• Produtos bizarros #22 – Smile Trainer

    O produto bizarro do mês de dezembro pode ser capaz de melhorar muito sua vida caso você tenha problemas com seu sorriso. O ‘Smile Trainer’ deixa o formato do seu sorriso perfeito e sensual, praticamente irresistível(observe as imagens da embalagem do produto). Mais um produto original do Japão. Bizarro!

    Veja outros produtos bizarros aqui.

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  • O comercial proibido da Hyundai

    Alguns filmes publicitários causam polêmica e criam burburinho em cima da própria produção/criação/história. A situação, típica da metacomunicação, ou seja, da influência e perceção do contexto explorado na peça publicitária para a transmissão da mensagem torna-se maior que a publicidade em si. E, em se tratando de suscitar essa discussão, a Hyundai protagonizou um capítulo a parte na comunicação de lançamento do seu modelo Veloster. O automóvel, lançado como um “carro seguro” por possui três portas, explora a dicotomia entre vida e morte na veiculação audiovisual, reproduzida abaixo.

    “Metacomunicação é a informação da informação”

    A discussão origina-se conscientemente ou não na capacidade do ser humano em conhecer o que conhece, ou, metacognição (Flavell, 1979), ou seja, em entender o próprio processo cognitivo (compreensão do processo usado para a aprendizado/entendimento). No caso de um comercial, a metacognição se dá no fato de entender como o anúncio conduz o entendimento da mensagem, em se tratando de conteúdo. Então, ao analisar o comercial citado, estabelecemos uma metacognição que determina o conhecimento metacomunicativo. Pode parecer confuso, mas não o é.

    “O conhecimento metacomunicativo permite ao produtor do texto evitar perturbações previsíveis na comunicação ou sanar (on-line ou a posteriori) conflitos efetivamente ocorridos por meio da introdução no texto, de sinais de articulação ou apoio textuais, e pela realização de atividades específicas de formulação ou construção textual”. Koch (2003, p.33)

    Ora, senão vejamos, ao se produzir conteúdo com a presença ardil do contexto “morte” reforçado pela imagem estereotipada, o criador(do anúncio) assume o para si o risco de debate e repúdio social. Em realidade, a morte não está dissociada da pauta e liturgia social, mas o toque maquiavélico incluído no trechos entre os tempos 0,33″ e 0,42″ potencializam a perversidade transformada em alvo central neste material publicitário.

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  • Efeito Axe no Halloween

    E o “efeito Axe” foi abordado pela marca até mesmo no halloween. Como? Com a velha tríade americana para filmes de terror: zumbi, mocinha indefesa e último recurso salvador. Bem clichê! Veja o resultado.

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  • O bombom que dá um friozinho na barriga


    O título do post é o slogan que acompanha a assinatura da sensacional propaganda produzida para o produto Serenata de Amor. Com a locução em velocidade acelerada, o vídeo possui excelente texto que destila a emoção sem permitir espaços para análise racional, auxiliado pela comunhão de imagens. É uma verdadeira aula de captação de atenção seletiva. Viaje!

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  • Gillete no elevador

    Encher um elevador de pêlos artificiais e deixar a porta lisinha! Essa foi uma das ideias criadas pela Gillete para divulgação do seu produto Mach 3. O impacto que esse tipo de veiculação indoor possui é positivamente forte, entretanto, tem como limitante a frequência de inserções e abrangência.

    Vi aqui.

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