrega.

    Os indivíduos possuem comportamentos distintos, mas têm, na relação da necessidade de consumo, semelhanças importantes. O ato do consumo é justificado pelos significados que damos aos produtos em nossas vidas. Sentimos desejos e manifestamo-os nas emoções, nos gestos e nas coisas que nos cercam. De acordo com Gade (1998), o ser humano tem necessidade de se manifestar aos pares, mediante a posse de produtos.

    Somos frutos de nossas escolhas e do que consumimos, influenciados pela sociedade e pelos estímulos externos e internos, além de interesses econômicos coletivos e individuais.

    Reforça esse entendimento o raciocínio de Slater (2002), no qual “a cultura do consumo é um meio privilegiado para negociar a identidade e o status numa sociedade pós-tradicional”. Em outras palavras, o consumo produz identidade, sentido e sociabilidade, paralelamente à satisfação das necessidades (Warnier, 2003).

    Entre tantos representantes da relação humana com o consumo, destacamos, em todo final de ano, a figura do “bom velhinho”, que reforça modelos inconscientes de relações que necessitam do consumo. Simbologia paterna, carismática, bondosa por natureza e que não mede esforço para presentear o familiar querido, o amigo distante e a criança praticante dos preceitos do bem. Segundo Miranda (2007), Papai Noel tem berço na Turquia, em 280 a.C, inspirada em um Bispo católico chamado São Nicolau. A indumentária na cor vermelha e branca surgiu em uma campanha publicitária, realizada por uma companhia americana (EUA) de refrigerantes (leia-se Coca-Cola). Hoje, esta significante “entidade” inspira multidões. O “ter” é anualmente evocado e reforça-se no ritmo econômico que embalam os períodos natalinos. O homem fica submetido a suas necessidades e a aspiração pelo consumo rege os grupos sociais primários, no tocante às trocas, entre esforços, produtos ou serviços.

    O Marketing, enquanto Ciência Social Aplicada, estuda o homem e seu comportamento na sociedade em que vive e suas relações de troca. Esta análise, se realizada de forma consistente e responsável, permite ao próprio homem desenvolver uma sociedade mais justa e vantajosa, baseada no consumo sustentável e coerente.

    A dinâmica capitalista define-se através do poder de compra. Este transforma-se em bens de consumo que, por sua vez, novamente gera o trabalho. Como afirma MARX ( 1996, p. 169 ), “O valor de uma mercadoria está para o valor de cada uma das outras mercadorias assim como o tempo de trabalho necessário para a produção de uma está para o tempo de trabalho necessário para a produção de outra”, e o possuidor do dinheiro torna-se, eminentemente, capitalista. De pouco vale o poder de compra acumulado (a poupança), como bem o ensinou Keynes, se não investido diretamente ou capitalizado para a geração de riqueza. Assim, o comércio estimula o consumo, criando, significando e ressignificando, retroagindo no ser humano como elemento semiótico, travestido de objetos, produtos, formas, desejos e até mesmo Papai Noel que, no período em voga, alimenta metaforicamente o sonho (in)consciente do consumo, estudado pelo marketing, dentro das relações de troca, como elemento comportamental e econômico de toda a sociedade.

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  • 5 lições sobre liderança que podemos absorver com Fábio Carille, técnico do Corínthians

    5 lições sobre liderança que podemos absorver com Fábio Carille, técnico do Corínthians.

    O clube de Itaquera acabou de consagrar-se heptacampeão brasileiro. Tão expressivo quanto o tamanho e importância do clube e a ótima campanha realiza, está o desempenho do seu treinador, Fábio Carille. No cargo desde 22 de dezembro de 2016, o “professor” exibe um retrospecto de dar inveja a qualquer veterano, apesar de sua jovialidade. De lá para cá, o time possui um aproveitamento de 54% de vitórias, nos 72 jogos totais. Se somarmos os empates são praticamente 85% dos jogos sem derrotas. Impressionante! Mas, que lições podemos tirar do líder Carille?

    1. Humildade.
    Bons líderes não precisam de falatório, ou seja, se concentram no trabalho e resultado, reconhecem seus erros e labuta para corrigí-los com discrição.

    2. Confiança na equipe.
    Líderes depositam confiança na equipe e motivam seus colaboradores.

    3. Persistência.
    Os líderes nunca desistem e se mantém ativos em seus propósitos e virtudes.

    4. Conhecimento.
    Os vencedores possuem conhecimento sobre as capacidades e deficiências de sua equipe, bem como da atividade a ser realizada. Caso o conhecimento seja ameaçado, estuda e se aperfeiçoa.

    5. Tem visão de longo prazo.
    E, por fim, os líderes de sucesso tem capacidade de enxergar a longo prazo.

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  • Seth Godin define Marketing 

    A frase acima reforça um dos grandes objetivos do marketing, que é mensurar necessidades e desejos existentes nas pessoas.

     

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  • Mestrado profissional é boa alternativa para alavancar carreira

    Cada vez mais o mercado de trabalho exige aperfeiçoamento constante dos profissionais. Além dos cursos de curta duração, que colaboram para as aptidões e habilidades operacionais, os cursos de pós-graduação são boas opções para melhoria do nível de conhecimento para a tomada de decisões e, de fato, para a melhoria da faixa salarial.

    Escolher um curso de qualidade em instituição de ensino conceituada é fator determinante para o sucesso profissional e, atualmente, há boas opções nos chamados Mestrados Profissionais. “Mestrado Profissional” é a designação do Mestrado que enfatiza estudos e técnicas diretamente voltadas ao desempenho de um alto nível de qualificação profissional.

    Se você quer realmente aprimorar-se, o Insper Instituto de Ensino e Pesquisa possui uma uma opção na área de administração aplicada que é o Mestrado em Administração.

    O curso forma profissionais com alta capacidade analítica para atuarem como principais agentes de mudança nas organizações. Para isso conta com um corpo docente altamente qualificado formado por 59% de professores com Ph.D. e 41% com doutorado; pragmatismo, rigor acadêmico e grade de disciplinas sempre atualizada. É um desafio intelectual!

    Prazo para captar candidatos: 18/06 . Início das aulas: 30/07 – Terças e Quintas das 19h30 às 22h30, havendo sextas e sábados para reposições e oficinas. Mais Informações: http://www.insper.edu.br/pos-graduacao/mestrado/administracao/

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