• Obsolescência programada x Inovação

    Hoje falarei sobre um assunto que nem sempre as pessoas tem consciência:

    Obsolescência programada x Inovação.

    Nos últimos dias a Apple informou que lançará seu IPhone 11 bem como os novos SO. Pois bem, o novo software não mais será aplicado em alguns aparelhos. Essa prática, até comum neste mercado, acentua a obsolescência destes aparelhos e, os sucessivos lançamentos (anuais) de novos produtos também provocam uma corrida para o consumo. Em termos de estratégia de marketing, é uníssono a importância do lançamento de produtos que atuam no desejo de compra, além da entrega de novos benefícios. Entretanto, pensando do ponto de vista ambiental e da necessidade real, será que de fato precisamos de celulares novos(sem um conjunto racional de inovação) todo ano?

    Pois bem, a obsolescência programada (ou planejada) é justamente o fato de, ao lançar um #produto, o fabricante já planejar a sua substituição ou morte, conforme o CVP.

    Penso que, aos fabricantes, deveria existir medidas para a reciclagem ou #logística reversa sobre os produtos obsoletos, afinal, foram eles que colocaram no mercado e demandando recursos do meio ambiente.

    Não quero negar a importância dos produtos e evolução dos mesmos em nosso dia a dia, longe disso. Mas uma discussão mais assertiva e consciente sobre o que de fato é inovação (produtos novos para o mundo e/ou melhoria de projetos existentes) com o que simplesmente parte de uma corrida desenfreada pelo mercado.

    E você, o que pensa a respeito?

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  • Você consegue enxergar a letra C, embutida no símbolo do logo do Carrefour?

    Observe bem o logotipo da empresa francesa @carrefourbrasil e responda o seguinte desafio: você consegue enxergar a letra C, embutida no símbolo deste logo?

    Muitas pessoas acham que o símbolo contido no logo representa uma seta, ou até mesmo uma âncora. Em verdade, o fantástico desenho deste logo consiste em um losango com duas setas dentro, ou um quadrado com o C dentro.

    Sensacional, não é mesmo? O mais impressionante ainda é saber que “por trás” desta percepção existe um conceito chamado Lei do Fechamento – que faz parte da Gestalt (forma; estudo da percepção humana sobre as formas). Esta regra estabelece que nosso cérebro “enxerga” objetos que estão agrupados como sendo um único item, e isso é o que acontece no símbolo do Carrefour.

     

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  • Papai Noel e o Marketing

    Entre um ano e outro, vários acontecimentos formam a nossa existência. O ser humano, carente de novos heróis, necessita de apoios externos que justifiquem suas escolhas. Todo ser humano é provido de uma enorme base de necessidades individuais e coletivas, que se transformam em alicerce para a construção das relações interpessoais e intrapessoal. Quando não temos, queremos. O “ter” entremeia as percepções humanas sobre o mundo em que vive e o cerca.

    Inimaginável conceber a vida atual sem a existência da relação do ser humano com o consumo. O consumo move a economia mundial e sustenta as bases sociais para o crescimento conjunto. O ser humano tem uma relação muito direta com a experiência consumista, sem o caráter pejorativo que ora a palavra carrega.

    Os indivíduos possuem comportamentos distintos, mas têm, na relação da necessidade de consumo, semelhanças importantes. O ato do consumo é justificado pelos significados que damos aos produtos em nossas vidas. Sentimos desejos e manifestamo-os nas emoções, nos gestos e nas coisas que nos cercam. De acordo com Gade (1998), o ser humano tem necessidade de se manifestar aos pares, mediante a posse de produtos.

    Somos frutos de nossas escolhas e do que consumimos, influenciados pela sociedade e pelos estímulos externos e internos, além de interesses econômicos coletivos e individuais.

    Reforça esse entendimento o raciocínio de Slater (2002), no qual “a cultura do consumo é um meio privilegiado para negociar a identidade e o status numa sociedade pós-tradicional”. Em outras palavras, o consumo produz identidade, sentido e sociabilidade, paralelamente à satisfação das necessidades (Warnier, 2003).

    Entre tantos representantes da relação humana com o consumo, destacamos, em todo final de ano, a figura do “bom velhinho”, que reforça modelos inconscientes de relações que necessitam do consumo. Simbologia paterna, carismática, bondosa por natureza e que não mede esforço para presentear o familiar querido, o amigo distante e a criança praticante dos preceitos do bem. Segundo Miranda (2007), Papai Noel tem berço na Turquia, em 280 a.C, inspirada em um Bispo católico chamado São Nicolau. A indumentária na cor vermelha e branca surgiu em uma campanha publicitária, realizada por uma companhia americana (EUA) de refrigerantes (leia-se Coca-Cola). Hoje, esta significante “entidade” inspira multidões. O “ter” é anualmente evocado e reforça-se no ritmo econômico que embalam os períodos natalinos. O homem fica submetido a suas necessidades e a aspiração pelo consumo rege os grupos sociais primários, no tocante às trocas, entre esforços, produtos ou serviços.

    O Marketing, enquanto Ciência Social Aplicada, estuda o homem e seu comportamento na sociedade em que vive e suas relações de troca. Esta análise, se realizada de forma consistente e responsável, permite ao próprio homem desenvolver uma sociedade mais justa e vantajosa, baseada no consumo sustentável e coerente.

    A dinâmica capitalista define-se através do poder de compra. Este transforma-se em bens de consumo que, por sua vez, novamente gera o trabalho. Como afirma MARX ( 1996, p. 169 ), “O valor de uma mercadoria está para o valor de cada uma das outras mercadorias assim como o tempo de trabalho necessário para a produção de uma está para o tempo de trabalho necessário para a produção de outra”, e o possuidor do dinheiro torna-se, eminentemente, capitalista. De pouco vale o poder de compra acumulado (a poupança), como bem o ensinou Keynes, se não investido diretamente ou capitalizado para a geração de riqueza. Assim, o comércio estimula o consumo, criando, significando e ressignificando, retroagindo no ser humano como elemento semiótico, travestido de objetos, produtos, formas, desejos e até mesmo Papai Noel que, no período em voga, alimenta metaforicamente o sonho (in)consciente do consumo, estudado pelo marketing, dentro das relações de troca, como elemento comportamental e econômico de toda a sociedade.

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  • Marcas, um mundo em movimento

    “As marcas são construções culturais extremamente dinâmicas” e assumem cada vez mais um papel decisivo no posicionamento competitivo, pois são as responsáveis direta pela associação positiva (ou negativa) dos indivíduos com as empresas e seus produtos. Além disso, as marcas se tornam elementos de personalização e assumem função arquetípica, a partir da projeção do inconsciente coletivo (Teoria de Jung). Elcio Fernando.

    A partir da criação do diretor da empresa, Levi Carneiro, que é também associado ao Grupo Troiano de Branding, foi feito o vídeo ‘Marcas, um mundo em movimento’  que aborda a evolução das marcas, seus movimentos no tempo e no espaço, o branding na era digital: entre a busca de sentido e a necessidade de conexão, e as marcas como construção cultural para criação e geração de valor. Uma visão dinâmica e abrangente.


    Ficha Técnica 
    Criação: Levi Carneiro
    Design: Anna Paola
    Realização: Ideia Comunicação
    Produção: Tutano

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  • Capas legais de empresas no Facebook

    Várias marcas tem desenvolvido de forma criativa o espaço da “capa” em suas páginas no Facebook. Além de atrair a atenção, a capa das fans page tem como característica ser o primeiro campo de visão dos usuários e pode, entre outras coisas, ser usada para comunicar uma promoção, produto, diferencial, dados (contatos) da empresa ou simplesmente como uma forma de entreter e segurar o internauta para a permanância na time lime. Abaixo segue alguns exemplos legais.

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