• Janeiro, o mês das liquidações

    Consumidores na fila, a espera da abertura do varejo. Foto: Rafael Custo

    O mês de janeiro é caracterizado, para o varejo, como o mês das grandes promoções baseadas em preços (liquidações). Inicialmente concebidas para queima de estoque de produtos não vendidos durante o período do Natal, as ações promocionais ganharam intensidade e hoje fazem parte do calendário estratégico do varejo tornando-se até mesmo um evento tradicional para algumas empresas varejistas.

    Também já virou costume as megaliquidações realizadas por lojas de rede em todas as suas filiais ao mesmo tempo, em um único dia. Tal ação é uma atração em todos os municípios e movimenta os consumidores que formam filas quilométricas nas portas das lojas aguardando a abertura das portas. A quantidade de pessoas a espera é tão grande que as filas iniciam 3 ou 4 dias antes do dia marcado para a promoção e os clientes se aglomeram dentro da área de vendas disputando produtos “na unha”.

    Alguns termos utilizados pelo varejo, como sinônimos de liquidação:

    • Bota-fora
    • Off
    • Descontos
    • Queima
    • Galinha morta
    • Liquidatudo
    • Saldão
    • Loucura total
    • Preço baixo
    • Ofertaço, oferta
    • Abriu a mão
    • Liquidação de alto a baixo
    • Pechincha
    • Terca-feira gorda
    • Segunda-feira maluca
    • Retalhos
    • Ponta de estoque

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  • Loja pirata da Apple

    E na emergente China tem até loja pirata, e da Apple. A coisa é tão bem feita que todo o ambiente, mobiliário, uniformes dos funcionários, dentre outros detalhes, são reproduzidos sem autorização nesta “filial” da Apple Store. Repare nas fotos, que o nome da loja ora é “Apple Store, ora “Apple Stoer”.

    Fonte: Revista Galileu. Fotos: BirdAbroad/daqui


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  • Produto que inspira outro produto

    Foto: BBC

    Algumas marcas influenciam tanto o mercado que são fonte de inspiração para outros produtos. Além de motivarem a presença dos ‘adotantes tardios’ e das indústrias copiadoras, as marcas fortes também fornecem ideias para outros negócios tal como a loja chinesa que está vendendo biscoitos e bolos em formato de iPhone e iPad.





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  • Varejo de luxo

    Uma das tendências para o varejo com loja é o crescimento dos pontos de nicho em mercados considerados “premium” ou “prime”. Esses estabelecimento visam o consumo de alto luxo, em segmentos econômicos de classe A+. Apesar de não ser algo novo, o varejo de luxo atual possui planejamento estratégico diferenciado a partir das ferramentas específicas para o Marketing de Serviços e Brand. Um destes itens é o ajustamento do atendimento para o público em questão.  Ainda,o varejo(praça, place) deve possuir ambientalização e decoração que promova as sensações de desejos relacionados ao status e poder. Além disso, o comportamento relacionado ao luxo está associado a identificação de personalidades. O consumidor(a) enxerga suas própria personalidade em um produto/marca e também adquire personalidade preconizada pela percepção da marca no grupo social, ou seja, as pessoas consomem marcas que reforçam suas personalidades e também extraem para sí a personalidade atribuída às marcas.

    “O luxo moderno é muito mais do que jóias ou carrões. Luxo hoje não está ligado somente ao preço, mas também à exclusividade e à qualidade de vida, ao prazer, ao lúdico”    (Brasil – Mercado de produtos de luxo, Latinamerican-markets)

    De acordo com a Revista Shopping Centers (edição 158 , setembro de 2010), o faturamento do setor, no Brasil, para o ano de 2010 tinha previsão de aumento de 22% em relação ao ano anterior, o que representaria um faturamento  de 15 bilhões de Reais. A predominância de consumidoras[bb] ainda é maior, porém com crescimento anual do público masculino, ou seja, há que se observar essa modificação (entrada definitiva de consumidores homens  no mercado de luxo) e suas oportunidades.

    Shopping Cidade Jardim, São Paulo/SP

    Algumas referências interessantes:

    http://gabrielaotto.blogspot.com
    http://www.adasp.com.br
    http://www.portaldoshopping.com.br
    http://www.webluxo.com.br
    http://www.latinamerican-markets.com/brasil

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  • Vendemos muito caro!


    Normalmente as empresas se preocupam em atender e oferecer o melhor aos seus clientes. A busca por diferenciais que as destaquem positivamente perante os concorrentes fomenta a rotina diária por melhorias em processos, produtos e serviços.

    Para muitos empresários e empresas, a condição de oferta de preços competitivos é o referencial de qualidade que o consumidor procura. Bem, exceto para a loja de calçados espanhola “Los Guerrilleros”, localizada na cidade de Madrid. A começar pelo nome/marca um tanto exótico, a loja possui o singelo slogan “NO COMPRE AQUÍ, VENDEMOS MUY CARO”. E aí, o que achou?

    Foto: Edson Zogbi

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