• Marcas que marcam

    A paixão pelas marcas é explicada conforme teoria do comportamento do consumidor e a necessidade que os seres humanos possuem de apoios psicológicos que concedam subsídios / “forças extras” para enfrentar as agruras da vida cotidiana. Outra teoria é a necessidade de seguir modelos através da escolha de heróis ou referências como status e aceitação social e são formas de relacionamentos que os indivíduos manifestam com as marcas e com os elementos semióticos, até mesmo como demonstração para outros.

    De acordo com Slater (2002) a sociedade contemporânea é materialista, hedonista e narcisista, com preponderância do “ter” em relação ao “ser”.  A cultura do consumo molda as ações dos consumidores e as marcas apresentam identidade tão relevante à vida dos indivíduos que eles passam a fazer parte delas (das marcas). Desta forma, em muitos casos a relação do homem com a(s) marca(s) transforma-se em ritos (Douglas e Isherwood, 1979) que são repletos de significados simbólicos.

    Em alguns momentos essa relação pode ser entendida como extrapolação de algum limite consciente como evidenciado nas imagens abaixo (tatuagens de marcas).

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    Imagens daqui: http://mattus.web-log.nl/vibe_visual_brand_experie/2009/07/index.html

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