• Nossa língua portuguesa

    “Uma punheta para a mesa oito”. As diferenças entre significados das palavras na língua portuguesa falada no Brasil e em Portugal muitas vezes são desconhecidas pela população.  Além do sotaque que distingue as diversas regiões do Brasil e também a pronúncia característica do país do azeite e do bacalhau, algumas  palavras podem provocar situações engraçadas ou até mesmo vexatórias se utilizadas inadequadamente. O conteúdo abaixo, do livro “Pílulas de Sabedoria Instantânea da Professora Etelvina“escrito por Max Gehringer, mostra algumas das palavras que podem originar belas confusões.




    Vi a imagem aqui.

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  • A comunicação social que não está nas sociais mídias


    Quem já passou dos 30 anos provavelmente tenha mais facilidade para se lembrar do nome “Pixote”.  Retratado no filme ‘Pixote – A lei do mais fraco’ (1981), a vida do menino símbolo da violência e delinquência juvenil da década de 80 chocou parte da sociedade pela quantidade de cenas consideradas fortes e superlativas, para a época. Em um período de início da explosão populacional do país em direção aos 120 milhões de habitantes e embates entre jovens e polícia perante a ditadura militar ora instalada e os problemas sociais em crescimento, tais como a delinquência juvenil, o filme de (BABENCO, Hector,1981) apresentou à sociedade uma vertente bem diferente do que costumava ser transmitida nas redes de TV. É fato que a violência é usada as vezes como acumulus notícia pela imprensa e mídias em geral, ou seja, a um fato, aumenta-se outro fato, porém é mister que,  trata-se de problema social, econômico, saúde e de valores morais. Fazendo um paralelo com o mundo de “Pixote” e o mundo atual, vivemos em um momento de indefinição de nossos valores morais, com jovens incautos sendo pais e mães de famílias, que serão alimentadas por valores distorcidos pelos interesses escusos.

    Outro porém é o fato de, depois de Pixote, outros “Pixotes” vieram e ainda outros virão, sem a sociedade ter conseguido consertar nossa delinquência juvenil. Infelizmente somos perdedores nesse quesito e mero espectadores inseridos em uma vida individualista, onde a comunicação social existe, mas a reação social é insuficiente.

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  • #obrasilvistocomoumaempresa

    As empresas são organizações formais criadas pelos seres humanos afim de explorar determinada atividade econômica com objetivos pré-determinados. As empresas podem ser constituídas como ‘com ou sem fins lucrativos’. A base da definição está no conceito de organização, que consiste em “conjunto de partes ou elementos que se interagem e influenciam entre si”.

    A partir desta introdução, proponho a seguinte assertiva: Considere o Brasil como uma empresa e, a partir disso, descreva missão; visão e valores. Envie para o twitter com a hashtag  #obrasilvistocomoumaempresa.

    As melhores conceituações serão incluídas em um post colaborativo, aqui no blog avemarketing.


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  • Independência ou Morte

    Independência ou Morte. Pintura de Pedro Américo, óleo sobre tela. 1888

    O 07 de setembro é uma das datas mais emblemáticas da República Federativa do Brasil. O “grito” da Independência, bradado por Dom Pedro I as margens do riacho Ipiranga em1822, libertou a então colônia do domínio Português. Independente das discussões acerca de datas e motivos geradores do “grito”, o fato ficou marcado como o nascimento da Federação Brasileira, mesmo com o absolutismo de D. Pedro.

    Conta a história que D. Pedro I compôs o Hino da Independência no mesmo dia 07 de setembro, após letra ser criada por Evaristo da Veiga.

    Ouça o Hino da Independência: hino_independencia_do_brasil

    Ainda, sobre o “grito”, a narrativa histórica feita pelos humanos possui fragmentos que delineiam o imaginário popular. “O que marca o ser humano é justamente sua particularidade de possuir e organizar símbolos que se tornam linguagens articuladas, aptas a produzir qualquer tipo de narrativa”(ROCHA, p. 4. 1996). A essas narrativas são somados os mitos, ou seja, alegorias narradas que externam verdades mas escondem algo. Os mitos podem até mesmo representar o pensamento de uma sociedade, ainda conforme Rocha (1996). Consequentemente, se o mito é  contruído com representações fantasiosas ou não, do pensamento humano, na propaganda (propagare: propagare uma ideia ou ideal) também há, e muito. Na verdade o mito representa uma das bases do discurso da propaganda e tal, como sua definição, também foi representada em nosso país, com a utilização mais veemente de símbolos (cores, música e linguagem) após a Independência. Até mesmo na composição do Hino da Independência havia o mito do poder atribuído à D. Pedro I, em evidente articulação política, e representada na letra de forma alegória – veja  trecho que foi retirado do Hino, posteriormente. Figura 1.

    Figura 1 - Trecho do Hino da Independência, excluído posteriormente

    Finalizando, “Ó República, de lutas e de glórias. Onde os filhos crescem, e ostentam na memória. Qual sabor amargo, do cárcere e do grito. Fez-se garbosa, do exemplo e do mito. E amadurece, como árvore frondosa. Que não se esconde, em sua conquista honrosa. Ó Brasil, de almas e egressos. Onde  todos buscam, a ordem e o progresso. Que se liberta, da muralha vil. Salve a nossa, Independência do Brasil”. Elcio Fernando.

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  • O uso da Bandeira do Brasil

    Creio que a maioria desconhece, inclusive muitos profissionais de marketing, publicitários, profissionais de empresas gráficas e de brindes, confecções e muitos outros, mas o uso da Bandeira do Brasil é regulado por duas Leis específicas -  Lei n.º 5.700, de 1º de setembro de 1971 e Lei n.º 8.421, de 11 de maio de 1992. Conforme trecho citado pelo Inmetro e “de acordo com a lei vigente são consideradas manifestações de desrespeito à Bandeira Nacional, e portanto proibidas:

    * apresentá-la em mau estado de conservação;
    * mudar sua forma, suas cores, suas proporções ou acrescentar-lhe outras inscrições;
    * usá-la como roupagem, pano de boca, guarnição de mesa, revestimento de tribuna, ou como cobertura de placas, retratos, painéis ou monumentos a inaugurar;
    * reproduzí-la em rótulos ou invólucros de produtos expostos à venda.”.

    Obviamente que, em período de Copa do Mundo (aos desavisados, a marca nominativa “Copa do Mundo” é de propriedade da FIFA e também proibida a utilização em produtos sem a devida autorização da entidade desportiva) aumenta e muito a demanda e produção de bandeiras, bandeirolas, camisetas e inúmeros outros produtos com a utilização da Bandeira do Brasil. É uma pena que uma parte da população desconheça as legislações e desvalorize os símbolos nacionais. Mais triste ainda é quando os profissionais envolvidos não busquem a devida informação e coloquem no mercado produtos não conformes às Leis Brasileiras.

    Regras para confeccionar a Bandeira do Brasil:

    tabela-normas-para-bandeira-do-brasil

    Fonte: http://www.inmetro.gov.br

    Para alterar o tamanho para menor ou maior, deve-se manter as proporções dos valores acima – Tabela 2.

    bandeira2

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