• Faça do seu negócio uma arte: lições do vendedor de algodão doce

    É possível extrair várias lições para a vida empresarial e para nossas carreiras, a partir do exemplo de habilidade do vendedor de algodão doce, demonstrada no vídeo acima.

    1. Faça do seu negócio uma arte. Infelizmente, em algum momento da história da humanidade, o homem dissociou o trabalho das artes, e isso foi um dos grande erros cometidos por nós. Trabalhar é e pode ser um Estado de Arte, e, não deve ser encarado como uma obrigação e uma “praga”, ou algo chato. Mesmo os trabalhos mais burocráticos e repetitivos podem ser construídos com prazer e com foco na satisfação de todos os envolvidos.

    2. Entusiasmo. Estar entusiasmado é acreditar no que faz. A origem da palavra remonta a ideia de “ter um Deus dentro de si”. Acontece que algumas pessoas não acreditam no trabalho que estão executando ou, o fazem mecanicamente, sem conhecer as razões e correlações com as outras atividades.

    3. Conhecimento técnico. Assim como cada profissional envolvido, as empresas precisam ser suficientemente boas naquilo que se destinam a fazer. Não há mais espaço para medianos.

    4. Tenha diferenciais. Da mesma forma que não suportamos mais a mediocridade, não toleramos a mesmice. O mesmo enjoa e perde o valor muito rápido. Por isso, as empresas precisam ser reinventadas e proferir melhorias contínuas, com algumas doses de inovações, surpreendendo positivamente os clientes.

    5. Tenha controle sobre seu negócio. Estabelecer parâmetros para mensurar os resultados do seu negócio é ação fundamental para projetar novas ações e saber se os objetivos estão sendo alcançados.

    6. Esteja comprometido com a satisfação do cliente. Em se tratando de serviços, esteja sempre comprometido com a total satisfação do cliente, muito mais do que com o lucro, em um primeiro momento. O lucro deve ser decorrente desta satisfação e vir a médio  e longo prazo. Preocupar-se com o resultado para o cliente é uma das formas de se estabelecer uma boa cadeia de valor em serviços.

    7. Inove. Faça algo novo, ou melhor do que qualquer um já tenha feito. A inovação pode vir a partir dos processos envolvidos no serviço ou no próprio serviço em si (modelo de negócio).

    8. Faça-se presente. Esteja sempre visível para seu público-alvo. Mantenha-se onipresente ou, pelo menos, esteja onde seu target está e com isso aumentará suas chances de faturamento.

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  • Candy Project – Balas de semáforo

    A partir de um espírito solidário e, para provar que palavras bem empregadas podem modificar o dia a dia de uma pessoa, Will Ferrari Jr, Alexandre Freire e o ilustrador Guilherme Cruz,  planejaram e conceberam melhoria na apresentação de venda dos produtos/balas do jovem Thiago (vendedor de balas em esquinas e semáforos), com o emprego de frases na “medida certa”. A ação criou muito mais empatia com os clientes e, em conjunto com o modo simpático de abordagem do vendedor, resultados significantes foram conseguidos. Bela iniciativa e ação!

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  • Mais de 75% dos brasileiros consideram sua situação financeira boa ou excelente

    Na recente pesquisa ‘Confiança do Consumidor do 3º trimestre de 2012’, divulgada pela Nielsen, foi mostrado que, nos próximos meses, os brasileiros consideram que suas finanças pessoais serão excelente ou boa. O percentual é o mais elevado da América Latina. No trimestre anterior, esse índice era de 73%. Agora, chega a 77%.

    A confiança do consumidor brasileiro também cresceu quatro pontos, atingindo 110; e também está acima da média da América Latina, com 94. Consequência desta confiança é a forma que o consumidor pretende gastar o dinheiro excedente. 41% quer utilizar com entretenimento fora do lar, prioridade que no trimestre passado era quitar dívidas e empréstimos.

    De acordo com o analista de mercado da Nielsen, Claudio Czarnobai, a prioridade de gasto se modificou porque acompanhou a recuperação do governo frente à economia nacional. “A aposta do governo em ações de incentivo ao consumo aliada à manutenção de baixas taxas de desemprego torna o brasileiro ainda mais confiante para gastar com opções consideradas mais supérfluas”.

    Preocupações

    Enquanto a maior preocupação na América Latina é a estabilidade com o emprego (18%), o brasileiro se diferencia novamente e tem como a sua primeira preocupação o equilíbrio no trabalho e na vida (20%). Em seguida vem a saúde, com 17%.  Educação e sustento dos filhos e economia estão na terceira e quarta posição, com respectivamente, 11% e 10%.

    E se tratando de economizar, muitos se engajaram na redução das despesas domésticas. Sendo assim, 61% dos brasileiros gastaram menos com roupas novas e 58% reduziram gastos telefônicos. Mas, quando questionado se permanecerá nesta economia quando sentirem as condições econômicas melhorarem, apenas 32% continuarão gastando menos com roupas novas e 43% com despesas telefônicas.

    “Apesar das oscilações ao longo do ano, o brasileiro mantém alta confiança no seu poder de compra e na economia nacional, porém também atento com reduções de despesas. O maior nível de preocupação com saúde e educação do que o restante da América Latina reflete nitidamente os problemas estruturais do país, que são grandes entraves para um crescimento econômico ainda maior”, finaliza Czarnobai. Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • A relação entre consumidor e preço

    Larissa Salomão – consultora analítica da Nielsen. Você conhece o consumidor brasileiro? Sabe por quais caminhos atravessa seu comportamento na hora de comprar? Por mais que não imaginamos, hábitos que parecem ter ficado lá trás ainda prevalecem e são determinantes na relação compra e venda.

    Levantamentos da Nielsen apontam que, ainda hoje, 49% da população declara levar uma lista de compras para o supermercado. O que deixa claro que os consumidores são planejados, sendo que esse grau de planejamento sugere uma diminuição das compras por impulso.

    Além disso, o consumidor brasileiro é muito sensível a mudanças de preço. Essa elasticidade de preço demonstra que, em média, um aumento de preço gera uma redução significa do volume de vendas.

    E o que deveria ser considerado pelos fabricantes para determinar os preços?

    Um ponto importante é a sensibilidade de preço de cada produto, isso está relacionado ao quanto um aumento de preço interfere nas vendas. E diversos são os fatores que influenciam essa sensibilidade. Um deles é a alta frequência de compra. Ao comprar o mesmo produto em todas as viagens de compra, o consumidor tende a conhecer o preço deste produto e mudanças de centavos já podem ser percebidas, dependendo da essencialidade da categoria.

    Outro fator é a possibilidade de troca fácil por parte do consumidor, ou seja, se um produto tem muitos substitutos ou produtos concorrentes isso significa mais opções para o consumidor mudar sua escolha em função de uma alteração no preço.

    Brasil X América Latina

    É sabido que o brasileiro é o mais preocupado com o planejamento de compra, estando acima da média da América Latina, preocupação esta que se reflete diretamente na decisão do consumidor quanto ao fator preço.

    Isso porque o Brasil tem a maior elasticidade de preços em diversas categorias, como a de alimentos, por exemplo, o que gera grande impacto tanto para quem vende quanto para quem compra. Desta forma, essas são características importantes a serem consideradas por um fabricante para desenvolver boas estratégias aqui no Brasil.

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • We love you

    Muito legal o movimento social na internet criado pelo israelense Ronny Edry (41), em relação a situação política-militar entre Israel e Irã. A ideia foi lançar materiais na internet dizendo ao povo iraniano que ele, e muitos outros cidadãos israelenses amam o povo iraniano (Israel loves Iran) e não desejam a guerra entres os dois países. O objetivo é angariar fundos para que a mensagem seja propagada em mídias de maior impacto.

    Taí uma forma engajada para pedir paz entre os povos, eu curti!

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