• Marcas, um mundo em movimento

    “As marcas são construções culturais extremamente dinâmicas” e assumem cada vez mais um papel decisivo no posicionamento competitivo, pois são as responsáveis direta pela associação positiva (ou negativa) dos indivíduos com as empresas e seus produtos. Além disso, as marcas se tornam elementos de personalização e assumem função arquetípica, a partir da projeção do inconsciente coletivo (Teoria de Jung). Elcio Fernando.

    A partir da criação do diretor da empresa, Levi Carneiro, que é também associado ao Grupo Troiano de Branding, foi feito o vídeo ‘Marcas, um mundo em movimento’  que aborda a evolução das marcas, seus movimentos no tempo e no espaço, o branding na era digital: entre a busca de sentido e a necessidade de conexão, e as marcas como construção cultural para criação e geração de valor. Uma visão dinâmica e abrangente.


    Ficha Técnica 
    Criação: Levi Carneiro
    Design: Anna Paola
    Realização: Ideia Comunicação
    Produção: Tutano

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  • Comitê Olímpico lança pictogramas para Rio 2016

    Lançado no dia 07 deste mês, o conjunto de pictogramas (a palavra pictograma vem do grego e do latim. Na sua origem, significa “palavra pintada”) oficiais criados para as Olimpíadas do Rio de Janeiro (2016) é o mais completo trabalho de comunicação gráfica já feita para uma olimpíada, na história dos jogos. Ao todo, são 64 desenhos, sendo 41 referentes as modalidades olímpicas e 23 paraolímpicas. A criação – de excelente bom gosto e que levou 16 meses para ser concluído – foi da empresa Dalton Maag com a supervisão do Comitê Olímpico Rio 2016.

    Pictogramas das modalidade olímpicas

     

    Pictogramas das modalidades Paralímpicas

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  • LEGO® Advert: Let’s Build

    Nada como construir uma marca de sucesso a partir de conceitos que estejam além dos próprios produtos e/ou serviços que uma empresa produz. É justamente essa “aura”, esse algo a mais em branding que faz com que nomes de companhias sejam lembrados por a long time.

    Um belo exemplo é o trabalho de construção de marca realizada pela Lego, onde o espírito colaborativo e de união familiar é sempre resgatado. A nova comunicação publicitária da empresa justamente reforça ainda mais esse conceito: em uma narrativa sob o ponto de vista de uma criança, a relação entre pai e filho é trabalhada com o mote de se construir coisas duradouras.

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  • As logotipias da Coca-Cola e da Pepsi-Cola

    A evolução dos logos das gigantes e concorrentes Coca-Cola e Pepsi-Cola são uma demonstração de como é possível percorrer dois caminhos distintos em termos estratégicos, no caso, da imagem da marca que advém da estrutura de logotipia. Enquanto a Pepsi foi forçada a se reinventar e modificar seu posicionamento – na década de 20 a bebida estava associada a um público menos abastado (classes mais baixas, nos EUA) devido fator preço – ao longo de sua história, a rival e pioneira no mercado de colas manteve a aura da marca intacta devido a força a exalar  do manuscrito original.

    Desta forma, dois contrastes podem ser facilmente percebidos nas construções estéticas dos logos: a Pepsi busca continuamente uma linguagem jovem, representado pela junção de ícone e nome, a partir da década de 50. Já a Coca-Cola se ampara na fixação da mesma imagem de marca para consolidar sua comunicação com o público.

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  • Ranking das marcas mais valiosas analisa alcance nas redes sociais

    Foi publicado no Radar Tecnológico (Estadão), o ranking das marcas desenvolvido pela empresa de pesquisa General Sentiments. Aparentemente o estudo leva em consideração o envolvimento das empresas e suas marcas nas redes sociais e nas interações que as mesmas proporcionam às pessoas. Apesar de não ter em mãos a metodologia completa para o levantamento dos valores indicados (ver tabela abaixo), há uma certo viés na primeira colocação do Facebook, afinal notadamente a empresa é uma própria rede social e a com mais penetração mundial.

    Estudo sobre valor das marcas. Fonte: General Sentiments / Radar Tecnológico

    Alguns pontos a considerar sobre o estudo, empiricamente, são que inicialmente os dados não podem ser verificados sem a correlata metodologia. Da mesma forma, podemos supor que há um interesse bem grande do Facebook na divulgação de dados positivos sobre si mesmo, afinal a empresa enfrenta uma acentuada queda nos valores ofertados de suas ações.  Ainda, aparentemente, a tabela cita apenas em específico os valores de marca alcançados pelas menções positivas no Microblog Twitter, que dá margem para outros questionamentos, acerca da positivação de valores detalhadas em outros meios de social media (blogs por exemplo). Vale também ressaltar os parâmetros de fronteiras pesquisadas, mesmo sendo valores correspondendo a penetração social na internet, há variações de países para países, principalmente entre as marcas posicionadas a partir do 10º lugar.

    E você, qual sua visão sobre os dados acima?

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