• Vuvuzela serve para?

    Os objetos possuem como elemento principal de sua construção a função de uso, ou seja, o(s) motivo(s) para sua real existência. Esses motivos fazer parte das necessidade e desejos humanos, feitos justamente para satisfazer seres humanos. A formas de um objeto podem ser entendidas sob o ponto de vista da comunicação a partir da Teoria Pierciana (descrita por Charles Pierce). Cada objeto representa um significado que normalmente está diretamente relacionado com sua função de uso. Entretanto, devido a grande capacidade humana de processamento de informações e ideias, além da organização de estruturas de conhecimento. os objetos podem representar funções diferentes para as quais foram comcebidos. O vídeo abaixo mostra uma inusitada função para a famosa “vuvuzela”.



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  • Uma coincidência semiótica…

    Escrevi este pequeno post com o intuito de instigar sua capacidade de análise simétrica e semiótica e em nenhum momento desejo criar polêmica a partir do(a) produto/marca citada e tampouco com aspectos religiosos. Apenas entendo  que há uma coincidência simbólica entre a embalagem do produto mostrada abaixo com uma outra imagem.  Só para constar, simetria é  “uma característica que pode ser observada em algumas formas geométricas, equações matemáticas ou outros objetos”.  Fiz uma pequena análise semiótica e visual e algumas semelhanças (semelhante é diferente de igual) podem ser notadas nas duas imagens, tais como: curvas, composição de elementos (tampa/coroa; curva embalagem/véu; cor branca; embalagem/mãos em perfil). Importante considerar que é o significante (parte física da imagem: design, cortono, cor, som, etc…) que dá a identidade ou o significado. fruto de nossas percepções.  Para Pierce, um ícone compreende formas táteis, acústicas, olfativas e formas semelhantes de signos. Ainda, durante o processo de construção criativa e de decodificação de imagens,  estão presentes na relação produto-indivíduo influências fisiológicas, culturais e emocionais. Confira a imagem abaixo e clique sobre a mesma para verificar a comparação.

    Fontes:
    1.
    2. NOTH, W. ; SANTAELLA, L. Imagem: cognição, semiótica, mídia.
    vejavidrex

    Clique para comparar com a outra imagem.

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  • Mascote animadinho

    Ao executar a comunicação visual, tome cuidado com os exageros e/ou associações semióticas indevidas. A contrução do signo deve contemplar todas as possibilidades de significados (desejáveis, positivos, negativos, …) projetados em perspectiva na mente do receptor. É muito comum a combinação de elementos gráficos que, erroneamente, proporcionam uma imprecisão ou dubialidade no entendimento, como o mascote bem animadinho, abaixo.

    mont-sat-antenas

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  • Embalagem mais forte que o produto

    Quem disse que produtos de utensílios domésticos(UD) não podem ter uma embalagem com características que unem design e indicação do uso? O exemplo abaixo serve como bom referencial de como é possível a utilização de elementos semióticos para associação do produto com o uso/aplicação. Observe a embalagem e perceba como nosso cérebro reconhece rapidamente a aplicação do produto com o signo contido em toda a embalagem que, neste caso, torna-se mais forte que o próprio produto.

    Imagens daqui.

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  • Marcas, logomarcas e mascotes – uma pequena visão semiótica

    Interessante animação produzida com logomarcas, marcas e mascotes. É importante observar também que, no estudo da semíotica, os elementos que formam os signos – significante e significado; C. S. Peirce (1839-1914) – tornam-se composições concretas de linguagens que representam algo ou   alguma coisa  para os receptores, e disputam os espaços nos meios que usamos e vivemos. Desta forma, as marcas, mascotes e produtos formam um mundo paralelo repleto de significados e com interação com na sociedade.

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