• UnHate – Você tem ódio do quê?

    Todos devem ter visto a recente campanha (UnHate) da marca Benetton que explora a cultura da paz contra o ódio entre os seres humanos, principalmente a partir das diferenças diversas ( culturais, religiosas, orientação sexual e etc). Marcada pelas comunicações polêmicas e por grandes repercussões, a Benetton dividiu opiniões nas décadas de 80 e 90 com propagandas repletas de questões sociais e tabus como sexo, aids, política, guerra, morte, religião e igualdade. As criações, á época, vingaram pelas mãos talentosas do fotógrafo italiano Oliviero Toscani – autor da célebre frase “A publicidade é um cadáver que nos sorri” e que virou título de livro. Toscani e a própria empresa acreditavam que a publicidade e propaganda deveriam ser utilizadas para propagar algo a mais do que simplesmente o resultado do capital e, claro, tudo com muito impacto. Pena que a sociedade não enxerga em si mesmo a realidade. Na maioria das vezes, o que as pessoas querem ver é o sonho, e não o real. Assim é o mundo da publicidade, dos filmes, das novelas e etc.

    Mas, a propósito, você tem ódio do quê?

    Banner defronte a Catedral de Milão, IT.

    UnHate Film, bem ao estilo publicitário da Benetton. “The film UNHATE by French director Laurent Chanez, tells of the precarious balance and complex interweaving between the drive to hate and the reasons to love”.

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  • Um post que todos vão ler, menos a Luíza que está no Canadá

    Com certa frequência somos “bombardeados” por frases / bordões que muito rapidamente viram uma mania passando a ser repetidos exaustivamente por muitas pessoas ao mesmo tempo. Essa curiosa repetição é conhecida na comunicação através da nomenclatura “MEME”. Um ‘meme’ pode ser constituído de conteúdo verbal, gestual, visual (imagem) ou associaçao de vários componentes que, devido a determinados contextos, são transmitidos rapidamente entre os indivíduos através da comunicação boca-a-boca (buzz) ou  propagado por meios de comunicação ou ainda até mesmo intermediado por algum veículo midiático. Também se atribui o mesmo significado para coisas que conquistam sucesso de acesso na internet (meme de internet), como os virais, hiperlinks, vídeos, imagens, por exemplo.

    “Um ‘meme de ideia’ pode ser definido como uma entidade capaz de ser transmitida de um cérebro para outro. O meme da teoria de Darwin, portanto, é o fundamento essencial da ideia de que é compartilhado por todos os cérebros que a compreendem” (Dawkins, 2001 apud Recuero, 2009).

    Os “memes” podem ter origens diversas. Muitos tem origem nos meios de comunicação de massa através de bordões ditos por personagens de novelas, filmes, seriados e programas de humor. Outros surgem na mídia internet e se propagam pela rede através de sites de relacionamentos como o twitter, famoso por propagar memes em forma de hashtags (toda sextas-feiras existem os #FF, hashtag abreviada de Follow Friday, ou seja, recomendações de perfis amigos para serem seguidos). Há os que possuem núcleo no cotidiano popular, no “conhecimento do povo” e são transmitidos através das gerações ou pelo fator cultural.

    Há ainda, os que possuem princípio em campanhas publicitárias e vice-versa, ou seja, fatos que se concretizam como memes e posteriormente são utilizados em publicidades, como o exemplo recente “Mude!” propagado para marca Itau e produzido a partir de vídeo famoso na internet. Além disso, o singelo vídeo em questão virulizou outra polêmica: o fato da suposta imagem da folha de cannabis aparecer no vídeo original e que passou desapercebida, indo “ao ar” em rede nacional.

    O vídeo original – um meme de internet, que foi usado na campanha publicitária:

    Um aspecto muito interessante de um MEME é que o mesmo pode ter variações e modificações, ou seja, durante a disseminação do conteúdo, cada pessoa pode dar seu “toque pessoal”, alterando a configuração e contexto do elemento, porém sem eliminar o conceito principal. Alguns conquistam fama tão rápida como um rastro de pólvora e em muitos casos com poucas explicações plausíveis para tal sucesso. Recentemente o bordão “… menos a Luíza que está no Canadá” virou uma mania na internet brasileira. A frase, parte do texto da campanha publicitária de empresa imobiliária, passou a ser repetida com frequência nas redes sociais, atribuindo um sentido irônico e proposital para uma frase qualquer, do tipo: Todos viram a oferta do colchão inflamável, menos a Luíza que está no Canadá.

    :: Da internet, para a TV!

    Depois do sucesso na internet, o “meme da Luíza” ganhou a mídia televisiva e foi incorporado em pautas jornalísticas e de programas de humor. Tal fato até foi questionado pelo apresentador do SBT, Carlos Nascimento, criando algo como uma “pauta dentro da pauta”. A chamada feita também criou motivos para debate, devido a conclusão do apresentador sobre a inteligência do povo, ou da própria mídia. Veja:

    :: Outros memes de internet
    Chuck Norris Fact
    Keyboard Cat
    Tirinhas

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  • Propagandas que marcaram época #6 – Cremogema

    Excelente comercial que consagrou o slogan “Cremo, Cremo, Cremogema. É a coisa mais gostosa desse mundo” a partir do jingle de fácil fixação mental. O produto – um pó para preparo de mingau, da Unilever – foi muito utilizado na alimentação infantil nas décadas de 70 e 80. Repare que o filme é finalizado com a dupla de arquétipos “família feliz” e “figura da vovó” que transmite segurança e cuidados (amor).

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  • Máquinas de POS viram ferramenta para promoções instantâneas

    Tecnologia desenvolvida por empresa brasileira já conquistou grandes marcas, como Mastercard e Pirelli.

    Passar o cartão de débito ou crédito e saber na hora se ganhou um prêmio. A mais nova tecnologia promocional que já está sendo usada nos pontos de venda foi criada pela brasileira Bamberg Comunicação, especializada em marketing promocional, para beneficiar marcas por meio de terminais eletrônicos de cartões, chamado de POS (Point Of Sale).

    No momento da compra, já é possível que as empresas viabilizem a promoção de produtos e serviços por meio, por exemplo, de premiações instantâneas, de forma simples, segura, objetiva e a um custo mais baixo do convencional. “As ações promocionais precisam evoluir. O consumidor já está cansado de ser arrastado para filas, urnas, hotsites ou mesmo guardar embalagens com códigos promocionais por séculos até o dia em que seguramente não saberá se foi contemplado. Temos que trazer as marcas à vida, fazer com que elas se relacionem com o seu público da forma mais natural e prazerosa possível.”, afirma o sócio-diretor da agência, Gui Bamberg.

    Com o uso da nova tecnologia, é possível até mesmo estender a experiência aos próprios estabelecimentos, com prêmios para os colaboradores que incentivarem o uso das máquinas POS, como ocorreu em recente ação conjunta da Ourocard e Cielo, coordenada pela agência, em que cada venda gerou um número da sorte para o sorteio de prêmios de até R$ 100 mil para os lojistas. “A estratégia da ação foi pensada especialmente para gerar volume e crescimento do ticket médio, além de incentivar o lojista à preferência pelo POS da Cielo.”, revela Bamberg.

    Com a proposta de criar ou transformar tecnologias existentes em soluções promocionais, a Bamberg já realizou grandes projetos para marcas importantes, como Ourocard, Brasilcap, Pirelli, LG, Claro, Castrol, Peugeot, GM, Visa, Mastecard, Diners e Cielo. E compõe as estatísticas de ampliação do marketing promocional nos últimos anos. O setor cresce no Brasil a taxas mais altas que a própria economia, com movimentação que, segundo dados projetados pela AMPRO – Associação de Marketing Promocional, deve chegar aos R$ 38 bilhões para o fechamento de 2011.

    Diferenciais da nova tecnologia aplicada em promoções:

    • Redução drástica de custos operacionais, registrando com eficiência o sell-out e medindo o retorno efetivo da ação, do investimento da marca.
    • Maior controle de vendas. É possível identificar onde está o pessoal de vendas e quanto tempo ele levou em cada local.
    • Agilidade no plano operacional, gestão, operação, emissão de relatórios e o fechamento da campanha.
    • Tecnologia aplicada ao marketing. Criação de plataforma que conversa com mobile, com meios de pagamento e outros. No ponto de vista promocional, a utilização é inédita no Brasil.
    • Tecnologia variável, vai desde o uso de RFID a mobile, que são mais simples, a tecnologias de meio de pagamento. É muito versátil, com o propósito de entender a necessidade e objetivos das empresas.
    • É segura, confiável e com baixo custo para as marcas. E reduz o nível de perda de controle de self a zero.
    • Sustentabilidade:  muitos balcões, urnas, ficam anos armazenados ou são descartados. A tecnologia de premiação instantânea usa um sistema que já existe (por exemplo, o POS), que já está consumindo energia; raramente usa papel.
    • Maior integração entre a marca e o consumidor, valorizando o comportamento natural no momento da compra.

    Informações / Release: cbscom

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  • Campanha da Prefeitura de Nova York para desestimular consumo de refrigerante

    Excelente propaganda como parte da campanha da Prefeitura da cidade de Nova York para desestimular a população a consumir refrigerantes. Atualmente, a cidade americana enfrenta índices alarmantes de problemas clínicos devido ao aumento da dieta com excesso de calorias. Tal situação está sendo tratada como calamidade pública pelos governantes e órgãos de saúde.

    A campanha, composta por peças gráficas e aúdiovisuais, promove impacto através da informação racional acerca dos males que o consumo excessivo de alimentos calóricos, incluindo os refrigerantes, causam no organismo. A propaganda abaixo possui fácil entendimento e um mecanismo comunicacional direto e que proporciona atenção e retenção seletiva rápida através da mensagem reforçada pelo visual.

    “Cada 600 ml de refrigerante possui 10 pacotes de açúcar em sua composição”, é o mote principal da propaganda. Confira!

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