• Em vídeo, Olympikus celebra patrocínio e seleção brasileira de voley

    Para comemorar os 15 anos de patrocínio junto a CBV – Confederação Brasileira de Voley, a marca Olympikus lançou o vídeo “Gigantes” com mote emocional resgatando imagens especiais para os selecionados masculino e feminino, do Brasil. Criado pela agência DM9Sul e produzido em super slow, o material também é estímulo aos atletas representantes da seleção de voley nos jogos olímpicos, em Londres.

    Não é fácil entrar para história. A história tem portas estreitas. E só passam por elas, gigantes. Por isso, é preciso tanta força. Às vezes, sobre-humana. Agora a nossa história volta a ser escrita. Que venha a próxima página. Olympikus. Há 15 anos patrocinando o esporte brasileiro mais vitorioso da história.”

    Ficha Técnica
    Direção de criação: Marco Bezerra e Rafael Bohrer
    Criação: Everton Behenck, Saulo Barbosa, Diego Wortmann e Rodrigo Pereira
    Atendimento: Silvio Calissi, Claudia Schneider e Camila Gonçalves
    Planejamento: Everson Klein
    Mídia: Silvio Calissi, Simone Gasperin e Adriano Souza
    RTVC: Thiago Vanigli e Bernardo Santos da Silva
    Produtora do filme: Capsula Filmes
    Direção de cena: Fred Luz
    Pós-produção: Carlos Kulpa
    Produtora de som: Comando S
    Locução: Milhem Cortaz
    Aprovação pelo cliente: Pedro Bartelle, Ana Hochscheidt e Katia Buriol. Via.

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  • Por que o marketing não se entende com as outras áreas?

    Sempre que visito sites publicitários a piadinha mais constante sempre está relacionada à pressão do prazo ou mudança de briefing. Como sabemos que as piadas sempre escondem um pouco de verdade, é notório que estamos enfrentando um grave problema de gestão.

    Tento sempre entender por que todos falam que estão “apagando incêndios” e não conseguem seguir uma linha de trabalho ou manter uma organização sobre o que ocorre na empresa? Parece impressionante, mas por quê o marketing parece tão deslocado de toda a empresa?

    Nesta semana, ao ver que a maioria dos CEO’s vem de áreas comerciais e financeiras (http://www.msarh.com.br/blog/mercado-trabalho/de-onde-vem-os-ceos.html), entendi que eles possuem uma mentalidade oposta ao departamento de marketing e comunicação. Eles pensam com o lado esquerdo do cérebro.

    Por mais que o marketing também tenha um pezinho neste lado mais concreto e técnico, a maior parte do trabalho está em entender algo plenamente subjetivo: a satisfação do cliente.

    Satisfazer o cliente vai além de atender as necessidades do momento ou realizar uma venda. Trata de surpreender, superar expectativas e isto exige reflexão e pensamento criativo para compreender os insights que estão escondidos em números e métricas. E o pior: exige tempo, pois é necessário entender todo o contexto da compra para avaliar os pontos fortes e fracos da marca.

    Outro ponto que eu não apoio é quando o marketing está sujeito aos gestores das áreas ou assumem áreas como se fosse um “faz-tudo”. Gestores pensam no processo, como uma linha de produção. Geralmente é “entrou-vendeu-próximooooo”. São metas e mais metas que pressionadas por resultados a curtíssimo prazo. O marketing lida com percepção. Ele precisa entender o que gerou tal demanda, se ela tem impacto no consumidor e se vale fazer por esta maneira ou temos outros meios de impactarmos com coerência e pertinência seus clientes. Eis a maior dificuldade do marketing, pois apresentar estas ideias e conceitos conflita com o senso comum, pois é deste departamento a responsabilidade de apresentar uma alternativa diferente. Como ele está do lado mais fraco da corda, acaba estourando para seu lado e , no final, surgem“ideias morninhas”, que não causam impacto.

    Mas, como vencer esta guerra? Se não tem como vencer, una-se a eles. Segundo o portal Advertising Age (http://adage.com/article/cmo-strategy/marketing-clashes-management/134194/), uma alternativa é vender suas ideias e conceitos com linguagem de gestão. Cabe usar gráficos e tabela para explicar aos gestores ideia que estão, muitas vezes, são subjetivas. São pensadores lógicos, por isto precisam destes recursos para entender conceitos. Outra arma essencial: faça suas apresentações utilizando de analogias para mostrar o real potencial do projeto. Pegue exemplos de mercado para realizar comparativos com suas ideias.

    Resumindo, temos que nos adaptar para não sermos engolidos e conseguir entregar o que o marketing se propõe: resultados de longo prazo.

    Luiz Henrique Gagliardi, formado em publicidade e propaganda pela FAAP com MBA em Marketing pela Fundace/USP. Atua como sócio da AmittiBrasil| Gestão de Marcas, uma agência de branding (www.amittibrasil.com.br). Twitter: @luiz_henriqueg

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  • Propaganda eleitoral: o que pode e o que não pode

    Estamos em pleno ano eleitoral. O exercício da democracia será no mês de outubro e os cidadãos aptos a votar decidirão sobre os representantes públicos – prefeitos e vereadores – em todos os municípios brasileiros. O que talvez muita gente não saiba é que a propaganda eleitoral como ferramenta de campanha política está permitida, pelo Tribunal Superior Eleitoral, desde o dia 06 deste mês. Mas, será que todo brasileiro sabe o que é permitido em termos de propaganda eleitoral? Por exemplo, você sabia que os famosos showmícios estão proibidos? Pois é, a Justiça Eleitoral vetou esse tipo de evento, normalmente usado como isca para aumentar o número de expectadores. É vetado (Resolução TSE 23.370/2011) qualquer tipo de show com vínculo político, mesmo que o artista faça o espetáculo sem cobrar nada.

    A Resolução em questão, em seu Capítulo II, Art.5º, define que a propaganda eleitoral “qualquer que seja a sua forma ou modalidade, mencionará sempre a legenda partidária e só poderá ser feita em língua nacional, não devendo empregar meios publicitários destinados a criar, artificialmente, na opinião pública, estados mentais, emocionais ou passionais (Código Eleitoral, art. 242, caput)”.

    Outro item interessante diz respeito a propaganda que antecede as 48 horas finais até as eleições, pois, é expressamente proibido neste período qualquer tipo de reunião pública, comício e veiculação de campanhas nas mídias rádio e TV (exceto carros de som, veiculação na internet e materiais gráficos), incutindo a quem o pratica o ônus de crime eleitoral. Ainda, a saber, as participações de candidatos em debates, entrevistas e programas de rádio e TV estão permitidas, desde que respeitado a supramencionada. Todo e qualquer tipo de violação da Legislação, uma vez notificada, implica aos responsáveis a retirada do material em um prazo de 48 horas, “sob pena de multa no valor de R$ 2.000,00 a R$ 8.000,00” (Lei nº 9.504/97, art. 37, § 1º).

    A Legislação Eleitoral proíbe a comunicação em postes (veiculação de cartazes, normalmente conhecidos como lambe-lambes) e em bens públicos. Também é vedado qualquer tipo de propaganda que prejudique a estética e higiene urbana, ou seja, os panfletos (popularmente chamado de “santinhos”) lançados indiscriminatoriamente nas vias públicas são situações que contrariam a ordem indicada na Lei. Por falar em mídia impressa, as veiculações em jornais e revistas estão liberadas,  desde que respeitados os espaços máximos de um oitavo de página de jornal padrão e de um quarto de página de revista ou tablóide. Confira no quadro abaixo, o que pode e o que não pode.

    Propaganda eleitoral: o que pode e o que não pode. Fonte: Resolução TSE 23.370/2011

    Link para a Resolução TSE 23.370/2011

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  • Vitória da Bahia lança campanha “Meu sangue é rubro negro” para incentivar doação de sangue

    Vitória da Bahia lança campanha "Meu sangue é rubro negro". Imagem: Divulgação

    Criada pela Leo Burnett Tailor Made, a campanha “Meu sangue é rubro negro” é uma bela demonstração de marketing social, dentro do segmento esportivo. Sabedor da penetração junto a massa de cidadãos, o Esporte Clube Vitória retirou a cor vermelha de seu manto para incentivar os torcedores e simpatizantes a doarem sangue e assim, participarem de importante ação social solidária.

    Vitória da Bahia lança campanha "Meu sangue é rubro negro" . Imagem: PropMark

    A cor vermelha na camisa do Leão da Barra será incluída aos poucos (provavelmente uma listra na cor vermelha, por jogo), a medida que as doações de sangue ao Hemocentro (Hemoba – Bahia) forem intensificadas. Com divulgação na tv, internet, mídia impressa e exterior, a campanha tem forte associação com a paixão pelo futebol e com o sangue que corre nas veias, símbolo de raça e agora, de vida. A Penalty – fornecedora de material esportivo – é a parceira do Vitória, nesta campanha. Acesse a página no Facebook.

    Ficha Técnica
    Direção de criação: Marcelo Reis, Guilherme Jahara e Rodrigo Jatene
    Criação: Rodolfo Fernandes, Erick Mendonça, Alexandre Pagano, João Caetano Brasil, Guilherme Jahara e Rodrigo Jatene
    RTV: Celso Groba, Maria Fernanda Moura, Camila Aquino e Rafael Messias
    Atendimento: Pablo Arteaga, Junior Bottura e Anelene Putini
    Finalização: Burti
    Aprovação pelo cliente: Adilson Baptista Jr., Leandro Hamiro dos Santos e Carlos Sergio Falcão

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  • Cartaz minimalista da Coca-Cola foi criado por estudante de Comunicação

    Veiculado em Shangai, Hong Kong, o cartaz ‘Coke Hands’ abaixo foi criado pelo estudante de Comunicação Jonathan Mak Long a partir de um briefing solicitado pela agência Ogilvy Shangai. A ideia é a aplicação prática do objetivo de representar através de ícone(s) o ato de compartilhar uma Coca-Cola. A peça ganhou leão de bronze em Cannes.

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