• Linguagem informal estreita relacionamento entre empresas e consumidores


    Em tempos de maior proximidade com o consumidor e facilitado pelos vários meios de comunicação (e tecnologia da informação), muitas empresas tem adotado um diálogo mais coloquial em seu dia a dia, no relacionamento com o cliente, afinal, sob a ótica do cliente “o prazer provém de poder falar na primeira pessoa, de dizer” eu” e de ser ouvido” (Chanlat e Bédard, 1992, p. 144).

    São várias as organizações que ganham notoriedade a partir desta comunicação empresarial mais jovial e em tom de amizade, tais como Nubank, Waze , Cemitério Jardim da Ressurreição (Cemi), Prefeitura de Curitiba, Netflix Brasil , dentre outras.

    Esse modelo de formato da linguagem (dentro dos canais formais), além de divertida, provoca simpatia e demonstra uma afinidade da marca com características particulares de algumas mídias sociais e, obviamente, estar afinado com o meio no qual você interage, acaba gerando credibilidade.

    Espalhe por ai:
  • A importância do Copywriting

    Fundamental que, antes da veiculação do seu conteúdo, seja feita uma revisão do copywriting adotado.

    Para quem desconhece o termo, copywriting significa a redação de marketing. São os textos usados para o fechamento da conversão de vendas, em Marketing de Conteúdo, normalmente embasado nos dados de marketing e preenchido com gatilhos mentais.

    #lovemkt #mkt #gatilhosmentais #técnicas #mktdeconteúdo #inboundmkt #marketing

    Espalhe por ai:
  • Super Herois na luta contra o câncer infantil

    Algumas enfermidades possuem características de extrapolar os limites do ataque ao corpo físico para, também e infelizmente, influenciar negativamente  as forças psicológicas dos pacientes.  Um exemplo de patologia que assusta e todos e provoca esse “ataque duplo” é o câncer.  Tão importante quanto o tratamento, é manter a motivação e vontade de vencer dos pacientes em alta e, principalmente quando os mesmos são s crianças. Sabendo disso,  porquê não recorrer ao lúdico representado por Super Herois, para auxiliar no dia a dia e diminuir a percepção negativa que os pequenos fazem do tratamento? E foi exatamente isso que a JWT Brasil criou para o Hospital A.C. Camargo. “Equipamentos e medicamentos ganharam uma nova roupagem, utilizando elementos dos personagens da DC Comics. Os soros de quimioterapia são exibidos para as crianças como super-fórmulas, em corredores chamados de Hall da Justiça, e histórias em quadrinhos que explicam a doença e motivam na luta contra os vilões.” Fonte: Brainstorm9.

    Confira abaixo a ação, fantástica e emocionante, por sinal. Um belo exemplo da comunicação social sendo utilizada em benefício dos seres humanos.

    Espalhe por ai:
  • Instituto Lula publica imagens em desacordo com sua missão

    O assunto em questão que envolve uma instituição(ong) sem fins lucrativos e de cunho social, tem a ver com os princípios da comunicação social e de gestão, sujeito aos aspectos que levarei em consideração na abordagem abaixo.

    Fruto da história do brasileiro Luis Inácio da Silva, de suas conquistas e relacionamentos, o Instituto Lula é uma organização não governamental que tem como base contar a história do Brasil a partir dos movimentos sociais, cuidar do “acervo histórico e do intercâmbio internacional das experiências políticas do ex-presidente“.  Conforme descrito na própria página do instituto, em sua missão, “O Instituto Lula é suprapartidário (grifo meu), não tem fins lucrativos e é independente de estados, partidos políticos ou organizações religiosas. A manutenção de seus trabalhos é garantida por meio de doações de empresas e pessoas que se identificam com os objetivos da entidade.”

    Missão do Instituto Lula. Imagem: Reprodução / http://www.institutolula.org

    Fica evidente que o órgão, conforme orientado por sua missão, sobrevive de doações empresariais e pessoais, e que, ainda, o Instituto possui um caráter suprapartidário – definição de suprapartidário: que está acima dos partidos (ou dos seus interesses). Entretanto, ao observar a subpágina “fotos“, fico perplexo com a quantidade de fotografias do ex-presidente em encontros políticos, comícios e eventos deliberadamente de cunho político e partidário, em total desrespeito e oposto ao apregoado na missão pública do Instituto.

    Imagem: Reprodução / http://www.institutolula.org/galerias/

    Ao que parece, o projeto está sendo usado para fins políticos, acima do estabelecido pelas bases de sua existência. A utilização dos espaços, dentro do próprio site do projeto, para finalidades que acenam para uma  comunicação política partidária, transmite uma mácula na imagem que o Instituto quer possuir dentro da sociedade e do próprio idealismo democrático do ex-presidente, que, ao que espero, não tenha consciência do tamanho do desatino propagado na página que leva seu nome.

    Espalhe por ai:
  • A mão opressora do Estado

    Recentemente, tenho visto uma série de tentativas do Governo Federal no sentido de controlar a emissão e o conteúdo de comunicação, seja jornalística ou até mesmo mercadológica. O discurso oriundo do Estado é o velho e ultrapassado conceito comunista de burguesia x proletariado. Nesse rumo, o Estado maior se coloca em uma posição discursiva de protetor do oprimido frente ao domínio anterior das chamadas “elites”.  Tais métodos podem ser encontrados qualquer literatura básica sobre socialismo e comunismo.

    No famoso “O Manifesto Comunista” de Karl Marx e Friedrich Engels, a burguesia é comparada constantemente como “o capital” e a estes, pesam todos os maus agouros que culminam com a divisão de classes e opressão do mais fraco. Para controlar o cunho negativo estabelecido às “elites dominantes”, o Estado socialista / comunista deve ser o controlador maior das relações econômicas e de necessidades da população. Essa é uma das bases do raciocínio reacionário.

    O objetivo imediato dos comunistas é o mesmo que o de todos os demais partidos proletários: constituição dos proletários em classe, derrubada da supremacia burguesa, conquista do poder político pelo proletariado“. Marx & Engels (1848).

    Ainda, a obra de Marx e Engels propõem medidas que devem ser adotadas para transformar os meios de produção, tais como: “Centralização do crédito nas mãos do Estado por meio de um banco nacional com capital do Estado e com o monopólio exclusivo“; “Imposto fortemente agressivo“. Voltando ao assunto inicial, o Estado deve respeitar os direitos individuais e da liberdade de ser, pensar e agir, sem imposição por parte do poder, conforme John Rawls. Ao Estado não cabe dizer, por exemplo, como as famílias devem educar os filhos, tampouco estabelecer mecanismos de censura sobre as formas democráticas de comunicação. Toda e qualquer tentativa de imposição de maneiras e formas de agir aos cidadãos coincidem com regimes fascistas e ditatoriais.

    As tentativas de imposição de atos são sempre “regadas” com e sob o pretexto de proteger os cidadãos e, desta forma, consolida um viés perigoso de Estado golpista. Em um passado recente (últimos cinco anos) vários Projetos de Lei com finalidade de cercear o direito a liberdade de expressão dos cidadãos brasileiros foram submetidos e estão sendo analisados pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado Nacional. Textos que, no seu cerne, estabelecem censura aos blogs brasileiros (Projeto do Deputado Gerson Peres), censura à imprensa (Projeto do Senador Roberto Requião), proibição de comunicação de produtos para crianças (publicidade infantil) e o anteprojeto elaborado pela Secretaria de Assuntos Legislativos,  que trata do controle de dados na web. Qualquer dualidade com a obra 1984, de George Orwell, não é mera ficção, afinal, “O grande irmão está de olho em você. Fique tranquilo, pois é para o seu próprio bem“.

    1984. George Orwell

    Contrário a toda livre iniciativa, o Estado brasileiro é e pode ser definido por uma somatória de ismos, porém, exceto como neoliberal. Ao contrário, nossa “máquina pública” onera e cria entraves para o desenvolvimento econômico do país, tais como alta carga de impostos, excesso de procedimentos burocráticos para investimentos e inovação, alto custo público com péssimos serviços. Não satisfeito, o Estado de direito ainda alimenta o sonho socialista / comunista, ao introduzir, na calada da noite, Leis que visam o aumento do controle sobre os direitos democráticos e com operações ilícitas para seduzir e comprar a perpetuação do poder (vide o uso ilícito de dinheiro público para financiamento de partidos esquerdistas e outros conchavos, julgados no caso “mensalão”).

    Espalhe por ai: