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Níveis de produtos
28 de março de 2010 | Por avemarketing em MarketingDentro da gestão de produtos, é importante observar a classificação dos mesmos quanto aos benefícios, também chamado de níveis de produtos. Os níveis são compreendidos através das seguintes etapas: benefício genérico; benefício esperado; benefício ampliado e produto potencial.
O primeiro item trata dos benefícios mais básicos pelo qual um produto é desenvolvido, por isso chamado de genérico ou básico. Ex. Um sapato tem como benefício genérico ou básico a proteção dos pés.
O benefício esperado é o conjunto de benefícios que os consumidores já esperam em um produto, além do genérico. Ex. o sapato tem como benefícios esperado o conforto, durabilidade e beleza.
Já o benefício ampliado são os aspectos diferenciais, ou seja, o que o produto possui “a mais” do que os produtos que atendem o âmbito do já esperado. Ex. sapato tem como ampliação o sistema de amortecimento, que proporciona benefício a mais.
E finalmente o produto potencial são os projetos futuros, o produto que está sendo desenvolvido hoje, mas para lançamento no “amanhã”.
Fundamental ressaltar que a grande “guerra” mercadológica atual acontece no nível do produto ampliado e que as ampliações são realizadas através de atributos que proporcionam os benefícios.
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Diferencial e o trabalho
Na minha humilde opinião, trabalho e arte estão intimamente ligados. A relação do trabalho com o prazer deve ser condição sine qua non para a harmonia da vida. Infelizmente, para muitos, o trabalho tem um espectro de desgosto e desprazer, sensação que emergiu no mundo moderno a partir da revolução industrial. Dentre as várias teorias motivacionais existentes, destaco para este post o entendimento acerca das “Teorias X” e “Y”. Para McGregor (McGREGOR apud ROBBINS, 2004, p.205) os gestores possuem duas visões distintas dos trabalhadores e sua relação com a motivação para o trabalho. Uma visão é o contexto negativo delineado pelo autor como “Teoria X”. Neste contexto, o homem tem uma aversão ao trabalho e precisa de controle excessivo para que suas responsabilidades sejam executadas. Já, ao contrário, na “Teoria Y”, a visão é positivista, ou seja, o homem trabalha e o faz pelo prazer.
A medida que compreendemos a necessidade da gestão de marketing e o desenvolvimento de diferenciais competitivos que outorguem às empresas a possibilidade de atingir objetivos com produtividade, evidenciamos a importância do trabalho humano individual e coletivo, principalmente o realizado com prazer e competência.
Para ilustrar, assista o vídeo abaixo com uma demonstração fantástica de um diferencial realizado durante o atendimento ao cliente por um sorveteiro na Turquia, que aproveita o momento de relacionamento com o cliente para encantá-lo.











