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Brasil invade a América
16 de março de 2011 | Por avemarketing em GestãoCom o crescimento econômico de nosso país e a formação de grupos de investimentos, vários brasileiros e empresas nacionais tem tornado seus investimentos internacionais e isso também tem acontecido em aquisições de empresas/marcas de renome no mercado americano. O site G1 publicou uma lista de empresas ex-americanas que hoje são de propriedade de empresas brasileiras, veja abaixo.
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Utilidade – Finep prorroga prazos para inscrições de subvenção econômica
Está quase no fim o prazo para que as empresas enviem suas propostas de apoio a projetos de inovação da Finep – Financiadora de Estudos e Projetos, vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Mais detalhes no Manual de Convênios Finep, aqui.Divulgação Finep / A diretoria da FINEP prorrogou para 13 de outubro o prazo para envio eletrônico de propostas por empresas candidatas à Seleção Pública de Subvenção Econômica à Inovação 01/2010. O documento em papel deve ser postado no dia 14 de outubro. O motivo foi uma paralisação nos servidores da FINEP, responsáveis pelo processamento das propostas.
Ao todo, o edital vai disponibilizar R$ 500 milhões. Os recursos, de natureza não reembolsável, vão apoiar projetos de inovação desenvolvidos por empresas brasileiras em seis áreas estratégicas: tecnologias da informação e comunicação; energia; biotecnologia; saúde, defesa e desenvolvimento social. Na área de energia, por exemplo, o edital contemplará projetos de pesquisa voltados para o desenvolvimento do carro elétrico além de soluções para exploração e desenvolvimento em campos off-shore de petróleo.
Poderão concorrer aos recursos empresas de qualquer porte, individualmente ou em associação com outras empresas. Não será permitido a uma determinada empresa apresentar ou participar de mais de uma proposta por tema. O menor valor a ser solicitado é R$ 500 mil, podendo o financiamento chegar ao valor máximo de R$ 10 milhões. No mínimo, 40% dos recursos serão investidos em pequenas empresas, empresas de pequeno porte e microempresas e, no mínimo 30% deverão atender empresas localizadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
No julgamento das propostas serão considerados aspectos como, aderência ao tema, grau de inovação, viabilidade técnica e financeira do projeto, impacto no mercado e capacidade técnica da equipe executora.
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3 preconceitos que você tem que tirar da cabeça
13 de maio de 2010 | Por avemarketing em comportamento, Mercado de TrabalhoO amigo José Jayme*, Engenheiro Civil pela Univerdade Federal de Pernambuco, enviou o texto abaixo para colaboração com o conteúdo do blog avemarketing.
“Infelizmente ainda tem muita gente que cultiva certos pensamentos sobre mercado de trabalho que acabam por limitar suas chances de ingressar, ou mesmo, prosperar. Aqui vão 3 preconceitos bastante fortes que já ouvi muitos falarem e que, extirpados, serão de grande valia para o sucesso profissional:
1. Só entra no mercado quem tem Q.I. – O famoso “Quem Indica” é mais comum do que se imagina e tem um nome mais politicamente correto: Networking. Porém essa prática não deve ser associada ao apadrinhamento e sim, a sociabilizarão de informações mercadológicas, seja para novas oportunidades de emprego ou não, de pessoas que tem afinidades ideológicas em suas áreas. Complicado? Pois bem, pense naquela “secretária do lar” que você contratou. Você pediu uma indicação de alguém que já conhecia seu trabalho, ou fez um processo seletivo amplo?;
2. As empresas não dão oportunidades para quem está começando – De uma certa forma sim, mas por um bom motivo: as empresas não contratam para resolver os problemas das pessoas, as pessoas são contratadas para resolver os problemas da empresa. Logo ver as empresas como uma entidade filantrópica é não encarar a realidade. Empresas visam lucro e você tem que mostrar que fará ela lucrar mais (ou desperdiçar menos) ao contratar você;
3. Para que estudar se muita gente não estuda e se dá bem? – O mundo não é bem assim. As vezes nos baseamos nas exceções para justificar que nossos pontos de vista são regras e as estatísticas acabam por provar o contrário. Se no Brasil existir apenas uma pessoa desempregada, ela ainda sim vai achar que as estatísticas estão equivocadas”.
*José Jayme dos Santos, Engenheiro Civil pela Universidade Federal de Pernambuco, PrEng, Field Engineer at Vão Livre Estruturas Metálicas; writer at Blog Minha Carreira Anterior; Project Coordinator at Bimetal Industria Metalúrgica LTDA; Field Inspector at Nokia Siemens Networks; Project Manager at Priori Construction Systems.
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Mudança de geração e os comportamentos
Você lembra do A-HA? A-HA é uma banda pop que fez bastante sucesso com hits como “Blue Sky”, “Take on Me”, “Crying In The Rain”, “Hunting High And Low” dentre outros, na década de 80 e início da década de 90. Mas, o que isso tem a ver? Bem, ontem durante minha aula de Marketing de Serviços, um dos alunos fez esta pergunta para uma colega de classe. Acontece que duas gerações já se passaram (meus alunos de graduação nasceram em 1987, 88, 89, 90, 91, 92) e poucos tiveram contato com fatos ocorridos nestes períodos, evidentemente. Desta forma, não presenciaram Ayrton Senna nas pistas, o tetra em 94 e não passaram tardes jogando River Raid no Atari, etc e etc. Mas, o que quero ressaltar é justamente a velocidade das mudanças que nos assolam atualmente. É fantástico como a vida se renova a cada geração e como aprendemos com os mais jovens. Assim como acontece conosco, também acontece com as empresas, ou seja, elas devem reinventar-se frequentemente, aprender com os mais novos e compreender as novas gerações e quais comportamentos são habituais da nova geração. Devemos ter boas lembranças de coisas que gostávamos, mas definitivamente, o mundo caminha para frente, e cada vez em maior velocidade. Taí uma dica para os profissionais de marketing, cuja perspicácia exige conhecimento sobre macro e micro ambientes. Pense nisso!
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Inovar, eis a questão.
28 de outubro de 2009 | Por avemarketing em Marketing
Inovar é uma característica fundamental no mundo dos negócios. Poucas são as empresas que conseguem se “reinventar” constantemente, de modo a adaptar-se com rapidez às mudanças do mercado. Importante distinguir as empresas que possuem processos ou produtos reinventados, conceitualmente citados como “inovadoras”, das empresas que são consideradas “seguidoras”, conforme Clark & Wheel Wright (1993). As empresas inovadoras desenvolvem identidade estratégica e acrescentam melhorias em métodos com conseqüente resultado mercadológico e são em número menor do que as ditas “seguidoras”/”copiadoras”.Para ilustrar este post, recorro a palestra de Rowan Gibson sobre inovação. Rowan é autor do livro “Inovação, prioridade número 1″ e é considerado atualmente um dos principais nomes mundiais sobre inovação. Ele esteve no Brasil em 18 de agosto e proferiu palestra para profissionais e estudantes. Assista os vídeos abaixo, divididos em 6 partes de 15 minutos (com tradução simultânea). Fonte: Revista Harvard Business Brasil














