• Boca a boca é mais confiável

    Por @nielsenbr. Hoje em dia é comum pedir a opinião de pessoas antes de comprarmos um produto novo, para ter um parâmetro e decidir se será uma boa compra ou não. Nesse caso, quem você procura primeiro?

    Um estudo sobre Confiança em Publicidade, realizado pela Nielsen, apurou que 92% da população global prefere acreditar nas recomendações dos amigos. O fato de já conhecer as pessoas que estão recomendando algum produto ou serviço colabora para que o boca a boca seja o meio de indicação mais confiável.

    Além disso, o boom das redes sociais facilitou a divulgação da experiência do consumidor. O importante é levar em conta o que é dito pelos próprios amigos para evitar aborrecimentos. Afinal, quem vê críticas sobre algum produto ou serviço na internet e ainda assim o adquire?

    A possibilidade de poder acompanhar em tempo real o que os amigos dizem nas redes sociais fortalece a divulgação boca a boca. “As redes sociais se tornaram uma ferramenta muito forte e eficiente”, afirma Thiago Moreira, diretor de Telecom da Nielsen Brasil.

    Não é a toa que as marcas estão cada vez mais preocupadas com o que é dito sobre elas na internet. Atualmente, com as mídias sociais, as empresas estão expostas e quem tem o controle são os consumidores. “Quanto mais atenção for dada nesses meios, melhor para a imagem da marca, pois irá minimizar qualquer tipo de aborrecimento para a empresa e para o consumidor”, aconselha Moreira.

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  • A importância do patrocínio esportivo

    Imagem: http://sites.nielsen.com/london2012

    Por @nielsenbr. As Olimpíadas de Londres começam oficialmente hoje (27), com a cerimônia de abertura. Essa importante competição mundial é uma oportunidade ímpar para que as marcas sejam expostas e vistas pelo público em geral, atingindo um importante objetivo de reconhecimento. Isso porque o esporte é o ramo do entretenimento que mais gera visibilidade para as empresas patrocinadoras de times, equipes, ou campeonatos.

    Porém, não basta estar estampado na toca do nadador, por exemplo, apenas no período dos grandes eventos esportivos. Quanto maior o tempo de exposição, melhor para a marca ser assimilada e reconhecida pelo público. De acordo com Rafael Plastina, diretor da Nielsen Sports, patrocinar por um ou dois anos é muito pouco, o ideal são pelo menos cinco anos. “Parece exagero, mas o patrocinador deve lembrar que o consumidor fica exposto a um mundo de marcas. Sua retenção é baixa quando a exposição não é contínua ou por longos períodos”, diz.

    É também necessário que o tempo de exposição esteja casado com ações de ativação comercial. “Essas iniciativas podem ser daquelas que o consumidor junta alguns códigos de barra e troca por um brinde bacana”, explica Plastina. São ações desse tipo que fazem o marketing esportivo ser diferente de um simples anúncio na camiseta do atleta.

    Mais uma dica é saber em qual esporte investir. Pode ser que o dono de uma cervejaria seja fanático por hipismo, mas o seu produto combine muito mais com futebol. “É relevante que haja afinidade entre a empresa, o seu público consumidor e o esporte”, sugere o diretor.

    Por fim, é de extrema relevância que a empresa tenha bem definido o que deseja com o patrocínio. “Não adianta colocar uma meta simples como o aumento do nível de lembrança da marca”, exemplifica. O patrocinador precisa ter alvos mensuráveis: definir o público, a geografia e a estratégia do alcance da marca e estabelecer o quanto o nível de lembrança deve crescer de tempos em tempos.

    Dica: a sugestão da Nielsen, para quem já quer ficar de olho no mercado esportivo, é acompanhar os insights apurados durante os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Londres 2012 pela companhia, que nesse ano é a patrocinadora oficial de pesquisa de mercado desse grande evento. Acompanhe: www.nielsen.com/london2012

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  • O poder das marcas próprias

    Marcas próprias no Supermercado GBarbosa. Imagem: http://www.f5news.com.br

    Por @nielsenbr. Consumidor, em quais situações você prefere comprar um produto fabricado pelo próprio supermercado que frequenta? Surgem cada vez mais mercadorias com essa característica nas prateleiras dos comércios. Para os varejistas dispostos a investir, os números são favoráveis: cerca de 80% dos consumidores brasileiros optam por produtos desse tipo (marca própria) quando a embalagem é reciclável. Além disso, essa categoria proporciona racionalização de gastos por recair ao preço médio em setores mais básicos.

    Apesar desses fatores de escolha, estar entre tantas outras marcas líderes no mercado torna a concorrência desleal. Para conquistar o público, o varejista que investe em marcas próprias deve ter seu posicionamento de mercado bem definido. Escolher o público-alvo, comunicar a existência da marca e gerar experimentação são os três passos iniciais para o bom desempenho desse nicho de produtos. “Feito isto, o produto precisa estar fixo na mente do consumidor, de modo que ele seja uma alternativa de compra para determinada necessidade”, indica Fabio da Silva Gomes, gerente de atendimento ao varejo da Nielsen Brasil.

    Um dos fatores citados anteriormente, a experimentação, é o momento-chave para o sucesso. É o que vai determinar se o produto fixará na mente do consumidor como uma alternativa válida em sua lista de compras. Pensando assim, o produto precisa estar disponível na prateleira na hora certa.

    O varejo deve levar em conta que na mente do consumidor a avaliação da marca pode ser influenciada não só pelo produto em si, mas também pela experiência e percepção que ele tem do produto ou da organização responsável por ele. “A elaboração de uma boa pesquisa é uma medida necessária para se entender cada situação”, finaliza.

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • O cliente multicanal

    Por @nielsenbr. Onde você compra xampu? E os ingredientes para um jantar especial? As compras do mês, você faz no hipermercado? Ou, para economizar, prefere o ‘atacarejo’? As opções de canais de compra são muitas, e o consumidor não precisa escolher uma só, pelo contrário. Por essa razão que atualmente o consumidor é considerado multicanal.

    O desenvolvimento econômico e social vivenciado nos últimos anos gerou grandes transformações nos hábitos de compra do brasileiro. A estabilidade da inflação fez com que o consumidor deixasse de depender das “compras do mês” e, dessa forma, hoje pode comprar produtos à medida que necessita deles, em qualquer canal de venda.

    Forças relacionadas ao contexto do consumidor, como a ascensão social, a urbanização e o papel da mulher na sociedade e no mercado de trabalho, incentivaram as mudanças no comportamento dos compradores. As transformações geradas por esses fatores abriram espaço para o desenvolvimento e fortalecimento de outros formatos de lojas no país. Por exemplo, as vendas no Canal Farma cresceram 315 pontos no último ano, enquanto os autosserviços, com mais de cinco check-outs, cresceram 125, segundo levantamentos da Nielsen Brasil.

    De acordo com Lenita Vargas, gerente de atendimento ao varejo na Nielsen Brasil, os fatores relacionados à vida urbana e às mulheres que cumprem jornada de trabalho e cuidam do lar, modificaram intensamente as necessidades dos consumidores. “Eles valorizam atributos como conveniência e praticidade, devido à falta de tempo no cotidiano”, afirma.

    Com isso, os supermercados de bairro começam a ganhar relevância, por ter a conveniência de estar próximo de casa. “Nesses canais é possível tanto repor um produto de necessidade básica, quanto encontrar ingredientes especiais para um almoço de domingo”, explica Lenita.

    O maior poder de compra, dado pela ascensão social e aumento do poder aquisitivo, também conferiu aos brasileiros um melhor aproveitamento das propostas de diferentes formatos de lojas. É o caso do atacarejo, expressão utilizada para lojas de atacado que o consumidor comum, do varejo, está freqüentando. Nesse canal é possível comprar em maior quantidade, pagando menos.

    Para os varejistas, a maior mudança é a concorrência, que deixa de ser entre os mesmos formatos de lojas e passa a ser entre todos os canais de vendas. Para sair na frente nessa competição diversificada, é preciso conhecer o seu consumidor e suas diferentes missões de compra. “Com isso, o varejista deve definir e comunicar, claramente, qual é a sua proposta de diferenciação, frente aos concorrentes, e quais necessidades do consumidor serão atendidas nessa loja”, sugere Lenita.

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • A oportunidade no smartphone

    Por @nielsenbr. Desde o boom da internet, no início dos anos 2000, muitas mudanças aconteceram na sociedade. A principal delas é que as pessoas estão mais conectadas: recebem diariamente um turbilhão de informações, vindas de diversas fontes. Esse processo gradualmente se intensifica, sobretudo mais recentemente, em virtude da conveniência de acesso proporcionada por dispositivos móveis, como tablets e smartphones.

    Atualmente, 36% da população ao redor do mundo com acesso à internet possuem um smartphone. Comparando com 2010, esse número cresceu 15 pontos percentuais, segundo a pesquisa global da Nielsen sobre comunicação em multi-telas. As facilidades oferecidas por um único aparelho geram vários novos interesses na população.

    Para dar um exemplo de novas possibilidades geradas pela tecnologia, 63% da população global adeririam à facilidade de pagar contas de lojas e restaurantes por meio do smartphone. Os mais propensos a usar esse tipo de tecnologia são os latinos, pois 17% deles afirmaram que definitivamente fariam seus pagamentos em dispositivos móveis. “Temos aqui uma oportunidade de negócio, tanto para a indústria que desenvolve a tecnologia, quanto para toda a cadeia de pagamentos”, afirma Thiago Moreira, diretor de Telecom na Nielsen Brasil.

    O desafio está lançado para a indústria: difundir esse meio de pagamento o mais rápido possível, já que a demanda está pronta para ser absorvida.

    Pretensão de compra de smartphones

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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