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Um olhar sobre o comportamento do Reveillon
1 de janeiro de 2012 | Por avemarketing em comportamentoUm dos comportamentos mais repetidos por multidões em todo o mundo ocidental é a comemoração do ano novo. A festa de “Reveillon” é prática antiga e remonta a Roma no ano de 46 a.C quando o então imperador Júlio César decretou o dia 1º de janeiro (a palavra Janeiro e o respetivo mês são uma homenagem a Jano – Deus dos Portões – conforme a crença politeísta dos romanos) como o primeiro dia do calendário anual. Já a palavra “Reveillon” possui como origem a palavra francesa ‘Réveiller’, que significa despertar, ou ainda, jantar bem tarde.
À tradicional festa, hoje entendida amplamente como uma passagem, soma-se uma série de outros comportamentos que perpetuam como hábito e tradição em nossa cultura, tais como: reunir familiares e amigos; comemorar a chegada do novo ano com ceia; estourar champagne; usar roupas brancas e de outras cores com significados específicos; desejar saúde e paz; queima de fogos; trocar lembrancinhas; desfazer-se de coisas velhas; viajar; realizar simpatias e superstições; fazer orações e etc.
Além disso, no nosso país o dia 1º de janeiro é uma data oficial, decretada como feriado nacional (Confraternização Universal – Lei nº 662 de 06/04/1949) e é o dia destinado a celebração da fraternidade universal e ato de congraçamento entre os cidadãos.
Todo acontecimento que passa a fazer parte de um hábito, torna-se tradição, repetida a partir da imitação do comportamento do outro como parte do comportamento das pessoas em sociedade. A crença, na maioria das vezes, está amparada na necessidade que os indivíduos possuem de um apoio externo que os auxiliem ou justifiquem as próprias aspirações relacionadas com a vida, como a busca da felicidade. O “no que acreditamos” é a base – na maioria das vezes irracional – que sustenta os hábitos do comportamento direcionados ao ano novo. Alguns autores acreditam que as crenças tem origem na fragilidade do homem diante da natureza e da própria vida (desconhecido), por isso que as religiões também exercem influência sobre as festividades do Reveillon.
Referências: Guia dos Curiosos / Wikipédia
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A privacidade nas redes sociais
Não é de hoje que a discussão sobre a privacidade na internet inflama especialistas e entusiastas do assunto. A matéria em questão, que envolve comportamento humano, tecnologia, direito civil e comunicação, ficou mais pertinente com o aumento substancial das ferramentas digitais de relacionamento na internet, as redes sociais.
Posto que o dilema a ser respondido é: quem entra em uma rede social abre mão do preceito da privacidade? Muitos defendem a ideia de que, a partir do momento que o indivíduo cria um perfil social, está suscetível a exposição de fatos cotidianos e de seu comportamento e, assim, diminui consideravelmente seu caráter privativo. Antes de mais nada, é necessário compreender a definição e extensão do significado da palavra privativo/privacidade. Privacidade “é a habilidade de uma pessoa em controlar a exposição e a disponibilidade de informações acerca de si” (Fonte: Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Privacidade). Ainda, ”O direito à privacidade, concebido como uma tríade de direitos – direito de não ser monitorado, direito de não ser registrado e direito de não ser reconhecido (direito de não ter registros pessoais publicados) – transcende, pois, nas sociedades informacionais, os limites de mero direito de interesse privado para se tornar um dos fundamentos do Estado Democrático de Direito” (VIANNA, Túlio. Transparência pública, opacidade privada. p. 116. 2007). Pois bem, como caracterizar o limite da privacidade em sites como o Facebook? Uma função disponível no serviço criado por Mark Zuckerberg é a marcação, ou seja, um usuário pode “marcar” e “linkar”/vincular um outro participante a qualquer fotografia ou imagem postada por si, Ora, mas essa função não fere justamente a ideia de privacidade, conforme exposto acima? A Constituição Federal (1998) e também o Código Civil (Lei 10.406/02) assegura aos cidadãos os chamados “Direitos Pessoais”. Afirma o art. 5, X, da Constituição, que “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”.
Ainda, mais recentemente, a mesma rede de relacionamentos disponibilizou uma nova função chamada de ‘Ticker’. Tal recurso fica acessível em uma barra lateral a direita e, com ele, todo participante da rede tem acesso, em tempo real, as atividades dos seus amigos. Mais uma vez, não fica o direito assegurado por Lei, violado?
Por outro lado, o comportamento humano manifesta-se por desejos, instintos, psiquê, evolução biológica e a partir das influências do ambiente que cerca o indivíduo e de seu conhecimento. Ou, coloquialmente, em corpo e mente. Já LOCKE (280-286) atribuiu o pensamento e comportamento humano ás suas habilidades sensoriais. Já, para HUME, David (287-301), “o homem é composto por impressões e ideias”. No século XX, Skinner definiu o que ficou entendido como “Behaviorismo Radical” (1940), ao refutar alguns conceitos do behaviorismo filosófico (Watson) e estudar o conceito do ” Reflexo Condicionado” de Pavlov. Para Skinner, o homem é um ser único, indivisível entre corpo e mente e que se manifesta a partir do princípio do estímulo-estímulo, ou seja, reage conforme o ambiente. Para Freud, em resumo, as respostas estão na relação entre consciente e inconsciente e relação das fases criança-adulto, em um indivíduo. “O comportamento é definido como o conjunto de reações de um sistema dinâmico em face às interações e realimentações propiciadas pelo meio onde está inserido” (Fonte: Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Comportamento). Um dos comportamentos sociais humanos é a exposição social, desejo de ser visto e rev(f)erenciado.
Assim, podemos afirmar que o sucesso das chamadas redes sociais está justamente alicerçada no comportamento social. Nesse contexto, o homem utiliza a percepção que possui dos outros e a percepção que os outros têm dele mesmo para a construção de seu próprio padrão, reforçado intrinsicamente pela natureza curiosa. Também, conforme termo criado por Debord, Guy (1967), vivemos em uma “sociedade do espetáculo”. “…Debord explica que o espetáculo é uma forma de sociedade em que a vida real é pobre e fragmentária, e os indivíduos são obrigados a contemplar e a consumir passivamente as imagens de tudo o que lhes falta em sua existência real.” Fonte: Disponível em http://pt.scribd.com/doc/16664247/Guy-Debord-A-sociedade-do-Espetaculo.
Por conseguinte, a reflexão reitera a menção clara de um dilema. Sobram argumentos condizentes com a perversidade causada pela violação da privacidade e suas implicações legais, e sobre a base comportamental que propaga o crescimento das redes sociais, facilitadas pela internet. Soma-se a esses fatores o crescimento exponencial e alta frequência de acesso a sites como facebook, que escancaram outro tema, porém tampouco menos importante: a compulsão pela informação.
Mas e você, o que pensa a respeito? Deixe um comentário com sua opinião sobre a privacidade e o facebook.
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Você é muito mais do que aquilo que você produz. Você é aquilo que é capaz de amar
25 de outubro de 2011 | Por Enrico Cardoso em comportamento, empreendedorismo“Um negócio que não produz nada além de dinheiro é um negócio pobre”. Henry Ford.
Estou terminando de ler o livro Wikinomics. Um livro que tenho desde 2009 e que ainda não tinha me animado a ler. Não tinha me animado simplesmente porque eu achava que era um livro monótono e maçante. O que não é verdade. Apesar de alguns amigos terem me dito que era um excelente livro, ele tava aqui na minha estante, enquanto outros livros, muitos deles muito menos interessantes até, foram passando em sua frente.
Mas, não é isso que eu quero dizer. Quero dizer de um caso que li nesse livro sobre a utilidade de filósofos para algumas empresas e, com isso, dizer das lições de filosofia, que é uma matéria na qual a maioria das pessoas não presta atenção nem conseguem enxergar a sua conexão com o empreendedorismo.
Existe uma corrente na filosofia que diz que, quando conhecemos uma pessoa e nos relacionamos com ela, seja qualquer o tipo de relacionamento (profissional, amizade, namoro, casamento, e até mesmo inimizade), esse relacionamento faz com que um pouco da essência da pessoa fique em você. E, obviamente, que um pouco de você fica na pessoa, como era de se esperar.
Ou seja, aprendemos também conforme nos relacionamos. Aprendemos sobre a essência das pessoas, sobre pontos-de-vista, sobre opiniões, sobre gostos e ficamos com aquilo pra gente. A partir desse momento, parte da pessoa torna-se nossa propriedade e, o mesmo acontece com essa pessoa com quem nos relacionamos. (mais…)
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Cemitério virtual
5 de outubro de 2011 | Por avemarketing em comportamento, links legaisQue tal um site que oferece o serviço de armazenamento de fotos e dados de pessoas que já passaram “dessa para uma melhor”? Pois é justamente isso que o 1000memories é, um, digamos, cemitério virtual. A página exige um cadastro simples e também há a possibilidade de conciliar o acesso com os dados do seu facebook ou twitter. Lá, é possível consultar nomes e registrar por árvore genealógica, além da postagem e visualização de fotos. Mais uma vez a tecnologia presta serviços relacionados ao comportamento humano e neste, caso, aos vínculos afetivos que nunca se acabam.
Para acessar o site clique na imagem abaixo.
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Você sentaria? Cerveja Carlsberg
26 de setembro de 2011 | Por avemarketing em Marketing, comportamentoMuito bacana a ação promocional da Cerveja Carlsberg realizada em um cinema, na Bélgica. Em uma sala do cine lotada de “valentões” e mal encarados, há apenas dois lugares disponíveis, exatamente para você e sua acompanhante/namorada. E aí, você sentaria? Claro que toda a ação foi gravada e os corajosos foram premiados em seguida.
Confira.














