• O Google Glass como ferramenta de marketing

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    Google Glass no Super Bowl

    Grandes marcas investem no gadget do Google para gerar interação com o público-alvo e se aproximam de cada cliente por meio de novas experiências tecnológicas.

    Sem dúvida alguma, a ferramenta mais comentada dos últimos tempos é o Google Glass. Tido como um verdadeira inovação tecnológica por criar experiências totalmente diferentes aos usuários, o gadget, mais que uma novidade bem diferente, tem sido cada vez mais utilizado como uma boa estratégia de marketing de grandes empresas. Sim, o produto exclusivo do Google ainda está em testes, mas já há empresas se adiantando e fazendo de tudo para monetizar esta tecnologia, seja com aplicativos, estratégias de publicidade ou verdadeiras ações que visam a integração entre marca e cliente.

    O marketing a favor do Google Glass. Ou será o contrário?

    O Google Glass é a tecnologia mais recente do gigante de buscas. O projeto, mostrado ao público pela primeira vez em 2012, está previsto para ser lançado oficialmente este ano, e as recentes notícias mostram que o produto vem sendo aperfeiçoado e moldado às necessidades dos usuários. Para os ansiosos, o Google possibilita participar do programa explorador de teste, contudo é necessário pagar cerca de 2 mil reais para isso. Assim, grandes marcas viram nesta possibilidade uma boa forma de se destacar e posteriormente monetizar por meio do uso do produto.

    Como isso é feito? Bem, o marketing é criatividade, então as marcas se aproveitam do orçamento publicitário gordo e geram experiências únicas com os clientes e alguns exemplos estão abaixo:

    Virgin Atlantic

    A companhia aérea britânica Virgin Atlantic usou a tecnologia do Google Glass a seu favor e ganhou destaque por isso em toda a imprensa internacional no último mês de fevereiro. O projeto piloto da empresa permite que os clientes da empresa possam acelerar o processo de check- in. Uma equipe de funcionários equipados com o Google Glass fornecem informações sobre o voo do passageiro durante seis semanas e se a experiência com o cliente for bem-sucedida, a ideia se espalhará por outros aeroportos.

    Google Glass no Super Bowl

    O Super Bowl faz o mundo inteiro parar: são cerca de 100 milhões de telespectadores em todo o mundo e, logo, aparecer no horário de transmissão custa caro – para 30 segundos são investidos cerca de 4 milhões de dólares. Visando o verdadeiro mercado que se desenvolve neste nicho, a TV americana CBS decidiu se destacar oferecendo uma outra perspectiva dos jogos esportivos colocando o Google Glass no repórter em ação. Isto nos faz pensar em outro nicho que pode se aproveitar bastante do Google Glass para criar conteúdo alternativo e gerar receita –  a imprensa e a cobertura feita em tempo real.

    NBA

    Já que o assunto são manobras de marketing na cena esportiva, outro destaque vai para o uso do Google Glass na NBA em agosto do ano passado. Tudo organizado pelo site de notícias The Verge.

    L’ Oréal

    A marca de beleza L’ Oréal também se aproveitou do Google Glass para gerar o tal do buzz plublicitário. E até que a marca usou o gadget para algo bem interessante: auxiliar profissionais em uma espécie de educação profissional online, que também trará um aplicativo e um blog para demais esclarecimentos. A aproximação entre marca e cliente, neste caso, é feita por meio da educação.

    Percebemos com estes cases que as grandes marcas não querem, ao primeiro momento, gerar receita, mas sim visibilidade perante aos consumidores. Por mais que seja necessário investir muito para isso, as empresas estão preparadas, atualizadas e dispostas e encarar esta nova ferramenta de mercado que tem tudo para ganhar público. Assim, com aquela premissa de ‘esteja onde o seu público está’ tem marcas que já estão dando um passo a frente, se adaptando e criando as suas próprias estratégias de ‘sobrevivência’.

    Fonte: FastCom

    Imagens: NBC News, Forbes, Adweek e Blogs CIO

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  • Vend machine invisível da Coca-Cola interage com casais no dia dos namorados

    Legalzinha, simpática e, até mesmo, nos proporciona uma boa ideia do que é possível executar com um pouco de interação e paineis leds. Entretanto, será que somente eu achei a ação da Coca-Cola focada no Valentine’s Day,  fraquinha? Em verdade, a ação é muito interessante, mas a execução pareceu um tanto “forçada”.

    Dá a impressão que é uma típica ação com objetivo de gerar vídeo para postagens e repercussão em redes sociais e, nada mais. Inclusive, como foi possível a primeira participante direcionar a embalagem da lata de C0ca-Cola para a câmera, exatamente no timing e posição correta?

    Para quem não entendeu a ação, para celebrar a data alusiva ao dia dos namorados,  – comemorado nos EUA e em boa parte do mundo como o dia de São Valentino em 14 de fevereiro –  a Coca-Cola desenvolveu uma vend machine que só “podia ser vista” por casais de namorados. Na verdade, após a presença de possíveis casais, a máquina proporcionava uma sequência de imagens românticas e, ao final, liberava uma latinha com o nome personalizado de cada um dos namorados.

    Assista!

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  • Ações de marketing da Coca-Cola: Responsabilidade social ou incoerência?

    Será que o refrigerante açucarado mais famoso do mundo não
    pisou na bola ao criar um comercial que estimula a atividade física?

    Não é de hoje que a marca mais popular do mundo realiza ações de marketing capazes de impactar com veemência seus pontos centrais e, ao mesmo tempo, ter tento alcance de público como a Coca-Cola tem. A última da marca na Espanha foi lançar a “pílula mágica emagrecedora” em um anúncio de jornal. A proposta foi a seguinte: as primeiras 50 pessoas que ligassem receberiam uma caixa do milagroso método emagrecedor sem pagar nada.

    E de fato não pagavam, pois a pílula nunca existiu. A grande sacada da marca foi entrar em contato com os familiares das pessoas interessadas e dificultar o caminho que elas fariam até o suposto laboratório de manipulação: carros que não funcionam, táxis que enguiçam no meio do caminho, uma senhora pedindo ajuda para carregar um objeto pesado para o andar de cima de um apartamento, mudança de endereço e etc. Tudo para que as pessoas utilizassem mais o corpo em atividades comuns do dia a dia, fugindo do cômodo sedentarismo e proporcionando uma melhor qualidade de vida. Confira:

    Estimular essas pequenas mudanças na rotina, a troca de hábitos cômodos por iniciativas saudáveis é muito importante e se atêm a missão da empresa de fazer a diferença no mundo, inspirando momentos de alegria e otimismo. Só que com isso, a marca de refrigerante mais popular do planeta acaba dando um tiro no próprio pé e gerando várias críticas ao que eles propõem em suas peças publicitárias, tendo como principal argumento a controvérsia ao estilo de vida que o principal produto da marca condiciona: o alto teor de açúcar, o valor calórico elevado, os compostos químicos conservantes como sódio, acidulantes e corantes podem fazer muito mal à saúde dos consumidores a médio e longo prazo.

    As ações de marketing da Coca-Cola apesar de válidas, excluem totalmente a “culpa” do consumo exagerado dos refrigerantes como um hábito alimentar pouco saudável.  O que vocês acham? As campanhas de marketing da Coca são incoerentes quando levam em consideração as características de seus produtos? Veja estas outras ações e deixe sua opinião nos comentários.

    Abaixo, outros vídeos de ações da Coca-Cola que promovem a atividade física:

    Texto de FastCom

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  • Marcas, um mundo em movimento

    “As marcas são construções culturais extremamente dinâmicas” e assumem cada vez mais um papel decisivo no posicionamento competitivo, pois são as responsáveis direta pela associação positiva (ou negativa) dos indivíduos com as empresas e seus produtos. Além disso, as marcas se tornam elementos de personalização e assumem função arquetípica, a partir da projeção do inconsciente coletivo (Teoria de Jung). Elcio Fernando.

    A partir da criação do diretor da empresa, Levi Carneiro, que é também associado ao Grupo Troiano de Branding, foi feito o vídeo ‘Marcas, um mundo em movimento’  que aborda a evolução das marcas, seus movimentos no tempo e no espaço, o branding na era digital: entre a busca de sentido e a necessidade de conexão, e as marcas como construção cultural para criação e geração de valor. Uma visão dinâmica e abrangente.


    Ficha Técnica 
    Criação: Levi Carneiro
    Design: Anna Paola
    Realização: Ideia Comunicação
    Produção: Tutano

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  • Negócios temáticos são interessantes alternativas estratégicas

    Finalmente os serviços temáticos estão se tornando mais frequentes nas cidades brasileiras. A adoção de um tema é uma das estratégias mais adequadas para garantir um posicionamento na mente das pessoas e assim, fazer com que o negócio seja sempre lembrado por um diferencial totalmente visível. No mercado americano, por exemplo, as concepções temáticas tem espaço garantido desde a década de 50, pelo menos. Com liberdade criativa, a ação temática deve ser estabelecida especialmente para direcionar uma segmentação de mercados, conforme mencionado por Kotler (1996, p. 234) “o ponto central do marketing estratégico moderno pode ser descrito como marketing SAP – segmentação, alvo e posicionamento.” Entretanto, tal conceito não é exatamente uma regra, podendo haver exceções, conforme características do negócio e perfil do target.

    Uma identidade e uma posição de marca bem planejada e, implementada corretamente, trazem uma série de vantagens à organização: (a) orientam e aperfeiçoam a estratégia de marca; (b) proporcionam opções de expansão da marca; (c) melhoram a memorização da marca; (d) dão significado e concentração para a organização; (e) geram uma vantagem competitiva; (f) ocupam uma posição sólida contra a concorrência; (g) dão propriedade sobre um símbolo de comunicação; (h) provêm eficiências em termos de custos de execução. AAKER (1996, p. 221)

    Mais comuns no varejo, os bares, lanchonetes e hoteis já possuem exemplos interessantes sob a ótica da utilização de temas que garantam um foco estratégico.  Alguns estabelecimentos criativos e já citados aqui no blog podem ser relembrados, como o Clinic Bar, Pantone Hotel e o Heart Attack Grill.

    Os temas podem ser relativos a assuntos diversos, relacionados ou não com os serviços oferecidos. Também é possível se especializar em determinado serviço/produto e, assim, focar estrategicamente nesta especialização. Além disso, o ideal é que o tema crie simpatia e atratividade ao público, além, é claro, de se tornar exclusivo.

    A seguir, seguem algumas dicas para estabelecer um raciocínio estratégico sobre um determinado tema.

    1. Para caracterizar o negócio temático, o tema deve estar presente por toda a empresa. Na verdade, a empresa deve “gira” em torno do tema escolhido;

    2. Uma vez estabelecido o tema, comunique. Negócios temáticos têm grandes chances de conseguir espaços gratuitos na mídia, para matérias jornalísticas. Aproveite essas oportunidades e dissemine a comunicação boca-a-boca;

    3. Cada ponto de contato – momento onde/quando o cliente tem contato com o serviço – deve estar norteado pelo tema. Exemplo, se o estabelecimento é uma lanchonete, o tema deve estar presente na instalação física, decoração, nas mesas, cardápio, banheiro, etc., ou seja, locais e momentos onde o cliente se relaciona com o negócio;

    4. A apresentação do tema deve fugir do óbvio, da mesmice.

    5. O conjunto tema/ambiente físico/processos deve ser fortes o suficiente para se tornarem uma atração turística na região o qual está inserido.

    Hamburgueria temática Guitar Burguer inaugurou segunda unidade em São Paulo, no mês de junho

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