• O comportamento de consumo de quem mora sozinho

    Businessman working outside in front of trees

    Uma pesquisa realizada pelo instituto Market Analysis de opinião pública, apresentou um estudo sobre o comportamento e os hábitos do consumidor que mora sozinho. Pelo que foi analisado, é possível perceber que este grupo de consumidores são mais exigentes, principalmente, no fator preço.

    Segundo o estudo, para os consumidores que moram sozinhos, só vale a pena adquirir produtos mais caros se eles tiverem a garantia de mais durabilidade. Diferentemente de consumidores que moram com suas famílias, e que para administrar melhor o tempo para cuidar do lar, não abrem mão de produtos caros, mas que garantam conforto e/ou praticidade.

    Outro fator apontado pelo estudo foi o lazer, que para a maioria dos consumidores que moram sozinhos está relacionado às compras. Além disso, consumidores solitários costumam passar mais tempo na internet do que assistindo televisão.

    Além dos fatores de consumo, o fator de hábitos saudáveis esteve envolvido no estudo e mostrou que esse público possui menos hábitos saudáveis e consomem mais fast food, comidas congeladas e frequentam mais bares e restaurantes. O consumo de doces e bebidas alcoólicas também costuma ser mais intenso.

    De uma maneira geral, esses estudos e pesquisas de perfil dos consumidores são muito importantes para que as empresas possam ter mais chances de acertar na criação de seus produtos e em como o marketing será utilizado para afetar diretamente o público-alvo. Exemplo disso é o próprio perfil de consumidores que moram sozinhos, já que, pode-se notar que de uns tempos para cá esse tipo de consumidor tem aumentado cada vez mais sendo um dos mais relevantes do mercado.

    As empresas devem se preparar para atender às necessidades dos consumidores que moram sozinhos, pois a presença deles tem previsão de ser ainda maior futuramente. Uma das medidas a serem tomadas diz respeito a forma de consumo, já que esse público a partir da pesquisa foi constatado que preferem fazer compras em um estabelecimento único que ofereça variados produtos e dos mais diversos segmentos.

    Fonte: FastCom

    Imagens: Corbis Images

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  • 30 anos do Macintosh

    E lá se vão 30 anos do lançamento do computador pessoal Macintosh, pela Apple. O produto, lançado em 04 de janeiro de 1984, foi o primeiro a apresentar a relação homem-máquina através de uma interface gráfica mediada por símbolos e controlada mediante uso de um mouse. Interessante considerar que a empresa americana permanece na vanguarda em relação aos segmentos que atua e seus lançamentos continuem sendo ansiosamente esperados pelo mercado, ano a ano.

    Mas, além da inovação do produto em si, o lançamento do produto na época contou com a propagação de uma publicidade que, certamente, está entre as 10 melhores de todos os tempos, na minha opinião. Em uma direta correlação à obra de George Orwell, a publicidade da Apple, também intitulada”1984″ e dirigida por Riddley Scott, coloca o expectador quase como um personagem de um cotidiano comandado pelo “Grande Irmão” (recomendo a leitura do livro para entender melhor como a mídia e o sistema manipulam a sociedade e as pessoas, na visão de Orwell) que, em determinado momento, “quebra” o controle exercido até então com a introdução do Macintosh. Poderíamos até discorrer aqui sobre o que a Apple faz a posteriori, que, também é um controle midiático e manipulador a partir dos seus sistemas operacionais fechados, mas fica para uma próxima ocasião.

    O trigésimo aniversário de lançamento e o sucesso da Apple são situações tão emblemáticas que a companhia comemorou com um evento social e beneficente, além da criação e disponibilização de um site bem interessante em forma de “linha de tempo” e, claro, com a veiculação de um novo comercial (abaixo).

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  • Produtos bizarros #31 – Basquete fail

    O produto até pode incentivar a prática de esportes e constituir-se em uma saudável brincadeira, porém, a embalagem apresenta uma imagem que, além de grosseira e com possibilidade de ser mal interpretada, se torna desnecessária. Provavelmente a intenção tenha sido dar  “emoção” e movimento à imagem, entretanto, algo mais simples ficaria bem melhor.

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  • A sofisticação do consumo no Brasil

    Virou notícia frequente ouvir que o Brasil está crescendo. A melhoria na distribuição de renda, maior participação da mulher no mercado de trabalho e a inserção do país no cenário mundial (destaque junto ao BRIC), favoreceu positivamente a construção da reputação brasileira. Consequentemente, esses fatores impactaram de forma positiva também o cenário do varejo no país.

    Nesse cenário, a Nielsen classificou quatro fatores que estão impulsionando o comércio no país: saudabilidade, praticidade, indulgência e sofisticação. Mas um deles, em especial, mexou mais com os hábitos de compra do brasileiro:  a sofisticação. Esse vetor foi identificado porque houve migração nas vendas, onde as categorias mais básicas foram trocadas pelas mais valorizadas. Comparando o ano de 2011 contra 2010, o grupo de itens mais sofisticados cresceu 13% em valor contra um crescimento médio de 8,3% do total de categorias.

    Os segmentos de maior valor vêm se destacando em praticamente todas as categorias de produtos. “Não se trata de dizer que o brasileiro está migrando para segmentos premium, ou seja, comprando mais produtos de maior valor e de maior qualidade”, pondera o analista de mercado da Nielsen, Claudio Czarnobai. Segundo ele, o consumidor brasileiro está buscando itens com maior valor agregado e não necessariamente as marcas mais caras. “Obviamente, essa busca por qualidade gera, por consequência, a alta no desempenho das marcas premium. Mas não podemos confundir com busca por marcas mais caras, porque o brasileiro aprendeu também a identificar o que tem valor agregado. Prova disso são os demais vetores: saudabilidade e praticidade, por exemplo.”

    De acordo com o analista, a sofisticação envolve a busca por maior qualidade, menor impacto ambiental, boas práticas na fabricação, tecnologia de ponta, rotulagem com informação adequada, selos de origem e de qualidade, valorização da marca, entre outros fatores. “Com maior disponibilidade de renda e maior acesso das classes médias e baixas, notamos com clareza a migração do tipo de produto consumido”, comenta. Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • Os lançamentos do mercado

    Por @nielsenbr. Hoje começamos com uma pergunta para o consumidor final: com que frequência você encontra produtos rotulados como “lançamentos” nos supermercados? Provavelmente, a cada compra do mês, você encontra pelo menos uma novidade. Um estudo realizado pela Nielsen apurou que, a cada ano, cerca de 15 mil novos produtos passam a disputar um lugar nas prateleiras dos mercados.

    A vantagem para quem vende em meio a tanta inovação é que o ponto de venda (PDV) sempre terá novidades. Ter itens novos na loja ajuda o varejista e a categoria a manterem uma boa imagem. A desvantagem acaba sendo o limite físico das lojas, afinal, o comerciante precisa tirar algum produto que já conquistou clientes para lançar a novidade na prateleira.

    Uma dica para ajudar o varejista a decidir se o novo produto deve ou não ganhar espaço na gôndola é observar se o item traz algum diferencial para o consumidor. “O produto precisa se destacar em relação à concorrência e deve atender às necessidades reais do cliente”, reforça Luciana Morelli, Gerente de Consumer Research na Nielsen Brasil.

    Vale lembrar que a maior parte das vendas acontecerá em função do período de experimentação, no qual o consumidor testa a novidade.  O desempenho vai variar de acordo com o plano de marketing do fabricante (investimento na ativação do lançamento dentro ou fora do PDV). Luciana conta que é normal que as vendas se acomodem ou voltem a patamares regulares da categoria após o período de experimentação. “Alguns clientes seguirão comprando o novo item e outros podem voltar para o seu produto habitual”, exemplifica a gerente.

    É bastante comum que fabricantes e varejistas apoiem um novo produto na fase de lançamento e depois deixem de investir. Ainda assim, os consumidores precisam ser estimulados constantemente e novos shoppers precisam ser atraídos, caso contrário, a tendência é o declínio das vendas. Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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