• Nike pisa na bola ao veicular material sobre anticorinthianos

    As brincadeiras que acontecem entre os torcedores rivais, desde que não passe de formas descontraídas e sem discriminação e episódios de desrespeito são sempre bem-vindas e fazem parte da dinâmica do esporte. Qualquer coisa além disso, se torna combustível para confrontos desnecessários e que podem beirar o fanatismo e selvageria, atos que não combinam em nada com o que o próprio esporte deve suscitar: entretenimento, lazer e saúde.

    Hoje é  um dia especial para os Corinthianos, afinal o clube disputará e com méritos a sua primeira final de uma taça Libertadores da América, contra o calejado Boca Júniors. O jogo coloca frente a frente dois países que são eternos rivais no futebol e ainda, alimenta o cenário jornalístico e cotidiano com notícias, estatísticas, fomenta a economia que gira ao redor da peleja, piadas e conversas de botequim. E claro, mexe com a fé e paixão de milhões de pessoas que torcem a favor ou contra. Recentemente, uma brincadeira fomentada pelos torcedores do clube do Parque São Jorge cresceu nas redes sociais. A ideia dos anti-corintianos é uma alusão aos torcedores rivais que, naturalmente torcem contra a equipe preta e branca. Comportamento normal que, no sentido contrário, também aconteceria e acontece, ou seja, as pessoas torcem a favor de seu time de coração e contra os times rivais. Tal brincadeira ganhou corpo e ultrapassou as “fronteiras” da internet passando a ser usada em matérias jornalísticas. Tudo normal e corriqueiro, fazendo parte do metier do futebol.

    Entretanto, uma ação me chamou a atenção. A Nike, patrocinadora oficial do Corínthians e de tantos outros clubes, efetuou uma comunicação mercadológica em jornais usando a  brincadeira dos anti e a emoção como pano de fundo para reforçar a marca durante o evento (jogo). Ao direcionar o anúncio “à maior torcida do Brasil” – no caso, os anti-Corinthianos – a Nike cria uma celeuma para ela mesma, afinal a marca é consumida e possui simpatizantes entre todas as torcidas e, além disso, oficializa uma brincadeira, vinculando-a  como se fosse palavras dela e não do próprio clube (Instituição Corínthians), reforçando um sentimento separatista entre as pessoas e, isso, sim, pode ser perigoso.


    Outra marca já teve problemas ao misturar a paixão com rivalidade entre clubes e torcidas, no futebol. Veja aqui.

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  • Participação de homens e mulheres em várias redes sociais

    Você sabe se o Facebook é mais acessado por homens ou por mulheres? E o Twitter? Bem, essas informações foram compiladas por David McCandless e alimentam o infográfico abaixo. É uma boa dica para basear estratégias com segmentação por gênero, nas redes sociais. Como exemplo, as duas citadas acima – Facebook e Twitter – tem a maioria de visitação feita por mulheres.

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  • Porquê tenho que estudar Filosofia, Antropologia e outras matérias chatas no primeiro ano de faculdade?

    Muitos estudantes universitários questionam o porquê de se estudar matérias como Filosofia, Sociologia, Antropologia e outras, normalmente no primeiro ano de faculdade. A ansiedade e a avidez por aprender assuntos específicos e ainda, a pressão para resultados rápidos no mercado de trabalho, somados a pouca idade e a ainda limitação da capacidade de enxergar a vida em 360 graus faz com que os jovens subestimem alguns aspectos pertinentes sobre a graduação superior.

    No Brasil, os cursos superiores são classificados em quatro tipos: bacharelado, licenciatura, tecnológico e sequencial. Segundo o MEC (Ministério da Educação), o bacharelado é o curso superior que “confere ao diplomado competências em determinado campo do saber para o exercício de atividade acadêmica ou profissional” e normalmente estruturada em 4 anos curriculares. Os bacharéis são os ‘produtores de conhecimento’, ou seja, os cursos com essa definição possuem uma formação orientada aos saberem gerais e específicos, conferindo ao discente a capacidade de compreender o “de onde vim e para onde vou” a partir de uma área do conhecimento científico.

    A Filosofia, mãe de todas as ciências, estuda e investiga as origens do conhecimento, a existência e a verdade a partir da argumentação lógica e do pensamento (raciocínio). Oras. E o que mais faremos dentro das empresas, senão argumentar de maneira lógica através do uso do raciocínio crítico? A Filosofia não trata das partes específicas, mas sim a partir de diversas áreas da investigação científica, como a lógica, metafísica, epistemologia, ética, política, artes. Esquecem os jovens que toda formação humana é essencialmente fruto de uma discussão filosófica, acurada pela experiência. Já a Sociologia é a ciência que estuda o comportamento do ser humano enquanto membro de grupos e dos fenômenos sociais. Oras, mais uma vez, o que é uma empresa senão o agrupamento de pessoas com determinados comportamentos que originam diversos fenômenos sociais? Do mesmo modo, a Antropologia tem como objeto o HOMEM e sua identidade formatada pelas culturas e pelas diversidades.

    Como objetivo, a formação acadêmica superior – bacharelado –  propõe-se a incutir no jovem um cunho pluralista, imerso em uma correta visão enquanto cidadão, ser humano e notório especialista em uma área específica do conhecimento com uma destacada capacidade de olhar para fora e para dentro de si mesmo com vistas para a construção do conhecimento futuro.

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  • A liderança orientada para as pessoas

    Cada vez mais importante, a liderança orientada para as pessoas é um estilo de liderança baseada na habilidade de gerir relacionamentos para extrair as melhores aptidões dos membros da equipe. Uma das características de uma boa liderança orientada para as pessoas é participação dos envolvidos na decisão a ser tomada, ou seja, cabe ao líder propor uma rotina democrática e que privilegie a liberdade e criatividade dos funcionários. Ao líder, exige-se os comportamentos diretivos e de apoio, falando em outras palavras, o líder deve estabelecer os objetivos,  funções e o como fazer, além de permanecer a disposição, estimulando o grupo na realização da tarefa que, ao final, deve ser conferida e checada por todos.

    Valorizado nos dias atuais, os profissionais que conseguem desenvolver relacionamentos saudáveis a ponto de estabelecer um forte nível de confiança e claro, concominante com resultados positivos, são os líderes mais desejados pelo mercado de trabalho. Essa união de habilidades humanas e com ênfase nos resultados é chamada de liderança bidimensional (O Grid Gerencial. Blake & Mouton). Na prática, os líderes que adaptam  seu comportamento de modo a atender as necessidades do grupo e aos objetivos específicos, tendem a possuir melhores resultados empresariais. Cabe ao líder, aperfeiçoar-se nas seguintes habilidades: empreendedorismo, relações humanas, comunicação, negociação, sensibilidade, gerencial conflitos e motivação. Além disso, conhecimentos generalista e especialista continuam sendo fundamentais para uma boa liderança.

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  • Elas estão com tudo

    Por @nielsenbr. Não é de hoje que o poder de consumo feminino é conhecido. O que muitos ainda não sabem é que atualmente as mulheres já são responsáveis pelas decisões de compras da maioria dos lares. Com o aumento da presença delas no mercado de trabalho e também como chefe da família (mais de um terço das famílias brasileiras), seu papel ganha cada vez mais relevância no consumo.

    A brasileira pode ser definida como “tri-atleta”, pois cuida da família, da carreira e de si própria. Ela está mais estressada do que nunca! 67% reclamam que raramente têm tempo para descansar. Com isso, o tempo se torna a sua principal commodity, um bem cada vez mais raro, diante do desafio de conciliar papéis distintos, que muitas vezes parecem não caber nas 24 horas do dia.

    Portanto, a oportunidade dos comerciantes é ajudar essa consumidora a não perder tempo. “Facilitar a vida dessas mulheres é a melhor forma de atuar, tendo sempre como foco contribuir para a redução do estresse gerado pela vida moderna”, aconselha Olegário Araújo, diretor de atendimento ao varejo da Nielsen Brasil.

    De acordo com ele é necessário investir em duas variáveis para agradar as consumidoras: acessibilidade e sortimento. Na primeira, o estabelecimento deve responder à seguinte pergunta: o que sua loja fazer para facilitar a vida dessa cliente nos diferentes meios de contato, como telefone, internet, estacionamento, corredores da loja, fila do caixa, entre outros?

    No segundo aspecto, Araújo afirma que as consumidoras buscam principalmente por praticidade, produtos que as fazem sentir-se bem e sejam sofisticados. “Em um contexto de profundas transformações no hábito de consumo é fundamental compreender a missão de compra de uma consumidora em relação ao canal”, conta. Para que elas tenham uma boa experiência de compra é importante ter o produto certo, na quantidade certa, e no momento que a consumidora precisa.

    “Como tem mais opções de produtos e locais de compra, e menos tempo, por consequência essa consumidora é menos tolerante com falhas operacionais por parte dos varejistas”, alerta o diretor. O ponto-chave é ter o sortimento adequado e propiciar acessibilidade aos produtos com uma exposição e comunicação visual que facilite a compra e permita a oferta e não apenas a vendas.

    De acordo com Araujo, definir a forma de atuar é fundamental. “Conheça o seu público-alvo, mas lembre-se de que não é possível ser tudo para todos: quem quer agradar a todos, acaba por não agradar ninguém”, recomenda.

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