-
Nossa língua portuguesa
4 de outubro de 2011 | Por avemarketing em comunicação“Uma punheta para a mesa oito”. As diferenças entre significados das palavras na língua portuguesa falada no Brasil e em Portugal muitas vezes são desconhecidas pela população. Além do sotaque que distingue as diversas regiões do Brasil e também a pronúncia característica do país do azeite e do bacalhau, algumas palavras podem provocar situações engraçadas ou até mesmo vexatórias se utilizadas inadequadamente. O conteúdo abaixo, do livro “Pílulas de Sabedoria Instantânea da Professora Etelvina“escrito por Max Gehringer, mostra algumas das palavras que podem originar belas confusões.

Vi a imagem aqui. -
A comunicação social que não está nas sociais mídias
5 de outubro de 2010 | Por avemarketing em comunicação
Quem já passou dos 30 anos provavelmente tenha mais facilidade para se lembrar do nome “Pixote”. Retratado no
filme ‘Pixote – A lei do mais fraco’ (1981), a vida do menino símbolo da violência e delinquência juvenil da década de 80 chocou parte da sociedade pela quantidade de cenas consideradas fortes e superlativas, para a época. Em um período de início da explosão populacional do país em direção aos 120 milhões de habitantes e embates entre jovens e polícia perante a ditadura militar ora instalada e os problemas sociais em crescimento, tais como a delinquência juvenil, o filme de (BABENCO, Hector,1981) apresentou à sociedade uma vertente bem diferente do que costumava ser transmitida nas redes de TV. É fato que a violência é usada as vezes como acumulus notícia pela imprensa e mídias em geral, ou seja, a um fato, aumenta-se outro fato, porém é mister que, trata-se de problema social, econômico, saúde e de valores morais. Fazendo um paralelo com o mundo de “Pixote” e o mundo atual, vivemos em um momento de indefinição de nossos valores morais, com jovens incautos sendo pais e mães de famílias, que serão alimentadas por valores distorcidos pelos interesses escusos.Outro porém é o fato de, depois de Pixote, outros “Pixotes” vieram e ainda outros virão, sem a sociedade ter conseguido consertar nossa delinquência juvenil. Infelizmente somos perdedores nesse quesito e mero espectadores inseridos em uma vida individualista, onde a comunicação social existe, mas a reação social é insuficiente.
-
#obrasilvistocomoumaempresa
8 de setembro de 2010 | Por avemarketing em GestãoAs empresas são organizações formais criadas pelos seres humanos afim de explorar determinada atividade econômica com objetivos pré-determinados. As empresas podem ser constituídas como ‘com ou sem fins lucrativos’. A base da definição está no conceito de organização, que consiste em “conjunto de partes ou elementos que se interagem e influenciam entre si”.
A partir desta introdução, proponho a seguinte assertiva: Considere o Brasil como uma empresa e, a partir disso, descreva missão; visão e valores. Envie para o twitter com a hashtag #obrasilvistocomoumaempresa.
As melhores conceituações serão incluídas em um post colaborativo, aqui no blog avemarketing.
-
Independência ou Morte
6 de setembro de 2010 | Por avemarketing em comunicaçãoO 07 de setembro é uma das datas mais emblemáticas da República Federativa do Brasil. O “grito” da Independência, bradado por Dom Pedro I as margens do riacho Ipiranga em1822, libertou a então colônia do domínio Português. Independente das discussões acerca de datas e motivos geradores do “grito”, o fato ficou marcado como o nascimento da Federação Brasileira, mesmo com o absolutismo de D. Pedro.
Conta a história que D. Pedro I compôs o Hino da Independência no mesmo dia 07 de setembro, após letra ser criada por Evaristo da Veiga.
Ouça o Hino da Independência: hino_independencia_do_brasil
Ainda, sobre o “grito”, a narrativa histórica feita pelos humanos possui fragmentos que delineiam o imaginário popular. “O que marca o ser humano é justamente sua particularidade de possuir e organizar símbolos que se tornam linguagens articuladas, aptas a produzir qualquer tipo de narrativa”(ROCHA, p. 4. 1996). A essas narrativas são somados os mitos, ou seja, alegorias narradas que externam verdades mas escondem algo. Os mitos podem até mesmo representar o pensamento de uma sociedade, ainda conforme Rocha (1996). Consequentemente, se o mito é contruído com representações fantasiosas ou não, do pensamento humano, na propaganda (propagare: propagare uma ideia ou ideal) também há, e muito. Na verdade o mito representa uma das bases do discurso da propaganda e tal, como sua definição, também foi representada em nosso país, com a utilização mais veemente de símbolos (cores, música e linguagem) após a Independência. Até mesmo na composição do Hino da Independência havia o mito do poder atribuído à D. Pedro I, em evidente articulação política, e representada na letra de forma alegória – veja trecho que foi retirado do Hino, posteriormente. Figura 1.
Finalizando, “Ó República, de lutas e de glórias. Onde os filhos crescem, e ostentam na memória. Qual sabor amargo, do cárcere e do grito. Fez-se garbosa, do exemplo e do mito. E amadurece, como árvore frondosa. Que não se esconde, em sua conquista honrosa. Ó Brasil, de almas e egressos. Onde todos buscam, a ordem e o progresso. Que se liberta, da muralha vil. Salve a nossa, Independência do Brasil”. Elcio Fernando.
-
O uso da Bandeira do Brasil
Creio que a maioria desconhece, inclusive muitos profissionais de marketing, publicitários, profissionais de empresas gráficas e de brindes, confecções e muitos outros, mas o uso da Bandeira do Brasil é regulado por duas Leis específicas - Lei n.º 5.700, de 1º de setembro de 1971 e Lei n.º 8.421, de 11 de maio de 1992. Conforme trecho citado pelo Inmetro e “de acordo com a lei vigente são consideradas manifestações de desrespeito à Bandeira Nacional, e portanto proibidas:
* apresentá-la em mau estado de conservação;
* mudar sua forma, suas cores, suas proporções ou acrescentar-lhe outras inscrições;
* usá-la como roupagem, pano de boca, guarnição de mesa, revestimento de tribuna, ou como cobertura de placas, retratos, painéis ou monumentos a inaugurar;
* reproduzí-la em rótulos ou invólucros de produtos expostos à venda.”.Obviamente que, em período de Copa do Mundo (aos desavisados, a marca nominativa “Copa do Mundo” é de propriedade da FIFA e também proibida a utilização em produtos sem a devida autorização da entidade desportiva) aumenta e muito a demanda e produção de bandeiras, bandeirolas, camisetas e inúmeros outros produtos com a utilização da Bandeira do Brasil. É uma pena que uma parte da população desconheça as legislações e desvalorize os símbolos nacionais. Mais triste ainda é quando os profissionais envolvidos não busquem a devida informação e coloquem no mercado produtos não conformes às Leis Brasileiras.
Regras para confeccionar a Bandeira do Brasil:
Para alterar o tamanho para menor ou maior, deve-se manter as proporções dos valores acima – Tabela 2.















