• Marcas, um mundo em movimento

    “As marcas são construções culturais extremamente dinâmicas” e assumem cada vez mais um papel decisivo no posicionamento competitivo, pois são as responsáveis direta pela associação positiva (ou negativa) dos indivíduos com as empresas e seus produtos. Além disso, as marcas se tornam elementos de personalização e assumem função arquetípica, a partir da projeção do inconsciente coletivo (Teoria de Jung). Elcio Fernando.

    A partir da criação do diretor da empresa, Levi Carneiro, que é também associado ao Grupo Troiano de Branding, foi feito o vídeo ‘Marcas, um mundo em movimento’  que aborda a evolução das marcas, seus movimentos no tempo e no espaço, o branding na era digital: entre a busca de sentido e a necessidade de conexão, e as marcas como construção cultural para criação e geração de valor. Uma visão dinâmica e abrangente.


    Ficha Técnica 
    Criação: Levi Carneiro
    Design: Anna Paola
    Realização: Ideia Comunicação
    Produção: Tutano

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  • Capas legais de empresas no Facebook

    Várias marcas tem desenvolvido de forma criativa o espaço da “capa” em suas páginas no Facebook. Além de atrair a atenção, a capa das fans page tem como característica ser o primeiro campo de visão dos usuários e pode, entre outras coisas, ser usada para comunicar uma promoção, produto, diferencial, dados (contatos) da empresa ou simplesmente como uma forma de entreter e segurar o internauta para a permanância na time lime. Abaixo segue alguns exemplos legais.

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  • Chinês cria réplica de Lamborghini: uma abordagem sobre a lógica do consumo

    O ser humano mantém intrínseca relação de paixão e ódio com marcas e produtos. Esses sentimentos, anteriormente detalhados no post ‘A percepção como elemento da relação entre os indivíduos e as marcas‘, são os motivadores dos comportamentos relacionados ao consumo e ao ato extremo de culto ás marcas. Todos os indivíduos possuem uma série de necessidades que, em muitos casos, são alcançados através da relação com os produtos – psicologia do consumo. Mais do que simplesmente comprar, os indivíduos são influenciados pelos estímulos que recebem dos meios que frequentam, conforme entendimento da Teoria Comportamentalista.

    O consumidor vive em um mundo duplo, no qual, na sua mente, realidade e fantasia se confundem. As fantasias podem ser instigadas a partir da natureza dos objetos, dos desejos humanos e dos avanços da humanidade. Essa dualidade remete constantemente a uma analogia entre o self e o ambiente através da satisfação das necessidades (homeostase: processo através do qual o organismo satisfaz suas necessidades). Ainda, conforme Baudrillard, “por trás de cada objeto real, há o objeto sonhado.

    O consumo, por sua vez, analisado em uma visão pós-modernista (após a década de 80) é entendido “como um instrumento de afirmação individual, reabilitando o “direito” à escolha individual“. Nessa abordagem, o consumo pode ocorrer a partir de três naturezas: “instrumental (como agente de satisfação de necessidades e desejos), informativa (enquanto marcador de sucesso, poder e distinções sociais) e expressiva (sendo comunicador e tradutor simbólico de estados de espírito e identidades)” Slater, 2006.

    Tal situação, em uma dualidade realidade x fantasia, pode ser exemplificada com o comportamento do chinês Wang Jian, que, conforme matéria publicada no portal G1, investiu em torno de 9 mil dólares para construir uma réplica de um automóvel Lamborghini Reventon. O resultado, evidentemente, longe do status e outros atributos existentes no produto original, proporcionaram ao criador uma satisfação explicado pela dimentação das três naturezas , na visão pós-modernista.

    (Foto: Xihao/Reuters) / G1

    (Foto: Xihao/Reuters) / G1

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  • Natura acusa Jequiti de plagiar linha de produtos

    Fotomontagem/Divulgação. Reprodução: Folha.com.br

    Conforme matéria publicada ontem, na Folha de São Paulo, a empresa de cosméticos Natura solicitou junto ao CONAR – Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária, deliberação contra a veiculação de publicidade da concorrente Jequiti, por suposto plágio em linha de produtos. Conforme informado na publicação citada, a Natura acusa a empresa do Grupo Sílvio Santos de estabelecer a linha Comix com conceitos similares aos da linha Humor, de propriedade da solicitante.

    Face a suposta acusação, faz saber alguns esclarecimentos, frutos da minha opinião pessoal: ao Conar não cabem prerrogativas de punição ou de jurisdição sobre produtos, linhas de produtos e extensões de linha, mas somente sobre a comunicação publicitária veiculada nos meios de comunicação em território brasileiro, conforme cita o proprio código em “DAS FINALIDADES”.

    I. Zelar pela comunicação comercial, sob todas as formas de propaganda, fazendo observar as normas do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, que prevalecerão sobre quaisquer outras.
    II. Funcionar como órgão judicante nos litígios éticos que tenham por objeto a indústria da propaganda ou questões a ela relativas.   
    III. Oferecer assessoria técnica sobre ética publicitária aos seus associados, aos consumidores em geral e às autoridades públicas, sempre que solicitada.        
    IV.Divulgar os princípios e normas do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, visando a esclarecer a opinião pública sobre a sua atuação regulamentadora de normas éticas aplicáveis à publicidade comercial, assim entendida como toda a atividade destinada a estimular o consumo de bens e serviços, bem como promover instituições, conceitos e ideias.    
    V. Atuar como instrumento de concórdia entre veículos de comunicação e anunciantes, e salvaguarda de seus interesses legítimos e dos consumidores.
    VI. Promover a liberdade de expressão publicitária e a defesa das prerrogativas constitucionais da propaganda comercial.

    Neste intento, a reportagem não esmiuça totalmente a questão e deixa brechas para interpretação errônea quanto a finalidade do próprio órgão mencionado acima, cuja seriedade e objetividade em assuntos da ordem da publicidade são legítimas e exemplares, como mecanismo democrático e autorregulador do mercado, coibindo excessos quando existentes, com competência.  Em outras palavras, o Conar não pode sugerir a suspensão de uma publicidade baseado em uma delação, desde que a favor do requerido exista decisões judiciais favoráveis.

    Entendo que, em se tratando de um possível plágio, a empresa Natura tem a posse de direitos assegurados a partir de registros devidamente patenteados (composição, processo, embalagem e marca), por suposto, para estabelecer sua exposição das culpas do concorrente e tal pleito deve ser orientado por procedimento jurídico junto esferas que norteiem a justiça do Direito Comercial e de Direitos Autorais (Patente de Invenção e Registro de Marcas).

    Ainda, a matéria afirma que “A Jequiti recebeu a instrução de não produzir novas embalagens do produto e realizar a venda normalmente até o fim dos estoques do material.” e, assertivamente não atribui as responsabilidades pela instrução, se são oriundas de determinação legal ou do próprio Conar.

    Ainda, entendo que qualquer tipo de ilação pode se tornar leviano por total falta de informações detalhadas sobre o exposto e, assim, suscitar culpabilidade a essa ou aquela marca, causando mal estar na relação destas com seus mercados consumidores. Superficialmente, o que posso concluir é que, a partir da proferida defesa de seus direitos, a requerente, estrategicamente, legitimou  interpelação da comunicação mercadológica do concorrente (publicidade), de modo a tomar defesa no mercado em que concorrem.

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  • O poder das marcas próprias

    Marcas próprias no Supermercado GBarbosa. Imagem: http://www.f5news.com.br

    Por @nielsenbr. Consumidor, em quais situações você prefere comprar um produto fabricado pelo próprio supermercado que frequenta? Surgem cada vez mais mercadorias com essa característica nas prateleiras dos comércios. Para os varejistas dispostos a investir, os números são favoráveis: cerca de 80% dos consumidores brasileiros optam por produtos desse tipo (marca própria) quando a embalagem é reciclável. Além disso, essa categoria proporciona racionalização de gastos por recair ao preço médio em setores mais básicos.

    Apesar desses fatores de escolha, estar entre tantas outras marcas líderes no mercado torna a concorrência desleal. Para conquistar o público, o varejista que investe em marcas próprias deve ter seu posicionamento de mercado bem definido. Escolher o público-alvo, comunicar a existência da marca e gerar experimentação são os três passos iniciais para o bom desempenho desse nicho de produtos. “Feito isto, o produto precisa estar fixo na mente do consumidor, de modo que ele seja uma alternativa de compra para determinada necessidade”, indica Fabio da Silva Gomes, gerente de atendimento ao varejo da Nielsen Brasil.

    Um dos fatores citados anteriormente, a experimentação, é o momento-chave para o sucesso. É o que vai determinar se o produto fixará na mente do consumidor como uma alternativa válida em sua lista de compras. Pensando assim, o produto precisa estar disponível na prateleira na hora certa.

    O varejo deve levar em conta que na mente do consumidor a avaliação da marca pode ser influenciada não só pelo produto em si, mas também pela experiência e percepção que ele tem do produto ou da organização responsável por ele. “A elaboração de uma boa pesquisa é uma medida necessária para se entender cada situação”, finaliza.

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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