• Microsoft renova identidade visual após 25 anos

    Após 25 anos sem alterar a identidade visual de sua marca corporativa, a Microsoft deu o “ar da graça” com um projeto de redesign que privilegia a simplicidade e a associação direta com o Windows, disparado o principal produto da empresa. Além da marca corporate, também foram redefinidos os logos das família Windows, Office e XBox.

    A nova identidade possui contornos suaves e uma sensação de alegria sutil, bem mais condizente com a intenção de criar laços simpáticos com os usuários. A função (Funções de Marca para os consumidores, conforme Kapferer, 2004) estabelecida na criação é de permanência, ou seja “satisfação nascida da familiaridade da intimidade das ligações com uma marca que foi consumida durante anos e ainda dura” e com princípios hedonistas.

    Espalhe por ai:
  • Natura acusa Jequiti de plagiar linha de produtos

    Fotomontagem/Divulgação. Reprodução: Folha.com.br

    Conforme matéria publicada ontem, na Folha de São Paulo, a empresa de cosméticos Natura solicitou junto ao CONAR – Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária, deliberação contra a veiculação de publicidade da concorrente Jequiti, por suposto plágio em linha de produtos. Conforme informado na publicação citada, a Natura acusa a empresa do Grupo Sílvio Santos de estabelecer a linha Comix com conceitos similares aos da linha Humor, de propriedade da solicitante.

    Face a suposta acusação, faz saber alguns esclarecimentos, frutos da minha opinião pessoal: ao Conar não cabem prerrogativas de punição ou de jurisdição sobre produtos, linhas de produtos e extensões de linha, mas somente sobre a comunicação publicitária veiculada nos meios de comunicação em território brasileiro, conforme cita o proprio código em “DAS FINALIDADES”.

    I. Zelar pela comunicação comercial, sob todas as formas de propaganda, fazendo observar as normas do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, que prevalecerão sobre quaisquer outras.
    II. Funcionar como órgão judicante nos litígios éticos que tenham por objeto a indústria da propaganda ou questões a ela relativas.   
    III. Oferecer assessoria técnica sobre ética publicitária aos seus associados, aos consumidores em geral e às autoridades públicas, sempre que solicitada.        
    IV.Divulgar os princípios e normas do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, visando a esclarecer a opinião pública sobre a sua atuação regulamentadora de normas éticas aplicáveis à publicidade comercial, assim entendida como toda a atividade destinada a estimular o consumo de bens e serviços, bem como promover instituições, conceitos e ideias.    
    V. Atuar como instrumento de concórdia entre veículos de comunicação e anunciantes, e salvaguarda de seus interesses legítimos e dos consumidores.
    VI. Promover a liberdade de expressão publicitária e a defesa das prerrogativas constitucionais da propaganda comercial.

    Neste intento, a reportagem não esmiuça totalmente a questão e deixa brechas para interpretação errônea quanto a finalidade do próprio órgão mencionado acima, cuja seriedade e objetividade em assuntos da ordem da publicidade são legítimas e exemplares, como mecanismo democrático e autorregulador do mercado, coibindo excessos quando existentes, com competência.  Em outras palavras, o Conar não pode sugerir a suspensão de uma publicidade baseado em uma delação, desde que a favor do requerido exista decisões judiciais favoráveis.

    Entendo que, em se tratando de um possível plágio, a empresa Natura tem a posse de direitos assegurados a partir de registros devidamente patenteados (composição, processo, embalagem e marca), por suposto, para estabelecer sua exposição das culpas do concorrente e tal pleito deve ser orientado por procedimento jurídico junto esferas que norteiem a justiça do Direito Comercial e de Direitos Autorais (Patente de Invenção e Registro de Marcas).

    Ainda, a matéria afirma que “A Jequiti recebeu a instrução de não produzir novas embalagens do produto e realizar a venda normalmente até o fim dos estoques do material.” e, assertivamente não atribui as responsabilidades pela instrução, se são oriundas de determinação legal ou do próprio Conar.

    Ainda, entendo que qualquer tipo de ilação pode se tornar leviano por total falta de informações detalhadas sobre o exposto e, assim, suscitar culpabilidade a essa ou aquela marca, causando mal estar na relação destas com seus mercados consumidores. Superficialmente, o que posso concluir é que, a partir da proferida defesa de seus direitos, a requerente, estrategicamente, legitimou  interpelação da comunicação mercadológica do concorrente (publicidade), de modo a tomar defesa no mercado em que concorrem.

    Espalhe por ai:
  • Em vídeo, Nike revela bastidores da preparação das seleções olímpicas de basquete dos Estados Unidos

    Em vídeo produzido pela Nike, jogadores das seleções masculina e feminina de basquete dos Estados Unidos revelam bastidores e um pouco da preparação das equipes para a disputa dos jogos olímpicos. Nos depoimentos(testemunhais), os atletas destacam a tecnologia dos tênis da marca e a importância dos mesmos para o monitoramento de quesitos como rapidez e altura dos saltos. Os vídeos reforçam a estratégia da marca de utilizar formadores de opinião para e penetração dos atributos e benefícios dos produtos junto ao público jovem, atrelado ao nacionalismo americano e espírito olímpico.

    Espalhe por ai:
  • Natura cria ação de ativação com espelho de maquiagem virtual

    Sensacional a ação de ativação de marca realizada pela Natura no ICI Bistro, no bairro Higienópolis, em São Paulo. Com a ajuda de recursos de tecnologia, a empresa está disponibilizando até o dia 19 de agosto, no estabelecimento, um espelho de maquiagem virtual. Nele, as mulheres podem utilizar produtos virtualmente e conferir na hora como ficariam em seus rostos. Sinceramente, era tudo que as mulheres queriam, parabéns a Natura por compreender algumas necessidades e fomentar uma ativação com uso da tecnologia como elemento de promoção da marca.

    Confira o vídeo da ação e surpreenda-se.

    Espalhe por ai:
  • Quando a publicidade não supera a qualidade

    Por Eugênio Bispo. Não é de hoje que venho falando da qualidade e da importância do serviço na economia global. O caso recente da TIM nos remete não só a importância do serviço, mas principalmente ao compromisso da marca com o serviço (cliente). As empresas/ empresários insistem em menosprezar o posicionamento e pior, pensam que posicionamento está intimamente ligado a publicidade e propaganda, quando na verdade, posicionamento trata exatamente daquilo que está na mente do consumidor (imagem).

    Agora qual é a imagem que o consumidor tem dessas marcas? TIM, Claro, Vivo, Nextel, Oi, Itaú, Bradesco, HSBC, Santander etc. Marcas de serviços e muitas vezes os seus presidentes, diretores, gerentes não sabem se quer o significado, conceito da palavra “serviço”. E pior, ainda criam um clima de desconfiança sobre a marca. Agora imaginem o desastre que será a copa do mundo no Brasil. Serviço inadequado nos aeroportos, hotéis, pousadas, agências de viagens, hospitais etc. E tudo isso poderia ser evitado se a iniciativa pública e privada tivessem a coragem de oferecer a população, qualificação profissional (conhecimento) ao invés de fazer propaganda e publicidade enganosa. A copa de 2014 seria uma excelente oportunidade para o Brasil mostrar ao mundo que pode oferecer serviços de qualidade. Lamentável!

    Eugênio Bispo é formato em turismo e pós-graduado em gestão de empresas. É consultor e também diretor da Global Consultoria, empresa especializada em marketing e em planejamento e desenvolvimento de marcas. Contato: globalconsultoria10@yahoo.com.br

    Espalhe por ai: