• Você sabe o que é acidente de consumo?

    Fonte: Inmetro / Portal do Consumidor

    O Código de Defesa do Consumidor (CDC), em seu artigo 6º, indica que o fornecedor de produtos e serviços “é responsável pela segurança, vida, saúde e integridade física do consumidor”.  Toda vez que um produto ou serviço causa prejuízo ou dano a saúde e segurança do consumidor é caracterizado como acidente de consumo. Exemplos como queimaduras, alergias, cortes, choques, ferimentos diversos e outros tipos de acidentes provocados pelo consumo de produtos e serviços (acidentes em parques de diversões, torsões ocorridos em estabelecimentos comerciais, intoxicação alimentar, traumas por explosões, e etc…) são motivos legais para o consumidor ingressar com uma notificação junto ao Procon e procurar seus direitos e ressarcimentos, a serem analisados pela Justiça.

    As causas para o acidente de consumo podem ser várias, a saber: “falha na informação quanto ao uso correto do produto ou serviço; falta de adequação de produtos ou serviços às normas de fabricação; defeitos nos produtos ou prestação inadequada de serviços; ausência de atuação preventiva dos fornecedores (fabricantes, vendedores, importadores etc)“, de acordo com a cartilha “Acidentes de Consumo”, editada pela Associação Médica Brasileira e Associação ProTeste.

    Importante ressaltar que nem todos os casos podem ser categorizados como acidentes de consumo, tais como os acidentes domésticos, por exemplo. Os casos também podem ser notificados no Inmetro, no formulário anexo, ou no site do Ipem, aqui.

    Alguns sites úteis:

     

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  • Brasileiros são os que mais compram pela web

    Por @nielsenbr. O consumidor brasileiro está buscando mais praticidade na hora das compras, seja na escolha do produto ou onde comprar. Sendo assim, a internet tem se tornado uma recorrente ferramenta de pesquisa para comparar preços, buscar informações e promoções, além de proporcionar comodidade para quem quer adquirir mercadorias em apenas alguns cliques.

    Um recente estudo global realizado pela Nielsen aponta que o Brasil está à frente dos países da América Latina em compras online. Enquanto a média latino-americana é de 42%, no Brasil 55% da população usa a internet para ter comodidade na aquisição de novos produtos.

    Por @nielsenbr. A tendência é que essa prática cresça, já que a mesma pesquisa revela que 15% dos entrevistados têm a intenção de comprar alimentos ou bebidas pela internet nos próximos seis meses. Segundo a gerente de atendimento da Nielsen Brasil, Lenita Mattar, esse fator se deve ao crescimento da Classe C, pois quanto melhor a condição financeira do cidadão pertencente a esta classe social, mais acesso a tecnologias – e a internet – ele terá. “À medida que a classe média crescer, o comércio virtual também deve se desenvolver no país”, argumenta.

    Essa tendência se comprova com base nos números de pessoas conectadas à internet no Brasil. “Há 82 milhões de internautas no país, 5% a mais do que em 2011, e o número de consumidores que fazem compras pela internet cresceu 20%”. Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • Chinês cria réplica de Lamborghini: uma abordagem sobre a lógica do consumo

    O ser humano mantém intrínseca relação de paixão e ódio com marcas e produtos. Esses sentimentos, anteriormente detalhados no post ‘A percepção como elemento da relação entre os indivíduos e as marcas‘, são os motivadores dos comportamentos relacionados ao consumo e ao ato extremo de culto ás marcas. Todos os indivíduos possuem uma série de necessidades que, em muitos casos, são alcançados através da relação com os produtos – psicologia do consumo. Mais do que simplesmente comprar, os indivíduos são influenciados pelos estímulos que recebem dos meios que frequentam, conforme entendimento da Teoria Comportamentalista.

    O consumidor vive em um mundo duplo, no qual, na sua mente, realidade e fantasia se confundem. As fantasias podem ser instigadas a partir da natureza dos objetos, dos desejos humanos e dos avanços da humanidade. Essa dualidade remete constantemente a uma analogia entre o self e o ambiente através da satisfação das necessidades (homeostase: processo através do qual o organismo satisfaz suas necessidades). Ainda, conforme Baudrillard, “por trás de cada objeto real, há o objeto sonhado.

    O consumo, por sua vez, analisado em uma visão pós-modernista (após a década de 80) é entendido “como um instrumento de afirmação individual, reabilitando o “direito” à escolha individual“. Nessa abordagem, o consumo pode ocorrer a partir de três naturezas: “instrumental (como agente de satisfação de necessidades e desejos), informativa (enquanto marcador de sucesso, poder e distinções sociais) e expressiva (sendo comunicador e tradutor simbólico de estados de espírito e identidades)” Slater, 2006.

    Tal situação, em uma dualidade realidade x fantasia, pode ser exemplificada com o comportamento do chinês Wang Jian, que, conforme matéria publicada no portal G1, investiu em torno de 9 mil dólares para construir uma réplica de um automóvel Lamborghini Reventon. O resultado, evidentemente, longe do status e outros atributos existentes no produto original, proporcionaram ao criador uma satisfação explicado pela dimentação das três naturezas , na visão pós-modernista.

    (Foto: Xihao/Reuters) / G1

    (Foto: Xihao/Reuters) / G1

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  • O cliente multicanal

    Por @nielsenbr. Onde você compra xampu? E os ingredientes para um jantar especial? As compras do mês, você faz no hipermercado? Ou, para economizar, prefere o ‘atacarejo’? As opções de canais de compra são muitas, e o consumidor não precisa escolher uma só, pelo contrário. Por essa razão que atualmente o consumidor é considerado multicanal.

    O desenvolvimento econômico e social vivenciado nos últimos anos gerou grandes transformações nos hábitos de compra do brasileiro. A estabilidade da inflação fez com que o consumidor deixasse de depender das “compras do mês” e, dessa forma, hoje pode comprar produtos à medida que necessita deles, em qualquer canal de venda.

    Forças relacionadas ao contexto do consumidor, como a ascensão social, a urbanização e o papel da mulher na sociedade e no mercado de trabalho, incentivaram as mudanças no comportamento dos compradores. As transformações geradas por esses fatores abriram espaço para o desenvolvimento e fortalecimento de outros formatos de lojas no país. Por exemplo, as vendas no Canal Farma cresceram 315 pontos no último ano, enquanto os autosserviços, com mais de cinco check-outs, cresceram 125, segundo levantamentos da Nielsen Brasil.

    De acordo com Lenita Vargas, gerente de atendimento ao varejo na Nielsen Brasil, os fatores relacionados à vida urbana e às mulheres que cumprem jornada de trabalho e cuidam do lar, modificaram intensamente as necessidades dos consumidores. “Eles valorizam atributos como conveniência e praticidade, devido à falta de tempo no cotidiano”, afirma.

    Com isso, os supermercados de bairro começam a ganhar relevância, por ter a conveniência de estar próximo de casa. “Nesses canais é possível tanto repor um produto de necessidade básica, quanto encontrar ingredientes especiais para um almoço de domingo”, explica Lenita.

    O maior poder de compra, dado pela ascensão social e aumento do poder aquisitivo, também conferiu aos brasileiros um melhor aproveitamento das propostas de diferentes formatos de lojas. É o caso do atacarejo, expressão utilizada para lojas de atacado que o consumidor comum, do varejo, está freqüentando. Nesse canal é possível comprar em maior quantidade, pagando menos.

    Para os varejistas, a maior mudança é a concorrência, que deixa de ser entre os mesmos formatos de lojas e passa a ser entre todos os canais de vendas. Para sair na frente nessa competição diversificada, é preciso conhecer o seu consumidor e suas diferentes missões de compra. “Com isso, o varejista deve definir e comunicar, claramente, qual é a sua proposta de diferenciação, frente aos concorrentes, e quais necessidades do consumidor serão atendidas nessa loja”, sugere Lenita.

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • O disparo do Nordeste

    Por @nielsenbr. O Brasil está em ascensão, #fato. O crescimento positivo da nação pode ser notado tanto na estabilidade econômica (comparada aos outros Países), quanto na melhoria da condição das classes baixas. Não tem sido diferente com a região Nordeste do País, que tem sido a região que mais contribui para esse cenário.

    O avanço da região começou há cerca de quatro anos, com o boom da classe C. O movimento é fruto da melhoria da renda no Nordeste, impulsionada por ações de investimento de caráter privado e público, como aumento do salário mínimo, programas de inclusão social, crescimento de empregos formais criados pelos diversos investimentos de empresas de grande porte, que instalaram suas fábricas na região, entre outros.

    Todo esse crescimento pode ser observado na prática com os dados sobre as vendas do varejo. Um dos itens que se destacou em 2011 na região foi o leite fermentado, que vendeu 15,6% a mais, comparado a 2010.

    Outra bebida que disparou foi o uísque: no último ano a região representou 37% das vendas da categoria. “Os números apontam que historicamente a população nordestina é um destaque no consumo do destilado”, conta Thais Castro, coordenadora de atendimento a clientes do Nordeste da Nielsen Brasil. O disparo do consumo se deve a uma questão cultural, pois é comum apreciar o uísque junto com a água de coco, que é muito comum na região, principalmente no Recife.

    O momento é favorável para investimentos no Nordeste! “Os varejistas têm potencial de crescimento na região sim”, afirma Thais. Uma análise realizada pela Nielsen apurou que para cada mil habitantes desta região estão disponíveis 5,5 lojas, enquanto que para todo o País a média é de seis lojas. A pesquisa também concluiu que o tipo de canal de vendas que tem mais potencial de crescimento são os Autosserviços com 5 ou mais check-outs, ou seja, supermercados com 5 ou mais caixas.

    A coordenadora dá outras dicas para se dar bem com a ascensão nordestina. “Direcione produtos ao consumidor desta região, conheça melhor o público e lance itens adequados às necessidades deles”, sugere. Estratégias como adaptar o alimento ao paladar regional e oferecer uma embalagem que permita a experimentação, com menor desembolso, facilitam o processo de aceitação e sucesso a inovação lançada na região.

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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