• Um testemunho pessoal de bom atendimento com a marca LG

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    Apesar de haver muitas reclamações com relação aos produtos e atendimento técnico e ao consumidorm prestado pela empresa/marca coreana, tenho que mencionar um episódio positivo ocorrido comigo.

    No mês de julho comprei uma TV de 50 polegadas, da marca LG, e dei de presente ao meu pai. No mês de setembro, com aproximadamente 2 meses de uso, o produto apresentou um problema técnico, impedindo o mesmo de ser utilizado. Evidentemente, com o produto dentro da garantia, entrei o contato com a assistência técnica da minha cidade (Eletrônica GM) e solicitei a retirada do televisor em minha residência (devido o tamanho, não há como levar com automóvel) para o conserto. Fui atendido no mesmo dia e no horário marcado os funcionários da assistência fizeram a retirada do produto. Ao final do dia, recebi um sms da LG dizendo “A LG informa que seu produto de código tal está em processo de reparo na seguinte situação (aguardando peça)”. Para minha surpresa, 2 dias após a retirada do produto, o mesmo já estava consertado e vieram entregar/instalar novamente na minha casa. Ainda, o técnico informou qual foi o defeito e, no todo, achei o atendimento em geral muito satisfatório. Imagem do post/Foto: Fotolia

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  • Zonas de Oportunidades: espaços para sua marca crescer

    Fico feliz de ver como o branding entrou no gosto popular. Desde pequenos negócios até grandes corporações entenderam que a promessa de marca é hoje o principal norte para a empresa. E o engraçado é a quantidade de variações que surgiram deste tema: endobranding, branding pessoal, branding para não-consumidores, etc.

    Porém eu quero demonstrar um pouco do meu ponto-de-vista, onde acredito que não dá para pensar em estratégias diferentes para cada público da empresa. Se ignorarmos que estes públicos se interagem e, através da troca de suas experiências, definem o real valor da marca, não construiremos um branding sólido, com valores bem definidos.

    Vamos adotar uma visão clara, com base em 3 públicos de interesse:

    1. Colaboradores: ah…. os esquecidos colaboradores. Como é difícil para o depto de marketing entender que eles não são de responsabilidade total do RH. O preparo deles e a maneira como eles interagem com os outros dois públicos são cruciais para transparecer os valores da marca. Outro detalhe: eles são os primeiros a utilizar ou indicar os produtos e serviços da empresa, por isto a sua importância.
    2. Clientes: não são tããão complicados como pensamos. Eles sempre irão colocar a marca no centro de uma balança, onde irão ponderar a respeito das promessas e o que está sendo entregue. Simples assim. E complicado assim. Desenvolver um relacionamento sólido, nas alegrias e nas tristezas, é a melhor maneira de identificar o contrapeso desta balança chamada marca.
    3. Prospects: eles já estão de olho na sua marca, principalmente na relação entre os clientes e os colaboradores. Seu julgamento, se irão ou não escolher pela sua marca, será baseado em 2 pontos: o resultado da interação entre cliente e colaboradores e na sua própria experiência de compra, onde eles interagem com os colaboradores.

    Então percebemos como a marca está no centro destes 3 públicos, pois os colaboradores interagem com clientes e prospects assim como os clientes conversam com estes prospects para mostrar sua experiência com a marca. Em qualquer situação é assim, seja para commodities até produtos de luxo.

    Agora que conseguimos entender melhor esta interação entre colaboradores, clientes e prospects, entendemos como podemos criar as Zonas de Oportunidades. Estas interações entre os públicos definem a percepção da marca, pois nestas situações que ocorrem as experiências da marca e a sua real percepção. Não é a empresa que defineas características de sua marca (se ela é moderna e inovadora, por exemplo) e sim o resultado destas experiências.

    E é possível definir este resultado? Se houver compreensão destes fatores, bem como um planejamento baseado na percepção das expectativas destes públicos, é possível sim. Requer esforço e é, de fato mais, eficiente e rentável, pois seus investimentos estarão mais focados com a real percepção de marca.

    Então. Qual o resultado que você espera da sua marca?

    Luiz Henrique Gagliardi, publicitário e sócio da AmittiBrasil| Gestão de Marcas, uma agência de gestão de marcas (www.amittibrasil.com.br). Twitter: @luiz_henriqueg

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  • Animação em curta-metragem conta a história da Lego

    Para comemorar os 80 anos da Lego, a empresa produziu o curta-metragem “A História LEGO”. O filme, todo em animação, conta detalhes da vida da empresa criada por Ole Kirk Christiansen que, com certeza, fez e faz parte da infância de muita gente.

    Hoje, 31 bilhões de peças são fabricadas nas 4 unidades da Lego no mundo. Postas lado a lado, as peças vendidas em 1 ano são o suficiente para dar a volta ao mundo 5 vezes. Isso inclui os pneus para veículos, o que faz da empresa a maior fabricante de pneus do mundo, em unidades produzidas. Fonte: Superinteressante.

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  • Kaiser – Geladeira que posta

    Em video, Heineken e Kaiser mostram como ativar afeição positiva para a marca, utilizando tecnologia e o comportamento dos consumidores, de modo a modificar a percepção anterior vinculada a um produto e marca, no caso, da cerveja Kaiser. Assista o vídeo abaixo, e você entenderá o mecanismo da interessante ação.

    Cervejaria HEINEKEN – Kaiser – Geladeira que posta (pt) from The Festivals on Vimeo.

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  • Storytelling Marketing

    O conceito de Storytelling Marketing está relacionado à capacidade das empresas em criar a identidade de suas marcas através de histórias. Evidentemente, não se trata de qualquer tipo de historinha e tampouco de publicidade comercial, mas sim em um enredo que envolva o receptor em uma contexto emocional com utilização de figuras de linguagem e que, neste meio, haja uma interação entre personagens e marcas/produtos. Boas explicações sobre o conceito podem ser obtidos na postagem feita pelo Bruno Scartozzoni, no Update or Die.

    O processo de Storytelling não é novo, pelo contrário, o ser humano sempre se utilizou do ato de “contar histórias/estórias” para comunicar mensagens. No branding, uma story bem elaborada dificilmente será copiada e possui uma grande capacidade de fixação na mente das pessoas devido a profusão de elementos visuais, sonoros e do contexto emocional.

    Abaixo segue um infográfico bem interessante sobre o Storytelling Marketing, produzido pelo Content Marketing Institute.

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