• O que os olhos não vêem, o coração não sente.

    Um grande desafio das marcas atuais é comunicar ao consumidor a seu diferencial e, passar a ele a sua personalidade. Atualmente, algumas marcas vivem seu momento de agressividade propagandística, aonde bombardear a cabeça de pessoas com o seu produto, não tem feito muita diferença nos resultados.

    Martin Lindstrom, no seu livro Brand Sense, fala sobre a importância de se utilizar os cinco sentidos na comunicação entre marcas e consumidores. Essa importância é sustentada na pesquisa que originou o livro, onde empresas que investiram em uma experiência sensorial completa foram muito mais lembradas pelos clientes.

    Certamente, as empresas estão mergulhadas no desafio de estarem presentes na cabeça de seus clientes. Desafio esse que tem provocado em empresas e agências trabalhos pelos quais demonstram estar totalmente perdidos. Quando falamos de experiência sensorial completa, partimos do princípio que marcas sabem fazer o dever de casa e sabem qual é o desafio que têm pela frente. Mas, infelizmente, o dever de casa está sendo um pouco mal feito. Uma das atividades de uma empresa, ao fazer o seu plano de marketing é saber qual é o seu alvo. Quem é o cliente que a empresa quer atingir, qual é o público?

    A maior parte das respostas para essa pergunta é: TODO MUNDO. Todo mundo que compra pode comprar da gente, nosso produto é pra todos, etc. No caso de empresas B2B, a resposta é parecida: “queremos vender para micro, pequenas e grandes empresas, nosso produto atende a necessidade de TODOS”.

    Logo se percebe que não fizeram o “dever de casa”. Não segmentaram o mercado para ver aonde o seu produto se encaixa melhor e pode ser trabalhado PRIMEIRO. Eu não acho que uma marca deva se focar apenas em um tipo de cliente. Ela pode vender pra todos, como dizem querer, mas tenho certeza de que só é possível atingir a um tipo específico de cliente POR VEZ. Portanto, se você quer vender pra todo mundo, trate as pessoas diferentes conforme as suas diferenças. Estabeleça um alvo, trabalhe nele, depois estabeleça o próximo alvo, forme a equipe e a forma de comunicar com esse próximo alvo. Colocar todo mundo no mesmo bolo e, fazer uma comunicação apenas pra “geral” não vai funcionar. (mais…)

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  • Vivemos de Corínthians

    Imagem: Folha de SP

    Paulatinamente os clubes de futebol do Brasil estão descobrindo a importância e força econômica de suas marcas através dos vínculos emocionais que existem entre seus signos e a torcida. São vários os elementos semióticos que reforçam a paixão do torcedor com o time do coração, tais como: escudo (logo), jogadores (ídolos), camisa, mascote, as próprias torcidas e tradições diversas que perpetuam a paixão por gerações vindouras, dentre outros elementos promocionais e motivadores.

    O público consiste em um apaixonado e fiel usuário da marca e, em muitos casos, heavy users (termo utilizado para designar usuário contumaz e frequente de determinada marca ou produto). A gestão profissional do branding esportivo vem crescendo ano a ano representado pelo aumento de receitas oriundas de práticas organizadas de marketing e não mais de meras vendas de lembrancinhas. O fortalecimento dos vínculos deve ser meta constante para o aumento do valor da marca e, a utilização de articulações emocionais nas estratégias de comunicação possui receptividade positiva por parte do target. Ciente desse fato, o Sport Clube Corínthians Paulista, atual campeão brasileiro de futebol, tem usado muito bem as conexões com sua torcida, com uma linguagem que vem efetivamente das arquibancadas. Um exemplo perfeito é o vídeo produzido em parceria com a empresa Nike, que exalta justamente a paixão do torcedor.

    Note que o vídeo detalha justamente os elementos que citei acima: escudo (logo), jogadores (ídolos), camisa, mascote, as próprias torcidas e tradições diversas.

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  • As 10 marcas mais valiosas do mundo

    A capacidade de inovação continua mantendo empresas no topo da lista das marcas mais valiosas do mundo. O BrandZ Rankings, elaborado pela consultoria americana Millward Brown, mostra a inovadora Apple como a marca de maior brand value do mercado, estimada em USD 153 bilhões.

    Confira as 10 mais.

    Fonte: BrandZ Rankings Millwardbrown / Imagem: http://www.marketingweek.co.u

    Veja também a lista completa com as 100 marcas de maior valor no mercado mundial >AQUI<. A marca brasileira melhor colocada é a Petrobrás, em sexagésimo primeiro lugar. Aparecem na lista Itau e Bradesco, ocupando respectivamente as posições de número 90 e 98.


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  • Dipn’lik e a lembrança de marca

    Algumas marcas possuem um poder extraordinário de permanência na mente. Normalmente, essa lembrança rápida se dá devido a algum fato ou vínculo emocional que o nome proporcionou. Conforme Schultz e Barnes (2001), o consumidor possui um filtro perceptivo que seleciona e permite a concentração em um item (marca). Ainda, Kapferer (2004) utiliza a expressão aided awareness que descreve a capacidade do cliente reconhecer uma marca entre várias outras. O mesmo autor indica que o princípio da lembrança se dá a partir da imagem- percepções acerca da marca resultantes das associações que o consumidor a ela faz.

    Como exemplo, cito o produto/marca Dipn’lik, de fácil lembrança para quem tem mais de 30 anos de idade. O produto – um pirulito com pó açucarado de diversos sabores – foi uma febre nas cantinas de colégios infantis (inclusive o produto é citado no Almanaque dos Anos 80. ALZER; CLAUDINO.  2004, p.231) na década de 80 e está sendo produzido e comercializado novamente pela Nutricandy Alimentos. Na época, houve um forte boato que o produto causava câncer e muitas mães chegaram a proibir seus filhos de comprarem o desejado Dipn’Lik.
    E você, já ouviu ou lembra do Dipn’lik?

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  • Números que impressionam! Um dia na vida das mídias sociais

    Definitivamente as mídias sociais possuem um tamanho (mapa das mídias sociais pelo mundo) e impacto considerável, atualmente. Anteriores à internet, as redes sociais conquistaram impacto e alta velocidade de crescimento a partir da distribuição proporcionada pela grande rede. Além dos números impressionantes, destaca-se nas mídias sociais o poder de geração de relevância rápida de novas e tradicionais em marcas (veja “Gerenciamento de Marca”) com geração de branding e de novos negócios.

    Confira no vídeo abaixo a quantidade de usuários e informações que circulam em algumas mídias sociais em apenas um dia.


    Vídeo via

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