• Brinde vinculado a compra de um produto: “on pack” x “in pack”

    Vamos falar um pouco de promoção de vendas e uma de suas técnicas. A adoção de brindes como estimulador da atenção e desejo de compra tem como base conceitual o aumento do valor agregado ao produto pela adição gratuíta de um outro produto ou serviço adicional, ou ainda compensação financeira. Os brindes devem ser interessantes e atrativos para o público-alvo do produto em questão e ter certa afinidade com o bem em questão. Uma forma de estabelecer o uso estratégico de brindes no ponto de venda é a promoção do tipo “on pack” ou “in pack”, que servem de incentivo visual para as vendas.

    A promoção do tipo “On pack” é quando o brinde (outro produto, por exemplo) é colocado fora da embalagem do produto, preso por uma “cinta” ou filme plastificado (shrink) ou por fixação com papel/papelão (pack – pacote), criando um apelo adicional (e visual).

    A promoção do tipo “in pack” se dá quando é inserido algum adicional dentro da embalagem do produto, como exemplo podemos citar as figurinhas dentro das embalagens de salgadinhos.

    Promoção do tipo "on pack"

    Promoção do tipo "on pack"

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  • Elevator Branding Pitch, sua empresa sabe fazer?

    Parece que os nossos dias estão cada vez mais curtos. São tantas atividades e fatores que devemos administrar em nossos negócios que se tornam mais difíceis demonstrarmos nosso potencial para o mercado. E como obter o melhor aproveitamento deste tempo de maneira que possamos apresentar nossos valores e diferenciais para nossos clientes e prospects?

    Com certeza você deve conhecer um termo chamado “Elevator Pitch”. Trata-se de organizar nossas ideias para que elas possam ser apresentadas como se tivessemos, literalmente, em um elevador. Algo em torno de 1 minuto, muitas vezes utilizando somente nossas mãos e oratória para “vender nosso peixe”.

    Porém, não quero enxergar esta técnica pela ótica de vendas, como diversos profissionais já apresentaram. Quero demonstrar que o “elevator Pitch” deveria ser uma prática entre todos os funcionários, pois novos prospects podem surgir de um almoço informal ou até por uma conversa de telefone, independente da área da empresa.

    Novamente reforço que cada profissional de uma empresa é seu representante de marca e, por isto, ele deve ter “na ponta-da-língua” as principais informações de sua empresa. Em ver de decorar a “Unique Selling Proposition”, devemos conhecer a “Unique Solution Promise”, que consiste em apresentar seu valor, sua promessa e sua solução para o negócio do seu cliente.

    Segue uma apresentação com 5 dicas simples para começarmos a praticar o Branding Elevator Pitch:

    Seguindo estas dicas, você e seus colaboradores estarão mais preparado para o inesperado.

    Abraço,

    Luiz Henrique Gagliardi, formado em publicidade e propaganda pela FAAP com MBA em Marketing pela Fundace/USP. Atua como sócio da AmittiBrasil| Gestão de Marcas, uma agência de branding (www.amittibrasil.com.br). Twitter: @luiz_henriqueg

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  • Máquina gigante de refrigerante instalada em praia do Rio de Janeiro

    Imagem: Galo Clandestino

    Como realizar uma interação com a marca em um local urbano? Pergunte para a The Coca-Cola Company.

    A referência acima se faz urgir devido a capacidade do desenvolvimento de marketing promocional da empresa, ao meu modo, uma dos melhores do mundo nesse quesito. No exemplo abaixo há uma combinação de ambiente e promoção de marca a partir da intervenção urbana em uma praia do Rio de Janeiro. Banhar-se na praia teve uma conotação diferente com a fusão de ideias entre o conceito de refrescância e a marca comunicada a partir da ação ‘Sprite Shower’. Excelente escolha do local e realização para fixação e lembrança de marca, com potencial para geração de resultado imediato. Perfeito!

    Confira o vídeo da ação de promoção de vendas:

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  • Você tem fome de que? Você tem sede de que?

    Há alguns milhares de anos atrás, a cidade natal de um individuo fazia parte do seu nome. Jesus de Nazareth, Judas de Iscariotis, e outros tinham em seu sobrenome a sua cidade de origem.  Eles faziam parte de algum lugar. Pertenciam a uma aldeia, comunidade, grupo. No fundo é isso que todo mundo quer e procura: algum lugar para chamar de seu; um porto seguro.

    Os mais descolados, os mais legais, os mais inteligentes, os cools, os inovadores… todo mundo quer pertencer a alguém, a algum lugar, a algum grupo. E porquê é importante lembrar disso na hora de elaborar estratégias de marketing?

    Na sexta-Feira me reuni com um cliente que disse que quando assumiu a área de marketing da empresa em que trabalha os diretores acreditavam que marketing era responsável apenas para a divulgação em mídias dos produtos.

    Para eles não era importante ter um público-alvo, ter uma estratégia de precificação, construir uma reputação da marca e dos produtos, muito menos dialogar com os clientes em suas tribos. O papel do marketing era apenas divulgar o que eles tinham.

    Na verdade, desde sempre o papel do marketing é equivocado. Tenho amigos, clientes, e muita gente do meu ciclo de relacionamento que acredita e pensa apenas como os gestores da empresa do meu cliente.

    E, afinal de contas, qual é o “papel” do marketing?

    Talvez a culpa sejam dos tais “gurus” do marketing antigo que queriam que essa área fosse enxergada como algo místico, algo mágico e que fazia as coisas acontecerem.

    Segundo Kotler, considerado para muitos o eterno pai do marketing, a função do marketing é “a entrega de satisfação para o cliente em forma de benefício”. É ou não é uma definição meia-boca, mística e mágica?

    Porém, o marketing não tem nada a ver com misticismo. E sim com relacionamento, com tendências, com consumo, com pessoas, com estudos, planejamento, com mais de VINTE E CINCO fatores (e não apenas os quatro pês que rondam eternamente o marketing). O papel do marketing não é divulgar o produto ou fazê-lo vender mais.

    O papel do marketing, pra mim, para Martin Lindstrom, Seth Godin e mais uma meia dúzia de gato pingado é transformar seu produto em algo sagrado, seu consumidor em um evangelista (vide os evangélicos), sua empresa em uma religião.

    Para isso, você pode criar rituais, mandamentos, livros, cultura para funcionários, publicações, conteúdo para doutrinar as pessoas, eventos (missas, cultos, etc.), encontros de discussão de um produto, clube do produto x, calendário de ações, etc. (mais…)

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  • Ação de guerrilha da TNT bomba na internet

    Imagem: www.galoclandestino.com.br


    Realizado em uma pequena cidade da Bélgica, a ação (assinada pelo canal de tv TNT) transformada em vídeo publicitário teve como tema central um princípio de mini-teaser provocado pela presença de um botão vermelho no meio da rua e uma placa indicativa pedindo para apertá-lo e “adicionar um pouco de drama” ao cotidiano, por suposto.
    O vídeo já foi visto mais de 24 milhões de vezes, no Youtube, e é o segundo mais compartilhado da história do site.

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