• L’Odyssée de Cartier

    Uma viagem que mistura sonho e realidade! Uma aventura com imagens perfeitas em takes em slow motion, alta definição, ótima direção de fotografia e trilha impagável é a obra-prima publicitária para celebrar os 165 anos da marca Cartier. O filme levou dois anos para ter toda sua produção finalizada.

    Vários países são representados no filme (locais onde a marca está presente), inclusive o Brasil, que possui uma homenagem especial no curta-metragem, por conta da inspiração e amizade de um grande personagem da nossa história com o fundador da marca francesa. Descubra como nossa pátria é lembrada pela marca de luxo. Belíssimo!

    Créditos: Supervisor de Direção: Bruno Aveillan; Direção: Mathieu Lauxerois e Nataly Aveillan; Criação: a cargo da agência francesa Marcel.

    Confira o Making-off da superprodução.

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  • O verdadeiro iPad

    A propriedade e o direito de uso da marca iPad se tornou mais uma batalha envolvendo a gigante Apple. Para quem não sabe, a marca é (foi) da empresa chinesa Proview Eletronics – fabricantes de monitores e computadores. “A Proview acusa a Apple de ter criado uma empresa de fachada, a IP Application Development –ou IPAD–, para comprar a marca iPad, ocultando seu envolvimento no assunto”(Publicado na Folha.com). A Proview entrou com ação judicial em seu país de origem – China – e também no território norte-americano.

    Publicidade antiga do computador ipad, da Proview

    No Brasil o fato é um pouco diferente. À Proview foi indeferido o registro da marca em 2008 em face a oposição realizada pela Itautec e atualmente há dois pedidos de registros tramitando junto ao INPI, um da IP Application Development e outro da Slate Computing (USA) LLC.

    Leia sobre registro de marcas
    :: Registro de marcas
    :: O que é uma patente?
    :: Johnnie Walker x João Andante

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  • O Branding da Red Bull

    *Por Eugênio Bispo.

    Poucos comerciais no mundo tiveram a ousadia e inteligência da marca Red Bull. Ao invés de gastar milhões com propaganda e publicidade inútil, a Red Bull da uma aula de Branding! A identidade visual da marca é composta por três elementos. NOME, LOGO E LEMA. E esses três elementos foram suficientes para posicionar a marca Red Bull no mundo inteiro. Enquanto que empresários fanáticos gastam desesperadamente com propaganda e publicidade, o Austríaco Dietrich Mateschitz, dono da marca Red Bull, gasta apenas o necessário para divulgar três elementos (nome, logo e lema). E ao contrário do que imaginamos é a mais divertida e inteligente forma de publicidade já vista em uma marca global. Lógico que a marca Red Bull está presente também em outros segmentos, sempre associando a marca a uma força motriz (mobilidade, agilidade, espontaneidade).

    Esse é o jeito Red Bull de ser que conquistou milhares de fãs ao redor do mundo. E tudo isso graças a três elementos. É importante dizer que esses elementos são apenas a ponta do Iceberg, todo resto está imerso, mergulhado na mente do consumidor, isso é branding. O empresário apreendeu a fazer propaganda, publicidade, mas ainda não aprendeu a fazer branding. Parabéns a Red Bull por mostrar aos empresários que dinheiro foi feito para gastar com sabedoria e não com o calor do momento.

    *Eugênio Bispo é diretor da Global Consultoria, empresa especializada em marketing e em planejamento e desenvolvimento de marcas. Contato: globalconsultoria10@yahoo.com.br

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  • A força do branding na propaganda

    Por Eugênio Bispo*.

    A Nissan chega ao Brasil mostrando porque a gestão da marca é um assunto extremamente importante. Não sei se foi de propósito ou intencional, o fato é que a Nissan acertou em cheio na mensagem do comercial do March. No Brasil até então não tínhamos conhecimento de algo desse porte. Nos Estados unidos é comum esse tipo de propaganda, mas no Brasil a Nissan chega para mostrar que a marca tem um objetivo fundamental, principalmente na indústria. Até agora o que tínhamos visto era apenas o produto, ou seja, formato, design, tecnologia, desempenho, durabilidade, mas o principal ainda não tínhamos visto. A Nissan mostra os processos de transformação do produto, principalmente os indicadores de qualidade. Os testes feitos pela Nissan compravam a qualidade e segurança do veiculo, fatores essenciais em qualquer produto principalmente na indústria. O consumidor não tem essas informações por isso o objetivo da marca é transmitir essas informações até porque na indústria, a marca é o único indicador de qualidade.

    E esse foi o objetivo da Nissan, transmitir informação fundamental e relevante para os consumidores. Esse é o objetivo da marca. Parabéns a Nissan pelo comercial e por mostrar que a marca significa muito mais do que a sua simples identificação. O planejamento e o desenvolvimento da marca na indústria é algo extremamente essencial. Não estamos lidando simplesmente com um produto, estamos lidando com um bem extremamente valioso e o consumidor precisa estar bem informado sobre esse bem (marca). Assim a marca vai dialogando, conversando com o público, mostrando porque o branding tem dentre outros objetivos criar diferenças, sobretudo na propaganda. Isso sim é branding e não conversa fiada (bla bla blá). Fica aqui um alerta! Muito cuidado na hora de escolher uma empresa especializada no assunto.

    *Eugênio Bispo é diretor da Global Consultoria, empresa especializada em marketing e em planejamento e desenvolvimento de marcas. Contato: globalconsultoria10@yahoo.com.br

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  • Johnnie Walker x João Andante

    Interessante “briga” sobre direitos de patentes tem agitado o mundo das marcas aqui no Brasil. Após a concessão do registro da marca “João Andante” pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) á empresa mineira de mesma razão social, a gigante do setor de bebidas Diageo impetrou ação para anulação do registro junto ao órgão competente e responsável pelo deferimento, citado acima, por considerar a marca um plágio de uma de suas marcas, a conhecida Johnnie Walker. Segundo a Diageo a marca brasileira cria associação com a JW como “um primo do interior de Johnnie Walker, que imigrou para o Brasil durante a I Guerra” (Fonte: Revista Exame).

    Evidente que a Diageo possue direitos assegurados sobre a marca e sobre qualquer tentativa de vínculo indevido com suas propriedades, afinal, todo o esforço de desenvolvimento de conceito e criação de imagem é realizado por essa, além do direito De Fato, assegurado pelo registro. Caso o INPI mantenha a decisão e deferimento do registro da marca mineira, abre-se um precedente para criações embaladas em conceitos de outros, o que pode ser um “prato cheio” para marcas que praticam táticas de canibalismo de mercado (aparentemente não é o caso da João Andante).

    Veja outra matéria sobre registro de marcas aqui.

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