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	<title>avemarketing - Um blog de marketing, gestão e comunicação. &#187; Marketing</title>
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		<title>O futuro, na década de 50</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 12:01:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Ví esse vídeo atribuído á GE no Blogs Pop Tech e é realmente impressionante. Observe como a maioria dos produtos do nosso cotidiano já tinham sido previstos em meados da década de 50. O conceito embutido é do produto potencial, ou seja, da análise de tendência para o desenvolvimento de novos produtos do &#8220;amanhã&#8221;. Gostou? [...]]]></description>
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<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Ví esse vídeo atribuído á GE no<a href="http://blogs.pop.com.br/tecnologia" target="_self"> Blogs Pop Tech</a> e é realmente impressionante. Observe como a maioria dos produtos do nosso cotidiano já tinham sido previstos em meados da década de 50. O conceito embutido é do produto potencial, ou seja, da análise de tendência para o desenvolvimento de novos produtos do &#8220;amanhã&#8221;. </p>
<p><iframe width="620" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/KF2VSB71sZU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Gostou? Legal né? Aproveite e confira os carros idealizados na década de 50, também para o futuro. <a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/2012/01/os-carros-do-futuro/"><strong>Clique aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Imagem não é nada. Sede é tudo!</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 18:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enrico Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[
Segundo Sergio Zyman, em seu livro “O Fim do Marketing Como nós Conhecemos”, o caso do Sprite e o seu lançamento foi um dos sucessos mais “espantosos” da Coca-Cola. Isso porque todo o departamento de marketing da companhia acreditava que vender um refrigerante incolor seria muito difícil. É só você olhar para as fantas, multicoloridas [...]]]></description>
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<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: justify;">Segundo Sergio Zyman, em seu livro “O Fim do Marketing Como nós Conhecemos”, o caso do Sprite e o seu lançamento foi um dos sucessos mais “espantosos” da Coca-Cola. Isso porque todo o departamento de marketing da companhia acreditava que vender um refrigerante incolor seria muito difícil. É só você olhar para as fantas, multicoloridas – ainda mais nos EUA, com inúmeros sabores – e ver que a aposta da Coca sempre foram as cores.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto caímos em um lindo <em>case</em> da coca, como Zyman mesmo diz em seu livro. Um refrigerante incolor conseguiu chamar atenção da juventude, dos jovens atletas, de pessoas que até então não bebiam refrigerante. E aí, mais uma vez, ponto pro Sprite.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o caso mais espetacular da estratégia do Sprite talvez tenha passado despercebido. E não estou dizendo que fazer uma campanha com discurso crítico à televisão e à publicidade foi justamente a diferenciação da Coca-Cola. Ao dizer que sede é tudo, subliminarmente, a Coca &#8220;fala&#8221; para os consumidores: “parem de se importar com as malditas cores. Experimentem o refrigerante. Ele vai matar a sua sede. Afinal, esse é o propósito”.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso funcionou mais ou menos como o famoso “experimenta” da Nova Schin. Só que um apelo menos direto. Muito menos na verdade. O <a href="http://www.youtube.com/watch?v=nzJPVjiJ3eg">vídeo</a> tinha por fazer na cabeça do consumidor a IMAGEM de que o Sprite era um refrigerante diferente. Mesmo que na verdade fosse só no gosto.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, se na verdade, imagem não é nada, porque o Sprite queria passar a imagem de diferente e descolado?</p>
<p style="text-align: justify;">Acontece que, as marcas são aquela imagem que passam para os seus consumidores. Foi por isso, e não por ser realmente coerente com aquilo que diziam que o Sprite ganhou espaço entre aqueles que não eram fãs da Coca-Cola e nem bebiam refrigerante com tanta frequência.</p>
<p><iframe width="620" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/EqgsLv5bUdg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos a um dilema. Porque, na verdade, imagem é tudo. E não estou falando de uma imagem que se pode ver. Estou falando daquela imagem chamada percepção. Então&#8230; o dilema é o seguinte: fazer o que se fala é realmente preciso se, só falando que se faz já ganhamos os consumidores?</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, o que Zyman quis dizer sobre o título do seu livro, “O Fim do Marketing Como nós Conhecemos” é que o propósito do marketing mudou. A forma de fazer marketing mudou. E não o marketing em si. O marketing passou se um instrumento que convencia as pessoas a comprar aquilo que elas &#8220;não precisavam&#8221; em um instrumento que tenta convencer aos consumidores que a sua marca é melhor do que a outra.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, não tentamos mais convencer pessoas a comprar coisas. Convencemos pessoas a comprar marcas. A abandonar marcas. Por isso que Zyman disse que o marketing acabou. Por isso que a imagem hoje faz tanta diferença entre as marcas. Por isso que, em vendas preço é desculpa, é detalhe, é besteira.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas precisam de uma desculpa racional para dar ao outro quando fazem uma escolha. Porque você bebe Coca-Cola? Porque você compra sabão em pó dessa marca e não daquela? Porque você prefere os congelados da Sadia?</p>
<p><span id="more-10415"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A primeira resposta sempre será “por que é melhor”. Mas, se perguntarmos, vamos ver que as desculpas que os consumidores dão para as outras pessoas são as mesmas que eles dão a si mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">IMAGEM.</p>
<p style="text-align: justify;">No final das contas, a sede é apenas mais uma desculpa de vender a imagem de um novo produto. Mesmo que essa desculpa seja uma metalinguagem. Ou seja, a Coca-Cola usou a publicidade para a estratégia de o Sprite atacar a publicidade e o <em>status quo</em> da comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">As marcas ainda vivem da sua imagem, da sua reputação, daquilo que dizem fazer. E acredito que será sempre assim. A diferença é que, agora, após a morte do marketing, tivemos outra morte. A morte das campanhas como nós conhecemos.</p>
<p style="text-align: justify;">Até “imagem não é nada, sede é tudo” era fácil uma marca dizer que era isso ou aquilo sem realmente ser, em 1996 era realmente difícil de o consumidor ir pessoalmente checar se a marca realmente fazia aquilo que ela tava falando.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas hoje, a reputação de qualquer marca está há dois cliques de qualquer cliente. Se ela fala que é socialmente responsável e não é, ponto negativo, menos clientes. Se ela fala que pioneira em tal coisa e não é, mais ponto negativo.</p>
<p style="text-align: justify;">E assim vai&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso eu realmente acredito que imagem não é nada. Acredito que a coerência é tudo. Você precisa fazer, pra depois que todo mundo souber que, realmente você faz você dizer.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso contrário, não vai funcionar.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, infelizmente a reputação de uma empresa é a primeira coisa que chega no ouvido de um consumidor. Muito antes mesmo do que um comercial super produzido para a final do Super Bowl, para a final do BBB, para a última rodada do Brasileirão.</p>
<p style="text-align: justify;">Esqueça a campanha. Foque na reputação. Um infomercial de trinta segundos passa. A fama, a reputação, a imagem que uma marca adota, dificilmente vai mudar.</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>Não se lembrarão de você, se lembrarão da sua reputação</em>”. Rocky Balboa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Acorda!! Tá na hora de mudar os rumos do marketing&#8230;</strong></p>
<p><span style="color: #888888;"><strong>Enrico Cardoso</strong> – Colaborador</span></p>
<p><span style="color: #888888;"> </span><span style="color: #888888;"> </span></p>
<p><span style="color: #888888;">Blogueiro e escritor. Empreendedor apaixonado por temas como  Inovação, Marketing &amp; Vendas. Contestador das regras gerais, sempre  está disposto a desafiar o senso comum e provar que inovar é possível em  qualquer situação. É a pessoa ideal para as empresas que buscam  profissionais que não se limitam ao ‘mais do mesmo’ nem a mediocridade.  Já colaborou com textos para os blogs <a href="http://www.superempreendedores.com/">SuperEmpreendedores</a> e <a href="http://administrando.biz/">Administrando.biz</a>. Atualmente colabora para o blog <a href="../">PontoMarketing</a>. É editor do blog <a href="../equipe/thinkoutsidebr.wordpress.com">ThinkOutside</a> e, em Junho de 2011 lançou o blog  “<a href="http://1imagem1000palavras.tumblr.com/">Uma imagem vale mais que mil palavras</a>” mostrando que não somente de palavras formamos as nossas opiniões e ideias. Além disso, é idealizador do projeto <a href="http://cinebusiness.blog.br/">CINEBusiness</a>, um blog com artigos sobre business inspirados em filmes.</span></p>
<p><span style="color: #888888;"><a href="http://twitter.com/thinkoutsidebr"> </a></span></p>
<p><span style="color: #888888;"><a href="http://twitter.com/thinkoutsidebr">http://twitter.com/thinkoutsidebr</a></span></p>
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		<title>avemarketing entrevista #12: Gui Bamberg</title>
		<link>http://www.elciofernando.com.br/blog/2012/01/avemarketing-entrevista-12-gui-bamberg/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=avemarketing-entrevista-12-gui-bamberg</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 09:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avemarketing</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Gui Bamberg, sócio-diretor da Bamberg Comunicação e responsável pelo desenvolvimento de tecnologia para realização de promoções instantâneas em máquinas de POS (Point Of Sale), falou com exclusividade sobre a criação do projeto inovador ao blog avemarketing. avemarketing: Como foi a concepção, desenvolvimento e teste do produto? Como toda inovação, a Bamberg partiu de um desafio [...]]]></description>
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<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><div id="attachment_10393" class="wp-caption alignleft" style="width: 195px"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Gui_Bamberg_2a.jpg"><img class="size-full wp-image-10393 " title="Gui_Bamberg_2a" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Gui_Bamberg_2a.jpg" alt="" width="185" height="259" /></a><p class="wp-caption-text">Gui Bamberg, sócio-diretor da Bamberg Comunicação</p></div>
<p style="text-align: justify;">Gui Bamberg, sócio-diretor da Bamberg Comunicação e responsável pelo desenvolvimento de tecnologia para realização de <a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/2012/01/maquinas-de-pos-viram-ferramenta-para-promocoes-instantaneas/" target="_self">promoções instantâneas</a> em máquinas de POS (Point Of Sale), falou com exclusividade sobre a criação do projeto inovador ao <strong>blog ave</strong><strong>marketing</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>avemarketing: Como foi a concepção, desenvolvimento e teste do produto?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como toda inovação, a Bamberg partiu de um desafio de desenvolver algo até então inexistente no mercado: uma promoção de premiação instantânea via cartões de crédito e de débito. O desenvolvimento se deu através do nosso pessoal de inteligência e desenvolvimento, após estudos sobre os meios tecnológicos de captura, sempre observando os <em>compliances</em> do setor financeiro. O teste foi “ao vivo”. Não podíamos errar. E o realizamos através de uma das principais bandeiras de cartões do mundo, numa ação de Natal em shopping onde a cada compra a partir de R$ 150 o portador do cartão com aquela bandeira via instantaneamente subir no comprovante de vendas a frase “Parabéns Você ganhou X reais” ou “Ainda não foi desta vez, continue participando”! Quando o Cliente ganhava, ele ia até a nossa central dentro do shopping, comprovava a compra, ganhava o cartão carregado no valor do prêmio e já saia comprando. Além disso, o vendedor que o atendeu também ganhava. Ou seja, foi bom para o portador do cartão daquela bandeira pela exclusividade da promoção, bom para o lojista pelo prêmio conjunto ao consumidor e bom para a marca, que levou uma promoção moderna, inédita e de caráter instantâneo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>avemarketing: Fale sobre a convergência entre tecnologia e marketing, e suas vantagens.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Redução de importantes somas de dinheiro investido em estrutura operacional e que não retornam como benefício ao Clientes. Facilidade e encantamento de participação do consumidor final e redução do budget do Cliente, que assim pode investir mais na premiação. E o principal quesito: os Clientes que estão adotando a política de fazer o setup de uma de nossas plataformas promocionais têm ali uma solução para diversos tipos de ações: Incentivo, promoção ao consumidor final e ao trade, relacionamento, medição de sell-out e avaliação do ROI.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>avemarketing: Já há um projeto futuro, no qual a Bamberg está trabalhando?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Diversos, sob regime de confidencialidade. Concluímos agora o COMPRA PREMIADA OUROCARD CIELO e estamos fazendo um upgrade na solução promocional da Pirelli. As demais, ainda não podemos revelar.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><strong>::</strong></span>Confira outras entrevistas exclusivas, <a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/category/entrevista/" target="_self">aqui</a>.</p>
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		<title>Campanha da Prefeitura de Nova York para desestimular consumo de refrigerante</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 20:10:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Excelente propaganda como parte da campanha da Prefeitura da cidade de Nova York para desestimular a população a consumir refrigerantes. Atualmente, a cidade americana enfrenta índices alarmantes de problemas clínicos devido ao aumento da dieta com excesso de calorias. Tal situação está sendo tratada como calamidade pública pelos governantes e órgãos de saúde. A campanha, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/refriacucar.jpg"><img src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/refriacucar.jpg" alt="" title="refriacucar" width="620" height="317" class="aligncenter size-full wp-image-10323" /></a>
<p style="text-align: justify;">Excelente propaganda como parte da campanha da Prefeitura da cidade de Nova York para desestimular a população a consumir refrigerantes. Atualmente, a cidade americana enfrenta índices alarmantes de problemas clínicos devido ao aumento da dieta com excesso de calorias. Tal situação está sendo tratada como calamidade pública pelos governantes e órgãos de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">A campanha, composta por peças gráficas e aúdiovisuais, promove impacto através da informação racional acerca dos males que o consumo excessivo de alimentos calóricos, incluindo os refrigerantes, causam no organismo. A propaganda abaixo possui fácil entendimento e um mecanismo comunicacional direto e que proporciona atenção e retenção seletiva rápida através da mensagem reforçada pelo visual.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Cada 600 ml de refrigerante possui 10 pacotes de açúcar em sua composição&#8221;, é o mote principal da propaganda. Confira!</p>
<p><iframe width="620" height="405" src="http://www.youtube.com/embed/74XuJGJpSWM" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>As marcas mais valiosas em 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 10:44:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avemarketing</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Publicado pela consultoria Interbrand, o relatório &#8220;Best Global Brands (Melhores Marcas Globais)&#8221; indica ranking com o valor de marca (branding) das empresas globais. Note que as 10 primeiras marcas rankeadas pela Interbrand são originárias dos EUA e nenhuma marca brasileira aparece entre as 100 mais. Outra curiosidade é com a marca Burguer King figurou entre [...]]]></description>
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<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: justify;">Publicado pela consultoria <a href="http://www.interbrand.com" target="_blank">Interbrand</a>, o relatório &#8220;Best Global Brands (Melhores Marcas Globais)&#8221; indica ranking com o valor de marca (branding) das empresas globais. Note que as 10 primeiras marcas rankeadas pela Interbrand são originárias dos EUA e nenhuma marca brasileira aparece entre as 100 mais. Outra curiosidade é com a marca Burguer King figurou entre as 100 mais em 2008  e, após ser adquirida por fundo de investimentos com capital brasileiro, desapareceu do ranking.</p>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>Despencaram</strong>: Kodak, Nokia, Toyota.</li>
<li><strong>Subiram</strong>: Prada, Zara, Apple, Google.</li>
<li><strong>Misteriosamente sumiu do ranking</strong>: Marlboro.</li>
</ul>
</blockquote>
<p>Confira listagem com as 100 mais valiosas <a href="http://www.interbrand.com/en/best-global-brands/best-global-brands-2008/best-global-brands-2011.aspx" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra empresa que realiza cálculo do valor de marca é a consultoria <a href="http://www.millwardbrown.com/">Millward Brown</a>. Veja o <a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/2011/05/as-10-marcas-mais-valiosas-do-mundo/" target="_self">ranking da MB</a> e compare os valores.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_10301" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/marcas.jpeg"><img class="size-full wp-image-10301" title="marcas" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/marcas.jpeg" alt="" width="600" height="519" /></a><p class="wp-caption-text">Informações: Interbrand. Arte: Diogo Shiraiwa/Editoria de Arte/Folhapress. Publicado em www.folha.com.br/mercado em 18/01/2011</p></div>
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		<title>“Não sejamos rasos“ &#8211; Um convite à mudança</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 12:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Martha Terenzzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[profissional de marketing]]></category>
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Inicio o post dessa quinzena, fazendo uma provocação. Tema que já discuto há muito tempo e que já virou artigo. Não parece que tudo está mais raso? Mais superficial? A desvalorização do profissional de marketing ano-a-ano vem aumentando e minha previsão é que tende a piorar. Acredito que são muitos os fatos que contribuem para [...]]]></description>
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<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: justify;"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/marketing.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10275" title="marketing" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/marketing.jpg" alt="" width="620" height="343" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Inicio o post dessa quinzena, fazendo uma provocação. Tema que já discuto há muito tempo e que já virou artigo. Não parece que tudo está mais raso? Mais superficial? A desvalorização do profissional de marketing ano-a-ano vem aumentando e minha previsão é que tende a piorar.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que são muitos os fatos que contribuem para que isso ocorra, mas um deles é a pouca profundidade sobre os conhecimentos adquiridos e consequentemente uma medianidade de planos, ações, produtos e serviços ofertados ao mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">O conhecimento raso é o que denominamos de saberes de pouca profundidade. Um constante crescimento e acesso de informações gerando certa “comoditização” de disciplinas e temas. No entorno desse cenário, verifico um incomodo sentimento de insatisfação com os profissionais da área, e trago à tona que o papel do profissional de Marketing é obter o maior conhecimento possível para que se exerça uma responsabilidade social com os produtos e serviços sob sua atuação.</p>
<p style="text-align: justify;">Qual é a contribuição que o profissional de marketing pode dar? Primeiro, o profissional de Marketing tem responsabilidade perante a sociedade. Ele não pode usar as ferramentas, recursos que aprendeu para promover marcas, produtos e serviços de empresas que agem imoralmente, para os fins ou para os meios. E em segundo lugar, o profissional de Marketing deve ter consciência que sua atividade impacta na sua própria vida, na sua comunidade, família, país e planeta. Ele não pode mais ser endérmico, deve sim, combater a vulgarização do conceito da atuação mercadológica e aprofundar sua contribuição para a cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;">É necessário trabalho, coragem e ética da convicção para obter mais saberes. É preciso deixar de ser raso e mergulhar em águas profundas para obter conhecimento. Ao apenas arranhar um determinado tipo de conhecimento, não há sustentação para a permanência e sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Mário Cortella, em seu livro “Qual é a tua Obra? Inquietações propositivas sobre Gestão” convida-nos a uma auto reflexão e questionamento sobre o papel de cada um nas empresas e seus impactos para o mercado.  Questionamentos como esse, ajudam a transformar o mundo para melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">O sucesso do profissional de marketing não pode ser obtido a qualquer preço, portanto mãos a obra, e aprofundemos nossos saberes atuando com responsabilidade e ética. Vamos?</p>
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		<title>A Pepsi e o calor do momento</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 16:24:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avemarketing</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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Por Eugênio Bispo* Depois de Roberto Carlos, Biafra, Marcelo Adnet, Falcão, Beto Barbosa, agora checou a vez de Joel Santana. É impressionante a maneira como as empresas tem dinheiro para gastar sem se preocupar com os resultados negativos que esse tipo de propaganda pode causar em suas respectivas marcas. O calor do momento parece mesmo [...]]]></description>
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<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: justify;"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/pepsipodetobe.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10241" title="pepsipodetobe" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/pepsipodetobe.jpg" alt="" width="620" height="466" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Por Eugênio Bispo*</span></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de Roberto Carlos, Biafra, Marcelo Adnet, Falcão, Beto Barbosa, agora checou a vez de Joel Santana. É impressionante a maneira como as empresas tem dinheiro para gastar sem se preocupar com os resultados negativos que esse tipo de propaganda pode causar em suas respectivas marcas. O calor do momento parece mesmo ter tomado conta do empresário brasileiro. Isso ocorreu nos Estados Unidos, alguns anos atrás e agora chegou à vez do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">A Pepsi parece que não aprendeu a lição, mas como tem dinheiro para gastar, pouco importa, afinal estamos no Brasil. Do ponto de vista do marketing e branding essa propaganda é inteiramente inútil, não tenho nada contra, agora não posso ver esse tipo de coisa e ficar indiferente. Com tanta empresa jovem precisando de uma força, incluindo a minha, a Pepsi resolve gastar com o inglês de Joel Santana? É inacreditável como as empresas reagem ao calor do momento. Não procuram uma empresa especializada, não fazem do marketing uma ferramenta estratégica, não dão oportunidade a novos talentos e ainda acham que são expert em marketing. É brincadeira!  Ao que parece o mundo virou mesmo uma torre de babel. E muitos serão crucificados face ao amadorismo empresarial. Isso É Brasil!</p>
<p><span style="color: #888888;">*Eugênio Bispo é diretor da Global Consultoria, empresa especializada em marketing e em planejamento e desenvolvimento de marcas. Contato: globalconsultoria10@yahoo.com.br</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><iframe width="620" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/7xl3cEcgdXk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>A importância do serviço na economia global</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 19:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avemarketing</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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Por Eugênio Bispo* O serviço é a nova força da economia global, no Brasil representa mais de 60% da economia. Não é de hoje que o serviço movimenta a economia no mundo, mas é necessário profissionalizar o serviço. No Brasil o serviço ainda é muito rudimentar, a falta de mão de obra qualificada representa uma [...]]]></description>
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<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><span style="color: #888888;">Por Eugênio Bispo*</span></p>
<p style="text-align: justify;">O serviço é a nova força da economia global, no Brasil representa mais de 60% da economia. Não é de hoje que o serviço movimenta a economia no mundo, mas é necessário profissionalizar o serviço. No Brasil o serviço ainda é muito rudimentar, a falta de mão de obra qualificada representa uma queda significativa no atendimento ao cliente. O serviço está presente em qualquer segmento de mercado. Saúde, transporte, educação, segurança, comunicação, turismo, indústria, comércio etc. A ausência de tangibilidade e a presença do elemento humano caracteriza o serviço em qualquer setor da economia.</p>
<p style="text-align: justify;">O serviço necessita de dois fatores extremamente importantes. Imagem e credibilidade. Por não haver transferência de propriedade a imagem é o único elemento essencialmente tangível para o cliente. A credibilidade no serviço é outro fator imprescindível. O serviço pode ser reconhecido, através do espaço disponível, decoração, tecnologia, equipamento, uniforme, segurança etc. A formatação é essencial. Tudo isso caracteriza o ambiente de serviço. Na ausência do serviço o cliente irá procurar por elementos tangíveis que caracterizem ou passam caracterizar a qualidade do serviço. O conhecimento absoluto sobre serviço e acima de tudo qualificação profissional é fundamental para que a empresa seja reconhecida pela qualidade do produto. Todo cliente quer manifestar a sua satisfação com o serviço, nesse caso o feedback é essencial. Se o feedback for positivo o cliente pode representar um grande indicador de valor futuro e um meio de comunicação insubstituível. Nesse sentido, o cliente passa a ser uma ferramenta da qualidade e referência do serviço. Se negativo o cliente pode representar uma ameaça constante em qualquer operação de serviço realizada pela empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">A marca pode caracterizar também um indicador de qualidade, mas o cliente é parte do processo de planejamento e desenvolvimento do serviço. A simples presença do cliente nesse processo pode comprometer a imagem da empresa. Em qualquer operação de serviço o cliente é parte essencial. Não é possível fazer um test drive no serviço, ou seja, testar a qualidade do serviço para só então consumir. A impossibilidade de fazer um teste no serviço é condição suprema da qualidade no atendimento. A empresa está vendendo além do serviço, uma imagem, um imaginário, uma expectativa. Nesse processo transformar o elemento humano em capital humano é crucial para qualquer empresa. Por fim, o conceito central de serviço é servir, nesse sentido, o próprio Jesus Cristo foi um exemplo de serviço. Veio ao mundo servir ao próximo. E assim como Cristo o nosso objetivo é também servir ao próximo como a nós mesmos. Esse é o verdadeiro sentido da palavra serviço. E isso não é humilhação pelo contrário é um exemplo de humanidade. Esse deve ser o objetivo de qualquer empresa. Servir ao próximo.</p>
<p><iframe width="620" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/Xo_1VZgf5KA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">*Eugênio Bispo é diretor da Global Consultoria, empresa especializada em marketing e em planejamento e desenvolvimento de marcas. Contato: globalconsultoria10@yahoo.com.br</span></p>
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		<title>Eu vejo eles dançando, em cima do muro&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 13:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enrico Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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&#8230;no meio do mundo. No meio do mundo dividido. Capital Inicial. Uma das coisas que eu achei fantástico após ler a biografia de Steve Jobs foi descobrir a maneira com que ele concebia os produtos. Primeiro o design, depois a engenharia. A engenharia precisava se adequar ao design, à concepção do produto e à ideia [...]]]></description>
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<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: right;"><span style="color: #888888;">&#8230;no meio do mundo. No meio do mundo dividido. Capital Inicial.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/4133234ton32rkt.jpg"><img class="size-full wp-image-10109 alignright" title="4133234ton32rkt" src="http://www.elciofernando.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/4133234ton32rkt.jpg" alt="" width="247" height="371" /></a>Uma das coisas que eu achei fantástico após ler a biografia de Steve Jobs foi descobrir a maneira com que ele concebia os produtos. Primeiro o design, depois a engenharia. A engenharia precisava se adequar ao design, à concepção do produto e à ideia que ele queria passar. E não o contrário.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, Jobs podia exercitar aquilo que em minha opinião mais o ajudava no trabalho da inovação de produtos: a imaginação. E eu não sei se esse assunto, a imaginação já foi tema de algum livro de negócios, marketing, inovação ou empreendedorismo. Mas, sei que é justamente ela, a imaginação o ingrediente essencial para criar a personalidade de uma marca.</p>
<p style="text-align: justify;">E nesse primeiro artigo pro <a href="http://www.elciofernando.com.br/blog/" target="_self">avemarketing</a> de 2012 eu quero fazer uma pequena reflexão sobre imaginação, marketing, inovação e empreendedorismo. Os livros podem ensinar como programar uma campanha de marketing que arrebenta. Ensinam como despertar o comportamento empreendedor, como estruturar e planejar um plano de marketing e toda a estratégia de marketing.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, eles não conseguem ainda ensinar, passo-a-passo sobre como transformar a personalidade de uma empresa, de como imaginar empresas, produtos e tecnologias que vão romper com tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, se você acha que a sua empresa não tem personalidade, na verdade ela já possui uma personalidade errada. Da mesma maneira, se na cabeça dos líderes falta imaginação, as coisas tendem a caminhar pro buraco. A imaginação talvez seja o mais salvador e aniquilador nisso tudo. A falta dela, assim como o excesso, leva qualquer empresa, qualquer produto, qualquer estratégia, para o buraco. Portanto, equilibrar imaginação com pé no chão é o desafio maior disso tudo. Mas, os livros vivem incentivando o pé no chão, porque a cabeça nas nuvens faz mal. O problema é que, a cabeça nas nuvens pode fazer mal, mas a cabeça fora dela é desastroso. Talvez por isso, por esse grande incentivo que temos de manter o pé no chão, é que ultimamente somos bombardeados com tantos produtos e empresas sem graça nenhuma, sem nenhuma pitada de imaginação.</p>
<p style="text-align: justify;">A dose certa de imaginação rompe barreiras. Para alcançar o estado da arte, para chegar à perfeição é preciso imaginar e conceber o que é perfeito. A atitude de Steve Jobs de conceber primeiro o design de seus produtos mostra o quanto isso é importante. Steve fazia primeiro o desenho do produto. Fazia primeiro aquilo com que o consumidor vai ter contato. O consumidor não tem contato com a engenharia do produto, com aquilo que o faz funcionar. Dificilmente alguém quer um iPod, iPad ou iPhone porque ele tem uma engenharia sensacional. As pessoas querem porque o design é legal, é bonito, cool.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Esse será um bom começo. Ao levar a sério a cultura da imaginação, você estará implementando a cultura da inovação.</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-10100"></span>Eu não defendo 100% de imaginação. Assim como, em uma alimentação o sal faz mal em excesso, a falta dele tira o gosto dos alimentos. O mesmo acontece com a imaginação. 100% de imaginação aniquila com qualquer empresa, com qualquer produto e qualquer ideia. Mas nada de imaginação causa o mesmo mal, faz a coisa ficar sem sal, esquisita, sem graça. A receita certa da imaginação? Saiba que você precisa imaginar, precisa se diferenciar, precisa ser atraente e, ao mesmo tempo precisa pagar as contas, precisa produzir, precisa sair do zero e, precisa respeitar os prazos.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas precisam de liberdade para imaginar. Para imaginar um produto, para imaginar uma campanha, para imaginar novas maneiras de fazer aquilo que todo mundo já sabe. A imaginação é o ingrediente. Não a engenharia.</p>
<p style="text-align: justify;">O último livro que li em 2011 foi “A Imaginação” de Jean-Paul Sartre. Esse é, na verdade um dos primeiros estudos de Sartre que, quando escreveu “A Imaginação” ainda era um garoto de vinte e poucos anos que ousava imaginar as coisas. Logo na introdução do livro, Sartre disserta sobre o poder da folha em branco e nos da a profundidade do poder da imaginação. Ele diz que, pra aquela pessoa que imagina, uma folha em branco nunca será uma folha em branco. Porque a imaginação já está projetando nessa folha, aquilo que o seu escritor já está pensando e imaginando escrever. Por isso, mesmo sendo uma folha em branco, na mente do escritor, ela já está preenchida, está pintada pela tinta da caneta.<br />
Por outro lado, pra quem não imagina, uma folha em branco não deixa de ser um imenso vazio. Um vazio de ideias, de palavras e de imaginação.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que esse exemplo valha para tudo. E, no caso de Jobs, ele parecia saber disso. Parecia saber que, um novo produto nunca era uma folha em branco. Ela sempre estava sendo preenchida de alguma maneira em sua imaginação. E, durante esse processo, da folha branca se transformar a folha preenchida da imaginação ele não hesitava em apagar a folha e escrever novamente. Olha nós aqui. Fazem três meses que Jobs morreu e ainda estamos falando dele, de seus métodos, de sua maneira de pensar. E teremos assuntos, histórias e ensinamentos pra discutir por ainda muitos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O design na frente. A imaginação na frente. Ouse imaginar. Não há receita sobre como imaginar. Mas, há a receita de que imaginar da certo. Os engravatados engomadinhos estão aí, debruçando-se sobre o mundo querendo sugar alguma imaginação que possa dar certo.</p>
<p style="text-align: justify;">O que acontece no empreendedorismo, na inovação, no lançamento de produtos, no marketing, nas vendas e em todos os lugares é que as pessoas ficam em cima do muro, esperando alguém que tem imaginação e petulância o suficiente pra mudar as coisas, redefinir os mercados e produtos pra poder pegar carona.</p>
<p style="text-align: justify;">E é assim, desde que o mundo é mundo. Você pode ficar esperando, espreitando no muro, algum grande imaginador fazer o seu trabalho e pegar carona. Ou, você pode usar seu tempo pra imaginar como você quer ver as coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">Já Einstein, há algumas dezenas de anos disse que “a imaginação é mais importante do que o conhecimento”. Isso se deve porque imaginar a essência não é fácil, mas depois que a ideia tá pronta, que já foi pensado, que já foi imaginado, que já foi concebido, existe conhecimento de sobra pra colocar em uma caixa e produzir. A imaginação comanda. E não ao contrário.</p>
<p style="text-align: justify;">Não deixe as barreiras impedirem sua imaginação. Não deixe que a falta de conhecimento ou tecnologia impeçam sua imaginação. Se a imaginação estiver à frente do tempo, espere que exista tecnologia para ela. E quando tiver, faça com que a tecnologia se adapte a ela, e não o contrário.</p>
<p style="text-align: justify;">Faça de 2012 o ano da imaginação. Leve a imaginação pra dentro das empresas, pra dentro das casas e pra cultura das pessoas. Ouse imaginar, ouse dar liberdade para os outros imaginarem e, as coisas fora da caixa começaram a aparecer. Produtos, pessoas, inovação, marketing, etc. Tudo com imaginação fica mais rico. E, riqueza com imaginação tem muito mais graça.</p>
<p style="text-align: justify;">Imaginação simplesmente rulez! Não se esqueça.</p>
<p style="text-align: justify;">Acorda!! Tá na hora de mudar os rumos do marketing.</p>
<p style="text-align: justify;">Enrico Cardoso<br />
<a href="http://twitter.com/thinkoutsidebr" target="_blank">http://twitter.com/thinkoutsidebr</a></p>
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		<title>O Branding da Red Bull</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 10:44:25 +0000</pubDate>
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*Por Eugênio Bispo. Poucos comerciais no mundo tiveram a ousadia e inteligência da marca Red Bull. Ao invés de gastar milhões com propaganda e publicidade inútil, a Red Bull da uma aula de Branding! A identidade visual da marca é composta por três elementos. NOME, LOGO E LEMA. E esses três elementos foram suficientes para [...]]]></description>
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<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>*Por Eugênio Bispo.</p>
<p style="text-align: justify;">Poucos comerciais no mundo tiveram a ousadia e inteligência da marca Red Bull. Ao invés de gastar milhões com propaganda e publicidade inútil, a Red Bull da uma aula de Branding! A identidade visual da marca é composta por três elementos. NOME, LOGO E LEMA. E esses três elementos foram suficientes para posicionar a marca Red Bull no mundo inteiro. Enquanto que empresários fanáticos gastam desesperadamente com propaganda e publicidade, o Austríaco Dietrich Mateschitz, dono da marca Red Bull, gasta apenas o necessário para divulgar três elementos (nome, logo e lema). E ao contrário do que imaginamos é a mais divertida e inteligente forma de publicidade já vista em uma marca global. Lógico que a marca Red Bull está presente também em outros segmentos, sempre associando a marca a uma força motriz (mobilidade, agilidade, espontaneidade). </p>
<p>Esse é o jeito Red Bull de ser que conquistou milhares de fãs ao redor do mundo. E tudo isso graças a três elementos. É importante dizer que esses elementos são apenas a ponta do Iceberg, todo resto está imerso, mergulhado na mente do consumidor, isso é branding. O empresário apreendeu a fazer propaganda, publicidade, mas ainda não aprendeu a fazer branding.  Parabéns a Red Bull por mostrar aos empresários que dinheiro foi feito para gastar com sabedoria e não com o calor do momento.</p>
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<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">*Eugênio Bispo é diretor da Global Consultoria, empresa especializada em marketing e em planejamento e desenvolvimento de marcas. Contato: globalconsultoria10@yahoo.com.br</span></p>
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