• O império do Facebook pode estar ameaçado?

    Qual a rede social mais famosa no mundo? Facebook, você vai responder. E realmente é. Porém, á rumores de que a rede social esteja vivendo momentos de decadência. Nada alarmante, mas pode ser um dado interessante.

    Segundo Sean Parker, um dos sócios do Facebook, a rede está perdendo usuários para outras ferramentas como Twitter e Google+ (sim, Google+). Durante o Web Summit 2.o, encontro de profissionais e companhias web, o cofundador do Napster e investidor do Spofity declarou que o Facebook não oferece boas opções de gerenciamento de excesso de informações geradas por lá, o que desistimula adeptos. Na conferência, Sean foi questionado pelo mediador do debate sobre as novas funcionalidades do Facebook e se elas poderiam ser parte da explicação sobre o desinteresse do público, já que muitos encontraram dificuldades de adaptação. A resposta foi bem singular: “O complicado de hoje pode ser a
    necessidade de amanhã”. Não existem dados oficiais, mas, se o sócio diz é bom ficar de olho.

    Agora, a pergunta é outra. Qual rede social será famosa em todo o mundo para todo o sempre? Lembrem-se,
    as ferramentas de rede social nem sempre se adaptam bem às mudanças do comportamento humano. Homens são inconstantes. Hoje gostam, amanhã não. Fica a dica.

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  • Google+: Uma história de amor

    Apesar do crescimento veloz em um ano, a nova rede social do Google ainda resiste a uma maior empatia por parte dos usuários e, atualmente a empresa deve encarar o momento como estratégico para continuidade ou não do projeto.  Particularmente, entendo que o conceito dos “círculos” é a principal vantagem em relação às já conhecidas ‘comunidades’ ou ‘grupos’ de outras ferramentas sociais. Algo como a “última cartada”, o lançamento do vídeo “Uma história de amor” remete a estratégia emocional para vincular as funções relacionadas ao círculo aos usuários e dividir a preferência atual do público pelo uso do principal concorrente.

    Muito bem produzido e leve, a produção publicitária possui boa sensibilidade e está em consonância direta com o principal objetivo dos usuários nas redes de relacionamentos. Talvez a mais direta que eu tenha visto até o momento.

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  • Layout do Facebook, ano a ano

    Olhe que interessante a evolução do layout do Facebook, desde 2004. Convenhamos que layout nunca foi o forte dessa rede social que sempre apresentou versões simples e nem tão funcionais assim.

    Imagens daqui.


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  • Facebook, visto por dentro

    As empresas .com possuem estrutura organizacional diferenciada em relação às tradicionais organizações mundiais. Os modelos clássicos são substituídos por modelos orgânicos e que priviligiam a criatividade e liberdade produtiva. Isso também fica visível na disposição e recursos materiais disponíveis nos ambientes de trabalho.

    Confira abaixo o Facebook, em Palo Alto(Califórnia, USA) visto por dentro.

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  • Opinião: Faz um marketing aí?

    Por  Rafael Samways*. Em mais de dez anos de esforço e trabalho no off noto que com as redes sociais, além de técnicos de futebol, chegaram novos estilos de palpiteiros. O fato de estas redes serem um grande debate (louvável) faz com que temas como “guerrilha” (não a armada), jornalismo sério e comunicação se tornem alvo do despreparo. Muitas ações legais (em teoria) andam sendo executadas, e dando errado.

    O que acontece? A principal lei, e início de qualquer briefing, o público-alvo, vêm sendo desconstruída. Está se levando a sério apenas seus seguidores, quase executando uma “mini focus group” equivocada.

    Óbvio que os amigos irão achar legal, ou pessoas com afinidade em seu tema também. O problema que na essência a comunicação, o marketing e o jornalismo não deveriam ser pensados apenas para dentro do online. Deveríamos refletir realmente no público alvo, no leitor, no consumidor, e não na tuitagem. Tá certo; existem casos e casos de pessoas/profissionais que tem expressão no microblog, mas perto de toda a massa ainda são poucas.

    Os profissionais sérios muitas vezes se deparam com idéias incompatíveis com a realidade do negócio. Nem de longe se pode aproveitar alguma coisa destes tagarelas. E o pior, isto desvaloriza os conceitos de cada ferramenta do marketing “clássico” (não queria falar assim, mas pela quantidade de marketing disto, ou marketing daquilo sou obrigado a fazer esta classificação).

    No início da faculdade, quando julgava ter condições de ser um W. Olivetto, ou uma Adrianna Cury, lá pelos anos 90, a discussão imperativa era a conceituação de publicidade e propaganda, e sua diferenciação. Havia “xiitas” que tinham uma visão, e não abriam mão dela. Até os tempos atuais isto é relevante, e deveríamos manter o debate.

    Hoje, mesmo depois de grandes nomes, como Rafael Sampaio, tentarem elucidar nos bancos universitários, e de maneira bem didática, a eventual diferenciação, vivemos outra realidade. Temos ainda mais dificuldade em defender uma campanha, ou um plano de marketing para um cliente, pois ele julga ter conhecimento suficiente. Não basta mais o acesso ao controle remoto, ou a um canal gringo.

    Quando se entra em cena para apresentar algum job, logo deve perguntar: “você tem Twitter?”. Assim já pode de preparar para fazer uma construção adaptada para a realidade do cliente. Sabendo que ele poderá usar como contra-argumento alguma frase “genial” em que ele se informou em 140 caracteres. E o pior, ele poderá interferir, quando você estiver no auge de sua fala e pedir: faz um marketing aí! Sem nenhum mérito, ou conceito definido. Aí meu amigo, o negócio será mudar de cliente, ou rever sua paciência.

    *Rafael Samways é publicitário, consultor especializado em comunicação empresarial e negócios digitais (www.consultesamways.com.br) atuante no Nordeste brasileiro. Pós-graduado em comunicação empresarial pela PUC do Paraná, e com experiência nos setores de trademarketing, marketing e vendas e negócios corporativos, foi idealizador e co-fundador do Grupo de Mídia da Paraíba. Confira suas idéias também no blog www.consultesamways.com.br/blog


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