• Cachaça brasileira faz ação de product placement no seriado The Big Bang Theory

    A Cia. Müller de Bebidas, proprietária da marca 51, realizou ação (o planejamento foi realizado pelas empresas 3 Apitos e Monarca Group) de product placement no seriado The Big Bang Theory, durante o 21º episódio da sexta temporada, que foi ao ar no dia 30 de abril, no canal americano CBS. Product placement é o termo correto para o conhecido ‘merchandising televisivo’, que consiste na inclusão de uma marca/produto dentro de um programa, de maneira natural, ou seja, o produto passa a fazer parte do contexto ou cenário da produção televisiva.

    Confira a ação no vídeo abaixo:


     

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  • 5 Técnicas inusitadas de Marketing altamente eficazes

    Por Luiz Henrique Gagliardi. Uma das etapas mais desafiadoras do marketing é entender os aspectos psicológicos de seus consumidores. Inúmeras pesquisas qualitativas são feitas, realizamos diversas pesquisas nas redes sociais e comparamos com comportamentos de compra anteriores para traçarmos estratégias de posicionar o produto no contexto da vida dos seus consumidores.

    Apesar de empregarmos diversas teorias, sempre chegamos numa mesma conclusão quando se fala de Comportamento do Consumido: na maioria das vezes, a compra é feita de maneira irracional. Por isto, apresento abaixo algumas técnicas de marketing que separei por serem inusitadas e, ao mesmo tempo, comprovadamente eficientes:

    Técnica 1 – o Decoy Marketing

    Esta técnica visa induzir o consumidor a adquirir um determinado produto através de uma comparação com um de valor próximo, porém com qualidade inferior.

    Esta técnica foi desenvolvida por Dan Ariely e, resumidamente, ocorre desta maneira: foi realizado um teste com duas ofertas de assinatura da revista The Economist. A primeira ele não utilizou o decoy, a segunda sim:

    Oferta A (sem decoy):

    – $59: versão digital apenas (68 escolheram)

    – $125: versão digital e impressa (32 escolheram)

    = Receita: $8.012

    Oferta B (com decoy)

    – $59: versão digital apenas (16 escolheram)

    – $125: versão impressa apenas (ninguém escolheu)

    – $125: versão digital e impressa (84 escolheram)

    = Receita: $11.444

    A inserção da opção “versão impressa apenas” serviu como uma alavanca para que os consumidores percebessem que a opção “versão digital e impressa” é mais atrativa do que apenas digital. O interessante é que este processo não é desonesto, pois foi feito apenas uma adequação no mix de produto.

    Técnica 2 – O charmoso número 9

    William Poundstone, o autor impagável: O Mito do Valor Justo diz o seguinte:

    “Nossa resposta à moeda e aos preços é muito parecida com a nossa reação aos sentidos – como sentimos que uma luz é brilhante, como um som é ruidoso. Isso significa que nós somos muito sensíveis aos contrastes e não tanto para valores absolutos “

    O número 9 é repleto de simbolismo positivo (representa conquista, sorte e sucesso) e transmite a impressão que desconto (13,99 é muito mais atrativo do que 14,00). Por isto observamos esta técnica sendo empregada no varejo.

    Um case que reforça esta teoria dele foi um experimento realizado pela Universidade de Chicago, utilizando um catálogo impresso enviado por mala-direta com três variações. Alguns itens de roupa feminina foram vendidos por US$ 39. Em outras versões do catálogo, a empresa ofereceu o mesmo item por US$ 34 e US$ 44, respectivamente. Cada catálogo foi enviado a uma amostra de tamanho idêntico. E o resultado foi este: o preço com valor de US$ 39 foi o que teve melhor retorno, inclusive sobre o de US$34.

    Outro case que se utiliza claramente do charmoso número 9 é a Apple. As pessoas costumavam baixar música de graça, então o que Steve Jobs fez para convencer a pagar por isto? Simples, cobrou 99 centavos por música.

    Técnica 3 – Utilização de um Contraste

    Esta técnica é utilizada em artigos de luxo. Como vender um relógio de R$2.000,00? Simples: coloque do lado deste um relógio de R$20.000,00. Por que fazer isto? É necessário entender que nada é absolutamente barato ou caro. Tudo é relativo e isto vale também para precificação.

    Uma vez que você viu um hambúrguer de R$100,00 no menu, parece razoável pagar R$40,00 para um bife. Na Ralph Lauren, uma mala de US$ 16.000 faz uma camiseta de US$98 parecer uma pechincha.

    Técnica 4 – Precificação simplificada

    Esta técnica foi apresentada por Ash Maurya, um empreendedor e hoje palestrante, desenvolvida através de sua experiência oferecendo um serviço de compartilhamento de fotos.

    Ele fez um comparativo entre uma oferta direta de US$49 em relação a 2 planos (um de US$49 e outro de US$24) e também contra 3 planos (incluindo uma conta free).

    O impressionante resultado foi que seus consumidores escolhiam mais o preço único. Motivo, segundo Ash Maurya, seria que esta precificação simplificada representa o real valor do produto, satisfazendo seus clientes. Adicionamos a este tópico a teoria do Paradoxo a Escolha, de Barry Schwartz, comprovando que quanto mais opções  suas similaridades, maior será a frustração dos seus cliente.

    Isto pode ser implementado no nosso mix de produto, reduzindo as variações de preço nos serviços oferecidos.

    Técnica 5 – Pague o quanto vale

    A técnica “Pague o quanto vale”, é muito controversa, mas eficiente. O consumidor diz o preço que quer pagar pelo produto, podendo “sair de graça”. Em alguns casos, um valor mínimo é estipulado ou um preço sugerido é mostrado.

    Mas qual o motivo desta técnica funcionar? Ela se baseia no princípio da ancoragem citado acima. Você estipular um valor de referência dá uma percepção de valor para seu consumidor, que julgará o valor que achar justo.

    Esta técnica pode fornecer informações valiosíssimas de marketing, pois colabora na percepção de valor do produto oferecido (eles estão dispostos a pagar o valor proposto?)

    Um case que mostra esta técnica foi o lançamento do album “In Rainbows” do Radiohead, em 2007. Os fãs da banda poderiam realizar o download do álbum pelo preço que quisessem. Resultado: um dos álbuns mais rentáveis da banda. Outra maneira é usar esta técnica para ações beneficentes.

    Espero que estas dicas tenham sido interessantes e, principalmente, aplicáveis. Abraço,

    Luiz Henrique Gagliardi, sócio da AmittiBrasil| Gestão de Marcas (www.amittibrasil.com.br). Twitter: @luiz_henriqueg |@amittibrasil

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  • Como Decorar Um Salão de Beleza

    Quando uma pessoa reserva parte do seu tempo para ir a um salão de beleza espera mais do que um corte de cabelo, um bom serviço de manicure e pedicure, enfim, espera um momento de descanso da rotina agitada e relaxamento. Estar num ambiente agradável e bonito faz parte da experiência de ir a um salão de beleza.

    Se você tem um salão de beleza deve ficar atento à decoração do ambiente para criar aquele desejo de voltar nos seus clientes. Confira as dicas de como decorar um salão de beleza e transformar o ambiente num pedaço do paraíso da beleza.

    Dicas de Decoração Para Salão de Beleza

    A Cor das Paredes

    O salão deve ser um ambiente aconchegante e de relaxamento, mas também tem que ter um toque dinâmico para que tanto os clientes quanto os funcionários sintam que tudo está fluindo como deveria.

    Escolha um tom mestre para as paredes, de preferência na cartela de tons neutros e mais claros. Tons pastel e branco são os mais interessantes. Para dinamizar o ambiente, escolha uma parede para ter um tom mais escuro e forte.

    Tons como vermelho e laranja ajudam a trazer uma ideia de eficiência e energia para o ambiente.

    Dica: Se o espaço do salão não é muito grande, escolha a parede que dá de frente para a porta para ter a cor mais escura. O ambiente parecerá visualmente maior.

    Os Móveis

    Na hora de fazer a composição da decoração, escolha móveis coloridos para deixar o ambiente mais alegre e com uma pegada mais fashion. Uma dica é coordenar os tons, ou seja, se tiver uma parede com um tom mais escuro prefira ter móveis dentro dessa cartela de cor.

    Lembre-se também de dispor os móveis de forma que deixem um espaço de circulação para os clientes e funcionários. Imagine o salão no momento de pico de atendimento, não é bom que os seus funcionários fiquem esbarrando uns nos outros.

    Espelhos

    Uma das chaves de uma decoração de salão de beleza é a escolha dos espelhos, pois num ambiente em que todo mundo deseja ficar mais bonito nada é mais importante que um bom espelho. Pensando nisso, escolha modelos de espelhos mais amplos e cuide para que eles estejam sempre limpos.

    Atendimento

    O espaço do atendimento para fazer o agendamento de horários e efetuar o pagamento dos serviços deve ser cômodo e estar num lugar bem selecionado do ambiente. Escolha um cantinho que fique mais reservado no salão, mas que seja de fácil acesso para os clientes.

    Além disso, considere que em dias de pico pode haver a formação de filas nesse ponto do salão, então deixe um espaço considerável. É importante contar com um balcão para a recepcionista que ficará encarregada de receber os pagamentos dos clientes, bem como de atender o telefone.

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  • A Coca-Cola e a felicidade

    Além das ótimas produções para a televisão, com ótimos comerciais, a marca Coca-Cola mostra-se envolvida conceito de Marketing 3.0. Suas ações que levam Felicidade no nome possuem pontos que são identificados na definição de Kotler:

    “A missão do marketing 3.0 nas empresas consiste em estabelecer um elo com o cliente, promover a sustentabilidade no planeta e melhorar a vida dos pobres. Se você criar um caso de amor com os seus clientes, eles próprios farão a sua publicidade” (Fonte: Exame)

    As empresas devem se portar lembrando que fazem parte de uma sociedade que necessita de cidadania e que também são responsáveis pela melhoria do ambiente e bem-estar das pessoas.

    Veja abaixo a Máquina da Felicidade, o Caminhão da Felicidade e a Mesa da Felicidade:

     

    São ações bacanas que fazem o cliente se aproximar da marca, ao mesmo tempo em que desperta um momento de felicidade. Lembre-se: não são ações isoladas assim que fazem a diferença em um contexto social, mas sim, toda  a forma de uma empresa gerir seus negócios direcionados para caminhos responsáveis, conscientes e positivos, como essa ação.

    Por Ziqzira.

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  • Rede de restaurantes quer mudar posicionamento estratégico

    A rede de restaurante americana Hooters, conhecida pela simpatia e beleza de suas atendentes, vestidas com uniformes sensuais, quer mudar a forma que é vista pelo mercado afim de atrais um público mais pulverizado. Inaugurado nos Estados Unidos em 1983, a rede se diferenciou das demais por abrir lojas aconchegantes em bairros e pelo estilo de atendimento.  A própria empresa define em sua missão que a “Hooters American Restaurant oferece exatamente o que você espera: ótima comida servida pelas mundialmente famosas Garotas Hooters de forma casual e divertida“.

    Toda mudança de posicionamento estratégico requer muito cuidado, pois há o risco de não atingir o novo posicionamento desejado e perder o modelo anterior, com o tempo.  Posicionar-se é a distinção que uma empresa faz perante seus concorrentes e como a mesma faz com que o mercado perceba essa distinção. Pode ser por meio de atributos /benefícios do produto ou serviço, bem como processos, procedimentos ou outro elemento que possa ser percebido pelo consumidor, de alguma forma. Para HOOLEY, SAUNDERS e PIERCY (2000) “a diferenciação é a criação de algo que pareça ser único no mercado”.

    A ideia da administração da marca Hooters é, segundo reportagem publicada na revista Meio & Mensagem, atrair outros públicos ao estabelecimento comercial – jovens e mulheres. Ao que parece, a empresa se dedicará a maiores esforços de mídia, afim de criar maior empatia e penetração da marca, no mercado americano.  Evidente que, somente ações de comunicação midiática não são suficiente para segurar um novo posicionamento por certo tempo sem alterações no que a empresa entrega ao consumidor, em termos de produtos (aumentar o mix de produtos e melhorar qualidade dos mesmos), ambiente do pdv e o já famoso apelo sensual no atendimento.

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