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Nossos ídolos não são mais os mesmos
30 de janeiro de 2012 | Por avemarketing em comportamentoPesquisa recente feita pela empresa UK’s Future Poll, sob pedido da fabricante de bebidas Diageo, e publicado na revista Forbes (fonte: http://f5.folha.uol.com.br/celebridades/1020180-silvio-santos-e-personalidade-mais-admirada-no-brasil.shtml) foi mensurado quais são as personalidades mais admiradas pela população brasileira.
Carente de herois desde longa data, uma grande parcela da população brasileira cultua e transforma em ídolos pessoas que possuem exposição acentuada na mídia. De fato, a lista ainda possui até jogadores de futebol, como Ronaldo e Pelé, ocupando a oitava e décima colocação, respectivamente. Nota-se que, além da notoriedade pública, a maioria dos “admirados” gozam de elevada progressão financeira em suas vidas. Neste ponto, há que se discutir um aspecto que mescla cultura estabelecida pela mídia de massa e nossas raízes religiosas. A primeira, corriqueiramente regojiza-se de vincular alto valor e grande dose de ufanismo aos cidadãos que, tendo origens humildes, obtém sucesso e ascensão profissional / financeira. Evidente que tal conquista deve ser comemorada e até servir de exemplos para outrem mas, será que somente isso representa o sucesso entorno da vida de um cidadão? Com raras exceções, a influência midiática mostra o TER acima do SER e despojados de conteúdos filosóficos, resta aos indivíduos a busca incessante pelos bens materiais. Essa busca, que outrora poderia caracterizar pensamentos mesquinhos, hoje embasa a maioria das decisões diárias.
Ao analisar as cinco pessoas mais admiradas, conforme a pesquisa mencionada acima, é possível ponderar que vivemos em uma sociedade categorizada pela pluralidade e influência recebida da mídia, além da falta de valores solidificados. E é esse – valores - o ponto que determina o(s) ídolo(s) de um povo. Afinal, hoje, quais são nossos reais valores? A discussão, sob o ponto de vista da ética, recai no conceito do que “podemos e do que devemos”, ou seja, do legal e moral. Quando uma sociedade não realiza corretamento as orientações legais e morais, os valores tornam-se confusos e quimeras orientada pela mídia e cultura de massa.
O resultado, do primeiro ao quinto colocado:
1. Sílvio Santos
2. Bill Gates
3. Lula
4. Angelina Jolie
5. Jesus Cristo -
Serviço é reinventado pela tecnologia
Cada vez mais presentes em nossas vidas, as mídias digitais causam mudanças na forma de prestação de alguns serviços e de como os consumidores interagem com eles. A indústria fonográfica e cinematográfica que o diga! A primeira grande alteração recente no comportamento de compra destes segmentos aconteceu com a evolução tecnológica que possibilitou a comercialização e locação de filmes e músicas em mídias de impressão físicas, tais como discos de vinil (long play) e fitas cassete (aúdio e vídeo). Posteriomente, em 1982, a inclusão da gravação com recursos óticos digitais (CD, CD multimídia, e softwares) impulsionou maior mobilidade e capacidade aos antigos discos e fitas. O mesmo aconteceu com o crescimento do mercado de DVD e Blu-Ray.
Entretanto, sem dúvidas o maior impacto sobre os serviços de entretenimento se deu após o advento da internet. A primeira grande ruptura com o tradicionalismo na venda de música foi o programa Napster em 1999, criado por Shaw Fanning. A grande inovação foi que “o Napster permitia que os usuários fizessem o download de um determinado arquivo diretamente do computador de um ou mais usuários de maneira descentralizada” Wikipedia.Atualmente, da mesma forma que aconteceu com a indústria fonográfica, muitas produtoras de filmes ainda “culpam” a internet pela diminuição das vendas de DVD`s, Blu-ray`s e faturamento com bilheterias, em uma clara demonstração de miopia de marketing. Mas, uma nova reinvenção dos serviços tem se tornado cada vez mais frequente: a disponibilização de filmes on line através de streaming para pc, tv, iphone, tablets e consoles, além da locação delivery de blu-ray`s. A modalidade é realidade nos Estados Unidos e outros países e já conta com uma empresa de sucesso na área, Netflix , que promete chegar ao Brasil no meio do ano e, por falar nisso, por aqui também temos a NetMovies, que oferta serviços semelhantes.
Contudo, a reinvenção do formato do serviço supra citado parece não ter fim e, essa semana, a gigante Warner Bros (uma divisão da Time Warner) anunciou a locação do filme The Dark Knight (O Cavaleiro das Trevas), para assistir on line através do Facebook, por USD 3.00 (três dólares) . Surpreendente? Do ponto de vista de mercado não é, afinal o Facebook possui 600 milhões de usuários ativos e com potencial de consumo. Ainda, segundo a Nielsen “em janeiro deste ano, cada internauta americano viu, em média, 101,1 vídeos. Foram 143,93 milhões de telespectadores únicos, um crescimento de 3,1% entre 2010 e 2011” (IDG Now, publicado em 08 de março de 2011).
E esse novo formato, que pode ser extendido ao Youtube e outras redes sociais, além de concorrer com o mercado das atuais empresas de locação on line, utilizada a interface do Facebook e toda sua plataforma de ferramentas tais como “curtir”, indicar para amigos, compartilhar e etc. A grande alteração conceitual está no fato de utilizar as plataformas onde os clientes / consumidores já frequentam, ao invés de “trazê-los” para seu site ou programa.
Às empresas de serviços cabe acompanhar todos fatores que provocam mudanças em seus formatos e processos, para que o modelo atual de negócios não seja surpreendido e fique obsoleto rapidamente. Analisar sistematicamente os ambientes no qual está inserido é parte do “jogo” e uma das atividades da inteligência de marketing que fornece condições para a reinvenção criativa e acertada.
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Falha de comunicação
2 de janeiro de 2011 | Por avemarketing em Marketing, comunicação
Uma falha de comunicação (ruído)!. Assim foi o episódio envolvendo o atleta Elias, outrora jogador de futebol do Corínthians, em sua apresentação no Atlético de Madrid (clube espanhol que o jogador defenderá em 2011).
Durante a apresentação, o jovem Elias pegou um cachecol (objeto tradicionalmente utilizado como estandarte por torcedores espanhóis) atirado ao campo por um torcedor e exibiu-o durante a sessão de fotos. Entretanto, a frase “Antimadritistas – vikingo tus cuernos ensucian mi ciudad” é uma hostilização aos torcedores da equipe rival, Real Madrid. O episódio causou mal estar na relação entre os clubes e logo em seguida o Atlético e o jogador Elias publicaram nota pedindo desculpas pelo fato.
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Mídia funcional bem criativa
14 de outubro de 2010 | Por avemarketing em comportamento
Conforme classificação/tipos de mídias publicada aqui, as mídias do tipo funcionais são objetos, coisas, algo e até lugares, que NÃO são mídias – costumo dizer que “não nasceram” mídia – mas que em determinado momento exercem a função de mídia. Os exemplos mais comuns são: canetas, bonés, lixeiras, muros, mochilas e etc.
Algumas mídias funcionais surpreendem pela boa percepção criativa a qual são submetidas para inserção de comunicação publicitária. Veja os exemplos abaixo, bem bolados!
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Classificação das mídias
9 de outubro de 2010 | Por avemarketing em comunicação
As mídias (meio de comunicação ou canal de comunicação. A palavra mídia deriva de “medium” e “media”) podem ser classificadas em tipos, conforme tabela abaixo:
Recentemente há o entendimento dos termos de mídias off line (fora da rede internet) e on line (dentro da rede internet). Além disso, alguns autores, conceituam as mídias externas como “exteriores” ou “outdoor” e as mídias internas podem ser chamadas também de mídias “interiores” ou “indoor”. As mídias “indoor” são os meios de comunicação utilizados dentro de ambientes fechados e podem ser do tipo impresso, eletrônico(a) / digital. À essas, é necessário equilíbio para evitar a confusão e excesso de informação no ambiente.
Em outras oportunidades já escrevi brevemente sobre as mídias funcionais (veja aqui e aqui). Também há as oportunistas, ou seja, objetos e contextos extremos que por ventura se transformam em meios de comunicação um tanto estranhas. A imagem abaixo ilustra essa ideia.
Ainda, a saber, os meios de comunicação podem ser divididos em mídias de ‘massa e dirigida’. As “de massa” são aquelas que atingem grande número de pessoas ao mesmo tempo, ou seja, com alcance de grandes proporções. Já as “dirigidas” atingem públicos específicos e/ou segmentos de mercados específicos.
















