• Depto de Marketing do Corínthians lança camiseta para provocar rivais

    Tenho minhas dúvidas com relação a tática de lançamento de camisetas com frases ou conteúdo provocativo aos rivais. Até entendo que o futebol deve ser encarado como uma brincadeira e que as piadas fazem parte do metier do mesmo, em especial ao dia-a-dia dos espectadores, entretanto, soa desnecessária tal ação em uma sociedade que ainda não está preparada integralmente a respeitar o semelhante e tal fato pode desencadear atos de violência fortuita. Sinceramente, tal espírito de gozação deveria permanecer apenas no meio da torcida, e não, partindo de uma instituição séria e que deve ser séria com os demais concorrentes. Bola fora!

    Foto: Miguel Schincariol/Agência Lance / Imagem: www.terra.com.br

    As camisetas “Goleada” e “Freguesia” estão sendo vendidas desde ontem na loja oficial do clube. O preço indicado é de R$49,90 cada. Apesar de contrário a ação, há que destacar a criatividade e beleza dos produtos citados.

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  • Fotos indesejáveis na balada? Eis a solução proposta pela Cerveja Norte

    Com estratégia de humor bem explorada, o vídeo publicitário criado para a cerveja argentina ‘Norte’ profetiza o medo que alguns homens possuem caso algumas fotos tiradas na balada sejam propagadas nas redes sociais, fato comum com o avanço da tecnologia. Para resolver tal “problema”, uma solução interessante vinda de um balde de gelo foto sensível – fotostop.

    Veja a solução nos vídeos abaixo, uma criação da Saatchi & Saatchi .

    aqui.

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  • Marketing Global

    Entende-se por Marketing Global as ações estratégicas de uma companhia direcionadas a áreas fora do país de origem da empresa. Em um passado não muito distante as estratégias adotadas eram sempre padronizadas em termos de: marca; embalagem, comunicação, ações de pdv, dentre outras. Entretanto, hoje já é possível conceber estratégias de marketing global que respeitam as diferenças existentes entre as diversas praças (países), influenciadas por política, cultura, religião, aspectos sociais, costumes e comportamento dos mercados almejados. Além destes, alguns outros fatores devem ser estudados para a correta articulação das ações, tais como:

    Checagem dos significados das marcas, logos, slogans e demais comunicações oficiais, no país de destino(Ex. montadora Chana Motors);

    Estudar as competições entre concorrentes existentes, como por exemplo, predomínio de produtos locais e/ou regionais (Ex. no mercado brasileiro de refrigerantes, marcas de tubaínas possuem penetração em mercados locais);

    Estruturar os produtos de acordo com a legislação de cada país. Se necessário, fazer adequações. (Ex. em alguns países do Oriente Médio, é expressamente proibido entrada de produtos com componente a base de álcool sem a adição de um desnaturante);

    Dimensionar as dificuldades de distribuição estratégica e escoamento dos produtos. Alguns países possuem malha rodoviária deteriorada e alta custeio logístico;

    A marca "Chana" possibilita constrangimento e piadinhas, no Brasil.

    Em termos de estratégias empresariais, para Kotler (2001), várias alternativas podem ser utilizadas para a “internacionalização dos negócios”, como a aplicação de joint-ventures, licenciamentos, parcerias e ainda consórcios de exportações. Às pequenas empresas, a maior dificuldade está no fato de desenvolver o alvo, ou seja, os mercados internacionais. Uma dica é contatos através de Universidades, parcerias públicas-privadas, negociação com representantes internacionais, empresas de trading ou distribuidores em outros países. Já para o envio de produtos, dependendo do valor a ser remetido, serviços como o “Exporta Fácil” dos Correios facilitam a distribuição entre países, e também a comunicação pode ser facilitada com o uso de redes sociais através da internet.


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  • Supermercado Tesco leva ponto de venda até estações de metrô, na Coréia do Sul

    A rede de supermercados Tesco, número 2 da Coréia do Sul, lançou mão de uma estratégia ousada para aumentar o número de pontos de vendas e alcançar a liderança do mercado coreano. Baseado em tecnologia,  a proposta adotada foi levar o pdv até o cliente e, no caso, com a instalação de paineis promocionais com CR codes em estações de metrô onde os consumidores podem pedir/comprar os produtos através do uso de smartphones. Genial não?!? Claro que uma eficiente estrutura logística deve garantir a entrega dos pedidos de compra.



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  • Ambiente competitivo e cooperação

    À medida que os mercados se tornam cada vez mais competitivos, mais são necessárias relações cooperadas dentro do mesmo. Pode parecer um paradoxo, mas observe:

    • Para garantir vantagem competitiva, toda e qualquer empresa nas mais diversas áreas de atuação, deve dispor de fornecedores confiáveis, em um relacionamento de proximidade e cooperação;
    • Há que se criar cooperação com os canais de marketing, para distribuição eficaz dos produtos e serviços;
    • Ainda, a cooperação se dá no relacionamento com os clientes, desde atendimento das expectativas, vínculos que garantam a fidelidade e possibilidade de retroação de informações, e;
    • Na formação de eficiente Sistema de Informação de Marketing – SIM, a fim de subsidiar estratégias que garantam a sobrevivência e prosperidade da empresa;
    • E porque não compreender a cooperação existente entre os concorrentes, no sentido de manter os mercados ativos e lucrativos por longo tempo.

    O quão competitiva uma indústria em particular possa ser, ela sempre se fundamenta em interesses compartilhados e regras de conduta mutuamente aceitas, e a competição ocorre não em uma selva mas numa sociedade que ela presumivelmente tanto serve quanto depende. A vida de negócios, diferentemente da vida na selva mitológica, é antes de mais nada fundamentamente cooperativa. É apenas com os limites dos interesses mutuamente compartilhados que a competição é possível, e bem ao contrário da metáfora “cada um por si”, os negócios quase sempre envolvem grandes grupos cooperativos e mutuamente confiantes, não apenas corporações mas redes de fornecedores, pessoal de serviço, clientes e investidores (MORGAN & HUNT, 1994, p.20)


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