• Produtos bizarros #23 – Tesoura mulher maravilha

    Não sei o que se passa na cabeça da pessoa que cria um produto assim. A tesourinha infantil é feia (repare o rosto da personagem) e de muito mau gosto, principalmente quando aberta. Bizarro! Convenhamos que há outras formas de se criar o mesmo produto aproveitando-se do licenciamento da marca da heroína e que o prazer estético deve ser privilegiado sempre.

    Mais “bizarrices” aqui.

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  • Cartões de visitas prá lá de criativos

    O cartão de visita é uma mídia indispensável no mundo dos negócios. Mesmo com o avanço tecnológico, a troca de cartões ainda sobrevive como uma prática frequente, charmosa e útil durante as relações comerciais.

    Muitos são sóbrios e sérios mas, quando o perfil do negócio permite, há como utilizar de ideias criativas em termos de design para que o cartão seja lembrado nos momentos necessários.

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  • Eu vejo eles dançando, em cima do muro…

    …no meio do mundo. No meio do mundo dividido. Capital Inicial.

    Uma das coisas que eu achei fantástico após ler a biografia de Steve Jobs foi descobrir a maneira com que ele concebia os produtos. Primeiro o design, depois a engenharia. A engenharia precisava se adequar ao design, à concepção do produto e à ideia que ele queria passar. E não o contrário.

    Assim, Jobs podia exercitar aquilo que em minha opinião mais o ajudava no trabalho da inovação de produtos: a imaginação. E eu não sei se esse assunto, a imaginação já foi tema de algum livro de negócios, marketing, inovação ou empreendedorismo. Mas, sei que é justamente ela, a imaginação o ingrediente essencial para criar a personalidade de uma marca.

    E nesse primeiro artigo pro avemarketing de 2012 eu quero fazer uma pequena reflexão sobre imaginação, marketing, inovação e empreendedorismo. Os livros podem ensinar como programar uma campanha de marketing que arrebenta. Ensinam como despertar o comportamento empreendedor, como estruturar e planejar um plano de marketing e toda a estratégia de marketing.

    Mas, eles não conseguem ainda ensinar, passo-a-passo sobre como transformar a personalidade de uma empresa, de como imaginar empresas, produtos e tecnologias que vão romper com tudo.

    Na verdade, se você acha que a sua empresa não tem personalidade, na verdade ela já possui uma personalidade errada. Da mesma maneira, se na cabeça dos líderes falta imaginação, as coisas tendem a caminhar pro buraco. A imaginação talvez seja o mais salvador e aniquilador nisso tudo. A falta dela, assim como o excesso, leva qualquer empresa, qualquer produto, qualquer estratégia, para o buraco. Portanto, equilibrar imaginação com pé no chão é o desafio maior disso tudo. Mas, os livros vivem incentivando o pé no chão, porque a cabeça nas nuvens faz mal. O problema é que, a cabeça nas nuvens pode fazer mal, mas a cabeça fora dela é desastroso. Talvez por isso, por esse grande incentivo que temos de manter o pé no chão, é que ultimamente somos bombardeados com tantos produtos e empresas sem graça nenhuma, sem nenhuma pitada de imaginação.

    A dose certa de imaginação rompe barreiras. Para alcançar o estado da arte, para chegar à perfeição é preciso imaginar e conceber o que é perfeito. A atitude de Steve Jobs de conceber primeiro o design de seus produtos mostra o quanto isso é importante. Steve fazia primeiro o desenho do produto. Fazia primeiro aquilo com que o consumidor vai ter contato. O consumidor não tem contato com a engenharia do produto, com aquilo que o faz funcionar. Dificilmente alguém quer um iPod, iPad ou iPhone porque ele tem uma engenharia sensacional. As pessoas querem porque o design é legal, é bonito, cool.

    Esse será um bom começo. Ao levar a sério a cultura da imaginação, você estará implementando a cultura da inovação.

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  • Curativos fashion

    Desenvolvidos pela Brandages, os curativos fashions possuem inspiração em marcas de status. A criação do design possibilita que sejam combinados com estilo pessoal e de acordo com a roupa a ser usada. Há que se notar que a proposta é justamente a inversa dos famosos curativos cor de pele, que objetivam a discrição. Gostei da ideia!

    Vi aqui.

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  • Evolução do design do Toyota Corolla

    Naturalmente, a maioria dos produtos possuem evolução ao longo dos anos. As melhorias e adequações de necessidades e tendências em produtos, tais como tecnologia, design e estética seguem padrões que estão disponíveis na análise do ambiente de marketing.

    Algumas características descritas podem ser facilmente observadas nas fotos abaixo, que retratam a evolução do produto Corolla, da Toyota. Durante o período, o automóvel teve alterações no tamanho e nas linhas/curvas, além das mudanças em padrões estéticos.

    1967

    1970

    1974

    1979

    1987 (mais…)

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