• Em vídeo, Nike revela bastidores da preparação das seleções olímpicas de basquete dos Estados Unidos

    Em vídeo produzido pela Nike, jogadores das seleções masculina e feminina de basquete dos Estados Unidos revelam bastidores e um pouco da preparação das equipes para a disputa dos jogos olímpicos. Nos depoimentos(testemunhais), os atletas destacam a tecnologia dos tênis da marca e a importância dos mesmos para o monitoramento de quesitos como rapidez e altura dos saltos. Os vídeos reforçam a estratégia da marca de utilizar formadores de opinião para e penetração dos atributos e benefícios dos produtos junto ao público jovem, atrelado ao nacionalismo americano e espírito olímpico.

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  • O poder das marcas próprias

    Marcas próprias no Supermercado GBarbosa. Imagem: http://www.f5news.com.br

    Por @nielsenbr. Consumidor, em quais situações você prefere comprar um produto fabricado pelo próprio supermercado que frequenta? Surgem cada vez mais mercadorias com essa característica nas prateleiras dos comércios. Para os varejistas dispostos a investir, os números são favoráveis: cerca de 80% dos consumidores brasileiros optam por produtos desse tipo (marca própria) quando a embalagem é reciclável. Além disso, essa categoria proporciona racionalização de gastos por recair ao preço médio em setores mais básicos.

    Apesar desses fatores de escolha, estar entre tantas outras marcas líderes no mercado torna a concorrência desleal. Para conquistar o público, o varejista que investe em marcas próprias deve ter seu posicionamento de mercado bem definido. Escolher o público-alvo, comunicar a existência da marca e gerar experimentação são os três passos iniciais para o bom desempenho desse nicho de produtos. “Feito isto, o produto precisa estar fixo na mente do consumidor, de modo que ele seja uma alternativa de compra para determinada necessidade”, indica Fabio da Silva Gomes, gerente de atendimento ao varejo da Nielsen Brasil.

    Um dos fatores citados anteriormente, a experimentação, é o momento-chave para o sucesso. É o que vai determinar se o produto fixará na mente do consumidor como uma alternativa válida em sua lista de compras. Pensando assim, o produto precisa estar disponível na prateleira na hora certa.

    O varejo deve levar em conta que na mente do consumidor a avaliação da marca pode ser influenciada não só pelo produto em si, mas também pela experiência e percepção que ele tem do produto ou da organização responsável por ele. “A elaboração de uma boa pesquisa é uma medida necessária para se entender cada situação”, finaliza.

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • O disparo do Nordeste

    Por @nielsenbr. O Brasil está em ascensão, #fato. O crescimento positivo da nação pode ser notado tanto na estabilidade econômica (comparada aos outros Países), quanto na melhoria da condição das classes baixas. Não tem sido diferente com a região Nordeste do País, que tem sido a região que mais contribui para esse cenário.

    O avanço da região começou há cerca de quatro anos, com o boom da classe C. O movimento é fruto da melhoria da renda no Nordeste, impulsionada por ações de investimento de caráter privado e público, como aumento do salário mínimo, programas de inclusão social, crescimento de empregos formais criados pelos diversos investimentos de empresas de grande porte, que instalaram suas fábricas na região, entre outros.

    Todo esse crescimento pode ser observado na prática com os dados sobre as vendas do varejo. Um dos itens que se destacou em 2011 na região foi o leite fermentado, que vendeu 15,6% a mais, comparado a 2010.

    Outra bebida que disparou foi o uísque: no último ano a região representou 37% das vendas da categoria. “Os números apontam que historicamente a população nordestina é um destaque no consumo do destilado”, conta Thais Castro, coordenadora de atendimento a clientes do Nordeste da Nielsen Brasil. O disparo do consumo se deve a uma questão cultural, pois é comum apreciar o uísque junto com a água de coco, que é muito comum na região, principalmente no Recife.

    O momento é favorável para investimentos no Nordeste! “Os varejistas têm potencial de crescimento na região sim”, afirma Thais. Uma análise realizada pela Nielsen apurou que para cada mil habitantes desta região estão disponíveis 5,5 lojas, enquanto que para todo o País a média é de seis lojas. A pesquisa também concluiu que o tipo de canal de vendas que tem mais potencial de crescimento são os Autosserviços com 5 ou mais check-outs, ou seja, supermercados com 5 ou mais caixas.

    A coordenadora dá outras dicas para se dar bem com a ascensão nordestina. “Direcione produtos ao consumidor desta região, conheça melhor o público e lance itens adequados às necessidades deles”, sugere. Estratégias como adaptar o alimento ao paladar regional e oferecer uma embalagem que permita a experimentação, com menor desembolso, facilitam o processo de aceitação e sucesso a inovação lançada na região.

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • Método Aidala – Uma ferramenta simples para planejamento estratégico de marketing e vendas

    Elaborado pelo professor do Insper Marcelo Nakawa e disponibilizado no site do Movimento Empreenda, o método Aidala é uma ferramenta de fácil utilização para empreendedores que necessitam planejar estratégias para marketing e vendas e que disfrutam de poucos recursos de capital e tempo. Viabilizado a partir do processo Aida (Atenção, Interesse, Desejo e Ação), o método conjuga etapas respeitando o conceito da necessidade e dos 4P’s do marketing (Produto, Preço, Praça e Promoção).

    Uma outra dica é acrescentar a análise SWOT (Pontos Fortes, Pontos Fracos, Ameaças e Oportunidades)  antes do desenvolvimento das ações nos 4P’s para, assim, criar estratégias que corrijam e aproveitem situações específicas.

    O vídeo abaixo ensina como usar a ferramenta (baixe-a aqui):

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  • Decoy Marketing: conhece esta novidade?

    Caros Amigos, sentem a necessidade de vender mais seus produtos ou serviços? Aqui vai uma sugestão bem esquisita: ofereça aos seus clientes um produto similar, mas inferior, com aproximadamente o mesmo preço. Embora seja improvável que eles realmente irão comprar este item menos atraente, você perceberá um salto nas vendas do produto que você realmente está tentando vender. Isto é o Decoy Marketing.

    Esta nova estratégia vem sendo adotada nos Estados Unidos e tem causado muito sucesso nas estratégias de marketing de grandes empresas. Pode parecer uma estratégia desonesta, mas não é. Trata-se de uma maneira de reestruturar seu mix de produtos de modo que torne a comercialização do seu principal produto mais intuitiva.

    Este método foi criado por um dos maiores especialista em comportamento do consumidor do mundo, Dan Ariely, e sua proposta é que os mix de produtos oferecidos sirvam como base de comparação para ajudar os seus consumidores a decidirem pelo produto que a empresa quer vender mais. Não é proibir a compra ou “empurrar goela abaixo” um produto, mas demonstrar que este produto é a melhor decisão que o cliente pode ter.

    Muito confuso? Vamos entender através de um exemplo que o próprio Dan utilizou em seu livro “Previsivelmente Irracional”.  Ariely realizou um teste com duas ofertas de assinatura da revista The Economist. A primeira ele não utilizou o decoy, a segunda sim:

    Sem investir um centavo a mais em marketing e acrescentando uma oferta mais cara e sem sentido fez com que os consumidores entendessem que a oferta “versão digital e impressa” fosse a mais atrativa, aumentando o faturamento da empresa. Mesma quantidade de assinaturas, maior o faturamento. Sensacional.

    Como funcionam os Decoys?

    Segundo Ariely, estes chamarizes influenciam na mudança de comportamento quando um assunto é escolher entre alternativas que sejam mais ou menos iguais. Ele dá um exemplo de escolher entre uma viagem a Roma e uma viagem para Paris, sendo que ambos incluem café da manhã. Pode-se esperar uma decisão lenta no processo de tomada de decisão com o resultado dividido entre as duas alternativas. Por isto Ariely sugere que coloque uma opção decoy: uma viagem a Roma, sem café da manhã com um preço pouco mais barato que a outra opção com café da manhã. Com isto ele convence que a opção “Roma com café da manhã” é a mais atrativa de todas, inclusive que a viagem a Paris.

    Esta teoria atua em conjunto com a do “Paradoxo da Escolha”, de Barry Schwartz, onde é debatida que diversa opções de produtos aumentam a frustação do consumidor ao invés de criar awareness de marca, pois ele não se sente seguro em sua decisão de compra.

    Esta estratégia do decoy serve justamente para direcionar a compra e aumentar a experiência positiva da marca.
    Espero ter ajudado a entender esta novidade e o livro do Dan Ariely, “Previsivelmente Irracional”, é uma excelente recomendação de leitura.

    Luiz Henrique Gagliardi, formado em publicidade e propaganda pela FAAP com MBA em Marketing pela Fundace/USP. Atua como sócio da AmittiBrasil| Gestão de Marcas, uma agência de branding (www.amittibrasil.com.br). Twitter: @luiz_henriqueg

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