• Os 50 pensadores mais influentes em gestão de negócios

    Publicado a cada dois anos, a lista da empresa de consultoria Thinker50 aponta os pensadores mais influentes no mundo dos negócios. O ranking é definido por conselheiros de vários lugares do mundo, tais como membros da IE Business School, McGraw Hill, Oxford University, Financial Times, Prentice Hall e outros. O primeiro colocado na edição 2011 foi o professor e proprietário da Innosight(empresa de consultoria e inovação) Clayton M. Christensen (foto), seguido por W. Chan Kim e Renée Maborgne. Completam a lista Vijay Govindarajan, professor de negócios internacionais na Tuck School of Business e tido como um dos maiores especialistas em estratégia e inovação, Jim Collins, Michael Porter, Roger Martin, Marshall Goldsmith, Marcus Buckingham, Don Tapscott e Malcolm Gladwell. Outros nomes influentes da área de negócios também foram agraciados pelo ranking, como o reitor da Harvard Business School Nitin Nohria, o escritor Daniel Pink, autor de Motivação 3.0, e Henry Mintzberg, especialista em administração e autor de mais de 15 livros sobre gestão (informações do Valor Econômico). Nenhum brasileiro foi indicado para compor a listagem.

    Clayton M. Christensen(esq.) is the Kim B. Clark Professor of Business Administration at Harvard Business School, and is widely regarded as one of the world’s foremost experts on innovation and growth.

    Confira a lista completa AQUI.

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  • Empresas brasileiras melhoram índice de sobrevivência

    Boa notícia para o empreendedorismo brasileiro. A taxa de sobrevivência das empresas após o segundo ano de existência subiu de 71,9%, apurados em 2005, para 73,1% em 2006.

    Fonte: Fatores Condicionantes e Taxas de Sobrevivência e Mortalidade das MPEs no Brasil - Sebrae

    Os dados, conforme divulgados pelo Sebrae, mostram o momento positivo que as pequenas e micro empresas passam no ponto de vista de melhoria de processos e de planejamento do negócio. Um dos fatores apontados é o aumento da qualificação dos empresários.

    Os empresários que têm curso superior completo ou incompleto já são 79% do total, e aqueles com experiência anterior em empresa privada subiram de 34% para 51%.

    Outro item bem interessante é o aumento das mulheres na gestão empresarial, afinal, 33% das empresas ativas são administradas por elas. Evidentemente que muitos e importantes problemas ainda necessitam de correções, mas o índice coloca o Brasil em proximidade com dados de países como Canadá e superior aos números da Itália e Espanha, por exemplo.

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  • A gestão pública

    O ato de gerir o patrimônio público deve envolver todo o planejamento, implementação e controle direcionado para a melhor utilização dos recursos disponíveis, afim de melhorar a produtividade estatal e proporcionar o bem estar da coletividade. Aos profissionais, envolvidos com tal atividade, espera-se conhecimentos concretos sobre administração financeira, direito administrativo, sistemas políticos, macro e micro economia e habilidades administrativas e estratégicas em geral. Além disso, estima-se que o atuante tenha bom relacionamento interpessoal, visão conceitual (capacidade de análise em 360 graus), capacidade de definir prioridades, formação compatível com a atividade técnica específica e princípios éticos.

    Atualmente assistimos a grande quantidade de denúncias provenientes de supostos esquemas para desvios de dinheiro público em benefício pessoal/partidário. Assim como na iniciativa privada, os mecanismos de controle que previnem e inibem processos fraudulentos, devem ser intensificados e implementados e por suposto monitorados pela sociedade.  Entretanto, possuímos como cultura política a nomeação de alguns gestores alinhavados apenas com interesses partidários e assim, o planejamento organizacional fica refém do ‘entreguismo’ proveniente das ajudas entre as siglas, nas esferas Municipais, Estaduais e Federal. Este viés inviabiliza a ação de uma gestão pública mediada por profissionais isentos das agruras instaladas nos meandros dos conchavos da pseudo-politização de nossos poderes públicos e possibilita uma fácil destinação incorreta dos recursos financeiros.

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  • Primeira rede social para gestão de projetos no Brasil

    O Artia faz campanha digital para conhecer melhor seus usuários. A primeira rede social para gestão de projetos no Brasil lança campanha em duas fases, coleta de perguntas e vídeo conferência com seus usuários nas redes sociais.

    O Artia é um software web que foi desenvolvido com o objetivo de contribuir na gestão do tempo melhorando a produtividade na vida profissional e pessoal das pessoas. Hoje, pequenas e médias organizações já estão utilizando essa rede social na gestão de projetos.  O Artia está em fase de testes com lançamento programado para novembro/2011.

    A campanha digital desenvolvida terá grande diferencial, pois buscará a proximidade com o público alvo, usuários e curiosos. Entre os dias 15/07 e 20/07 será realizado os “7 dias de Pergunte ao Artia” quando os consultores da ferramenta ficarão à disposição para esclarecer as dúvidas recebidas pelos canais de comunicação da empresa: e-mail e principalmente nas redes sociais. Todas as perguntas e repostas serão registradas no canal do Artia (Formspring) e serão armazenadas num perfil Público. No dia 21/07 as principais dúvidas serão respondidas também em uma vídeo conferência no Livestream. Para assistir basta acessar o canal do Artia e fazer suas perguntas ou comentários. Qualquer pessoa poderá fazê-lo nos seguintes canais: chat do canal, Twitter, Facebook, Orkut, Formspring ou pelo e-mail falecom@artia.com.

    O Artia quer conversar com todos que desejam saber mais sobre o software, seja usuário ou não, por isso aproveite essa oportunidade e faça sua pergunta.

    A campanha foi assinada pela agência TAG Interativa de Joinville.

    Informações adicionais:

    O Artia é uma ferramenta desenvolvida pela Euax Gestão de Projetos. A Euax é uma empresa dedicada a projetos. Sua missão é prover melhores resultados na gestão de projetos de nossos clientes e parceiros, através de soluções personalizadas, aplicando as melhores práticas mundiais. Missão que exige capacitação permanente, obsessão pelo detalhe, disciplina, método, experiência.  Através da experiência em diferentes cenários corporativos, know-how em Projetos e com uma ideia inovadora, que a Euax está desenvolvendo uma rede social para gestão de projetos, mas isso só foi possível através da subvenção financeira da FINEP.


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  • A centralização das decisões administrativas

    A centralização ou não das decisões é uma característica da estrutura organizacional e de comando decisório das empresas. Quanto mais as decisões estão focadas somente no topo da pirâmide hierárquica, mais as empresas são centralizadas e, quão mais estão dispersas nos níveis hierárquicos, mais a empresa possui  característica da descentralização. Normalmente as empresas tendem a adotar a centralização como maximizar os mecanismos de controle. Algumas associam a manutenção do controle á redução de custos e outras também mantém este processo administrativo devido a insegurança em delegar autonomia aos colaboradores. Evidente que há funções que, por conta das responsabilidades e riscos envolvidos, requer maior cuidado nas tomadas de decisões e assim, consequentemente, maior centralização.

    O ato de descentralizar pode ser feito de maneira gradual e até compatível com recursos empregados por áreas/funções. Em empresas de porte médio e grande, as decisões gerenciais são atribuídas aos gerentes de departamento, o que subentende a descentralização por parte do níveis hierárquicos mais altos para níveis médios e assim sequencialmente conforme a cadeia de comando da organização.

    Uma grande desvantagem da administração centralizada é a falta de agilidade em processos decisórios, que acarreta procedimentos morosos e diminuição da competitividade em operações de negócios que são pautados pelo tempo e pela oportunidade momentânea. Desta forma, ao planejar um negócio, é importante (assim como diversos outros fatores) viabilizar um conjunto de procedimentos e relações de autoridade e decisão que priviligie o melhor desempenho por departamento, sem perder os mecanismos mínimos de garantia e controle e que traga eficácia aos sistemas.




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