• Super Herois na luta contra o câncer infantil

    Algumas enfermidades possuem características de extrapolar os limites do ataque ao corpo físico para, também e infelizmente, influenciar negativamente  as forças psicológicas dos pacientes.  Um exemplo de patologia que assusta e todos e provoca esse “ataque duplo” é o câncer.  Tão importante quanto o tratamento, é manter a motivação e vontade de vencer dos pacientes em alta e, principalmente quando os mesmos são s crianças. Sabendo disso,  porquê não recorrer ao lúdico representado por Super Herois, para auxiliar no dia a dia e diminuir a percepção negativa que os pequenos fazem do tratamento? E foi exatamente isso que a JWT Brasil criou para o Hospital A.C. Camargo. “Equipamentos e medicamentos ganharam uma nova roupagem, utilizando elementos dos personagens da DC Comics. Os soros de quimioterapia são exibidos para as crianças como super-fórmulas, em corredores chamados de Hall da Justiça, e histórias em quadrinhos que explicam a doença e motivam na luta contra os vilões.” Fonte: Brainstorm9.

    Confira abaixo a ação, fantástica e emocionante, por sinal. Um belo exemplo da comunicação social sendo utilizada em benefício dos seres humanos.

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  • Instituto Lula publica imagens em desacordo com sua missão

    O assunto em questão que envolve uma instituição(ong) sem fins lucrativos e de cunho social, tem a ver com os princípios da comunicação social e de gestão, sujeito aos aspectos que levarei em consideração na abordagem abaixo.

    Fruto da história do brasileiro Luis Inácio da Silva, de suas conquistas e relacionamentos, o Instituto Lula é uma organização não governamental que tem como base contar a história do Brasil a partir dos movimentos sociais, cuidar do “acervo histórico e do intercâmbio internacional das experiências políticas do ex-presidente“.  Conforme descrito na própria página do instituto, em sua missão, “O Instituto Lula é suprapartidário (grifo meu), não tem fins lucrativos e é independente de estados, partidos políticos ou organizações religiosas. A manutenção de seus trabalhos é garantida por meio de doações de empresas e pessoas que se identificam com os objetivos da entidade.”

    Missão do Instituto Lula. Imagem: Reprodução / http://www.institutolula.org

    Fica evidente que o órgão, conforme orientado por sua missão, sobrevive de doações empresariais e pessoais, e que, ainda, o Instituto possui um caráter suprapartidário – definição de suprapartidário: que está acima dos partidos (ou dos seus interesses). Entretanto, ao observar a subpágina “fotos“, fico perplexo com a quantidade de fotografias do ex-presidente em encontros políticos, comícios e eventos deliberadamente de cunho político e partidário, em total desrespeito e oposto ao apregoado na missão pública do Instituto.

    Imagem: Reprodução / http://www.institutolula.org/galerias/

    Ao que parece, o projeto está sendo usado para fins políticos, acima do estabelecido pelas bases de sua existência. A utilização dos espaços, dentro do próprio site do projeto, para finalidades que acenam para uma  comunicação política partidária, transmite uma mácula na imagem que o Instituto quer possuir dentro da sociedade e do próprio idealismo democrático do ex-presidente, que, ao que espero, não tenha consciência do tamanho do desatino propagado na página que leva seu nome.

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  • A mão opressora do Estado

    Recentemente, tenho visto uma série de tentativas do Governo Federal no sentido de controlar a emissão e o conteúdo de comunicação, seja jornalística ou até mesmo mercadológica. O discurso oriundo do Estado é o velho e ultrapassado conceito comunista de burguesia x proletariado. Nesse rumo, o Estado maior se coloca em uma posição discursiva de protetor do oprimido frente ao domínio anterior das chamadas “elites”.  Tais métodos podem ser encontrados qualquer literatura básica sobre socialismo e comunismo.

    No famoso “O Manifesto Comunista” de Karl Marx e Friedrich Engels, a burguesia é comparada constantemente como “o capital” e a estes, pesam todos os maus agouros que culminam com a divisão de classes e opressão do mais fraco. Para controlar o cunho negativo estabelecido às “elites dominantes”, o Estado socialista / comunista deve ser o controlador maior das relações econômicas e de necessidades da população. Essa é uma das bases do raciocínio reacionário.

    O objetivo imediato dos comunistas é o mesmo que o de todos os demais partidos proletários: constituição dos proletários em classe, derrubada da supremacia burguesa, conquista do poder político pelo proletariado“. Marx & Engels (1848).

    Ainda, a obra de Marx e Engels propõem medidas que devem ser adotadas para transformar os meios de produção, tais como: “Centralização do crédito nas mãos do Estado por meio de um banco nacional com capital do Estado e com o monopólio exclusivo“; “Imposto fortemente agressivo“. Voltando ao assunto inicial, o Estado deve respeitar os direitos individuais e da liberdade de ser, pensar e agir, sem imposição por parte do poder, conforme John Rawls. Ao Estado não cabe dizer, por exemplo, como as famílias devem educar os filhos, tampouco estabelecer mecanismos de censura sobre as formas democráticas de comunicação. Toda e qualquer tentativa de imposição de maneiras e formas de agir aos cidadãos coincidem com regimes fascistas e ditatoriais.

    As tentativas de imposição de atos são sempre “regadas” com e sob o pretexto de proteger os cidadãos e, desta forma, consolida um viés perigoso de Estado golpista. Em um passado recente (últimos cinco anos) vários Projetos de Lei com finalidade de cercear o direito a liberdade de expressão dos cidadãos brasileiros foram submetidos e estão sendo analisados pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado Nacional. Textos que, no seu cerne, estabelecem censura aos blogs brasileiros (Projeto do Deputado Gerson Peres), censura à imprensa (Projeto do Senador Roberto Requião), proibição de comunicação de produtos para crianças (publicidade infantil) e o anteprojeto elaborado pela Secretaria de Assuntos Legislativos,  que trata do controle de dados na web. Qualquer dualidade com a obra 1984, de George Orwell, não é mera ficção, afinal, “O grande irmão está de olho em você. Fique tranquilo, pois é para o seu próprio bem“.

    1984. George Orwell

    Contrário a toda livre iniciativa, o Estado brasileiro é e pode ser definido por uma somatória de ismos, porém, exceto como neoliberal. Ao contrário, nossa “máquina pública” onera e cria entraves para o desenvolvimento econômico do país, tais como alta carga de impostos, excesso de procedimentos burocráticos para investimentos e inovação, alto custo público com péssimos serviços. Não satisfeito, o Estado de direito ainda alimenta o sonho socialista / comunista, ao introduzir, na calada da noite, Leis que visam o aumento do controle sobre os direitos democráticos e com operações ilícitas para seduzir e comprar a perpetuação do poder (vide o uso ilícito de dinheiro público para financiamento de partidos esquerdistas e outros conchavos, julgados no caso “mensalão”).

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  • Ministério da Saúde e Facebook se unem para incentivar doação de órgãos

    Em uma bela iniciativa de solidariedade e comunicação social, o Ministério da Saúde e a rede social Facebook se unem para incentivar a doação de órgãos. Lançada hoje, a página “Doação de Órgãos” no Facebook tem por finalidade incentivar os usuários a divulgarem sua opção pela doação de órgãos.  Segundo o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, “esta é mais uma ferramenta que contribuirá para a nossa campanha de incentivo, temos que usar as redes sociais para mobilizar e engajar pessoas que apoiam a causa. Precisamos fazer com que esta ideia seja multiplicada e alcance o maior número de pessoas”.

    Com a função, cada usuário pode adicionar em sua linha do tempo e na descrição pessoal a opção de “doador de órgãos”. Para ativar a função, siga os passos descritos na imagem abaixo:

    Fonte: Blog da saúde. http://www.blog.saude.gov.br/saude-e-facebook-unem-esforcos-para-incentivar-a-doacao-de-orgaos/

    Eu curti, e você?

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  • Vitória da Bahia lança campanha “Meu sangue é rubro negro” para incentivar doação de sangue

    Vitória da Bahia lança campanha "Meu sangue é rubro negro". Imagem: Divulgação

    Criada pela Leo Burnett Tailor Made, a campanha “Meu sangue é rubro negro” é uma bela demonstração de marketing social, dentro do segmento esportivo. Sabedor da penetração junto a massa de cidadãos, o Esporte Clube Vitória retirou a cor vermelha de seu manto para incentivar os torcedores e simpatizantes a doarem sangue e assim, participarem de importante ação social solidária.

    Vitória da Bahia lança campanha "Meu sangue é rubro negro" . Imagem: PropMark

    A cor vermelha na camisa do Leão da Barra será incluída aos poucos (provavelmente uma listra na cor vermelha, por jogo), a medida que as doações de sangue ao Hemocentro (Hemoba – Bahia) forem intensificadas. Com divulgação na tv, internet, mídia impressa e exterior, a campanha tem forte associação com a paixão pelo futebol e com o sangue que corre nas veias, símbolo de raça e agora, de vida. A Penalty – fornecedora de material esportivo – é a parceira do Vitória, nesta campanha. Acesse a página no Facebook.

    Ficha Técnica
    Direção de criação: Marcelo Reis, Guilherme Jahara e Rodrigo Jatene
    Criação: Rodolfo Fernandes, Erick Mendonça, Alexandre Pagano, João Caetano Brasil, Guilherme Jahara e Rodrigo Jatene
    RTV: Celso Groba, Maria Fernanda Moura, Camila Aquino e Rafael Messias
    Atendimento: Pablo Arteaga, Junior Bottura e Anelene Putini
    Finalização: Burti
    Aprovação pelo cliente: Adilson Baptista Jr., Leandro Hamiro dos Santos e Carlos Sergio Falcão

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