• Pequena reflexão de Natal

    Natal e fim de ano sempre são motivos para encontros e cheios de emoção. É hora de agradecer e exaltar o espírito natalino e os votos de um ano vindouro. Aos publicitários e seus clientes, o ensejo nunca tem fim e o tema toma conta das campanhas publicitárias e fundamentos paras a propagação dos melhores sentimentos e claro, promoções. Sem entrar no mérito da sinceridade e desempenho das empresas passado o “momento mágico” do Natal, o certo é que a data deve ser usada para, no mínimo, uma reflexão. Aos profissionais e empresas, cabe uma reflexão sobre as realizações conquistadas durante o ano, as influências na sociedade e nas possibilidades de melhorias. Ás derrotas, a persistência em objetivos corretos e planos coerentes pode reverter a situação negativa e o início de um novo ano é propício para um novo planejamento estratégico, mais sério e coerente conforme as realidades do mercado.

    Infelizmente, ao longo do ano, as empresas vivenciam um frenético jogo de perde-ganha e é isso que torna maiores as utopias empresariais, entretanto, estabeleça que, para 2012, sua empresa seja muito mais do que somente bela campanha publicitária, mas que tenha conteúdo e compromisso com os propósitos assumidos.

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  • Provocações – O pensamento crítico

    A “quantas anda” seu pensamento? Você é um mero “objeto” contemplativo da vida ou é cabeça pensante que busca o saber como exercício contínuo de raciocínio analítico acerca das situações ao seu redor?  Tens capacidade para contestar e argumentar ou apenas é um Psitaciforme que ecoa os dados inerentes ao senso comum?  Proporciona a construção a partir da “destruição criativa” (Schumpeter, 1942) ou vive a construção dos outros? Entende e analisa as ciências e religiões ou simplesmente permanece tácito como adorador de mitos?

    Já se decidiu?

    Entende as leis de mercados e descreve os motivos para os acontecimentos ou prefere acreditar nos achismos e chutômetros que pautam sua vida desde então? Já descobriu qual a finalidade da sua existência ou se esconde debaixo do jogo de interesse superior com transferência para a individualidade egoísta?

    Comunica com retórica e de modo inteligível ou permanecerá a grunhir vocábulos primitivos sem o conhecimento da palavra “palavra”? Indaga e pergunta o novo por prazer ou prefere o anonimato da escuridão da ignorância? Dedica-se ao que se propôe a fazer ou engana a si mesmo com a incompetência de um estúpido? É cego perante os princípios e pratica pequenas corrupções ou já possui senso e consciência moral, como um verdadeiro cidadão? Possui elementos argumentativos para a dialética e provocação e pensamento crítico?

    Sem mais. Feliz Natal!



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  • O mito da caverna

    O “Mito da Caverna” é um sensacional diálogo entre Sócrates e Glauco, publicado na obra “A República”, de Platão. Sócrates expõe como o ser humano, em determinados momentos, é dotado de uma cegueira que o impede de enxergar as reais situações da vida e com isso, perde oportunidades e finda-se em uma vida de limitações. Essa situação, trazida ao nosso mundo, repete-se por vezes em várias situações do cotidiano tais como: política, nas religiões e fanatismo, nas ciências, nas empresas através de procedimentos mal formulados e também nas crenças errôneas que são propagadas por vários meios, bem como o controle que os meios de comunicação exercem sobre os ignorantes.

    SÓCRATES – Pois agora, meu caro GLAUCO, é só aplicar com toda a exatidão esta imagem da caverna a tudo o que antes havíamos dito. O antro subterrâneo é o mundo visível. O fogo que o ilumina é a luz do sol. O cativo que sobe à região superior e a contempla é a alma que se eleva ao mundo inteligível. (Fonte: PLATÃO. A República).

    Maurício de Souza ilustra perfeitamente o mito, abaixo:

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