• O comportamento de consumo de quem mora sozinho

    Businessman working outside in front of trees

    Uma pesquisa realizada pelo instituto Market Analysis de opinião pública, apresentou um estudo sobre o comportamento e os hábitos do consumidor que mora sozinho. Pelo que foi analisado, é possível perceber que este grupo de consumidores são mais exigentes, principalmente, no fator preço.

    Segundo o estudo, para os consumidores que moram sozinhos, só vale a pena adquirir produtos mais caros se eles tiverem a garantia de mais durabilidade. Diferentemente de consumidores que moram com suas famílias, e que para administrar melhor o tempo para cuidar do lar, não abrem mão de produtos caros, mas que garantam conforto e/ou praticidade.

    Outro fator apontado pelo estudo foi o lazer, que para a maioria dos consumidores que moram sozinhos está relacionado às compras. Além disso, consumidores solitários costumam passar mais tempo na internet do que assistindo televisão.

    Além dos fatores de consumo, o fator de hábitos saudáveis esteve envolvido no estudo e mostrou que esse público possui menos hábitos saudáveis e consomem mais fast food, comidas congeladas e frequentam mais bares e restaurantes. O consumo de doces e bebidas alcoólicas também costuma ser mais intenso.

    De uma maneira geral, esses estudos e pesquisas de perfil dos consumidores são muito importantes para que as empresas possam ter mais chances de acertar na criação de seus produtos e em como o marketing será utilizado para afetar diretamente o público-alvo. Exemplo disso é o próprio perfil de consumidores que moram sozinhos, já que, pode-se notar que de uns tempos para cá esse tipo de consumidor tem aumentado cada vez mais sendo um dos mais relevantes do mercado.

    As empresas devem se preparar para atender às necessidades dos consumidores que moram sozinhos, pois a presença deles tem previsão de ser ainda maior futuramente. Uma das medidas a serem tomadas diz respeito a forma de consumo, já que esse público a partir da pesquisa foi constatado que preferem fazer compras em um estabelecimento único que ofereça variados produtos e dos mais diversos segmentos.

    Fonte: FastCom

    Imagens: Corbis Images

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  • Classe D e E são alavancas do crescimento no nordeste

    Enquanto a classe média segue como ponteiro da economia e de muitas empresas pelo Brasil, por representar 43% do consumo, no Nordeste a bússola aponta para outra direção. Diferente do cenário nacional, nesta região as classes D e E são as alavancas do crescimento, representando 64% do consumo; e a classe C soma apenas 27%.

    Os dados acima fazem parte de uma análise especial apresentada no 3°Evento a Clientes Nielsen Nordeste 2012. O estudo observou também que o desenvolvimento está desviando a rota das metrópoles, que crescem 4%, e trafegando pelas pequenas cidades, que atingem 10%.

    Outro fator essencial a ressaltar é que os ganchos desse crescimento foram as categorias de acesso (categorias novas e em desenvolvimento, com baixa distribuição no varejo e penetração em domicílios; como barra de cereal, bombom, vinho), de acordo com o diretor comercial da Nielsen, Mário Ruggiero,

    “As vendas dessa categoria são mais numerosas na região quando comparada às categorias maduras (mais desenvolvidas e disseminadas entre os consumidores, como a margarina, o sabão em pó, papel higiênico). Entretanto, para as duas situações as classes D e E também exercem papel de destaque. Prova disso, é que 73% das categorias de acesso e 66% das categorias maduras são consumidas pelo nível socioeconômico baixo”.

    Ruggiero pontua ainda que esse crescimento no Nordeste pode continuar de forma lenta, mas que já é destaque se comparado ao restante do país. “Isso tudo ocorre de forma moderada, mas em ritmo superior se comparado às demais regiões e o nível socioeconômico baixo exerce papel chave neste cenário”.

    Para os que vão se guiar em direção desse desenvolvimento econômico regional, há pontos que ainda podem ser explorados. “O crescimento da região depende da criação de valor por inovações e da busca de um posicionamento de preço adequado”, finaliza o diretor.
    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • A sofisticação do consumo no Brasil

    Virou notícia frequente ouvir que o Brasil está crescendo. A melhoria na distribuição de renda, maior participação da mulher no mercado de trabalho e a inserção do país no cenário mundial (destaque junto ao BRIC), favoreceu positivamente a construção da reputação brasileira. Consequentemente, esses fatores impactaram de forma positiva também o cenário do varejo no país.

    Nesse cenário, a Nielsen classificou quatro fatores que estão impulsionando o comércio no país: saudabilidade, praticidade, indulgência e sofisticação. Mas um deles, em especial, mexou mais com os hábitos de compra do brasileiro:  a sofisticação. Esse vetor foi identificado porque houve migração nas vendas, onde as categorias mais básicas foram trocadas pelas mais valorizadas. Comparando o ano de 2011 contra 2010, o grupo de itens mais sofisticados cresceu 13% em valor contra um crescimento médio de 8,3% do total de categorias.

    Os segmentos de maior valor vêm se destacando em praticamente todas as categorias de produtos. “Não se trata de dizer que o brasileiro está migrando para segmentos premium, ou seja, comprando mais produtos de maior valor e de maior qualidade”, pondera o analista de mercado da Nielsen, Claudio Czarnobai. Segundo ele, o consumidor brasileiro está buscando itens com maior valor agregado e não necessariamente as marcas mais caras. “Obviamente, essa busca por qualidade gera, por consequência, a alta no desempenho das marcas premium. Mas não podemos confundir com busca por marcas mais caras, porque o brasileiro aprendeu também a identificar o que tem valor agregado. Prova disso são os demais vetores: saudabilidade e praticidade, por exemplo.”

    De acordo com o analista, a sofisticação envolve a busca por maior qualidade, menor impacto ambiental, boas práticas na fabricação, tecnologia de ponta, rotulagem com informação adequada, selos de origem e de qualidade, valorização da marca, entre outros fatores. “Com maior disponibilidade de renda e maior acesso das classes médias e baixas, notamos com clareza a migração do tipo de produto consumido”, comenta. Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • Você sabe o que é acidente de consumo?

    Fonte: Inmetro / Portal do Consumidor

    O Código de Defesa do Consumidor (CDC), em seu artigo 6º, indica que o fornecedor de produtos e serviços “é responsável pela segurança, vida, saúde e integridade física do consumidor”.  Toda vez que um produto ou serviço causa prejuízo ou dano a saúde e segurança do consumidor é caracterizado como acidente de consumo. Exemplos como queimaduras, alergias, cortes, choques, ferimentos diversos e outros tipos de acidentes provocados pelo consumo de produtos e serviços (acidentes em parques de diversões, torsões ocorridos em estabelecimentos comerciais, intoxicação alimentar, traumas por explosões, e etc…) são motivos legais para o consumidor ingressar com uma notificação junto ao Procon e procurar seus direitos e ressarcimentos, a serem analisados pela Justiça.

    As causas para o acidente de consumo podem ser várias, a saber: “falha na informação quanto ao uso correto do produto ou serviço; falta de adequação de produtos ou serviços às normas de fabricação; defeitos nos produtos ou prestação inadequada de serviços; ausência de atuação preventiva dos fornecedores (fabricantes, vendedores, importadores etc)“, de acordo com a cartilha “Acidentes de Consumo”, editada pela Associação Médica Brasileira e Associação ProTeste.

    Importante ressaltar que nem todos os casos podem ser categorizados como acidentes de consumo, tais como os acidentes domésticos, por exemplo. Os casos também podem ser notificados no Inmetro, no formulário anexo, ou no site do Ipem, aqui.

    Alguns sites úteis:

     

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  • Brasileiros são os que mais compram pela web

    Por @nielsenbr. O consumidor brasileiro está buscando mais praticidade na hora das compras, seja na escolha do produto ou onde comprar. Sendo assim, a internet tem se tornado uma recorrente ferramenta de pesquisa para comparar preços, buscar informações e promoções, além de proporcionar comodidade para quem quer adquirir mercadorias em apenas alguns cliques.

    Um recente estudo global realizado pela Nielsen aponta que o Brasil está à frente dos países da América Latina em compras online. Enquanto a média latino-americana é de 42%, no Brasil 55% da população usa a internet para ter comodidade na aquisição de novos produtos.

    Por @nielsenbr. A tendência é que essa prática cresça, já que a mesma pesquisa revela que 15% dos entrevistados têm a intenção de comprar alimentos ou bebidas pela internet nos próximos seis meses. Segundo a gerente de atendimento da Nielsen Brasil, Lenita Mattar, esse fator se deve ao crescimento da Classe C, pois quanto melhor a condição financeira do cidadão pertencente a esta classe social, mais acesso a tecnologias – e a internet – ele terá. “À medida que a classe média crescer, o comércio virtual também deve se desenvolver no país”, argumenta.

    Essa tendência se comprova com base nos números de pessoas conectadas à internet no Brasil. “Há 82 milhões de internautas no país, 5% a mais do que em 2011, e o número de consumidores que fazem compras pela internet cresceu 20%”. Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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